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domingo, 2 de fevereiro de 2025

O Ambientalista Prático no seu Cotidiano

Ninguém pode mensurar o cotidiano do ambientalista prático em relação a defesa em prol do meio ambiente e da natureza, dedicando-se sempre a proteção, conservação e preservação dos biomas e ecossistemas.

Trabalho árduo e incessante, por vezes ostensivo e ofegante, profissional dedicado com esmero, atuando em áreas diversificadas.

Na educação e no direito ambiental, desde a gestão de projetos às práticas sustentáveis, o ambientalista prático preocupa-se ao enfrentar os desafios, mitigando os impactos negativos das ações e atitudes humanas que interferem no ecossistema. A relevância dos ambientalistas é sua voz que ecoa no tempo e fora dele.

O ambientalista prático desempenha um papel crucial na educação ambiental e na conscientização das comunidades tradicionais sobre os impactos das mudanças climáticas e os benefícios das práticas sustentáveis, promovendo o engajamento da sociedade na construção de um futuro mais equilibrado e resiliente por meio de ações sustentáveis.

Sua interferência no combate as mudanças climáticas é constante. Eles se opõem às ameaças, ameaças essas do presente, prevendo o futuro da humanidade. Para tanto, necessitam de orientações referenciais.

O ambientalista prático é um nômade contemporâneo, um observador atento das interações entre sociedade, o meio ambiente e a natureza. Sua missão vai além da simples identificações dos problemas de degradações ambientais antrópicas; ele busca compreender e atuar diretamente na reabilitação e/ou recuperação de áreas degradadas, promovendo soluções sustentáveis e acessíveis.

Portanto, ser um ambientalista prático é mais do que um estilo de vida; é um compromisso com a sustentabilidade e com a preservação ambiental. Ele é o elo entre o conhecimento acadêmico e as ações concretas, atuando como facilitador de mudanças positivas e construindo um futuro mais equilibrado entre o homem e a natureza.

José Carlos Aroucha.
Engº Florestal, Professor, Ambientalista e Escritor


sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

HOJE É DIA DE... José Carlos Aroucha no Diário do Mearim

Minha trajetória como um Ambientalista Prático

Prof. Esp. José Carlos Aroucha.

 Desde a minha infância, fui incentivado por meus pais a ter um contato direto e profundo com a natureza. Nasci na zona rural, em um povoado chamado São Benedito, pertencente ao município de São Bento no Maranhão. Foi nesse cenário que desenvolvi meu amor e respeito pelo meio ambiente. Ainda adolescente, percebi que o meu papel precisava ir além da contemplação da natureza – era necessário agir.

Com o passar dos anos, comecei a observar de perto os impactos do racismo ambiental em comunidades tradicionais das florestas. Essas comunidades, que dependem diretamente dos recursos naturais para sobreviver, sofrem as consequências de poluição, contaminação e degradação ambiental causadas por ações humanas. Durante minhas andanças e observações, presenciei muita poluição, contaminação e degradação ambiental antropogênica dos nossos recursos naturais e ambientais, além de grandes quantidades de resíduos sólidos (lixo). Essa situação tem transformado o meio ambiente e a natureza em uma grande lixeira humana, sob os olhares omissos, inoperantes e negligentes dos gestores ambientais e das autoridades políticas das esferas federal, estadual e municipal.

Imagem de Internet
A minha trajetória profissional e missão ancestral com relação a dimensão ambiental, o meu olhar como militante nas relações entre o homem, meio ambiente, natureza e a crise socioambiental, desenvolveu-se no meu egresso no curso de Engenharia Florestal na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no ano de 1992. Porém, já me identificava muito com os povos e comunidades tradicionais das florestas, os biomas e/ou ecossistemas brasileiros, os recursos hídricos, a fauna silvestre e as plantas, desde adolescente.

Na Faculdade de Engenharia Florestal e no curso de Biologia na UNIASSSELI (Centro Universitário Leonardo da Vinci) e na minha Pós-graduação como especialista em Gestão Interdisciplinar do Meio Ambiente e Educação Ambiental, compreendi a importância e os objetivos de ações de práticas sustentáveis destinadas à preservação e/ou conservação de áreas naturais, ambientais e outras manifestações de cunho ambiental.

Não tenho a pretensão de ser o melhor ambientalista prático do mundo, eu quero ser o meu melhor modo de ser um ambientalista prático, porque eu tenho que fazer por merecer e me afastar da mediocridade. 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

Seminário em Bacabal Debate Construção Participativa do Plano Municipal de Educação Ambiental

 

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), em parceria com a Prefeitura de Bacabal, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizou nesta quinta-feira (23), no Centro de Convivência Social, o Seminário de Construção Participativa do Plano Municipal de Educação Ambiental do Município de Bacabal .

