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Mostrando postagens de outubro, 2021

O QUE FALTOU A FOLHA DE S. PAULO DIZER (OU: POR QUE UMA NOVA UNIVERSIDADE FEDERAL PARA O MARANHÃO)

Por Marcos Fábio Belo Matos – jornalista e professor dos Cursos de Jornalismo e Pedagogia do CCSST (Ufma Imperatriz) e Vice-Reitor da Ufma Em tempos de extrema polarização social, como o que estamos vivendo hoje, há, em geral, o sacrifício de muitos aspectos saudáveis da vida – e um deles, talvez o mais importante para o estabelecimento de uma mínima razoabilidade nas relações, é a verdade. Na sanha por “sequestrar” a verdade, fragiliza-se a verdade – à direita, à esquerda e ao centro. E, com isso, claro, todos perdem – todos perdemos! A matéria do site da Folha de S. Paulo da noite do domingo passado é uma boa prova disso. Sob o título “MEC prepara projeto para criar cinco universidades em redutos do centrão” ( leia aqui: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2021/10/mec-prepara-projeto-para-criar-cinco-universidades-em-redutos-do-centrao.shtml ), a reportagem traz dados, estatísticas, extratos de vozes que, ao fim e ao cabo, deixam claro que todos os projetos de criação de novas un

Juros aumentam no Brasil

  A inflação recorde de setembro já tinha sido uma má notícia para quem achava que o Banco Central (BC) não precisaria subir mais os juros do que o que já estava sendo esperado. Foram os desdobramentos da última semana, porém, que precipitaram uma nova onda de fortes revisões para cima .  Eles incluíram um aumento de última hora no Auxílio Brasil, uma possível expansão do teto de gastos, uma debandada de secretários do Ministério da Economia e o dólar voltando para mais de R$ 5,60.  Desde então, diversos bancos, corretoras e casas de análises divulgaram novas projeções para a Selic, a taxa básica de juros do país.   Elas indicam não só que a Selic deverá ficar mais alta, como deverá também subir mais rápido.  Por trás da nova visão está o aumento do risco às contas públicas que afrouxar o teto de gastos traz, na visão dos investidores, e, principalmente, o dólar mais alto que esse receio causa, o que tem impacto direto na inflação.

Estados sem mortes por Covid-19

O Brasil registrou 187 mortes por Covid-19 durante a notificação do domingo, de acordo com o Ministério da Saúde. Neste período, cinco estados não reportaram óbitos pela doença causada pelo novo coronavírus: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso e Rondônia. O levantamento realizado pela Agência CNN mostrou ainda que o estado do Mato Grosso também não registrou casos no período. Outros quatro estados contabilizaram apenas uma morte cada no período: Espírito Santo, Maranhão, Pará e Sergipe. O monitoramento da pandemia no país revelou que seis estados tiveram duas mortes cada nas últimas 24 horas: Alagoas, Bahia, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Bolsonaro indica novo aumento de combustíveis

  O presidente Jair Bolsonaro sinalizou ontem um novo reajuste no preço dos combustíveis na próxima semana. Ao comentar sobre a situação do aumento do combustível e sobre a Petrobras, Bolsonaro afirmou que "não vai interferir no preço de nada" e que há conversas sobre "o que fazer com ela (Petrobras) no futuro", citando o monopólio da exploração do petróleo por parte da empresa.  Ao lado de Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a reforma administrativa poderia compensar parte da conta de R$ 30 bilhões que o governo precisou articular para acomodar o Auxílio Brasil no valor de R$ 400 até o fim de 2022.  Segundo Guedes , com uma economia de R$ 300 bilhões prevista no acumulado da próxima década a partir da aprovação da reforma, "não teria problema" em conceder o auxílio para os vulneráveis neste momento.

Brasil registra menor número de mortes pela Covid-19

O Brasil registrou ontem o menor número diário de mortes por Covid-19 em 2021. Em comparação ao domingo anterior, são 43 mortes a menos no período de 24 horas e 365 casos a menos da doença. Ao todo, o território brasileiro acumula 601.011 mortes e 21.575.820 infectados.  Segundo levantamento da Agência CNN junto aos dados do Ministério da Saúde, os estados do Acre, Amapá, Roraima, Rio Grande do Norte e Rondônia não registraram nenhuma morte por Covid-19 em 24 horas.  Nesta semana, o Brasil atingiu a marca de 250 milhões de doses de vacina aplicadas em toda a população, quarto país no mundo em número absoluto de aplicações. Apesar disso, o Brasil ainda é o segundo país com mais vítimas da Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos.

WhatsApp, Facebook e Instagram ficam fora do ar por mais de 6 horas

O aplicativo de mensagens WhatsApp voltou a funcionar na noite de ontem após quase sete horas fora do ar. Foi a última das redes sociais a ter a função normalizada após uma interrupção dos serviços do Facebook ao longo de toda a tarde até o começo da noite. Facebook e Instagram retornaram suas operações por volta das 18h30, assim como o Messenger, também de troca de mensagens. Os primeiros relatos de que havia algo errado com Facebook , Instagram e WhatsApp — todos aplicativos da empresa Facebook — começaram a aparecer pouco antes das 13h (horário de Brasília) da segunda-feira (4). Falhas de acesso pontuais nos serviços de grandes empresas de tecnologia não são raras, embora tampouco sejam frequentes. Desta vez, porém, foi atípica: ela varreu o Facebook da internet e durou sete horas. Em uma postagem no blog oficial da rede , o Facebook atribuiu a falha a uma "mudança de configuração defeituosa". Mark Zuckerberg, o CEO do Facebook e sexto homem mais rico do mundo, perdeu

Cai número de mamografias realizadas por mulheres maiores de 50 anos

  O número de mamografias realizadas por mulheres entre 50 e 69 anos pelo SUS sofreu uma redução de 42%. De acordo com a coordenadora do estudo sobre a queda do número de exames, Jordana Bessa, a análise também identificou um aumento na proporção de mulheres submetidas à mamografia que já apresentavam nódulos palpáveis .  Pesquisadores brasileiros e canadenses realizaram um estudo para identificar os motivos para a baixa adesão à mamografia no país.  A pesquisa faz uma análise de 22 artigos sobre o tema, publicados entre 2006 e janeiro de 2020.  Os especialistas identificaram 41 fatores que podem influenciar na adesão ao exame.  Entre todos os aspectos considerados, o levantamento indica que ter idade elevada, estar em um relacionamento, ter ensino superior, maior renda, residência urbana e morar na região Sudeste do Brasil são aspectos mais comumente relacionados à realização da mamografia e consequente tratamento precoce do câncer.