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sábado, 22 de agosto de 2020

Dr. Jairomar é demitido do Hospital Laura Vasconcelos por motivação política


A comunidade de Bacabal e região lamenta profundamente o afastamento de Jairomar Carvalho, médico ortopedista, filho de Bacabal, que prestava relevantes serviços à saúde no Hospital  Regional Laura Vasconcelos. A demissão  do competente médico devido seu posicionamento politico em Bacabal gerou uma epidemia de insatisfação  entre os profissionais da saúde e na  sociedade também.

Era o médico que mais operou na sua especialidade desde da reabertura do hospital, realizava em  média 70 cirurgias por  mês. Dr. Jairomar jamais deixou de atender qualquer cidadão, mesmo fora do seu plantão tinha sempre uma palavra de conforto para seus pacientes e familiares.

Amigo de todos, sempre a ajudar o povo de Bacabal e região  atendida pelo hospital Laura Vasconcelos, inteligente, competente e indulgente, recusava a iniciativa privada por acreditar que a medicina é um sacerdócio, não um atalho para acumulação de riquezas.

Dr.  Jairomar em plena cirurgia


Dr. Jairomar foi de uma produtividade impressionantemente; foram 2.500 cirurgias  nos últimos 3 anos só no Laura Vasconcelos.

No ambiente de trabalho Jairomar era querido por todos os funcionários, por essas e outras qualidades médicas,  que  a população de Bacabal pede a sua volta para o quadro de médicos do Laura Vasconcelos , sem desmerecer os demais profissionais da casa que são todos muitos competentes, mas Dr. Jairomar tornou-se uma referencia na saúde publica de Bacabal e região.

Momento de descontração com colegas de trabalho

Ainda há tempo de corrigir o erro, o povo de Bacabal e região espera que os gestores coloquem a vida das pessoas acima das divergências politicas, assim  estarão fortalecendo a democracia   e as políticas publicas de saúde. para salvar vidas  é preciso superar as diferenças e aprender a conviver com o contraditório,unir pensamento cientifico e o bom senso sempre foi a melhor receita para salvar vidas do nosso povo.

Paciente sorrir agradecido a Jairomar

No Centro cirúrgico com o Paciente Radialista Genival  Silveira


domingo, 22 de março de 2020

Expedito Júnior alerta bacabalenses sobre prevenção ao COVID-19


Expedito Júnior vem se destacando como uma Pré-candidatura que mais cresce na cidade. Além de inteligente, competente é sobretudo solidário. Com o surgimento da pandemia do Coronavirus, uma d suas primeiras atitudes foi cancelar atividades que sempre com sua participação podem aglomerar pessoas.
Inteligentemente o mesmo munda o discurso do debate político e passa a usar as redes sociais para conscientizar os bacabalenses sobre a importância de se prevenir contra o vírus, circula nas redes socais uma serie de flyrs digitais onde Expedito de forma criativa dá dicas de prevenção.
Como nem todos têm acesso a internet Expedito disponibilizou um carro de som que passa nos bairros orientando os mais carentes sobre o coronavirus.
No internet Expedito postou um video onde afirma "não podemos comparar coronavírus com uma gripe comum. Seria uma posição de ignorância. Vamos manter todos os cuidados possíveis com a higiene pessoal e com o isolamento social .Hoje podemos estar separados, mas amanhã vamos estar todos juntos e abraçados", conclui Expedito transmitindo esperança para o povo.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Pessoas religiosas têm cérebro mais ‘espesso’ e maior proteção contra a depressão



Pessoas religiosas ou que têm alguma crença na espiritualidade têm cérebros mais ‘espessos’, segundo um novo estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores estudaram pessoas com histórico familiar de depressão e descobriram que, nas religiosas, o córtex, camada externa do cérebro, era mais espesso que em pessoas não religiosas. Esse espessamento relacionado à religião, segundo eles, pode oferecer proteção contra a doença.

- Nossas crenças e nossos humores são refletidos no cérebro, e com novas técnicas de imagem já é possível observá-los - disse à Reuters Health Myrna Weissman, professora de psiquiatria e epidemiologia da Universidade de Columbia. - O cérebro é um órgão fantástico. Não só nos controla, mas é controlado por nossos humores.

Enquanto o estudo sugere uma relação entre a densidade do cérebro e espiritualidade, não se pode dizer que o espessamento cause a religiosidade nas pessoas, observaram os pesquisadores na revista “JAMA Psychiatry”. Mas deve servir para dar pistas, entretanto, de que ser religioso pode aumentar a resiliência do cérebro contra a depressão de forma física.

Antes deste estudo, os pesquisadores já tinham descoberto que pessoas que se diziam religiosas tinham menos risco de entrar em depressão, e que pessoas com maior propensão à doença tinham o córtex mais fino comparadas às que tinham menor risco.

Neste estudo os pesquisadores perguntaram duas vezes a 103 adultos com idades entre 18 e 54 anos o quão importante eram, para eles, religião e espiritualidade, e com que frequência eles tinham ido a missas, cultos, e outras reuniões religiosas em cinco anos. Além das entrevistas, imagens dos cérebros desses voluntários foram observadas para analisar a espessura de seus córtex. Todos os participantes eram filhos ou netos de pessoas que já tinham participado de um estudo anterior sobre depressão.

Os pesquisadores descobriram que a importância da religião ou espiritualidade de um indivíduo - mas não a frequência às reuniões religiosas - estava relacionada ao córtex mais espesso. O link foi mais forte entre aqueles com alto risco de depressão.

- O que estamos fazendo agora é olhar para a estabilidade do estudo - disse Weissman, que também é chefe do Departamento de Epidemiologia Clínica Genética do Instituto Psiquiátrico do Estado de Nova York.

A equipe da pesquisadora está tomando mais imagens dos cérebros dos participantes para ver se o tamanho do córtex muda com sua espiritualidade.