O evento reuniu representantes de diversos setores da sociedade e contou com a participação da promotora Dra. Clícia, da secretária de Educação, Dra. Rosilda Alves, da secretária de Meio Ambiente, Liduina Tavares, e do jornalista Wanderson Ricardo, assessor de imprensa do município, que representou o prefeito Roberto Costa. Também marcou a presença da engenheira florestal Talita Carvalho, representante da SEMA e palestrante do seminário.

Programa Conexão Ambiental em Ação

O Seminário faz parte do Programa Conexão Ambiental , promovido pela SEMA, que realizou uma série de seminários em municípios do estado com o objetivo de incentivar a criação de Planos Municipais de Educação Ambiental. O programa segue uma metodologia participativa, integrando professores, gestores de educação, representantes de órgãos públicos e membros da sociedade civil organizada para discutir e construir propostas de ação voltadas para a educação ambiental.

Atividades e Discussões no Seminário

Durante o evento, os participantes assistiram a palestras sobre temas como gestão da educação ambiental, escolas sustentáveis, metodologias para construção de políticas públicas e discutiram, em grupos, ações específicas para estruturar o plano municipal. Essas ações seguem os moldes do Plano Estadual de Educação Ambiental , previsto pela Lei nº 10.796/2018, que é um desdobramento da Política Estadual de Educação Ambiental, regulamentado pela Lei nº 9.279/2010.

Importância do Plano Municipal

A criação do Plano Municipal de Educação Ambiental é um passo estratégico para promover a conscientização e o engajamento da população em práticas sustentáveis ​​no município. De acordo com a engenheira florestal Talita Carvalho, palestrante do evento, “o envolvimento de diversos setores no processo de construção do plano garante que ele seja mais representativo e eficiente na implementação de ações externas para a preservação ambiental.”

A secretária de Meio Ambiente de Bacabal, Liduina Tavares, destacou a importância do seminário para fortalecer as bases da educação ambiental no município: “Esse é um momento de unir forças e construir um plano que reflita as necessidades e aspirações de nossa comunidade em relação ao meio ambiente.”

Próximos Passos


Após o seminário, as propostas discutidas pelos grupos de trabalho serão consolidadas e organizadas para integrar o Plano Municipal de Educação Ambiental, que, uma vez implementado, será um marco na promoção de práticas sustentáveis ​​e na conscientização ambiental em Bacabal.

A iniciativa reforça o compromisso do estado e do município em trabalhar em prol do desenvolvimento sustentável, integrando esforços entre o poder público, a educação e a sociedade.















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segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Liduína Tavares assume Secretaria do Meio Ambiente na gestão de Roberto Costa

 

Bacabal vive um momento histórico com a posse de Liduína Tavares como secretária municipal do Meio Ambiente. A nomeação foi anunciada nas redes sociais  pelo prefeito Roberto Costa, que destacou a trajetória exemplar da professora, atriz, ativista e ex-vereadora como um grande trunfo para fortalecer as políticas ambientais no município.

Com uma carreira marcada pelo compromisso com a educação, a cultura e a luta pelos direitos humanos e ambientais, Liduína Tavares se consolida como uma referência de liderança e engajamento social. Membro da Academia Bacabalense de Letras, presidente da Associação de Pedagogos e figura atuante nos movimentos de esquerda, ela traz ao cargo um legado de militância e compromisso ético.

Liduína sempre cobrou uma política publica ambiental pautada pela sustentabilidade, pela proteção dos recursos naturais e pelo diálogo com a sociedade civil, e assim será seu trabalho na secretaria

A escolha reflete a proposta de renovação e pluralidade defendida por Roberto Costa em sua gestão. Segundo o prefeito, a experiência de Liduína como vereadora e ativista ambiental será crucial para enfrentar os desafios da pasta. “Ela sempre esteve à frente de causas importantes, unindo conhecimento técnico e sensibilidade social. É exatamente disso que precisamos”, destacou Costa.

Trajetória e desafios

Nascida em Coroatá,  criada em Bacabal, Liduína Tavares construiu uma carreira multidimensional. Na educação, dedicou-se a formar novas gerações com uma pedagogia voltada para a consciência crítica e cidadã. Como atriz se destacou na Cia. Teatral ARTBAC - Artistas Bacabalenses,  é membro  fundadora da Academia Bacabalense de Letras, promovendo a valorização da cultura local e regional.

Na política, sua atuação como vereadora foi marcada pela defesa dos direitos das populações vulneráveis e pela promoção de políticas públicas inclusivas. Sua militância em partidos de esquerda reforça sua trajetória de luta por justiça social e ambiental.

Entre os principais desafios que Liduína enfrentará na Secretaria do Meio Ambiente estão a recuperação de áreas degradadas, a conscientização ambiental da população e a implementação de políticas voltadas à gestão sustentável dos recursos hídricos e florestais, bem como a moralização na expedição de licenças ambientais.  A secretária já sinalizou que pretende estabelecer parcerias com organizações ambientais não governamentais e incentivar práticas de educação ambiental nas escolas do município.

