A UNEGRO APOIA O BLOG DIÁRIO DO MEARIM

PONHA AQUI A PROPAGANDA DE SUA EMPRESA

Roberto Costa é eleito presidente da FAMEM para o biênio 2025/2026

FAMEN coloca Bacabal e Roberto Costa em evidência

Flamengo pode ter mudança diante do Bangu em São Luís

Técnico Cléber do Santos pode apostar em trio de ataque nesta noite no Castelão.

Sessão Solene na Câmara Municipal de Bacabal Celebra o Dia Internacional da Mulher

Vereadoras Nathália Duda e Regilda Santos conduzem Sessão Solene

Mostrando postagens com marcador ALTO ALEGRE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ALTO ALEGRE. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 31 de março de 2026

CRÔNICA DO DIA: A Rebelião dos Personagens Silenciosos




Em Alto Alegre, a noite cai como um pano de veludo pesado, abafando os sons do mundo visível para dar voz ao invisível. Juvenal, escritor de província e criador de destinos fictícios, estava sentado à sua mesa de madeira bruta, única herança de um avô que nunca lera um livro. Diante dele, uma pilha de papéis amarelados pelo tempo e pela umidade parecia respirar. Juvenal não estava louco, ou pelo menos era o que repetia para si mesmo enquanto observava o fenômeno: a tinta de sua caneta tinteiro, que deveria estar seca há dias no capítulo cinco, parecia fresca, úmida, como se acabasse de ser tocada.

Ele aproximou a lamparina. O cheiro de querosene misturou-se ao odor adocicado de papel velho.

Na página 42, ele havia escrito: "Maria das Dores, mulher de poucas palavras e muitos silêncios, aceitou o destino de solidão imposto pela seca." Era uma frase segura, literária, com a dose certa de fatalismo nordestino que os críticos do sul adoravam.

Mas a frase não estava mais lá.

No lugar dela, com uma letra que imitava a sua, mas com uma inclinação mais agressiva, estava escrito: "Maria das Dores pegou o facão e decidiu que a solidão não era destino, era escolha. E que a seca ia ter que esperar, porque ela tinha contas a acertar."

Juvenal recuou, derrubando a cadeira. O barulho ecoou na casa vazia, assustando uma lagartixa que corria pela parede caiada.

— Quem está aí? — Perguntou ele, sentindo-se ridículo.

Ninguém respondeu. Apenas o vento nas palhas da cobertura.

Ele pegou a folha com as mãos trêmulas. A tinta estava realmente fresca. Maria das Dores, a personagem que ele construíra com tanto cuidado para ser uma vítima passiva do drama rural, estava reescrevendo sua própria história. Era uma rebelião silenciosa, operada nas entrelinhas, nos espaços em branco que ele, autor negligente, deixara sem vigilância.

Folheou o restante do manuscrito. O coronel Firmino, que deveria morrer de ataque cardíaco no capítulo dez, agora aparecia negociando terras com uma astúcia que Juvenal jamais imaginara para ele. O padre, que seria um alcoólatra em crise de fé, estava organizando uma quermesse para arrecadar fundos para uma escola.

Os personagens estavam roubando a narrativa.

Juvenal sentiu uma mistura de pânico e fascínio. A autoridade do autor, aquela onipotência divina que lhe permitia matar, casar e destruir mundos com uma frase, estava sendo usurpada. Ele não era mais o deus daquela história; era apenas o escrivão, o datilógrafo de vontades alheias que ganharam corpo no papel.

Pegou a caneta. Precisava retomar o controle. Riscou a frase de Maria das Dores. Escreveu por cima, com força, rasgando o papel: "Maria chorou. Chorou até secar."

Satisfeito, foi até a cozinha beber água. A água do pote de barro estava fresca. Quando voltou, o coração quase parou.

A frase que ele acabara de escrever estava riscada. E logo abaixo, em letras garrafais: "Maria não chora mais. Maria afia."

Ele soltou a caneta. Era inútil. Eles eram mais fortes. Eles viviam dentro da história, respiravam o ar fictício de Alto Alegre, sofriam o calor que ele apenas descrevia. Eles tinham a urgência da existência, enquanto ele tinha apenas a vaidade da criação.

Sentou-se no chão, encostado na parede fria.

