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Diário do Mearim Cidadania

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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

ESQUIZOFRÊNICO REGISTRA LIVRO SOBRE A EXPERIÊNCIA DE ENLOUQUECER

Ex-aluno de física e de filosofia da USP, Jorge Cândido de Assis carrega no corpo das marcas da esquizofrenia. Aos 21, durante uma crise, ele se jogou contra um trem do metrô e perdeu uma perna.
Hoje, aos 49 anos, cinco crises psicóticas, ele dá aulas sobre estigma em um curso de psiquiatria e acaba de lançar um livro no qual descreve a experiência de enlouquecer."Entre a Razão e a Ilusão" (Artmed Editora) foi escrito em parceria com o psiquiatra Rodrigo Bressan e com a terapeuta Cecilia Cruz Villares, da Unifesp.
Leia o depoimento dele.

*
"Tive uma infância tranquila, jogando bola na rua. Aos 14 anos, entrei na escola técnica e já sabia trabalhar com eletricidade. Adorava física.

Em 1982, prestei vestibular para física na USP e não passei. Em 1983, fiz cursinho, prestei de novo e não passei.

Consegui uma bolsa no cursinho, passei perto e não entrei de novo. Foi um ano depressivo para mim. Eram os primeiros sinais da esquizofrenia, mas eu não sabia.

Eu me isolei, tinha delírios. O desfecho foi trágico. Numa manhã de domingo, entrei na estação do metrô Liberdade. Escutei uma voz: "Por que você não se mata?". Me joguei na frente do trem.

Acordei três dias depois no hospital sem a minha perna direita. Tinha 21 anos.

Foi bem sofrido, mas coloquei toda minha energia e determinação na reabilitação. Quatro meses depois, já estava com a prótese.

Sozinho, voltei a estudar para o vestibular e passei em física e fisioterapia na Universidade Federal de São Carlos. Meu sonho era desenvolver uma prótese melhor e mais barata do que as versões que existiam naquela época.

Um dia, em 1987, cheguei em casa e ela havia sido arrombada. Tive que ir até a delegacia dar queixa e reconhecer os objetos furtados.


Isso desencadeou a segunda crise psicótica. Tinha delírios de grandeza, alucinação, mania de perseguição.

Fui internado em Itapira durante um mês. Saí de lá com diagnóstico de esquizofrenia, medicado mas sem encaminhamento. Um dos remédios causava enrijecimento da musculatura e eu não conseguia escrever. Então parei de tomar a medicação e comecei a fazer tratamento em centro espírita.

Voltei a estudar em São Carlos. Depois da crise, perdi muitos amigos por puro estigma. Comecei a trabalhar, paralelamente aos estudos, mas ficou pesado demais. Preferi desistir do curso.

Em 1993, prestei vestibular na USP e passei. Foi mágico, a realização de um sonho. Continuei trabalhando, mas cheguei num ponto de saturação e desisti do curso.
Minha vida foi perdendo o sentido, vivia por viver. Me sentia vazio de emoções.

Nesse período, fazia parte de um grupo de pesquisa na USP. Mas, por uma série de divergências, o grupo se desfez. Ao mesmo tempo, meu namoro acabou. Esses dois fatores desencadearam minha terceira crise.

Foi uma crise também com delírios, alucinações, isolamento. Fiquei um mês internado. Foi aí que comecei a me tratar de esquizofrenia de fato. Além das medicações, fazia psicoterapia, terapia ocupacional e prestei vestibular para filosofia na USP. Passei. Sentia-me tão bem que disse: "Superei a esquizofrenia. Vou parar com os remédios".

Minha mãe morreu em 2002 e, em seguida, tive a minha quarta crise, que também foi controlada com remédios. É como começar do zero.