Impacto local

A nomeação foi celebrada por lideranças locais e movimentos sociais, que veem na escolha de Liduína uma oportunidade de avanço nas pautas socioambientais.

Com um histórico de dedicação e compromisso, Liduína Tavares assume a Secretaria do Meio Ambiente como símbolo de resistência e renovação. Sua gestão promete ser marcada pela união de conhecimento técnico, sensibilidade e paixão pela causa ambiental, consolidando Bacabal como exemplo de gestão sustentável no Maranhão.

Por José Casanova
Jornalista

quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

TOP FIVE: Diário do Mearim

 

Bacabal, 9 de Janeiro de 2025

TOP 5
RECEITA FEDERAL


O monitoramento ampliado da Receita Federal também vai abranger algumas das operações realizadas pelos Correios. As instituições financeiras tradicionais – como bancos e cooperativas de crédito – já reportavam dados sobre pessoas físicas que realizavam transações mensais superiores a R$ 2 mil; e pessoas jurídicas que transferissem mais de R$ 5 mil por mês. Com a nova regra, outras instituições financeiras, como operadoras de cartão, instituições de pagamento – incluindo plataformas e aplicativos – bancos virtuais e, inclusive, varejistas de grande porte que ofereçam programas de crédito, terão de informar a receita sobre transações de R$ 5 mil ou mais realizadas por pessoas físicas e transações de R$ 15 mil ou mais feitas por pessoas jurídicas, as empresas.

                                                                              TOP  4
GROENLANDIA

Quando o presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump pensou em comprar a Groenlândia da Dinamarca durante a sua primeira administração, o primeiro-ministro dinamarquês chamou a ideia de “absurda” e rejeitou-a abertamente. Agora, as autoridades dinamarquesas estão sendo avisadas pelos aliados e conselheiros de Trump de que ele está falando sério, segundo várias autoridades do país escandinavo comunicaram à IMPRENSA. E estão ponderando cuidadosamente como responder sem provocar uma grande ruptura com um aliado próximo e colega membro da Otan. “O ecossistema em torno dessa ideia é totalmente diferente agora” do que era em 2019, quando Trump a propôs pela primeira vez, relatou um alto funcionário dinamarquês. “Agora, parece muito mais sério”, disse outro oficial. Trump afirmou na terça-feira (7) que “precisamos da Groenlândia para fins de segurança nacional”


TOP 3
NOVA ESTATAL
A nova estatal para apoiar projetos aeroespaciais sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se chama Alada, terá um capital integralizado de R$ 85 milhões nos cinco primeiros anos de atividade. O montante será oriundo de recursos orçamentários da FAB. A Alada deve atuar como gerenciadora de projetos aeroespaciais e atender demandas do setor espacial brasileiro, segundo a FAB. A notícia de uma nova estatal em meio à discussão de um ajuste mais rigoroso nas contas públicas não agradou o mercado financeiro. A estatal é subsidiária da NAV Brasil, vinculada ao Ministério da Defesa, com objetivo de administrar serviços de tráfego aéreo, o que era feito anteriormente pela Infraero até 2020. Já a Alada está focada em pesquisa, desenvolvimento e comercialização de tecnologias aeroespaciais para “fortalecer a atuação do Brasil no setor”

TOP 2
INCÊNDIOS NA CARLIFORNIA

Os bombeiros de Los Angeles estão lutando contra seis grandes incêndios ativos, considerados como “algumas das condições de incêndio mais históricas já registradas”, e cerca de 130.000 pessoas foram impactadas por ordens de evacuação. Cinco morreram. Ventos fortes continuam durante a noite enquanto os incêndios ainda acontecem. Os moradores foram orientados se manter informados, preparados para evacuar e ficando longe das áreas impactadas. Um novo incêndio florestal chamado Sunset Fire iniciou em Hollywood Hills, perto de Runyon Canyon na noite de quarta-feira (8). O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, aprovou oficialmente uma declaração de grande desastre para a Califórnia, disse a Casa Branca. Donald Trump, presidente eleito, chamou os incêndios de “uma verdadeira tragédia” e criticou o governador Gavin Newsom.