O que é um personagem, afinal? É um fantasma que o autor invoca? Ou é uma semente que, uma vez plantada no solo fértil da imaginação, cresce segundo suas próprias leis botânicas, ignorando a cerca que o jardineiro construiu? Juvenal percebeu que seu erro fora subestimar a vida que ele mesmo semeara. Ele criara aquelas pessoas, dera-lhes nomes, passados, traumas. E agora, como filhos ingratos, elas exigiam o direito de escolher o próprio futuro.

Olhou para a mesa. O manuscrito parecia vibrar.

Se ele quisesse terminar o livro, teria que negociar. Não podia mais ditar. Teria que ouvir. A autoridade absoluta do escritor é uma ilusão totalitária. A verdadeira literatura é uma democracia caótica onde o autor tem apenas o voto de Minerva, e mesmo assim, corre o risco de ser deposto por um golpe de estado protagonizado por seus próprios adjetivos.

Levantou-se, resignado. Pegou a cadeira caída e sentou-se novamente à frente do papel.

— O que você quer fazer com o facão, Maria? — Perguntou ele em voz alta para a sala vazia.

Esperou.

A caneta em sua mão começou a se mover, guiada por uma força que não vinha de seu cérebro, mas talvez de algum lugar mais profundo, de uma memória ancestral que ele compartilhava com aquela mulher imaginária.

"Cortar o caminho," escreveu a mão, trêmula mas decidida. "Cortar a cerca. Ir embora."

Juvenal sorriu, um sorriso triste de pai que vê o filho sair de casa. Era um final melhor do que o que ele planejara. A solidão passiva era clichê; a fuga ativa era revolução.

Ele continuou a escrever, agora apenas seguindo o fluxo, deixando que Maria, Firmino e o padre ditassem o ritmo. A noite em Alto Alegre avançava, e o escritor, destronado de seu posto de criador supremo, descobriu a liberdade paradoxal de ser apenas uma testemunha. A história não era dele. Nunca fora. Ele era apenas o meio, o canal, a estrada de terra batida por onde aqueles destinos passavam, levantando poeira e seguindo em frente, para longe de sua caneta e para dentro da vida que ele, ironicamente, lhes dera mas não podia controlar.

Por José Casanova
Professor, Jornalista e Escritor e Cronista
Membro da Academia Bacabalense de Letras
Academmia Mundial de Letras da Humanidade

domingo, 18 de fevereiro de 2024

CRÔNICA DO DIA: Primeiro dia de aula em Alto Alegre

 

No pequeno e próspero  município de Alto Alegre do Maranhão, a chegada do novo ano letivo é sempre aguardada com expectativa. O primeiro dia de aula, em especial, é como a abertura de um grande espetáculo, onde cada personagem tem seu papel definido.

Os professores, ansiosos e dedicados, prepararam suas salas de aula com carinho e atenção aos mínimos detalhes. No entanto, nem todos agem assim, há aqueles que já chegam na escola catando os feriados no calendário, ou até mesmo numa total falta de empatia com os colegas, mau bate o horário, já querem saber que faltou para subir os horários para irem embora mais cedo.

Vale lembrar que cartazes coloridos, murais com boas-vindas e material didático impecavelmente organizado demonstravam o zelo da equipe pedagógica em receber os alunos.

Por outro lado, os alunos, em sua maioria, parecem alheios à agitação que toma conta da cidade. Para muitos deles, o retorno às aulas representava não apenas o reencontro com os amigos, mas também o reinício das cobranças e responsabilidades escolares. Para outros é um sacrifício voltar para escolas, estudar para eles é chato e cansativos, por mais que  os professores pensem um projeto de  vida para eles, a família não sabemos se é viva ou morta, a maioria são criados pelos avós, muitas vezes vítimas da violência domestica praticada pelos próprios netos.

Os gestores, por sua vez, buscavam fazer diferente a cada ano, assim age professra Sandra e professor Gidean , diretores da escola  Santa Mônica e professor Renato da escola Mamede Pires e outros gestores escolares ,implementando projetos pedagógicos inovadores e aprimorando a infraestrutura das escolas. As reuniões ,às vezes são intermináveis, os planejamentos minuciosos e as expectativas elevadas são características marcantes desse período.

Enquanto isso, no sindicato dos professore , o pequeno grande homem, professor Mano cobra os direitos trabalhistas e luta por melhores condições de trabalho para  categoria. As reivindicações são constantes e, muitas vezes, conflitantes com as possibilidades financeiras da secretaria de educação.