Entre 2003 e 2007, participei de um grupo de pacientes com esquizofrenia em que discutíamos a doença, as vivências, as formas de comunicação. Em 2005, o [psiquiatra] Rodrigo Bressan me convidou para participar das aulas dele contando a minha experiência pessoal, sobre o estigma. Em 2007, surgiu o projeto do livro sobre direitos de pacientes com esquizofrenia.

Foi um processo de criação intenso durante 18 meses. Em 2008, o Rodrigo me convidou para deixar de ser paciente e entrar para a equipe dele. Foi uma grande oportunidade.
No início do ano passado, fui palestrar em Londres sobre o nosso trabalho. Quando estava voltando, fizemos uma escala em Madri.

Sentia muita dor na perna e pedi uma cadeira de rodas. Esperei e nada.

Tirei a perna mecânica, coloquei na bolsa e fui pulando até a sala de embarque. Todo esse estresse me levou à quinta crise. Ela foi rapidamente controlada, mas é um processo difícil retomar a rotina anterior, ressignificar as coisas para que a vida faça sentido.

Depois das crises, tenho que renascer das cinzas. Muitas pessoas desistem. Precisa de uma grande dose de esforço para reconstruir a vida.

A medicação ajuda, mas não é garantia. Consigo lidar com as demandas da vida, mas nunca sei se o que sinto é ou não da doença.

Não ouço mais vozes, mas tenho autorreferência. Penso que tudo ao meu redor tem a ver comigo. Se ouço um barulhinho lá fora, acho que pode ter câmera escondida.

Se as pessoas estão conversando no corredor, acho que estão falando sobre mim.

O delírio é inquestionável, você acredita nele. Mas tenho clareza do que é autorreferência, deixo para lá.

Tenho que saber os meus limites. O referencial para a gente é o mundo exterior, a relação das pessoas.

Muitas vezes, o início das crises não é percebido. Por isso é importante dividir com o médico, com a família.

O estigma também é muito prejudicial. Ser apontado como o louco ou ser desacreditado só piora. A esquizofrenia é uma doença crônica, que afeta as emoções, os relacionamentos, as vontades.

Tenho sorte de ter uma família unida, que me apoia. Isso dá sentido à minha vida.

Olho para trás e confesso que me sinto frustrado por ter começado duas vezes física, em duas das melhores universidades, e não ter concluído.

Mas fico feliz com o trabalho de poder ajudar outras pessoas com a minha história. As pessoas sofrem no Brasil pela falta de locais para a troca de informações.

Minha meta agora é construir uma rede de associações de apoio a pacientes com esquizofrenia.

Eu não sou só a doença, e a doença não me define.

Tenho que lidar com a esquizofrenia, mas ela não é a parte mais fundamental da minha vida."

domingo, 10 de agosto de 2014

20 MANEIRAS DE DETECTAR UM PSICOPATA



Há uma frase que diz: “Não são todos os que estão, nem estão todos os que são”. Quer dizer que, nem todos os que estão em um hospital psiquiátrico são loucos e nem todos os loucos estão em um hospital psiquiátrico. Há psicopatas em todas as partes: dirigindo um transporte público, administrando uma empresa ou governando um país. Onde menos se espera pode haver alguém com uma psicopatia: um transtorno de personalidade antissocial . Claro que isso não significa necessariamente que essas pessoas sejam más, apenas não sentem empatia pelos outros nem remorso pelos seus atos. Eles vivem pelas suas próprias regras e só sentem culpa quando rompem com o seu código de conduta.

Para os psicopatas as pessoas são coisas, objetos que servem para satisfazer seus interesses. Se na sua programação não estiver machucar o outro, não o farão. E poderão viver em comunidade porque entendem os códigos sociais. Eles se adaptam. O terrível acontece quando eles não conseguem evitar de fazer o mal. Mas a maioria não comete crimes, ainda que não tenham vergonha de mentir, manipular ou machucar para conseguir o que têm em mente.
Quando cometem crimes, de um ponto de vista penal, como estão conscientes dos seus atos, são responsáveis. Mas, ao contrário de um réu normal, não existe a possibilidade de correção de sua conduta, assim a reabilitação é baseada em uma forma de vida que possa lhes trazer benefícios e evitar outros danos.