TOP 1
ROSILDA ALVES
Um  dos nomes mais esperado do secretariado do Prefeito Roberto era da Secretaria de Educação, e para o bem de todos e felicidade geral da educação foi confirmado o nome da professora Rosilda Alves para continuar gestora da pasta. Durante o período que Rosilda teve a frente da educação , foram muitos os avanços  da área de Bacabal, investimentos na formação de professores e a modernização da infraestrutura das escolas, colocou Bacabal no topo de premiações a nível nacional, a robótica despertou o interesse dos estudantes contribuindo para diminuir a evasão escolar. Bacabal também se destacou em lançamentos de foguetes criando sua própria Mostra na área  e professores também foram premiados. A decisão do prefeito é vista como uma das mais acertadas no meio educacional e  fortalece a esperança em uma  Nova Bacabal.


domingo, 17 de março de 2024

Rio Mearim sobe 21cm de nível em 48 horas e põe Bacabal em alerta

 

O Rio Mearim, importante curso d'água que atravessa o estado do Maranhão, tem sido alvo de preocupação nas últimas semanas devido ao seu aumento de nível. Em Bacabal, município localizado às margens do rio, famílias já começam a serem desalojadas e a Defesa Civil está em alerta máximo para acompanhar de perto a situação.

O aumento do volume de água do rio tem sido atribuído às fortes chuvas que vêm atingindo a região nos últimos dias. As autoridades locais têm intensificado as ações de monitoramento e prevenção para evitar danos maiores às comunidades ribeirinhas.

Uma equipe da Defesa Civil realizou vistorias ao longo das margens do rio acompanhada de vereadores e do prefeito de Bacabal Edvan Brandão, verificando a situação das áreas mais afetadas e prestando auxílio às famílias. Na manhã deste domingo(17), o Deputado Estadual Roberto Costa, acompanhado do corpo de bombeiros, da polícia militar, imprensa e lideranças populares, também percorreu parte do Rio Mearim, para ver de perto a situação.

Além disso, autoridades locais também inspecionaram bares e restaurantes próximo ao rio, buscando entender melhor a dimensão do problema e planejar medidas eficazes de contenção.

Em entrevista, o coordenador da Defesa Civil de Bacabal, Leonardo Cutrim, destacou a importância da prevenção e do apoio às famílias afetadas. "Estamos atentos e trabalhando em conjunto com outros órgãos para garantir a segurança da população e minimizar os impactos causados pelas enchentes", afirmou. Leonardo informou ainda que a partir de segunda-feira (18), a Defesa civil emitirá boletim diário sobre as famílias atingidas pela cheia.

A situação no município continua sendo monitorada de perto, e novas ações estão sendo planejadas para garantir a segurança e o bem-estar das famílias que vivem às margens do Rio Mearim.




sábado, 8 de julho de 2023

FECOBAC realiza encontro sobre mudanças climáticas em Bacabal

 

O FECOBAC - Fórum Ecológico de  Bacabal, em parceria com a UFMA e Pastoral da ecologia, realizou na tarde deste sábado (08), o II  ENCONTRO  Partilhas de Saberes com o tema Aliança pelo clima - Contra o desmonte da política ambiental. Durante o evento realizado de forma hibrida com palestras presencias e virtuais.  Foram  debatidas  pautas como  a causa, gravidade e solução da mudança climática, o atual  desmonte da política ambiental e a mobilização da sociedade em defesa da Casa Comum.

Na primeira parte do encontro foram exibidos vários vídeos com destaque para o tema "Querem quebrar o Brasil - sobre o Fracking ou Gás de  xisto, também conhecido como Gás da Morte. O prof. Dr. Francisco Vale Lima,, doutor em filosofia pela Universidade do estado do Rio de Janeiro e militante da Pastoral da Ecologia na diocese de Bacabal ministrou palestra sobre o desmonte da politica ambiental, explicando as características de projetos de lei e medidas provisórias.

O Professor das disciplinas de Sociologia, Antropologia e Ciência Política, com Mestrado em Sociologia/UFMA Campus de Bacabal Marcio Camelo, ministrou palestra  sobre A mobilização da sociedade em defesa da Casa Comum,  chamando atenção dos participantes do encontro que cada um deve rever suas posturas e fazer sua parte mais coletivamente na defesa pela vida.

Ao final do encontro foram elaboradas propostas de estratégias para formar uma "Aliança pelo clima", tais como estabelecer dialogo com a promotoria de justiça,  buscar a participação dos Meios de Comunicação de MASSA e as Mídias Sociais;  participar do processo de eleição de composição da Comissão Interrinstitucional de Educação Ambiental Municipal cujo o Projeto de criação já foi aprovado no Parlamento Municipal.

Outra estratégia pensada foi a Criação das COM-VIDAs em todas escolas de Bacabal, iniciando pela rede estadual. A Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola – Com-vida é uma nova forma de protagonizar as questões ambientais na escola, com participação de estudantes, professores, funcionários, gestores e comunidade.


Os organizadores do encontro destaca a necessidade de buscar apoio de alunos e de professores universitários, bem como ampliar as discursões sobre a importância do voto Consciente nas eleições de 2024, Para isso foram criados grupos de trabalho voluntários conforme as pistas de ação das estratégias traçadas.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

URGENTE: COMBATE À BIOPIRATARIA EM XEQUE NO GOVERNO BOLSONARO


De acordo com o agrônomo Marciano Silva, que integra o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e a Via Campesina Internacional, no governo Bolsonaro houve um esvaziamento de setores que atuavam contra a biopirataria no Brasil. 