Por falar em secretaria de educação, a mesma é liderada pelo professor Ribamar Moura , grande mestre desse jogo de xadrez educacional. Conduzindo a política pública de educação com habilidade e estratégia, ela precisa equilibrar as demandas dos professores, dos alunos, dos gestores, do sindicato e da comunidade, garantindo que todas as peças do tabuleiro se movam de forma harmoniosa e produtiva.

Cá estou eu a pensar e observar as  águas turvas do Tapuio,  será  que receberei os precatórios antes de Morrer? Nem Camilo explica... Deixarei de herança para meus filhos...

Portanto, o primeiro dia de aula em Alto Alegre é muito mais do que o início de um novo ano letivo. É o reflexo de um sistema complexo, onde cada peça tem sua importância e seu papel a desempenhar, em busca de um objetivo comum: a construção de um futuro melhor  para cidade, através da educação.

Por José Casanova
Professor, Jornalista e Escritor  membro da
Academia Bacabalense de Letras

 

 

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

CRÔNICA DO DIA: O exterminador das palavras

 

Nas ruas quentes de Alto Alegre, onde as tradições se entrelaçam com os tempos modernos, um adolescente cigano chamado Foguinho traça seu caminho no labirinto dos sonhos e desafios. O sol inclemente refletia nos fios de ouro de sua juba rebelde, enquanto ele navegava por entre as vielas rumo à Escola Santa Mônica.

A Escola Santa Mônica, com seus corredores silenciosos e salas cheias de promessas educacionais, tornou-se um palco inesperado e propício para as peripécias de Foguinho, Seu nome, que evocava a chama de uma fogueira, contrastava com as sombras que pairavam sobre suas dificuldades de aprendizagem.

Foguinho, com sua alma cigana, trazia consigo um mundo de tradições e uma identidade que pulsava em seu coração. A escola, porém, era um desafio de proporções desconhecidas. As letras e palavras dançavam diante de seus olhos, criando um emaranhado de símbolos que escapavam de sua compreensão. No entanto, algo mágico acontecia ao final de cada aula.

Embora Foguinho evitasse as tarefas escolares, ao soar do sirene ele entregava as lições meticulosamente concluídas, um enigma que intrigava seus professores e colegas. Era um segredo bem guardado, compartilhado apenas com algumas colegas que, generosamente, ofereciam sua ajuda.

A liderança de Foguinho, especialmente entre as meninas da turma, era inquestionável. Ele se tornou uma figura carismática, um elo entre o mundo cigano e a escola. Suas habilidades transcendiam os limites acadêmicos, manifestando-se na leitura de mãos que ele oferecia, principalmente ao professor de português com o qual mantinha certa intimidade pedagógica:

_ Professor, posso ler sua mão: - Perguntou Foguinho ao professor de português.

_ E Você já sabe ler mão, foguinho? - Quis saber o professor.

_Claro! - Respondeu Foguinho. _Minha mãe me ensinou a ciência. - Concluiu.

O professor se deu por vencido.

_ Tá bom. -Disse o professor oferendo a palma da mão.

Foguinho pegou a mão do professor a percorrendo com seus olhos escuros e penetrantes que carregavam a vivacidade de quem traz consigo séculos de cultura. Na sala de aula fez-se um silêncio total. Foguinho não apenas carregava o peso das tradições ciganas em seus ombros, mas também a esperteza de um adolescente apressado em querer ser homem.

- Mas tem que dá um agrado pro santo. - Disse Foguinho em alto e bom tom.

A turma quebrou o silêncio com uma sonora gargalhada.

A presença da mãe de Foguinho na escola era rara, mas quando ela aparecia, trazia consigo a força de uma linhagem antiga. Ela queria entender o universo educacional que envolvia seu filho e, ao mesmo tempo, garantir que as tradições que ele carregava não fossem esquecidas.

Foi em um dia comum, enquanto percorria os corredores da escola, que Foguinho se deparou com um quadro de isopor no mural. Seus olhos se fixaram nas letras que formavam a palavra "M U R A L". Soletrou a palavra; M,U, R A L.

Sabia o nome das letras, um sorriso malandro iluminou seu rosto quando decifrou a sua maneira , a mensagem, e uma faísca de inspiração acendeu-se em seu íntimo e espontaneamente gritou:

_ Aviso!!!!