- Esta é uma maneira de replicar e validar os resultados - explicou


fonte: O GLOBO 

COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SES fará mapeamento de mamógrafos para combate de câncer em mulheres no Maranhão

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) fará um levantamento detalhado dos mamógrafos disponíveis no Maranhão e do número de exames realizados com esses equipamentos no estado. Essa medida foi decidida durante a reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), realizada semana passada.
Foto: Francisco de Paula e Nestor Bezerra
O Ministério da Saúde exige que o estado disponha de um mamógrafo para cada 240 mil habitantes. O Maranhão tem cadastrados no sistema do Ministério 54 mamógrafos em funcionamento, mas que, ao se fazer um acompanhamento nos municípios que estão com esses equipamentos cadastrados, constatou-se que a realidade é diferente.
"É possível que muitos dos mamógrafos cadastrados sejam da rede particular e que não possuem convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS) para o uso em pacientes oriundos dos hospitais públicos", disse Silvia Leite, superintendente de Regulação, Controle e Avaliação da SES. O subsecretário José Márcio Leite reafirmou a importância desse levantamento para a população. "Precisamos verificar onde há esse desencontro de informações para que possamos reorganizar as máquinas e disponibilizar a mulher maranhense esse exame tão importante", ressaltou.
A SES constatou, em um levantamento preliminar, que apesar da defasagem nos números registrados, o Maranhão tem mamógrafos em todas as suas macrorregiões. Apenas três regionais de saúde não dispõem do equipamento para realizar os exames. "O Ministério está com uma verba para disponibilizar mais mamógrafos à população brasileira e esse levantamento mostrará de forma real onde estão as regiões descobertas no estado e, com isso, possamos obter o financiamento do governo federal para a compra de mais máquinas", afirmou Silvia Leite.
Com o mapeamento dos mamógrafos, o estado também suprirá a necessidade de dois outros exames para o combate ao câncer: a ultrasonografia, que servirá de complemento à mamografia na detecção do câncer de mama, e o exame citopatológico, feito para a detecção de HPV e câncer de colo de útero. "Com esses equipamentos e exames teremos um cenário real e atual desses tipos de câncer no Maranhão, podendo investir em assistência médica especializada e campanhas focadas na doença", disse Ana Maria Nogueira, coordenadora do Departamento de Saúde da Mulher da SES.
O Ministério da Saúde exige que o estado faça 331 mamografias por mês em cada um dos mamógrafos instalados, além de 15 mil lâminas de exames citopatológicos. "Precisamos de médicos ginecologistas especializados em coloscopia, exame feito no colo para detecção do HPV, DST que pode dar origem ao câncer", ressaltou Ana Maria.
Foi aprovada, ainda, pela CIB a proposta de instalação de laboratórios de referências em todas as regiões de saúde para a realização dos exames citopatológicos, podendo ser públicos ou privados, desde que sejam monitorados pela SES e sujeitos a descredenciamento, tanto laboratório como município, caso não haja cumprimento das metas relacionadas à saúde da mulher.
FONTE: JP

Projeto cultural de promoção da saúde pode ser contemplado com Lei Rouanet

Darcísio Perondi
Darcísio Perondi: proposta incentiva prevenção e controle de doenças.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 1553/11, do deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), que inclui os projetos culturais ligados à promoção de hábitos saudáveis e de prevenção de doenças entre aqueles que podem ser beneficiados pela Lei Rouanet (Lei 8.313/91).
A proposta altera a lei, para incluir, entre os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), o apoio à difusão de conhecimento de hábitos saudáveis para a prevenção e controle de doenças, por meio da cultura.
Incentivos fiscais
Pela proposta, os projetos culturais que tenham como objeto a promoção de hábitos saudáveis ou a prevenção e controle de doenças poderão receber recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e dos Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficarts).
Além disso, poderão ser beneficiados por incentivos fiscais (dedução no Imposto de Renda) previstos na lei para o apoio a projetos culturais por pessoas físicas ou jurídicas, por meio de doações e patrocínios.
Políticas públicas
Segundo a proposta, todos os projetos aprovados que tenham como objeto a promoção de hábitos saudáveis ou a prevenção e controle de doenças deverão estar de acordo com as políticas públicas adotadas pelo Ministério da Saúde.
O deputado afirma que, atualmente, há um aumento das doenças decorrentes da urbanização, das mudanças culturais e de hábitos da população, como câncer, diabetes e doenças do coração. Na avaliação do parlamentar, “diante desse cenário, é fundamental que o Brasil assuma, como prioridade, o incremento das iniciativas intersetoriais de prevenção ligadas à informação da população com relação a mudanças de hábitos”.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

fonte: Agência Câmara 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Governo Federal e Rede de Religiões produzem documentário sobre Saúde nos terreiros