“O Ibama está na situação de impossibilidade de trabalhar, sem infraestrutura, os profissionais que trabalhavam da temática foram deslocados para outros setores. Temos um passivo que muitas empresas acessaram, desenvolveram produtos, registraram patentes e não fizeram repartição do benefício. A discussão hoje, para nós, enquanto movimentos sociais, povos indígenas e tradicionais é que o nosso conhecimento e a nossa biodiversidade, nós é que detemos e fazemos a conservação, apesar do Estado brasileiro e de outros países terem tomado para si a responsabilidade, eles não têm condição de fazer”, afirmou em entrevista ao Programa BdF RJ.
O tema foi uma das discussões colocadas em pauta no "I Simpósio Brasileiro sobre Acesso ao Patrimônio Genético e Conhecimento Tradicional Associado: Interfaces entre Detentores, Academia, Empresas e Governo", que aconteceu na última semana na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ao todo, foram três dias de programação com mesas e palestras que buscaram aproximar os setores privado, público, acadêmico e tradicional no que diz respeito ao tema da biodiversidade.

“Essa discussão já vem sendo feita há anos, mas é a primeira vez que a gente para pra discutir os quatro segmentos juntos para além da implementação da Lei 13.123/2015, que regulamenta o acesso ao patrimônio genético e ao conhecimento tradicional por parte da academia e das indústrias para o desenvolvimento do produto para pesquisa. Até o momento, não tinha havido um debate mais aprofundado entre esses setores”, destacou Silva.
O simpósio reuniu pesquisadores, pessoas da indústria, advogados, representantes de diferentes povos indígenas do país, comunidades tradicionais e de movimentos populares.
Jaqueline Deister
Com entrevista de Denise Viola
Edição de ANB Online e Diário do Mearim

domingo, 20 de maio de 2018

Jovens criam projeto fotográfico que valoriza meio ambiente Bacabalense

        Com o objetivo de mostrar as belezas naturais de Bacabal através dos veículos de mídias sociais, um grupo de jovens de Bacabal  criam o Projeto "Bacabal Natural - Em Bacabal tem Paixão Tem  paisagem!" A ideia de George Dlucca, Flauberte Sousa e Maurício Roots idealizadores do projeto  é influenciar pessoas a cuidar do meio ambiente, natureza e paisagem de Bacabal através de fotografias tiradas de seus dispositivos móveis que circulariam nas redes sociais como um alerta sobre a situação do meio ambiente da cidade.
        A fotografia estabelece comunicação imediata, é uma linguagem universal que atrai a atenção das pessoas e que pode gerar um movimento em direção a mudanças. A expressão estética da fotografia pode colaborar na hora de chamar a atenção para questões ambientais bacabalenses. As imagens de paisagem são democráticas e podem levar as pessoas a pensar relações entre o homem e os fenômenos naturais. Ela é uma ferramenta na educação ambiental. 

        No contato com a fotografia, o sujeito é conduzido a novas linguagens, inclusive à dimensão política dos fenômenos representados. As imagens informam, representam, surpreendem e transmitem um significado. As fotografias fascinam e convidam o espectador a senti-las, percebê-las, julgá-las e interpretá-las
    Além das imagens fotográficas a comunidade bacabalense participará de ações como plantação de arvores em áreas desmatadas. O projeto  visa também  promover o diálogo, entretenimento e novas descobertas em sustentabilidades, ciência e tecnologia,  educando que é possível viver sem degradar o meio ambiente.
        A Equipe organizadora do projeto divulgara nas redes sociais em que  momento as pessoas devem começara enviar suas fotografias interagindo como meio ambiente, serão criadas páginas e grupos específicos para o projeto  e as imagens poderão participar de exposições e concursos fotográficos a medida que o projeto desperte nas pessoas a paixão pelas paisagens  bacabalenses. 
 
        George Dlucca,                               Flauberte Sousa                         Maurício Roots

sexta-feira, 30 de março de 2018

Harvard envolvida com grilagem de terras no Brasil

Edjarsson Cardoso coloca uma pasta de documentos antigos na mesa de sinuca de um bar mal iluminado em Riachão das Neves, no Oeste da Bahia. Numa manhã chuvosa de domingo, ele reuniu outros seis homens que queriam nos dar provas de sua luta de 20 anos por um pedaço de terra. Todos foram gradualmente expulsos de onde viviam e plantavam comida. Depois de passar por outras mãos, hoje o imóvel pertence a uma subsidiária do fundo patrimonial da Universidade de Harvard.