Foguinho sabia que o Mural servia apenas para expor Avisos, era sua fora de ler o mundo, decidiu então, canalizar suas habilidades para melhorar a vida de seu povo cigano, podia não saber ler, mas sabia interpretar as coisas, dizer para que serviam, mesmo que para isso tivesse que exterminar as palavras para compreender a vida nômade no mundo.

Por José Casanova
Professor, Jornalista e Escritor da
Academia Bacabalense de letras

sexta-feira, 26 de março de 2021

Vereadora Patrícia Paiva solicita Centro de testagem do Coronavirus em Alto Alegre

 A Vereadora Patrícia Paiva ( PC do B)  apresentou nesta quarta-feira(24)  na Sessão da Câmara de Alto Alegre do Maranhão, indicação  para que seja instalado na cidade um Centro de Rastreamento  e Testagem do Corona vírus.

A Indicação justifica-se pelo fato de que atualmente os testes estão sendo realizados em uma UBS - Unidade Básica  de Saúde, onde também são realizadas consultas de rotinas da atenção básica.

Patrícia Paiva defende ainda que o Centro seja exclusivo para consultas a pacientes com síndromes gripais, realizações de testes da Covid-19, notificações em sistemas com disponibilização de número telefônico para agendamento dos testes e entrega de medicamentos para tratamento de infecção em situação de casos leves.

A composição da Câmara de vereadores  em  Alto Alegre do Maranhão  melhorou muito na atual gestão da casa, as mulheres estão muito bem representadas, e as demais vereadoras do Parlamento Municipal não ficam atrás, na mesma  sessão Miriam Costa (PDT)  e Raquel Mano(DEM) também apesentaram suas solicitações ao executivo, Miriam pediu que fossem providenciadas a instalação de cabines de dedetização em pontos da cidade com  maior fluxo de pessoas, incluindo locais publicos e privados.

Mirian declarou que houve um  aumento  do índice de mortes pelo corona vírus e  que na semana havia chegado a 39 óbitos.

A Vereadora Raquel Mano Solicitou a compra de kits completos com a medicação usada no tratamento da Covid-19 e o fornecimento de EPIS - Equipamentos de proteção Individual parra os profissionais da saúde.

Raquel justificou a indicação  a gestoras municipal afirmando que se faz necessária para que a população possa ser prevenida e atendida com segurança. A vereadora afirma ainda que os medicamentos est~~ao sendo entregues incompletos, faltando a vitamina e zinco, e que os profissionais estão trabalhando sem proteção, apenas com o uso de máscara.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Isaque Folha Minestra Palestra em Alto Alegre do Maranhão


O Pedagogo, músico e escritor Isaque Folha, realizou na manha desta segunda feira (14) no Templo Central da Assembléia de Deus de  Alegre do Maranhão, uma palestra motivacional para professores da rede publica municipal daquele município. O evento é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação que tem como gestora a professora Miriam.

"O cravo brigou com a rosa debaixo de uma sacada. O cravo saiu ferido e a rosa despedaçada". "Sambalelê tá doente tá com a cabeça quebrada. Sambalelê precisava de umas dezoito lambadas". Isaque Folha, reescreveu canções como as que foram citadas e lançou um livro e CD que recebem o título de ‘Canções de Valor’. Na releitura feita pelo piauiense, o cravo não briga com a rosa e Sambalelê está contente com a sua cabeça curada. A ideia, segundo ele, é oferecer um recurso didático e fazer um convite à restauração.

Durante a palestra Isaque interage com professores, faz imitações conta superação ocorridas em sua vida. Isaque Folha, que já dividiu conferências pelo Brasil com nomes como Içami Tiba e Augusto Cury em palestras sobre relações humanas, vê no projeto uma oportunidade de levantar uma discussão entre pais e educadores sobre de que forma os valores estão sendo transmitidos às crianças. Em Alto Alegre apesar de focar na divulgação de sua obra, o palestrante não se deviou do foco que era a auto estima do professor em sala de aula.
Séc. Miriam Carneiro

“Muita gente ainda não parou para ver que por trás de algumas dessas músicas tem certa malícia. Ao fazer a análise psicológica das letras, a gente percebe que há um fundo negativo. Então se a escola é a primeira a pregar contra a violência, chega a ser até uma ironia trabalhar essas canções com as crianças”, avaliou.

Ainda conforme o pedagogo e músico, o universo folclórico das lendas, contos infantis e cantigas de roda tem camuflado, em meio ao lúdico, uma sutil inversão de valores. Ele cita o exemplo da música "Teresinha de Jesus", em que a personagem central da cantiga despreza a sua família e se entrega a um qualquer, lamentando, em seguida, a frustração e o "sangue derramado em seu coração".