A religiosidade dos cultos afro-brasileiros e sua relação com ações preventivas à Aids é tema do documentário “Tem Terreiro, Tem Saúde, que está sendo produzido, em quatro cidades do país, pelo Ministério da Saúde”, por meio de seu Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais, em parceria com a Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde. São Luís é a primeira capital visitada por ter sido pioneira no desenvolvimento de ações de saúde voltadas para as comunidades de terreiros.
Grupo de representantes do Ministério da Saúde, Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Semus visitaram terreiros da capital
Nesta sexta-feira (14), um grupo, formado por representantes do Ministério da Saúde, Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Secretaria Municipal de Saúde (Semus), visitou terreiros da capital para apresentar o projeto. “Estamos orgulhosos pelo reconhecimento desse trabalho tão importante de prevenção entre a populações afro-brasileira. A saúde é um bem de todos e a nossa equipe de DST/Aids está de parabéns”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Gutemberg Araújo.
A equipe esteve nos seguintes terreiros: Casa Fanti Ashanti (Cruzeiro do Anil), Terreiro Fé em Deus (Sacavém), Terreiro São Sebastião (Vila Palmeira), Casa de Iemanjá (Liberdade), Ilê Axé Oba Izou (Liberdade), Ilê Axé Omo D’Ossain (Residencial Paraíso), Kué Besetó Vodun Badé (Anjo da Guarda), Terreiro Mamãe Oxum e Pai Oxalá (Vila Nova) e Terreiro Camafeu de Oxossi (Praia do Araçagi).
Durante as visitas, primeira etapa da produção do vídeo, a equipe conheceu um pouco da religiosidade e organização dos terreiros.
No final de outubro, o grupo volta à capital para novo registro cinematográfico. O vídeo deve ser concluído ainda neste ano e lançado em janeiro de 2012. “É gratificante voltar à minha cidade para falar de nossa religião, algo tão peculiar e único para mostrar isso ao mundo”, explicou o cineasta maranhense Neto Borges, que integra o projeto.
Ações de prevenção
O trabalho de prevenção à Aids junto à população afro-brasileira vem sendo realizado desde 2003 pelo Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais, órgão do Ministério da Saúde, em parceria com a Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e as secretarias municipais.
Em São Luís, a Semus, por meio da coordenação do Programa Municipal de DST/Aids/HIV, desenvolve o programa. “O impacto positivo na redução da epidemia é perceptível com o nosso trabalho de valorização da identidade afro-religiosa por meio de ações de prevenção a várias doenças, inclusive a Aids”, diz a coordenadora do Programa Municipal de SST/Aids e Hepatites Virais, Anne Gabriela Veiga.
Paralelamente ao trabalho de prevenção, a Semus realiza oficinas de educação em saúde. Oito terreiros da capital participam do programa. “É uma troca de experiência. Os terreiros são locais de agrupamento de pessoas e já promovem tais ações”, ressaltou a diretora do CTA - Centro de Testagem e Aconselhamento Lira, Ana Luísa Borges. A diretora do CTA acrescenta que “o apoio da Semus veio somar ao projeto e levar ao conhecimento as experiências destas comunidades”.
Documentário
O vídeo Tem Terreiro, Tem Saúde pretende divulgar as ações de DST/Aids realizadas nos terreiros, levá-las ao conhecimento público e contribuir na formação de agentes multiplicadores das ações de prevenção. O documentário terá 22 minutos e será gravado, ainda, um trailer de dois minutos a ser utilizado para divulgar o trabalho nas redes sociais. Em São Luís será registrado o terecô. As outras religiões de matriz afro-brasileiras catalogadas serão o batuque, em Porto Alegre; e a umbanda e o candomblé, no Rio de Janeiro.
“O corpo é utilizado como altar dos deuses. Este corpo precisa ser bem cuidado. Os terreiros já promovem esse cuidado. Queremos mostrar no documentário a junção dessas iniciativas”, ressaltou o coordenador da Rede Nacional, José Marmo da Silva.
Para a representante do Ministério da Saúde, Noêmia de Souza Lima, a importância do projeto se dá por reconhecer as ações dos terreiros e trabalhar a intolerância religiosa. “Vamos usar esse canal de comunicação para fazer conhecer o modo de organização dos terreiros.
FONTE: JP

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Fim do exame PSA pode comprometer saúde masculina


Um painel de cientistas dos Estados Unidos pediram o fim de um dos principais exames para a detecção do câncer de próstata - PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês).
De acordo com esse grupo de especialistas, o teste não mostra a diferença entre tumores que irão ou não afetar a saúde dos homens durante sua vida.

Entretanto, boa parte dos médicos que trabalham diretamente com os pacientes que tratam o problema afirma que a ausência desse exame é muito perigosa e que ele continua sendo o método mais eficaz para identificação do câncer de próstata.

Para Dr. Daher Chade - médico urologista do Instituto do Câncer de São Paulo e do Hospital Sírio Libanês - essa postura pode trazer riscos irreversíveis a saúde pública.

"É um absurdo por que este painel tem o objetivo de encontrar formas de economizar para os convênios e seguros de saúde americanos. Eles utilizam pesquisas de outros pesquisadores e interpretam de uma forma que possa evitar realização de exames. Portanto, a opinião deles tem baixo nível de evidência na ciência, além de não representar a opinião de nenhuma associação ou sociedade de oncologistas" explica Dr. Chade.

Para o urologista, é importante ouvir a classe médica para saber a importância do exame. "Nos EUA, a Associação Americana de Urologia tem dados de grandes estudos comprovando que o PSA salva muitas vidas", afirma Dr. Chade.

Conforme estudo com 180 mil pacientes realizado na Europa é possível salvar a vida de 1 homem a cada 48 de realizam o exame. Os estudos demonstram tanto benefício com o uso do PSA, que tem sido até difícil realizar novos estudos nesta área, pois poucos são os pacientes que aceitam não realizar a prevenção para o câncer de próstata.

"Isto foi o que ocorreu no maior estudo americano nesta área, publicado no New England Journal of Medicine, no qual a maioria dos pacientes do grupo selecionado para não realizar o PSA fez o exame antes de entrar no estudo ou mudou de grupo durante a pesquisa, passando a realizá-lo periodicamente", afirma Dr. Daher. 
FONTE: O Imparcial

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Confira os planos de saúde que serão atingidos pela suspensão temporária dos atendimentos médicos