A história desses sete homens e suas terras perdidas é uma amostra de como as investidas financeiras do fundo de Harvard na agricultura brasileira estão cercadas por acusações de fraudes cartoriais, desmatamento ilegal e expulsão violenta de agricultores de suas casas. E não se trata de um caso isolado. Desde a crise financeira de 2007-08, investidores internacionais vêm buscando ativos menos arriscados e mais rentáveis. Encontraram solo fértil na especulação com a compra de terras em países emergentes, como o Brasil. O aumento da demanda impulsiona as desapropriações de trabalhadores, muitas vezes por meio de grilagem, além de pressionar pelo desmatamento de biomas, como o do Cerrado.

Ameaças que levam à expropriação

A gleba Campo Largo está do lado esquerdo do Rio Grande, em Cotegipe, município próximo a Riachão das Neves. A área de 140 mil hectares, maior do que a cidade do Rio de Janeiro, está no centro da disputa. Nos anos de 1990, cerca de 240 famílias de pequenos agricultores começaram a se estabelecer no local inabitado que, segundo souberam pelo programa de Reforma Agrária, pertencia ao governo (eram as chamadas terras devolutas). A região onde há a interseção do Cerrado com a Caatinga tinha pouca água, mas grande potencial de produção.

Os agricultores fizeram empréstimos, construíram suas casas e plantaram milho, feijão, arroz e mandioca. Também começaram a pagar os impostos relativos à terra, à espera da regularização de posse. Não tinham títulos, como muitos do Brasil rural. Antes trabalhadores de grandes fazendas, eles estavam ajeitando a vida de uma forma mais independente. Mas, ainda naquela década, começaram a sofrer ameaçadas para deixar o lugar.






“Pessoas armadas começaram a chegar aqui, colocar cercas, queimar plantações, destruir nossas casas”, contou Edjarsson, representante de uma associação de 22 famílias que reivindicam 50 hectares de terra cada. Ele também fugiu das ameaças e se estabeleceu em Riachão das Neves, onde vive de aposentadoria.

Muitos simplesmente desistiram da terra com medo da violência. Mas as famílias que resistiram seguem brigando pelos 1,100 hectares, uma ínfima parte da propriedade em jogo.

“Não pedimos muito. Só queremos colocar um fim nesse negócio de pistoleiro e ter o direito de ir e vir. Eu mesmo já fui ameaçado por homens armados na época, apontaram a arma para mim”, diz Antônio Augusto França. “Nós estamos sofrendo as consequências há 24 anos. Estamos todos pobres, velhos, cansados e doentes”.

Títulos forjados e desmatamento ilegal
Com a violência se intensificando, o Estado da Bahia decidiu intervir. Em 2014, a Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA) do governo baiano concluiu uma ação discriminatória rural, uma perícia que mapeou a situação da propriedade, recolhendo matrículas e depoimentos. Na denúncia, o procurador responsável pelo caso, Estácio Marques Dourado, concluiu que as terras foram “usurpadas” do estado através de “irregularidades cartoriais absurdas”, com a expulsão violenta de trabalhadores e “preocupantes agressões ambientais”. Também confirma a morte de um homem no conflito, sem dar detalhes.




“Esta (ação) discriminatória constitui-se – em extensão territorial – na maior já realizada pelo Estado (da Bahia)”, escreveu Dourado. A conclusão da ação discriminatória, à qual tivemos acesso, foi encaminhada à Procuradoria Geral do Estado (PGE) da Bahia pedindo a anulação das matrículas das terras, que foram adquiridas “de formas fraudulentas, irregulares e, portanto, ilegítimas”, acrescentou o procurador.

No entanto, ainda não houve abertura judicial do processo. “Posso afirmar que houve pressão de políticos ligados ao agronegócio para o caso não andar”, diz Maurício Correia, da Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais do Estado da Bahia. Agora, o grupo planeja pressionar a PGE para dar continuidade ao processo.

Ligamos para a CDA, mas Dourado não trabalha mais na instituição e não conseguimos localizá-lo. Também contactada, a PGE diz que o processo está, sim, correndo e que a entidade vinha tentando uma mediação com os envolvidos.

“A questão transcende um litígio fundiário, mas envolve a própria atividade econômica predominante na região, com geração de empregos, e cujas conseqüências provocariam efeitos colaterais sociais graves”, justificou por nota a procuradora-chefe da Procuradoria Administrativa da PGE-BA, Bárbara Camardelli Loi.

Ela acrescenta que a Caracol não conseguiu justificar a posse da terra pela documentação e, “menos ainda, (como foi) capaz de formar o latifúndio hoje registrado em nome da empresa”. Com isso, diz ela, “a tentativa não obteve êxito”. Em fevereiro agora, a procuradora recomendou, portanto, a abertura de uma ação judicial, que deverá ser instaurada em breve, segundo o órgão, pedindo que as terras sejam devolvidas ao Estado

Propriedade internacional
As terras passaram de mãos em mãos desde a década de 1970. Do deputado estadual Márcio Cardoso, falecido, para o fazendeiro piauiense José Oduvaldo Oliveira Souza, e, por final, para a companhia sulista Caracol Agropecuária LTDA, criada em 2007. Esta última transição de propriedade ocorreu por partes entre 2008 e 2012.