“Teresinha rejeita o pai e o irmão para estender a mão a um estranho. Como que a família, que é a célula máter da sociedade, é tratada nessa canção? Durante toda a infância a menina escuta a mãe dizer que na rua não pode falar com estranhos e na música é diferente?”, questiona Isaque Folha.

Com a releitura do piauiense, um dos trechos da música "Teresinha de Jesus" ficou assim: "Teresinha de Jesus de uma queda foi ao chão; Bem ali, três cavalheiros que lhe estenderam suas mãos. Ela deu a mão ao pai e também ao seu irmão, mas ao tal desconhecido a Teresa disse não!". Ela e outras canções, foram também gravadas em um CD e ganharam ritmos bem brasileiros como o forró, samba e afoxé.

A publicação tem prefácio do doutor em educação Hamiltom Werneck, autor do livro "Se você finge que ensina, eu finjo que aprendo" e já foi membro do conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Para ele, o pedagogo Isaque Folha, com criatividade e brilho musical, "transforma o folclore e através de um atentado com boa índole, muda a visão das músicas, transformando-as em canções com valores positivos e de bem com a vida, sem traumas ou exageros".

O livro conta com belas e criativas ilustrações da também piauiense Ângela Rêgo. As parte musical também é assinada por músicos piauienses. A venda e divulgação do projeto Canções de Valor têm sido feitas pela internet e também em algumas livrarias de Teresina, em Alto Alegre muitos professores puderam adquiri a obra durante o evento.
Parte de professores presentes no evento

Apos a palestra de Isaque Folha, foi ministrada outra palestra sobre Racismo na educação. Ao final do encontro a Secretária de Educação Miriam Carneiro coordenou o sorteio de dezenas de presentes para os professores, entre eles um celular doado pela Vice- Prefeita Paula Noleto, Miriam agradeceu a presença de todos e desejou um feliz dia dos professores.
Isaque Folha e Miriam Carneiro
 Vereador  Manoel Rodrigues, Vice-  Prefeita  Paula Noleto e Miriam
Professor recebe presente
Diário do Mearim com informações do G1 Piaui
Fotos: Mano Natureza

sábado, 12 de outubro de 2019

Ex-prefeito de Alto Alegre Liorne Branco é condenado por irregularidades em verbas da educação


Segundo informações veiculadas pelo blog do Neeto Ferreira, Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão conseguiu na Justiça a condenação do ex-prefeito do município de Alto Alegre do Maranhão, Liorne Branco de Almeida Júnior, que não prestou contas dos recursos recebidos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em 2012.

O MPF destaca que o valor recebido foi R$ 196.312,20, que deveriam ser aplicados no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) – Educação Integral. No entanto, segundo documentos apresentados pelo FNDE, o então prefeito Liorne Branco de Almeida Júnior, responsável pela administração da verba em 2012, não prestou contas do valor recebido mesmo após notificação, o que caracteriza inércia intencional.

De acordo com o art. 1º, inciso VII, do Decreto-Lei nº 201/67, “deixar de prestar contas, no devido tempo, ao órgão competente, da aplicação de recursos, empréstimos subvenções ou auxílios internos ou externos, recebidos a qualquer título” é crime de responsabilidade do gestor, sujeito, portanto, ao julgamento do Poder Judiciário.

A partir disso, a Justiça Federal determinou a suspensão dos direitos políticos de Liorne Branco de Almeida Júnior por três anos e ainda o proibiu de contratar com o Poder Público ou de receber benefícios fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, mesmo que por intermédio de pessoa jurídica que seja sócio majoritário, por três anos.
FONTE: Blog do Neto Ferreira

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Escola Santa Mônica realiza palestra de Educação Para o transito


A Unidade Escola Santa  Mônica de Alto Alegre do Maranhão, realizou nesta terça-feira (08) em parceria com a secretaria municipal de educação, uma palestra para alunos da escola com o tema "Educação para o trânsito". No pátrio da escolas crianças e adolescentes  ficaram atentos sobre as informações básicas e participaram do memento fazendo perguntas e demonstração do uso correto de assessórios para condutores.
A equipe da Secretaria de Educação usou de dinamicas para despertar o interesse da garotada pelo assunto, além das falas, foram feitas perguntas que ao serem respondidas valiam brindes, e ao final da palestra foram distribuídos folhetos educativos sobre o tema