Reajuste dos honorários – Nesta quarta-feira (21), médicos de todo o País vão parar novamente o atendimento a planos de saúde para reivindicar reajuste nos honorários e protestar contra a interferência das empresas na autonomia dos profissionais. Os atendimentos de urgência não serão afetados. Dos mais de 46 milhões de usuários, a categoria estima que os planos afetados pela paralisação somam de 25 milhões a 35 milhões de clientes.
Segundo as entidades médicas, os pacientes foram avisados com antecedência da paralisação e devem reagendar as consultas, que deixarão de acontecer por 24 horas. Inúmeros consultórios, ambulatórios e hospitais farão parte desta nova paralisação nacional, que é uma continuidade da que ocorreu em 7 de abril, informou a “Agência Estado”.
O protesto ocorrerá em 23 estados e no Distrito Federal. Em nove estados, os médicos credenciados vão suspender as consultas de todas as operadoras – Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Tocantins. O Amazonas, o Rio Grande do Norte e Roraima são os únicos estados em que os médicos não irão parar porque entraram em acordo com as operadoras ou estão prestes a chegar a um consenso.
A categoria reivindica que o valor médio da consulta passe de R$ 30 para R$ 60 – em alguns Estados, como São Paulo, o valor considerado ideal é de R$ 80. E pedem que seja incluído no contrato um índice de reajuste anual. Os médicos também cobram atuação mais firme da ANS. “O que está colocado em jogo é a assistência a 46 milhões de usuários. O governo tem responsabilidade”, disse Miranda.
Os planos que serão atingidos
Acre: Unimed, Assefaz, Casf, Caixa Econômica, Cassi, Capesep, Correios, Eletronorte, Embrapa, Fassincra, Geap, Sesi/DR/AC, Plan -Assiste e Conab
Alagoas: Smile, Hapvida, Amil e Unimed
Amapá: SulAmérica, Amil e Grupo Unidas (Plan – Assiste, Geap, Fassincra, Eletronorte, Embrapa, Assefaz, Cassi, Capesaúde, Caixa Econômica, Correios, Embratel)
Bahia: Amil, Medial, Hapvida, Norclínicas/Intermédica, Life Empresarial, Geap, Cassi, Petrobras, Golden Cross e Promédica
Distrito Federal: Amil, Bradesco, Golden Cross e SulAmérica
Ceará: planos de saúde ainda não informados
Espírito Santo: todas as operadoras
Goiás: Imas, Geap, Golden Cross, Itaú, Mediservice e SulAmérica
Maranhão: (todas as operadoras)
Mato Grosso: Cassi, Assefaz, Afemat, Embratel, Fassincra, Petrobras, Eletronorte, Caixa Econômica Federal e Sam Bemat
Mato Grosso do Sul: todas as operadoras
Minas Gerais: todas as operadoras
Pará: Hapvida, Grupo Lider, Cassi (Unidas), Institutos (Ipamb, Iasep, Geap) e Hospitais Militares (Polícia Militar, Naval e Exército)
Paraíba: Geap, Amil, Smile, Hapvida e Norclínica
Paraná: todas as operadoras
Pernambuco: Viva, Ideal Saúde, Golden Cross, Real Saúde, América Saúde, Hapvida/Santa Clara e Samaritano
Rio de Janeiro: todas as operadoras
Rio Grande do Sul: Afivesc, Assefaz, Bacen, Bradesco, Cabergs, Caixa, Canoasprev/Fassem, Capesesp, Casembra, Casf, Cassi, Centro Clínico Gaúcho, Conab, Doctor Clin, ECT, Eletrosul/Elos, Embratel, Fassincra, Geap, Golden Cross , Infraero, IRB, Petrobras, Petrobras Distribuidora, Plan Assist, Proasa, Pró-Salute, Sameisa, Serpro, Sesef, SulAmérica ,Unafisco, Usiminas e Wal-Mart
Rondônia: Unimed, Ameron, SulAmérica e Bradesco
São Paulo: Ameplan, Golden Cross, Green Line, Intermédica, Notre Dame, Prosaúde, Blue Life, Dix Amico, Medial, Geap e Volkswagen
Sergipe: operadoras que atuam no estado, exceto Assec/Cehop, Assefaz, Cagipe,Camed, Capesep, Casec, Casembrapa, Casse, Cassi, Cassind, ECT, Embratel, Fachesf, Fassincra, Pasa, Petrobras, Petrobras Distribuidora, Plan Assiste, Proasa, Saúde Caixa e Sesef
Santa Catarina: operadoras que atuam no estado, exceto Assefaz, Saúde Caixa, Capesesp, Cassi, Celos, Correios Saúde, Conab, Eletrosul, Embratel, Elos Saúde, Fassincra, Cooperativas Médicas e Funservir
Tocantins: todas as operadoras
fonte: Ucho.info

VIII Conferência Estadual de Saúde acontecerá em outubro em São Luís


imagem ilustrativa
A VIII Conferência Estadual de Saúde será realizada nos dias 5 e 6 de outubro, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana. O encontro, que será aberto pela governadora Roseana Sarney e pelo secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, reunirá servidores da saúde, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), representantes dos governos municipais e da sociedade civil.
O tema será “Todos usam o SUS! SUS na seguridade social, política pública, patrimônio do povo brasileiro”. A secretária executiva do Conselho Estadual de Saúde (CES), Isabel Mirim Macêdo, explicou que foram realizadas mobilizações em mais de 200 municípios. “A expectativa é que tenhamos uma conferência participativa e engajada nas propostas de fortalecimento do SUS”.
As conferências municipais estão acontecendo desde o mês de maio e reúnem gestores, trabalhadores de saúde e pessoas da sociedade civil organizada. “O secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad, determinou que fizéssemos todas as conferências municipais para escolha dos delegados que participarão da grande mobilização que acontecerá em São Luís para traçar propostas de melhorias para a saúde do nosso estado”, informou a secretária executiva.
Nas conferências municipais são discutidos temas propostas pelo Conselho Nacional de Saúde, tais como “Todos usam o SUS na dignidade social” e “Política pública – patrimônio do povo brasileiro”.
Programação
Durante a Conferência Estadual serão elaboradas e aprovadas propostas a partir das discussões dos eixos temáticos determinados. Também serão eleitos os delegados para a 14ª Conferência Nacional de Saúde.
No primeiro dia serão discutidos temas como “O acesso e acolhimento com qualidade: um desafio para o SUS” e “Política de saúde na seguridade segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade”. Na sexta-feira (6), serão discutidos assuntos relacionados à participação da comunidade no controle social e gestão do SUS.
FONTE: ASCOM/GOV. MA

domingo, 18 de setembro de 2011

Um quarto dos pacientes de câncer de testículo usa maconha, diz estudo

FONTE: G1
Entre hormônios afetados, estão os que controlam o funcionamento dos testículos e a testosterona.
Entre hormônios afetados, estão os que controlam o funcionamento dos testículos e a testosterona.
Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) fez um levantamento entre pacientes com câncer no testículo e descobriu que um quarto deles usa ou usava maconha com regularidade. Os pesquisadores ouviram cem pessoas, com idade média em torno dos 30 anos.
“O uso crônico de maconha favorece a alteração hormonal”, disse Daniel Abe, urologista do Icesp, órgão que é ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP. “Uma alteração desse eixo hormonal pode favorecer a formação de tumores”, relacionou o médico.
Entre os hormônios afetados, estão o FSH e o LH, que controlam o funcionamento dos testículos, e a testosterona, que é produzida por eles.
Pesquisas anteriores feitas nos Estados Unidos também sugerem relação entre o uso da droga e o surgimento da doença. Os estudos chegaram a essa conclusão depois de comparar hábitos e características de pacientes com câncer aos de homens saudáveis do grupo controle.
Os dados estatísticos mostram que os usuários de maconha estão mais propensos a tumores, especialmente aos não seminoma – um tipo agressivo de tumor no testículo. Os autores indicam ainda que é preciso avançar nos estudos de receptores canabinoides para entender o mecanismo que liga a maconha e o câncer.
‘Altamente curável’
“O tumor de testículo é altamente curável”, afirmou Daniel Abe. “Se o diagnóstico é feito antes que ele se espalhe, a chance de cura fica entre 90% e 95%”, completou. O especialista disse ainda que, mesmo que outros órgãos já tenham sido atingidos, há boas chances de cura.
Segundo o médico, o câncer de testículo é raro, mas é o mais comum na faixa etária entre 15 e 34 anos.