20 MANEIRAS DE DETECTAR UM PSICOPATA
Faceta interpessoal:
1. Eles têm uma boa oratória e charme. São simpáticos e conquistadores num primeiro momento.
2. Têm uma autoestima exagerada. Se acham melhores que os outros.
3. São mentirosos patológicos. Mentem principalmente para conseguir benefícios ou justificar suas condutas.
4. Têm comportamento manipulador. E, se forem inteligentes o bastante, os outros não perceberão esse comportamento psicopata.
Faceta afetiva:
5. Não sentem remorso ou culpa. Nunca ficam em dúvida.
6. Quanto à afetividade, são frios e calculistas. Não aceitam as emoções, mas conseguem simular sentimentos se for necessário.
7. Não sentem empatia. São indiferentes. E até podem manifestar crueldade.
8. Têm uma incapacidade patológica para assumir responsabilidade pelos seus atos. Não aceitam os seus erros. Eles raramente procuram ajuda psicológica, porque acham que o problema é sempre dos outros.
Faceta estilo de vida:
9. Necessitam de estímulo constante. Ficam aborrecidos facilmente.
10. Gostam de um estilo de vida parasitário.
11. Agem descontroladamente.
12. Não têm metas a longo prazo. Vivem como nômades, sem direção.
13. Eles se comportam impulsivamente. Com ações recorrentes que não são premeditadas. Junto com a falta de compreensão das consequências de suas ações.
14. São irresponsáveis.
Faceta antissocial:
15. Tendem a ser deliquentes na juventude.
16. Demonstram problemas de conduta desde a infância.
17. Tiveram a revogação de sua liberdade condicional.
18. Eles têm versatilidade para a ação criminal. Eles preferem golpes e delitos que requerem a manipulação de outros.
Outros não incluídos em nenhuma das facetas:
19. Têm tendência a uma vida sexual promíscua, com vários relacionamentos breves e ao mesmo tempo. Gostam de falar sobre suas conquistas e proezas sexuais.
20. Acumulam muitos casamentos de curta duração. Não se comprometem por muito tempo por ter que manter um vínculo.

Estes items formam o método popular chamado de PCL (Psychopathy Checklist) desenvolvido por Robert Hare, PhD em Psicologia e professor da Universidade de British Columbia no Canadá. Cada atributo recebe uma pontuação de zero a dois, e para o diagnóstico correto se adiciona uma entrevista semiestruturada e a análise do histórico do paciente. Segundo Hare, um por cento da população é psicopata.

Pode acontecer mesmo em uma idade precoce. Segundo o psiquiatra forense John MacDonald há uma tríade que poderia indicar uma futura personalidade psicopática: crueldade com animais, piromania e a incontinência urinária persistente depois dos quatro ou cinco anos de idade.

Na sociedade já ficou instituído, graças a Hollywood, a ideia de que todos os psicopatas são como Hannibal Lecter ou Dexter, encantadores, com certeza. Mas é claro que não é preciso esquartejar alguém para ser louco. Assim, é melhor estar ciente das pessoas ao seu redor. Que não esteja sendo vítima de uma manipulação enlouquecida e ainda não ter se dado conta.
FONTE: Por Pablo Huerta

sábado, 9 de agosto de 2014

PESQUISA REVELA: BIPOLARES MORREM UMA DÉCADA MAIS CEDO QUE OUTROS


Mulheres com transtorno bipolar morrem, em média, nove anos mais cedo do que a população em geral, e os homens uma média de oito anos e meio mais cedo, de acordo com pesquisadores da Universidade de Stanford.