O capital investido nessa terra vem de sócios estrangeiros.

A Caracol pertence à Harvard Management Company (HMC), que gerencia e faz parte do fundo patrimonial (chamado endowment) da Universidade de Harvard. Mas esta ligação não é direta: a HMC detém duas subsidiárias que controlam a Caracol: Guara LLC e Bromelia LLC – como mostram dados da Receita Federal e da declaração de impostos da HMC – este último vazado ao público.

O endowment é o patrimônio acumulado por meio de doações recebidas pela universidade, prática comum nos Estados Unidos. No caso de Harvard, esse patrimônio de US$ 37,1 bilhões (R$ 122 bilhões) é gerenciado pela HMC, subsidiária da universidade.

Tanto a Guara LLC quanto a Bromelia LLC têm registro ativo na Receita Federal, mas endereço no exterior: na HMC, em Boston. Não há contatos das empresas disponíveis na internet, nem mesmo no cadastro da receita. A assessoria da HMC foi contactada três vezes, inclusive com questionamentos de suas subsidiárias, mas reafirmou que “não discute investimentos específicos”.

“Muitas companhias deliberadamente criam estruturas que as tornam difíceis de rastrear”, diz Devlin Kuyek, pesquisador da ONG Grain. Ele também explica que sistemas complexos de propriedade foram desenvolvidos para ocupar brechas na legislação brasileira.

Com o aumento da compra de terras por estrangeiros, o Brasil decidiu restringir este tipo de aquisição em 2010 – projeto que voltou a ser discutido recentemente. Hoje, estrangeiros podem adquirir até 25% da área de um município; se for de uma única nacionalidade, o limite cai para 10%. A propriedade da Caracol representa 35% da área de Cotegipe.

“Caracol e Harvard têm a obrigação de checar se a terra adquirida está livre de conflitos. Se não fazem isso, é culpa deles”, diz Devlin Kuyek.

A Caracol, inclusive, foi informada sobre a natureza problemática da terra ainda durante as negociações, afirma Martin Mayr, da ONG 10envolvimento, que supervisiona o caso. Mayr também informou que o dono anterior ofereceu aos camponeses que restavam compensações materiais e financeiras para deixarem a terra antes de vendê-la à Caracol, a partir de 2008.

“Quem não aceitou, tornou-se alvo de ameaças e violências de pistoleiros”, acrescenta Mayr. Hoje, nenhuma das 240 famílias segue vivendo lá, acrescenta.

Além dessas alegações, a Caracol ainda foi multada em R$ 123 mil pelo Ibama por desmatamento ilegal. Os inspetores avistaram de um voo 47 pilhas de madeira removidas sem licença ambiental em 2013.





Comunidade de Cotegipe encontra a polícia: quem resistiu sofreu ameaças (Foto de divulgação) Parte de uma tendência maior



Famílias que perdem o acesso à terra hoje enfrentam um campo de batalha diferente do de anos atrás. “A grilagem é um processo histórico no Brasil, mas a dinâmica disso está mudando. Hoje, há estruturas de investimentos internacionais por trás destas violações. Isto é algo novo ao qual se deve prestar mais atenção”, diz Fábio Pitta, da ONG Rede Social de Justiça e Direitos Humanos.

Um trabalho do Banco Mundial identificou um crescente interesse global na aquisição de terras – tanto para a produção de comida quanto para a simples especulação com o ativo. E de acordo com o grupo de monitoramento global Land Matrix, ao todo 26,7 milhões de hectares foram transferidos para mãos internacionais entre 2000 e 2016, 2% da terra agriculturável.

A especulação internacional a partir da aquisição de terras é uma tendência que veio na esteira da crise financeira de 2007-08. Em busca de retornos estáveis, corporações financeiras se voltaram para a compra de propriedades rurais em países emergentes. O imóvel se torna o ativo – a produção agrícola gerada dali é uma via secundária de lucro. Uma vez convertida em área produtiva ou implementadas melhorias, o preço da terra tende a subir. Dessa forma, lucra-se através de aluguel, compra e venda de terras ou até por meio de produtos financeiros, como os debêntures.

Mesmo com restrições, o Brasil é uma das cinco nações com as maiores taxas de aquisição de terras por estrangeiros. O que o torna tão popular é que aqui o ativo é considerado mais seguro do que em outros países em desenvolvimento, diz Devlin Kuyek: “Mas há também muitos conflitos de terras e violações de direitos humanos envolvidos”, pondera.