Casos de câncer de mama crescem em países pobres


Câncer de mama: tipo da doença mais comum entre as mulheres; no Brasil, estimativas apontam que foram 49.240 novos casos em 2010  ((Comstock Images/Thinkstock))
Câncer de mama: tipo da doença mais comum entre as mulheres; no Brasil, estimativas apontam que foram 49.240 novos casos em 2010

O número de casos de morte por câncer de mama e cervical está aumentando na maioria dos países do mundo, mas o quadro é ainda mais grave nos países subdesenvolvidos, onde as mulheres chegam a morrer ainda muito novas em decorrência de tumores. Os dados integram um relatório internacional do Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), publicado no periódico médico The Lancet.

De acordo com o relatório, o número de casos de câncer de mama mais que dobrou no mundo em três décadas, de 641.000 casos em 1980 para 1,6 milhão em 2010 - um aumento que ultrapassa as taxas do crescimento populacional. No mesmo período, as mortes de mulheres por câncer de mama passaram de 250.000 para 425.000 por ano - dessas, 68.000 tinham entre 15 e 49 anos e moravam em países pobres. O crescimento menor sugere que os exames preventivos, mais comuns nos países desenvolvidos, como a mamografia, estão tendo um impacto positivo.

O número de casos de câncer cervical passou de 378.000 em 1980 para 454.000 em 2010. As taxas de mortalidade desse tipo de tumor estão decaindo, mas ele ainda mata cerca de 200.000 mulheres - das quais, 46.000 tem entre 15 e 49 anos e moram em países em desenvolvimento. De acordo com Rafael Lozano, membro da equipe de pesquisadores, os índices mais altos de casos desses dois tipos de câncer estão em países pobres localizados, principalmente, na África e na Ásia. Para os pesquisadores, o levantamento é um alerta para o estado de urgência em que se encontra a saúde pública nesses países.

Prevenção - Programas para a detecção precoce do câncer de mama e cervical estão em curso nos países ricos por muitas décadas. Diversos tratamento para o câncer de mama também estão disponíveis para as mulheres dos países desenvolvidos, são elas ainda que tem um maior acesso à vacina contra o HPV (ainda de custo elevado), usada para a prevenção do câncer cervical.
FONTE: Veja Noticias

sábado, 17 de setembro de 2011

Aumentam casos de crianças com pressão alta


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 (Divulgação)

É muito incomum que crianças e adolescentes desenvolvam pressão alta, mas os riscos disso acontecer estão aumentando. Dados mostram que uns quartos dos jovens americanos têm vasos sanguíneos semelhantes aos de pessoas muito mais velhas.

Frequentemente, crianças que apresentam taxas elevadas de pressão sanguínea são diagnosticadas com pré-hipertensão, termo que não refere a uma doença, e sim a um fator. A pressão alta é um indicador de risco para uma diversidade de doenças. Quando detectada em adultos, ela é imediatamente abordada e monitorada, e o mesmo deve ser feito para as crianças.

"Eu acho que é importante que todo mundo faça exames de pressão sanguínea. A taxa geral para o desenvolvimento de pressão alta enquanto você ainda é um adolescente ainda é muito baixa. Mas existe um grupo de pessoas cujas taxas de desenvolvimento de pressão alta estão em algum lugar entre duas e cinco vezes isso, e muitas dessas crianças são (pessoas) que seriam consideradas normais", diz a Dra. Karen Redwine, que publicou um estudo sobre o tema no periódico Journal of Pediatrics.

O que preocupa os médicos é que o tratamento de pressão alta em crianças seja feito através de medicamentos sem que existam provas de que eles serão benéficos para pessoas dessa idade. De acordo com o Instituto Nacional  do Coração, Pulmão e Sangue (National Heart, Lung and Blood Institute), nos Estados Unidos, o ideal é que primeiro sejam feitas mudanças de estilo de vida, como diminuir o consumo de sal e a prática de exercícios. Apenas se as mudanças não forem suficientes é que medicamentos devem ser considerados.

Os efeitos da pressão alta em adultos já são conhecidos, aumentando a porcentagem de chances de que o indivíduo sofra um derrame ou infarto. Em crianças, os efeitos desse mal ainda são desconhecidos. Por isso, o pessoas nessa faixa etária que sofram de pressão alta devem receber cuidados assim que a condição for diagnosticada.
FONTE: UOL

'Medicina do Riso' leva alegria a pacientes em hospitais de São Luís



Hospitais da rede de saúde do estado abrem as portas para receber visita de artistas que integram o projeto "Medicina do Riso pelo Brasil". A intenção é amenizar o sofrimento dos pacientes, com um pouco de alegria e bom humor.

Músicas, piadas, malabarismo, acrobacias e uma atmosfera lúdica, estes são os elementos que baseiam o trabalho desenvolvido pelos quatro artistas (Luis Godoy, Vivian Zanchetta, e Bruno Peruzzi), que por meio da arte circence, estão levando alegria e amenizam o sofrimento de adultos e crianças, que recebem tratamento médico em unidades de saúde da capital, ligadas à Secretaria de Estado de Saúde (SES).

O grupo que atua através da arte, com humanização hospitalar, palestras em universidade, empresas e ONG's, sobre a importância de levar afeto a quem precisa visitou, na manhã desta sexta-feira (16), os Hospitais Tarquínio Lopes (Geral) e o Juvêncio Mattos.

O grupo fundado no ano de 2006, e que a cerca de um ano e meio viaja pelo Brasil, conta com um total de 28 integrantes que desenvolvem trabalhos realizados periodicamente, tendo no improviso e na vivência de cada um, a chave para atingir o objetivo de proporcionar alegria e bem estar.

A atriz Vivian Zanchetta, integrante do grupo a pelo menos cinco anos, é uma prova viva de que o riso é o melhor remédio para a alma. "Para mim é um trabalho que tem um significado muito especial, por que antes de entrar para a terapia do riso, eu passei por um problema de saúde que me levou a várias internações e momentos difíceis. Sei o quanto a alegria pode significar para estas pessoas uma esperança", avaliou.