“Identificamos várias causas, incluindo o aumento da mortalidade por doenças cardiovasculares, diabetes, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), gripe ou pneumonia, lesões não intencionais, e suicídio entre mulheres e homens com transtorno bipolar e câncer entre mulheres com transtorno bipolar”, escreveram os pesquisadores no JAMA Psychiatry.

O estudo envolveu dados de 6,5 milhões de adultos na Suécia, dos quais 6.618 tinham transtorno bipolar.

Os resultados revelaram que o risco de morrer por qualquer causa foi duas vezes maior para mulheres com transtorno bipolar. O risco de suicídio foi significativamente alto para aqueles com transtorno bipolar, também. As mulheres tinham uma chance maior de suicídio em 10 vezes, enquanto para os homens foi 8 vezes maior, em comparação com a população em geral.

No entanto, os pacientes bipolares também estavam em maior risco de morrer de doença cardíaca, diabetes, doença pulmonar obstrutiva crônica, gripe e pneumonia, em comparação com a população em geral.

E as taxas de morte por qualquer causa – cerca de 14 mortes em cada 1.000 pessoas na população em geral a cada ano – foram o dobro entre as pessoas bipolares.

“O que quer que estejamos fazendo, essas pessoas não estão morrendo (apenas) por causa de suicídio. Essa não é a razão para o aumento da mortalidade. Isso é uma coisa difícil de se afirmar.”, disse o Dr. David Kupfer, professor de Psiquiatria na Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh, que não esteve envolvido no estudo.

Os pacientes bipolares que estavam cientes de que eles tinham essas doenças físicas, entretanto, tiveram taxas de mortalidade semelhantes às pessoas que não eram bipolar, de acordo com os pesquisadores, o que sugeriu “que o diagnóstico e tratamento médico podem efetivamente reduzir a mortalidade entre pacientes com transtorno bipolar para aproximar-se ao da população em geral.”

Quanto ao porquê de as pessoas com transtorno bipolar serem mais propensas a morrer durante um certo período de tempo do que os outros, a pesquisa sugere algumas possíveis causas, incluindo que elas podem ser menos propensas a procurar assistência médica e que a doença pode afetar o próprio corpo.

Além disso, alguns medicamentos usados ​​para tratar o transtorno bipolar têm sido associados à síndrome metabólica, um conjunto de fatores de risco que aumentam o risco de doença cardíaca.

No estudo, os pesquisadores descobriram que alguns medicamentos bipolares estavam ligados a um aumento do risco de morte, mas aqueles que não tomassem medicamentos para tratar a sua doença tinham um risco mais elevado de morte.

Kupfer observou que os resultados do estudo sugerem que os pacientes bipolares devem se submeter à investigação médica para encontrar outras condições, e ter essas condições geridas pelos médicos.



Texto de TRACI PEDERSEN, Editora Associada de Notícias
Revisado por John M. Grohol, Psy.D. em 20 de julho de 2013

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Ex-prefeito de Bacabal, Raimundo Lisboa tem candidatura a deputado federal indeferida. Confira lista.