Os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia – conhecidos pelo setor agrícola como Matopiba – estão na última fronteira de expansão do agronegócio e são o principal alvo da especulação com terras, de acordo com o relatório da ONG Rede Social de Justiça e Direitos Humanos. Matopiba é atraente a investidores estrangeiros porque a terra é barata e tem projeções de valorização rápida.



Esse aumento da procura por investidores estrangeiros está indiretamente relacionada com – ou terceirizando, como diz a Rede Social – a expropriação de agricultores, comunidades tradicionais e tribos indígenas, que comumente não têm títulos, como no caso de Campo Largo. No Brasil, isso ainda vem acelerando o desmatamento do Cerrado – um bioma que abriga 5% da biodiversidade mundial e oito das 12 bacias hidrográficas brasileiras.

Além de Harvard, outro fundo internacional, o Teachers Insurance and Annuity Association – College Retirement Equities Fund (TIAA-CREF) é atuante no setor agrícola brasileiro. Trata-se de uma das maiores firmas de investimento dos Estados Unidos, que gerencia fundos de pensão não só de lá, mas do Canadá e da Suíça. Já foi alvo de pressão em 2015 pela falta de transparência com seus ativos, sobre os quais também havia acusações de violações de direitos humanos.

Não se faz muito com a terra hoje

Do total da área da propriedade, menos de 300 hectares foram destinados à plantação de milho, feijão, soja e eucalipto, de acordo com o relatório baiano de 2014. Outros 14 mil hectares viraram pastos para as 3.200 cabeças de gado. Mas ano após ano, a área se torna menos produtiva.

Daniela Stefano, da ONG Rede Social, esteve em Cotegipe no início de março e conseguiu entrar na fazenda. Ela confirma não ter visto movimentação na propriedade, usada especialmente para o plantio de eucalipto e a criação de gado. Além disso, o número de empregados caiu para 50 pessoas, contra os 84 de poucos anos atrás, diz ela. Grandes porções da propriedade ainda estão cobertas por vegetação natural. Ela não avistou homens armados no local durante sua visita.

Ainda assim, a situação parece tensa como nunca. Stefano participou de uma reunião com a comunidade e a Granflor, que faz parte da Caracol e é responsável pela gestão do local. “Quando perguntaram ao representante da empresa se a Caracol sabia do conflito antes de comprar a terra, ele simplesmente saiu da sala”, diz. A Caracol e a Granflor não se posicionaram.

Enquanto isto, aqueles homens por trás da mesa de sinuca amargam a perda de suas casas. “A terra está lá parada, não podemos fazer nada”, diz Pedro dos Santos Serpa. “A única coisa que eu queria ouvir hoje é: olha, toma, aqui está a sua terra, você pode produzir nela”.

Após a conversa regada por um café açucarado, Edjarsson Cardoso recolhe cuidadosamente os documentos e os dispõem novamente em ordem cronológica nas folhas de plástico. Por uma última vez, ele folheia e confere a pasta verde-água antes de se despedir e deixar o bar. E sai segurando, com firmeza, cada pedaço de papel que possa provar que eles têm razão. A pasta de documentos dos agricultores que lutam para recuperr suas terras (Alicia Prager)

Escrito por Flavia Milhorance


Jornalista com mais de dez anos de experiência em reportagem e edição em veículos de imprensa do Brasil e exterior, como BBC Brasil, O Globo, TMT Finance e Mongabay News. Mestre em jornalismo de negócios e finanças pelas Universidade de Aarhus (Dinamarca) e City University, em Londres.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Em nota, SAAE tenta explicar interrupção no fornecimento de água em Bacabal

Problemas no sistema de abastecimento de água em Bacabal não é novidade, já foi motico inclusive  de manifestação popular pelas ruas da cidade, dessa vez o Diretor do Saae tenta mais uma vez explicar o que o povo está cnasaso de saber, o serviço de a´gua e esgosto de Bacabal enfrenta problemas hstóricos de infraestrutra  e nenhuma gestão do "Palácio das Bacabas" parece se preocupar com o assunto. Veja abaixo mais uma nota de exlareciemtno da direção d a autarquia:

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Bacabal

Nota de Esclarecimento

A direção do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Bacabal (SAAE) esclarece aos seus consumidores que a queima das duas bombas da sua estação de captação, ocorrida ontem, terça-feira, 09, obrigou a autarquia a paralisar o fornecimento do abastecimento de água para os seus usuários servidos pelo sistema adutor.

Ficam prejudicados todos os clientes do centro da cidade e de setores específicos dos bairros da Areia, Rua do Cajueiro e Trizidela, Ramal e Esperança.

Equipes técnicas da autarquia já estão trabalhando no sentido de solucionar o problema e a previsão é que o sistema seja religado ainda hoje.

Bacabal – MA
10 de Agosto de 2016

Leonardo Sousa Lacerda
Diretor