terça-feira, 22 de abril de 2025
Inclusão escolar e responsabilidade estatal: quando a política falha com professores e alunos
domingo, 6 de abril de 2025
UMA VISÃO JURÍDICA SOBRE O IMPEDIMENTO DE MORAES
domingo, 9 de março de 2025
STF e o vento das Conveniências
domingo, 2 de março de 2025
Até quando vamos repetir os mesmos erros?
Então fica a pergunta: afinal, o que o brasileiro realmente quer?
Se tiraram Bolsonaro porque o governo foi um desastre, por que agora rejeitam Lula por não governar como Bolsonaro?
A impressão que dá é que estamos sempre presos entre duas opções ruins, pulando de um barco afundando para outro cheio de furos. Será que o Brasil nunca vai sair dessa armadilha?
Será que 2026 será mais do mesmo, com o eleitorado oscilando entre velhas promessas e decepções repetidas?
Tá na hora de acordar desse transe!
O país precisa de novas lideranças, novas ideias, um novo rumo. Não adianta olhar só para o passado e reviver governos que já mostraram seus limites. O Brasil precisa olhar para frente, buscar alternativas reais, exigir competência e responsabilidade.
E aí, vamos continuar nesse looping infinito ou finalmente buscar algo diferente?
domingo, 23 de fevereiro de 2025
Mais um fim de semana
domingo, 16 de fevereiro de 2025
O STF, o Poder Absoluto e a Democracia em Risco
A recente crítica do ex-presidente Jair Bolsonaro ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante encontro com um representante da Organização dos Estados Americanos (OEA), levanta uma questão essencial: a atuação do Judiciário no Brasil tem respeitado os princípios da separação dos poderes?
O ministro Alexandre de Moraes tem conduzido inquéritos polêmicos, como o das fake news e o dos atos antidemocráticos, nos quais acumula funções de investigador, acusador e julgador. Essa concentração de poder vai contra os princípios básicos do devido processo legal e da imparcialidade judicial. O Supremo Tribunal Federal, enquanto guardião da Constituição, deveria limitar-se a julgar com base nas provas apresentadas pelo Ministério Público e não atuar como órgão persecutório.
O princípio dos freios e contrapesos existe justamente para evitar que um poder se sobreponha aos demais. O STF, ao agir sem limites, deveria ser contido pelo Senado Federal, que tem a prerrogativa constitucional de processar ministros da Suprema Corte em caso de abuso de autoridade. No entanto, essa possibilidade parece distante, dada a postura passiva dos senadores diante do ativismo judicial.
Os bolsonaristas que atentaram contra a democracia, especialmente no episódio de 8 de janeiro de 2023, merecem ser responsabilizados dentro dos marcos legais. No entanto, a repressão a opositores políticos, sem o devido processo, não fortalece a democracia — pelo contrário, enfraquece-a. O Estado Democrático de Direito não pode ser seletivo: a ilegalidade de um lado não justifica arbitrariedade do outro.
A democracia exige instituições fortes, mas também equilibradas. Quando um poder se impõe sobre os demais, seja ele o Executivo, o Legislativo ou o Judiciário, estamos diante de um risco real de autoritarismo. Afinal, se não há limites para um tribunal que investiga e julga sem contestação, ainda podemos chamar isso de democracia?
Advogado e escritor
domingo, 9 de fevereiro de 2025
Austeridade ou 6 por meia dúzia?
A administração de Roberto Costa começou com medidas duras e um aparente desejo de "enxugar a máquina pública", o que, à primeira vista, pode parecer uma atitude responsável diante dos abusos da gestão anterior. No entanto, a forma como isso foi feito gerou impactos significativos na cidade.
domingo, 2 de fevereiro de 2025
Carnaval, dinheiro público e prioridades: qual o papel do gestor?
É claro que cada cidade tem suas peculiaridades e desafios financeiros. Antes de definir investimentos em festas, os prefeitos devem garantir que a população tenha hospitais funcionando, escolas bem estruturadas, ruas em boas condições e servidores recebendo seus salários em dia. Somente após essas garantias é que os recursos podem ser aplicados em festividades, de maneira justa e equilibrada.