Vivian fala de gente como dona Maria Regina Moraes Dias, 74 anos, que está enfrentando sessões de quimioterapia, no hospital geral, lutando contra um câncer. Para dona Maria que recebeu o carinho dos atores, e lembrou dos tempos de criança, iniciativas como estas podem complementar o tratamento.

"É a segunda vez que venho ao hospital, onde fui muito bem tratada. Com a visita deste pessoal hoje, a gente ganha mais alegria e confiança em Deus", disse ela.

Além de hospitais o grupo visita também instituições filantrópicas, e fica em São Luis, até domingo (19), onde encerra sua passagem pela capital, com uma apresentação na litorânea. 
FONTE: O Imparcial

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Pesquisa mostra que uma boa gargalhada age como analgésico




 (Divulgação)

Para testar a hipótese, os pesquisadores mediram as reações de voluntários à dor - por exemplo, colocando uma sacola de gelo sobre o braço para medir quanto tempo eles aguentavam. Depois, eles foram divididos em dois grupos - o primeiro assistiu a um vídeo de comédia de 15 minutos, e o outro assistiu a uma filmagem que os pesquisadores consideraram entediantes, como programas de golfinhos.

Quando foram novamente submetidos a dor, os que tinham dado gargalhadas foram capazes de suportar até 10% mais dor que antes de rir, indicou a pesquisa. Já os que assistiram a programas entediantes foram menos capazes de suportar dor que antes de assistir ao filme.

Euforia
Praticante de risoterapia levantando o astral em campo de ioga na Índia. O coordenador da pesquisa, professor Robin Dunbar, acredita que uma risada incontrolável libera endorfina, uma substância química que não apenas gera certa euforia como atua como analgésico. "É o esvaziamento dos pulmões que causa o efeito", disse o pesquisador à BBC.

"É exatamente o que acontece quando alguém diz que riu até doer. Soa como uma experiência bastante dolorosa, e é a dor que produz o efeito da endorfina." A pesquisa indicou que uma risadinha contida não basta; é preciso uma boa gargalhada para ter o efeito.

Além do quê, nem todos os programas de comedia têm o mesmo resultado. Humor bobo, tais como o de programas como Mr. Bean, e até mesmo do seriado Friends, parecem ser mais eficazes.

Já os monólogos de comediantes, no estilo stand-up comedy, não elevaram a tolerância dos voluntários à dor. "Fico um pouco hesitante de dizer isso, mas tínhamos uma série de vídeos do (bem-sucedido comediante britânico) Michael McIntyre, que achávamos que teria um bom efeito. Mas acho que esse tipo de humor é muito cerebral para gerar grandes gargalhadas", disse Dunbar.

Efeito social
Os pesquisadores não mediram diretamente o nível de endorfina nos voluntários porque isto envolveria a extração de fluidos através de uma longa agulha - um procedimento que provavelmente geraria mau humor entre o grupo e influenciaria os resultados.

Para o professor Dunbar, a pesquisa pode ajudar a explicar o papel do riso no estabelecimento da sociedade humana, dois milhões de anos atrás. Enquanto todos os primatas são capazes de rir, só os humanos são capazes de gargalhar e, portanto, liberar endorfina através do riso.

A teoria do professor Dunbar é que a endorfina favoreceu a criação de laços sociais entre os indivíduos da espécie. "Neste estágio, quisemos mostrar que, sim, rir ativa endorfina. O próximo passo será avaliar se dar risadas realmente faz com que grupos fiquem mais próximos, trabalhem em equipe e demonstrem mais generosidade", disse o pesquisador.

Se este for o caso, poderia explicar porque, há 2 milhões de anos, as tribos de humanos uniam até cem pessoas, enquanto a de primatas de grande porte contemporâneos chegavam apenas à metade deste número.
FONTE; Correio Braziliense

Chá branco combate câncer, colesterol e emagrece

- O chá branco, cultivado na província chinesa de Fujian, auxilia no emagrecimento, equilibra o sistema imunológico, combate os radicais livres e tem efeito antioxidante, de acordo com a farmacologista e bioquímica Lucyanna Kalluf. Mas estes são só alguns dos inúmeros benefícios do produto chinês. "O chá branco também diminui o colesterol ruim, fortalece as artérias e previne problemas cardiovasculares", enumerou Lucyanna.
O poder do produto se deve a ele ser o chá menos processado entre os demais e as folhas serem apenas cozidas e secas, diferente dos chás verde e preto, segundo informações do site Body + Soul. De acordo com Luciana, o chá branco concentra uma quantidade surpreendente de polifenóis e catequinas - antioxidantes termogênicas capazes de acelerar o metabolismo. "Para preservar estes princípios ativos, o processo de secagem é 100% natural e as folhas não são fermentadas ou torradas", explicou ela.
Pesquisas na Universidade do Estado de Oregon, nos EUA, descobriram que o alto teor de polifenóis do chá branco faz com que ele seja mais eficaz do que o chá verde na inibição de mutações do DNA, portanto, combate o câncer. De acordo com a farmacologista, o chá branco chega a ter 40% mais polifenóis e catequinas do que os outros chás.
De acordo com o site Body + Soul, um estudo de 2009, da Universidade UK do Reino Unido, descobriu que as propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes do chá branco poderiam reduzir os riscos de doenças cardíacas, alguns tipos de câncer, artrite reumatoide e retardar a quebra de elastina e colágeno da pele. Segundo pesquisas da Universidade do Estado de Oregon, o alto teor de polifenóis do chá branco faz com que ele seja mais eficaz do que o chá verde na inibição de mutações do DNA, prevenindo o câncer.
No combate ao câncer e a outros problemas de pele, o chá branco também é eficiente. Segundo Lucyanna, o composto protege a pele dos efeitos nocivos do sol e melhora a defesa das células contra os raios ultravioletas B, responsáveis pela vermelhidão. "O chá também age como um antigripal, previne a formação de placas e cáries nos dentes", completou.
Contraindicação
Segundo a farmacologista e bioquímica, Lucyanna Kalluf, as pessoas sensíveis à cafeína e que têm problemas gástricos, como gastrite ou úlcera, devem evitar o uso do chá. Para hipertensos, o produto também não é recomendado, afirmou ela.
De acordo com informações do site Body + Soul, o chá branco contém cerca de 15 mg de cafeína; enquanto o chá verde tem cerca de 20mg a 30mg e o chá preto cerca de 40mg a 60mg. Mesmo assim, quando há sensibilidade ao estimulante, o chá não deve ser ingerido.
O chá
Lucyanna conta que as folhas são colhidas ainda muito jovens, antes mesmo de começarem a entrar no processo de oxidação e fotossíntese, e estão ainda cobertas por uma penugem esbranquiçada, por isso o nome chá branco.
As três principais variações do chá branco são: agulha de prata - o chá branco de qualidade mais alta, feito a partir dos botões da planta -, peônia branca - contém botões e as folhas e tem o gosto mais forte -, sobrancelha vida longa - feita a partir de restos de folhas, após a agulha de prata e peônia branca serem colhidas.
FONTE: Terra