A Diretora Silvanir acompanhou tudo de  perto e contou  com o apoio de professores, administrativos e toda  equipe da escola. A próxima etapa do projeto será marcada pela secretaria dee educação e tratará sobre sinalização do transito de  Alto Alegre.


quinta-feira, 2 de maio de 2019

Hospital Geral de Alto Alegre Realiza Mutirão de Consultas e Cirurgias

Segundo informações da agencia de noticia do governo do Estado, o hospital Geral de Alto Alegre do Maranhão, realiza em maio mutirão de consultas e pequenas cirurgias. A ação da unidade ligadas à Secretaria de Estado da Saúde (SES) visa agilizar os atendimentos à população.

O mutirão acontece no Hospital Geral de Alto Alegre do Maranhão no dia 22. Na oportunidade, a unidade fará pequenas cirurgias de sinais e lipoma (tumor benigno composto de gordura), além de oferecer 30 consultas clínicas médicas, 15 consultas em obstetrícia e 20 consultas em pediatria. Também serão disponibilizadas 70 senhas para exames laboratoriais, 40 para ultrassom gestacional e 20 para ultrassom de outros tipos.

“Com o mutirão, garantimos assistência à população que tanto precisa. O hospital já realiza o atendimento de rotina, mas faremos a ação para ampliar nossa cobertura em várias especialidades”, disse o diretor clínico do Hospital Geral de Alto Alegre, Rafael Seabra silva Cunha.

A Comunidade de Alto Alegre aguarda com ansiedade mais esta ação de saúde que é um direito de todos.

sábado, 13 de abril de 2019

Escola Santa Mônica recebe equipe da Saúde

    
A escola Santa Mônica no município de Alto Alegre do Maranhão recebeu nesta sexta-feira (12) a visita  de uma equipe da Secretaria de Saúde acompanha de alunas do curso de enfermagem da Faculdade Pitágoras.
     O objetivo foi realizar palestra para Pais, alunos e mestres sobre a importância da imunização das crianças, a necessidade de se manter em dias as vacinas e falar sobre outras doenças que afetam crianças e adolescentes.
     A enfermeira Débora foi enfática ao falar para os poucos pais presentes sobre o dever de manter o calendário de vacinação das crianças em dias, pois dessa forma muitas doenças graves podem ser evitadas.
     Mães de alunos tiram dúvidas sobre doenças como Hanseníase, além de fazerem perguntas pertinentes à palestras.
     Enquanto a palestra era ministrada, uma equipe de agentes comunitários de saúde verificam se os alunos da escola estavam com suas vacinas  atualizadas
Direção e corpo docente acompanharam a atividade que foi de grande importância para todos.



sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Escola Benedito Leite chama atenção da população de Alto Alegre

        
Para comemoras a independência do Brasil a Secretaria de Educação do Município de Alto Alegre do Maranhão, realizou nesta quarta(06) a partir das 18h nas principais ruas da cidade, a Parada da Independência onde escolas de toda rede municipal desfilaram para o povo e para as autoridades.Um dos maiores destaques do desfile foi a passagem da Escola Benedito Pereira leite dirigida pela competente professora Adriana.
          Com o tema " Fim da ditadura e início da política( entenda-se democracia) brasileira.", crianças e adolescentes contaram através de indumentárias, carros alegóricos e adereços os momentos mais marcantes da história brasileira, A ditadura militar com a desculpa de afastar o perigo do comunismo no Brasil , perseguiu pessoas e  instituições a favor da liberdade de expressão, bem como criou órgãos oficiais de repressão política que torturou e matou centenas de pessoas.
         
A escola também não esqueceu da cultura que foi utilizada pelos militares para alienar a juventude e esconder as atrocidades cometidas pelo regime. Com diversas alegorias a escola levou para avenida a cavalaria militar, a réplica da praia de Ipanema  com uma aluna representava a famosa modelo Helô Pinheiro primeira "garota de Ipanema' musa inspiradora do poetinha Vinicius de Morais e Tom Jobim, a mesma é mãe da polêmica apresentadora Ticiane Pinheiro que também foi eleita "Garota de Ipanema".
         