O problema não é gastar com Carnaval, São João ou eventos religiosos, mas sim fazer isso enquanto a cidade carece do básico. Um gestor eficiente sabe equilibrar cultura, lazer e infraestrutura sem comprometer serviços essenciais. Afinal, o verdadeiro papel da administração pública é atender às necessidades de toda a comunidade, e não apenas de um segmento dela.
sábado, 25 de janeiro de 2025
A Nova Direita e os Dilemas de Identidade Política na Atualidade
Esses membros da nova direita se intitulam como conservadores nos costumes, mas muitas vezes escondem práticas preconceituosas e segregacionistas, gerando um debate sobre os limites e as contradições dessa ideologia em relação à diversidade e à inclusão.
Enquanto isso, muitas pessoas sentem dificuldade em se enquadrar nas rótulos políticos polarizados da atualidade. Afinal, é possível valorizar a ciência e a cultura, preservar os valores tradicionais da família e, ao mesmo tempo, respeitar a diversidade e zelar pela ética e pelo bem comum?
O dilema é real para aqueles que transitam entre esses campos. Eu, por exemplo, sou amante do conhecimento, defensor da ciência e da cultura, e, ao mesmo tempo, valorizo profundamente os laços familiares e as tradições.
Não acredito que seja preciso escolher entre princípios conservadores e o respeito à diversidade. Prezo pela convivência ética e harmoniosa entre todos os segmentos da sociedade.
Nesse cenário, surge a pergunta: existe um rótulo ou uma tribo para quem valoriza a pluralidade, mas não abre mão dos valores familiares? Ou será que a busca por rótulos é, por si só, parte do problema?
Talvez a solução esteja em reconhecer que não precisamos nos limitar a um espectro político fixo. É possível construir um caminho próprio, guiado por princípios sólidos, respeito mútuo e o compromisso com a convivência pacífica.
E você, caro leitor? Sente-se representado pelos rótulos políticos atuais? Ou também busca um espaço que una tradição, ciência e diversidade? Compartilhe sua visão nos comentários.
POR Rogério Alves
Advogado e Escritor
sexta-feira, 17 de janeiro de 2025
Brasil: A Escassez de Lideranças em um Cenário de Polarização Extrema
Por outro lado, do lado oposto do espectro político, Jair Bolsonaro encontra-se inelegível após decisões do Tribunal Superior Eleitoral. Isso não impede que seu nome e influência continuem a moldar o discurso da direita no Brasil. Mesmo sem poder concorrer, ele permanece como um símbolo central para seus apoiadores, mas sua ausência nas urnas em 2026 já expõe uma dura realidade: a direita brasileira também carece de lideranças renovadas capazes de conquistar a confiança popular.
Esse cenário, onde apenas duas figuras concentram as esperanças e os temores de grande parte da população, é perigoso e limitado. A dependência de Lula e Bolsonaro como protagonistas, ainda que em posições antagônicas, ofusca a renovação política e impede que novos líderes – de diferentes origens e propostas – surjam para apresentar caminhos alternativos.
A Falta de Alternativas
Mais do que um embate entre esquerda e direita, o Brasil vive uma estagnação política. Sem líderes jovens ou figuras tradicionais dispostas a assumir o protagonismo, o futuro da democracia brasileira corre o risco de se tornar um ciclo vicioso de polarização sem renovação.
A Necessidade de Acreditar na
Juventude e nos Políticos Tradicionais
Ao mesmo tempo, não se pode ignorar a importância de políticos experientes e tradicionais, que possuem o conhecimento institucional necessário para enfrentar os desafios complexos do país. A solução para a crise de lideranças no Brasil pode estar na combinação do vigor e criatividade da juventude com a sabedoria e pragmatismo de lideranças experientes.
O Brasil precisa de um novo pacto político, baseado na diversidade de ideias e na superação da polarização personalista. Apenas assim será possível construir um futuro com mais opções e menos dependência de figuras que representam o passado. É hora de a sociedade buscar alternativas que transcendam os polos e devolver à política seu papel essencial: representar a pluralidade e encontrar soluções para todos.
Por Dr. Rogério Alves














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