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Australopitecus sediba pode ser o mais antigo ancestral do homem




 (DIVULGAÇÃO)

Há séculos, os cientistas tentam reconstruir a história da humanidade e responder a uma pergunta fundamental: como e quando o Homo sapiens surgiu? Agora, uma nova peça mais especificamente dois esqueletos fossilizados encontrados em 2008 em uma caverna na África do Sul parece embaralhar ainda mais o complexo quebra-cabeças montado pelos cientistas até hoje. O conjunto de ossos transformados em pedra há quase 2 milhões de anos guarda características semelhantes às dos hominídeos modernos, apesar de ainda apresentar traços como os encontrados nas espécies mais arcaicas. Seria esse, então, o ancestral mais antigo do homem, aquele que deu origem aos hominídeos e permitiu que o Homo sapiens reinasse mais tarde sobre a Terra? Essa é uma pergunta ainda sem resposta e sobre a qual os especialistas devem se debruçar nos próximos anos.

A primeira grande descrição desse importante conjunto de ossos está publicado na forma de um especial de cinco artigos na edição de hoje da revista científica Science. O que mais intriga os cientistas em relação a essa espécie, batizada de Australopitecus sediba, são suas características morfológicas, por vezes opostas do ponto de vista evolutivo. Ao mesmo tempo em que possui semelhanças aos hominídeos que originaram o Homo sapiens como os dedos curtos com falanges menos curvadas, pés indicando que eram bípedes e estrutura muscular dos braços semelhante às dos homens, ela traz traços que os distanciam da linhagem humana, como o cérebro relativamente pequeno, o tornozelo muito fino e uma capacidade de caminhar reduzida, além de um quadril menos largo. Fósseis mostram um cérebro pequeno, mas surpreendentemente avançado; uma mão muito evoluída, com um polegar longo como o de um ser humano; e uma pélvis muito moderna. Mas, ao mesmo tempo, possuem uma forma de pé e tornozelo nunca vista em qualquer espécie de hominídeo, afirmou em entrevista à imprensa mundial Lee Berger, pesquisador da Universidade Witwatersrand, na África do Sul, e líder do estudo.Muitas características avançadas encontradas no cérebro e no corpo possivelmente tornam a espécie o melhor candidato a mais antigo ancestral do gênero Homo, mais do que descobertas anteriores, como o Homo habilis, completou.

Classificação
O conjunto inusitado de características faz com que existam diferentes possibilidades de classificação para os vestígios encontrados na caverna de Mapala, no centro-oeste sul-africano: eles poderiam permanecer como restos de uma espécie do gênero Australopitecus, ou ser considerados integrantes do gênero Homo nesse caso, seriam ancestrais do Homo habilis (o hominídeo mais antigo conhecido até agora) ou estarem posicionados entre o habilis e o Homo erectus. CCerca de metade dos nossos colegas concordam que o melhor posicionamento é dentro dos Australopitecus, e cerca de metade sugere que ele deve ser considerado Homo, disse ao Correio o pesquisador Kristian Carlson, da Universidade Witwatersrand, em Joanesburgo, na África do Sul, um dos autores da pesquisa.

Pelo menos até que o impasse seja desfeito, a espécie continua no grupo dos Australopitecus, especialmente em razão do tamanho e formato do crânio. essa foi uma decisão difícil. Por enquanto, isso é algo para o qual não há resposta certa, acrescentou à reportagem o antropólogo Steven Churchill, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos. Para nós, o tamanho do cérebro, a pequena estrutura corporal e os braços longos em relação ao tamanho do corpo indicam que esse era um australopitecus com notas de evolução de hominídeos.

Classificações à parte, o importante é que a ciência pode estar diante do primeiro ancestral do homem moderno. Por isso, os fósseis encontrados por acaso por Matthew, filho de 9 anos do pesquisador Lee Berger são tidos por antropólogos e arqueólogos como a maior descoberta da década relacionada à evolução do homem.

O primeiro artigo anunciando a novidade científica também capa da Science foi publicado em abril do ano passado, mas só agora as ossadas foram descritas de maneira completa. Além de um panorama discutindo o posicionamento da espécie na árvore da evolução, dois artigos trazem uma análise detalhada dos ossos da mão, da pélvis e do pé dos dois exemplares: uma mulher adulta e um adolescente do sexo masculino.

O movimento da comunidade científica em torno dos fósseis se deve principalmente ao excelente estado de conservação das amostras, que provavelmente foram arrastadas para o interior da caverna por uma tempestade os dois indivíduos parecem ter morrido em um curto espaço de tempo e cobertas ao longo dos anos por rocha calcária, o que garantiu a preservação dos ossos. Além disso, o período ao qual pertencem, cerca de 1,997 milhão de anos, permanece como uma lacuna para os cientistas. Pouquíssimos e mal conservados fósseis contam a história da evolução nessa época.
Ferramentas
Outro ponto polêmico em relação à espécie está no uso de ferramentas. Até agora, acreditava-se que o primeiro fabricante de ferramentas tenha sido o Homo habilis. Essa crença se baseava em estudos de 21 ossos de mão fossilizados encontrados na Tanzânia, que datam de 1,75 milhão de anos atrás. No entanto, a análise do A. sediba, que viveu pelo menos 200 mil anos antes, mostrou que artefatos de pedra e madeira já poderiam estar sendo utilizados. CEle tem um polegar longo, mas é surpreendente que esse polegar seja ainda mais longo do que os que vemos nos humanos modernos, comentou o pesquisador Tracy Kivell, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva em Leipzig, Alemanha. punho estava mais bem preparado para suportar cargas maiores, tornando-os capazes de agarrar com força, acrescentou.