Outro detalhe que não passou despercebida foram "as musas da guerra fria" onde alunas caracterizadas com as cores dos Estados Unidos e União Soviética ( atual Rússia ), representavam as duas potencias políticas, militares e ideológicas da época.
           O Pelotão da Imprensa trouxe uma máquina de escrever  gigante, os alunos já nascidos na era da informática nem tinha conhecimento de tal máquina tão útil à  censurada imprensa da época.Toda equipe da escola, Direção , professores e servidores acompanharam o desfile o tempo todo o que fez com que os alunos se sentissem seguros, Alto Alegre viveu momentos de alegria e surpresa com a criatividade da escola Benedito Leite. 







 

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Alto Alegre tem audiência pública em defesa dos precatórios e valorização dos professores

     
Numa demonstração de força e respeito à democracia, aconteceu na manha desta quinta-feira(28) na Câmara de Vereadores de Alto Alegre do Maranhão , uma  audiência pública  em defesa dos precatórios e valorização dos professores. O evento foi articulado pelo SINDSAAMA - Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Alto Alegre, além das lideranças sindicais participam da audiência , professores, alunos, pais de alunos além dos gestores do município.
      Os presentes na audiência afirmam que a mesma foi um momento bom para todos, rico em conhecimentos sobre precatórios do FUNDEF, sendo mais  um passo em busca  da valorização da educação com 60% desses recursos com investimento no professor e 40% em outros setores da educação.
      O próximo passo do Sindicato será  encaminhar o Projeto de lei à Câmara Municipal para aprovação, projeto este que os Vereadores Leo e Dezio se comprometeram  perante todos coma defesa do mesmo.
     
Estiveram presentes fortalecendo a luta dos educadores Givan Freire presidente em exercício da Força Sindical no Maranhão, Frazão Oliveira, presidente licenciado da Força Sindical, Presidente da FETRACSE, Federação dos Sindicatos no Serviço Público e Vereador professor Aldegran de Presidente Dutra
      Na audiência ficou claro que  a escola precisa viver um processo de humanização.O trabalho do professor precisa ser compreendido e valorizado através da lei do Piso.
      Os Precatórios do FUNDEF  não é para dá dinheiro ao professores, mas sim um investimento, uma vez que, o professor valorizado é um profissional motivado  a prestar  um melhor trabalho. Alguns municípios do Brasil ja receberam esses precatórios nos estados da Bahia, Piauí e Ceará.
      No Maranhão a FAMEM quer que o dinheiro seja destinado  não somente para educação, mas sim para outros setores dos municípios. 
     
O FUNDEF foi implantado em 1º  de janeiro de 1998, antes desse fundo ,não existia  a chamada valorização do magistério. Com isso também foi estabelecidas as complementações para os municípios do Norte e Nordeste.O problema é que essas complementações não foram repassadas em sua totalidade, cirando uma dívida com os municípios,  a qual é hoje reconhecida pela união.A lei do FUNDEF garante aos professores o direito a esse dinheiro.
      O valor para o município de Alto Alegre do Maranhão  será de quase 29 milhões de reais.Desses 60% é para professores e os outros 40% devem ser aplicados na educação do município. No Maranhão 12municipios já estão com o dinheiro dos precatórios do FUNDEF em contas judiciais bloqueadas., O presidente do Sindicato em Alto Alegre professor Renato agradeceu  a todos que atenderam ao convite do sindicato e se fizeram presente a audiência.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Um dos maiores assaltantes de banco do Nordeste é preso em Alto Alegre


Em mais uma ação surpreendente da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), prenderam Francisco Morais, conhecido pelas alcunhas de “Batata” ou “Nena”, de 36 anos, considerado um dos maiores assaltantes de banco do Nordeste brasileiro. De acordo com as fontes da Polícia Civil, ele foi localizado na cidade de Alto Alegre do Maranhão, na madrugada desta quinta-feira (1º).

Conforme explicações do delegado Tiago Bardal, titular da Seic, Francisco responde a processos por assaltos bancários e ataques a carros-fortes, bem como por tráfico de drogas, nas cidades maranhenses de Esperantinópolis, Gonçalves Dias, Passagem Franca, São Domingos, Barra do Corda, Santa Luzia do Tide, Eugênio Barros, Carolina, Santa Inês, Porto Franco e Anapurus.

E, ainda, em municípios de outros estados, como Pacajá/PA, Redenção/PA, Paraíba/PB e Mozarlândia/GO. Devido a esta quantidade de ações criminosas, “Batata” tinha contra si três mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário maranhense, paraense e paraibano.
FONTE: Por Nelson Melo do Jornal Pequeno