Após realizar sessões jurisdicionais nos dias 17, 22, 24, 29 e 31 de julho e 4 de agosto, nesta terça (5), o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão concluiu o julgamento dos pedidos de registros de candidaturas protocolados até o dia 5 de julho, obedecendo ao que prevê o artigo 54 da Resolução 23.405 do Tribunal Superior Eleitoral, que estabelece esta data como limite para inclusive publicar as respectivas decisões, também acerca dos impugnados.
Ex-prefeito de Bacabal, Raimundo Lisboa
Ex-prefeito de Bacabal, Raimundo Lisboa
Segundo dados da Secretaria Judiciária, dos 860 processos do tipo em tramitação, 710 foram analisados pela Corte, sendo 120 indeferidos. Das decisões cabem recursos ao próprio TRE e ao TSE.
Os 150 processos restantes são os protocolados depois do dia 5, que tratam de pedidos individuais, renúncia, substituição de candidato, entre outros casos, que começarão a ser julgados na sessão do dia 12, marcada para começar às 9h.
Abaixo a lista de candidatos a deputado federal que tiveram candidatura indeferida pelo TRE.
JOSÉ BELOUS   -  PCB   -  Cancelado
ALCIONE CRISTINA LEAL VIANA  –  PDT -  Indeferido
ALEXANDRE MAGNO DE AGUIAR BARROSO- PT do B – Indeferido
AMANDHA THALITA LOPES GUERRA – PTC – Indeferido
ANA DELCITA SANTOS JACINTO TAVARES  -PT-  Indeferido
ANTONIO MARTINS –PT – Indeferido
CACILDA CASTRO LOPES –PT – Indeferido
CARLENE COSTA OLIVEIRA –PT – Indeferido
CLAUDONETE PEREIRA LIMA –PT – Indeferido
EDILEIDE SANTOS LIMA – PMN – Indeferido
ELIZIENE BARBOSA COSTA – PEN – Indeferido
EVANDRO NONATO DE SOUSA FILHO – PT – Indeferido
EVILANNE KARLA BEZERRA DE SOUSA – PSL – Indeferido
FRANCISCO RODRIGUES DA CRUZ FILHO – PDT – Indeferido
ILDON MARQUES DE SOUZA – PMN – Indeferido
IRANILDE TAVARES MOTA – PSC – Indeferido
JEOVA ALVES DE SOUSA – PSL – Indeferido
JONATAS LOPES FREITAS – PT do B – Indeferido
JOSADAIQUE SANTIAGO SOUSA – PT do B – Indeferido
LEONETE GARCIA ROCHA SERRA – PDT – Indeferido
LIANA MARA FURTADO GOMES – PT – Indeferido
LUZIMAR LOPES CORREA – PDT – Indeferido
MANOEL PEREIRA MACHADO NETO – PRP -Indeferido
MANUELE CANTANHEDE DA SILVA E SILVA – PT do B – Indeferido
MARCIA BRANDAO CANTANHEDE COSTA – PT do B – Indeferido
MARIA APARECIDA DE JESUS MEDEIROS – PDT – Indeferido
MARIA BARBARA PEREIRA FRAZÃO – PT – Indeferido
MARIA DE FÁTIMA TEIXEIRA DE SOUSA – PSD – Indeferido
MIRELE CANTANHEDE DA SILVA – PT do B – Indeferido
NELINE SOARES SIVA COSTA – PTC – Indeferido
NEUZA SOUZA FREIRE – PDT – Indeferido
PAULO ALFREDO DONJIE DE OLIVEIRA – PEN – Indeferido
RAIMUNDO FRANCISCO ARAÚJO BEZERRA – PEN – Indeferido
RAIMUNDO NONATO LISBOA – PRTB – Indeferido
REGINALDO PEREIRA SANTOS – PPL – Indeferido
RENATTA DELMONDES SILVA – PHS – Indeferido
ROSA AMELIA SILVA COSTA – PSB – Indeferido
SIDNEY FERREIRA GALVÃO – PSC – Indeferido
SIRLEI PESTANA SALES – PTC – Indeferido
ANTONIO NONATO SANTOS VIANA – PSTU – Indeferido com recurso
CARLOS AUGUSTO PINTO DINIZ – PSB – Indeferido com recurso
JADSON WELDER DA SILVA MELO – PROS – Indeferido com recurso
LOURDIMAR DOS SANTOS E SILVA – PSTU – Indeferido com recurso
AUXILIADORA RODRIGUES – PRP – Não conhecimento do pedido
FONTE: Blog  do Minard