A descoberta causou tanta reação no meio científico que a revista especializada Nature dedicou espaço na sua edição on-line para discutir a descrição dos fósseis. Na publicação, Donald Johanson, palaeoantropólogo da Universidade Estadual do Arizona, afirma que seria necessária uma comparação de outras partes do corpo da nova espécie para determinar se a espécie era um hominídeo.É possível que estejamos diante de um outro ramo na árvore evolutiva, sugeriu. Já Bernard Wood, paleontólogo da George Washington University, acredita que a nova descoberta abre muitas novas perguntas: e agora em diante, a identificação de ancestrais humanos será muito mais difícil do que era ontem.
FONTE: Correio Braziliense

domingo, 11 de setembro de 2011

Estudo revela estagnação na mortalidade de filhos de mães adolescentes




A mortalidade infantil e materna vem caindo no Brasil, mas, quando se considera apenas o universo de mães adolescentes, a taxa ficou estável durante 13 anos. A constatação está no Estudo sobre as Políticas Públicas de Proteção à Saúde Infantil e Materna no Brasil: um Olhar Especial para os Filhos de Mães Adolescentes, elaborado pela organização não governamental (ONG) Visão Mundial, a partir de dados secundários de pesquisas de institutos e universidades públicas.
O levantamento mostra que as mortes de adolescentes gestantes com menos de 19 anos (236 casos) aconteceram por complicações na gravidez, no parto, ou no pós-parto. No caso das mortes de crianças, os dados revelam que, dos 42.684 meninos e meninas com menos de 1 ano que morreram em 2009, 7.917 eram filhos de adolescentes com menos de 19 anos, ou seja, 20% dos casos, a mesma taxa de 13 anos atrás.
“Tanto na mortalidade materna quanto infantil, 60% das mortes seriam evitáveis se houvesse política ou ação mais específica de pré-natal contextualizado para grupo adolescente”, ressaltou Neilza Costa, coordenadora técnica da campanha Saúde para as Crianças Primeiro, promovida pela ONG.
Mesmo alertando para a estagnação do número de mortes de filhos de adolescentes e das brasileiras que engravidaram com idade entre 10 e 19 anos, o levantamento da ONG Visão Mundial, que, entre as mães de todas as idades, os índices de mortalidade vêm caindo e que o país deve conseguir cumprir a quarta Meta do Milênio, de reduzir a mortalidade na infância.
O estudo reforça ainda uma conhecida e estreita relação entre renda e taxas tanto de mortalidade infantil quanto materna, e de gravidez na adolescência, que é um fator de risco de morte da criança e da mãe. Uma das pesquisas relacionadas no levantamento foi realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2010, e revela que 18% das meninas com renda per capita de até meio salário mínimo têm pelo menos um filho, enquanto apenas 1% das meninas com renda acima de cinco salários mínimos têm filhos.
Neilza explica que as realidades são bem distintas, por falta de oportunidades, informação e um apoio mais específico das políticas públicas. “A adolescente engravida por uma série de razões, nem sempre a gravidez na adolescência é indesejada. Por exemplo, pela limitação de oportunidades que é dada dentro de seu contexto socioeconômico, ela traça como projeto de vida uma gravidez como um projeto factível. Uma adolescente, de Salvador, assumiu para um dos nossos grupos de trabalho que engravidou de forma planejada porque em sua casa só tinha uma cama e a irmã dela que havia engravidado e teve direito, depois da gravidez de dormir na cama. Ela queria o mesmo privilégio”, relatou a coordenadora da Campanha.
No caso de D., que ainda não completou 18 anos, a chegada da filha, no ano passado, não foi planejada. O medo e a vergonha fizeram a adolescente começar tardiamente o pré-natal e cogitar a possibilidade de aborto. “Eu não queria o nenê, queria tirar. Mas, depois que minha mãe soube, ela falou que não era para eu tirar porque daria tudo errado e eu não tirei. Minha colega, quando engravidou, tinha 14 anos e tirou o nenê e passou mal à beça. Quando eu engravidei ela falou: ‘Você é maluca de ter filho! Tira!’”. No último sábado (3) D. comemorou o aniversário de 1 ano de idade da filha.
As tentativas de aborto são outro destaque do estudo, que defende a elaboração de uma política específica para adolescentes em vez da simples orientação passada para as equipes de atenção básica em saúde.
Até o fechamento da matéria, o Ministério da Saúde não tinha se pronunciado sobre o estudo.
Fonte: Agência Brasil

Para tucanos, limitar acesso a remédio contra o câncer é desumano

Médicos, os deputados Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e César Colnago (PSDB-ES) classificaram de “absurdo” o Ministério da Saúde limitar acesso a remédio para tratamento de câncer. Reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” desta sexta-feira (9) mostra que o ministério está limitando o número de pacientes com leucemia mieloide crônica que terão direito a drogas mais caras para tratar a doença. Os tucanos consideraram lamentável e desumano o governo federal agir dessa forma com quem precisa.
Na semana passada, o hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) recebeu uma lista da pasta vetando, nominalmente, 14 pacientes de continuar recebendo a medicação. Um professor da universidade usou uma expressão muito adequada para esta maldade: “É uma ’lista de Schindler’ às avessas”.
O governo tem que rever sua posição porque é inadmissível admitir uma situação dessa, na avaliação de Colnago. “É um absurdo, pois o Sistema Único de Saúde (SUS) garante esse medicamento aos pacientes. O governo tem tantos gastos supérfluos com cargo comissionado, viagens, diárias, cartão corporativo, além dos desvios e na hora de ajudar quem precisa faz isso. É uma falta de responsabilidade social”, reprovou.
Gomes de Matos, por sua vez, lamentou o fato de o governo petista só falar em saúde quando o assunto é cobrar mais imposto do cidadão. “O que é preciso é acabar com o gasto irresponsável e dar acesso à saúde. É triste vermos vários pacientes chegarem até a falecer, por precisarem do uso contínuo do remédio e não terem. Às vezes um paciente precisa entrar na justiça para poder ter o direito ao medicamento”, lamentou.
FONTE: Letícia Bogéa