domingo, 3 de agosto de 2014

Bacabal Realiza Encontro de Trabalhadores Espíritas


O Centro Espírita Júlio Luz de Carvalho em parceria com a FEMAR - Federação Espírita do Maranhão, realizou no auditório do SEBRAE de Bacabal, no período de  01 a 03 de agosto, o ENCONTRO DE TRABALHADORES ESPÍRITAS DE BACABAL com vasta programação que visava capacitar a comunidade espírita bacabalense para os novos desafios e tarefas para transformar para melhor o município de Bacabal e toda região.
O foco do evento investir na atuação dos trabalhadores espíritas para melhoria de suas atividades, a palestra de abertura teve como tema "O Evangelho e a Mediunidade" com o expositor José Carlos Adler de  São Luis. No sábado a partir das 8h30min estudou-se sobre os Departamentos de atendimento espiritual, a palestra teve como tema "O Atendimento na Casa Espírita - como fazer" que teve como facilitadora Maria Cecília Paiva.
O evento continuou com estudo sobre "O Passe na Casa Espírita", na tarde de sábado ocorreu um Seminário  sobre mediunidade que teve como facilitadora Aldilamar Adler que ministrou palestra sobre"A Educação Espírita e a Mediunidade" e "Organização e Funcionamento de Reunião Mediúnica", um dos pontos alto do evento foi a participação do orador espírita Fábio Carvalho que entre outros assuntos  realizou palestras sobre "Fenômeno anímico,mediúnico e mistificação na prática mediúnica" e "Espaço de Convivência e os quatros pilares da Educação".
Mesmo sem cumprir toda programação planejada o encontro cumpriu suas metas de capacitar trabalhadores espíritas abrangendo participantes de Bacabal, Santa Inês, Imperatriz e São Luis.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Governo e parceiros apresentam diagnóstico do Plano Diretor de Drenagem da Bacia do Mearim

Foi apresentado, nesta quarta-feira, 30, no auditório da Secretaria de Estado de Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid), em São Luís, o diagnóstico referente à primeira etapa do projeto de elaboração do Plano Diretor de Drenagem da Bacia do Mearim.

O secretário de Estado de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Fredson Fróz, informou que a elaboração do plano é resultado de parceria do Governo do Estado e do Ministério de Integração Nacional. “É fruto de uma gestão participativa que integra o poder público, sociedade civil organizada, usuários das águas, conselhos, comitês e comunidade dos 83 municípios que compõem a Bacia do Mearim”.

Fróz explicou que o projeto é um instrumento de planejamento que tem o objetivo de propor ações integradas. “Visa a prevenção contra os efeitos das ocorrências naturais como enchentes, inundações e estiagens”. Ele destacou que a participação dos órgãos estaduais, de gestores municipais e da sociedade civil fortalece o trabalho.

Segundo o superintendente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), João Martins, é importante o Governo o Maranhão captar recursos para solucionar questões que envolvem a qualidade de vida de milhares de pessoas.

De acordo com o representante do Comitê da Bacia do Rio Mearim, José Raimundo Filho, o papel do comitê é fazer a gestão dos recursos hídricos, avaliar a situação atual, fazer com que a água seja melhor utilizada e que rio continue produzindo riquezas. Falou ainda que o Governo do Estado execute políticas previstas na Agenda 21 para combater e evitar os prejuízos constantes durante o período de chuvas no Rio Mearim.

Para a superintendente de Recursos Hídricos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Laís Rego Silva, o envolvimento da Secid na elaboração do Plano fortalece o compromisso do Governo do Estado em resolver a questão das enchentes. “Parabenizo o secretário Fredson Fróz e a todos os gestores que estão envolvidos nesse processo”, declarou. A próxima etapa do projeto será as audiências públicas.

Presentes, também, na reunião, os secretários adjuntos da Secid, Silvano Neto (Desenvolvimento Urbano), e Frederico Burnett (Projetos Especiais); membro do Comitê da Bacia do Mearim, José Raimundo Filho; além de representantes das Secretarias de Estado de Infraestrutura (Sinfra) e de Desenvolvimento Social (Sedes), entre
outros técnicos e gestores. 
FONTE:  O Imparcial