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Diário do Mearim Cidadania

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Mais uma criança morre com suspeitas de envenenamento em Barra do Corda após ingestão de bombom

Mais uma criança morreu na noite deste domingo (03) no município de Barra do Corda, com suspeitas de envenenamento, após a ingestão de um bombom. Este é o terceiro caso registrado na cidade com aspectos semelhantes.
No início de abril este ano, duas crianças uma de sete e outra de cinco morreram com suspeitas de envenenamento após a ingestão de um pirulito comprado em um bar próximo a casa das vítimas.
Neste domingo, o menino de seis anos teria recebido um bombom de chocolate de um homem e passou mal. Ele chegou a ser levado para o hospital mas não resistiu.
Policiais civis e militares foram ao hospital e casa da vítima para dar início as investigações. O homem que teria dado o bombom a criança foi preso na manhã desta segunda-feira (04) onde presta depoimento.
FONTE: CENTRAL DE NOTICIAS

Abertura do I Encontro de Rádios Comunitárias para Divulgação Científica e Direitos Humanos

Ocorreu na tarde desta quinta-feira (31), a abertura do I Encontro de Rádios Comunitárias para a Divulgação Científica e Direitos Humanos. O evento, que acontece até sexta-feira (1), no Centro de Ciências Sociais (CCSo) da Universidade Federal do Maranhão, é uma prévia da 64ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que este ano será realizada com o tema Ciência, cultura e saberes tradicionais para enfrentar a pobreza, no período de 22 a 27 de julho, na Cidade Universitária. O projeto tem a parceria da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania (Sedihc); da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias no Maranhão (Abraço-MA); da UFMA; do SESC e do Sindicato dos Servidores Públicos Federais (Sindsep).
O professor do Departamento de Comunicação da UFMA e diretor de formação da Abraço – MA, Ed Wilson, frisou a relação do evento com a 64ª SBPC: “O objetivo deste encontro, entre outros, é levar a SBPC às rádios comunitárias, para que as pessoas tenham conhecimento e acesso às informações do evento”, destacou. O professor aproveitou o encontro para lançar o livro Rádios comunitárias no Maranhão: história, avanços e contradições na luta pela democratização da Comunicação.
Além do lançamento da obra, a programação contou hoje com as Palestras da Secretária de Estado dos Direitos Humanos, Luiza Oliveira; da Secretária Executiva Local da SBPC, Margarete Cutrim; do Pró-Reitor de Extensão, Antonio Luiz Amaral e da Professora do Curso de Comunicação Zefinha Bentivi, que representava a Assessoria de Comunicação da UFMA. Amanhã, o evento terá Orientações sobre a renovação das outorgas para rádios comunitárias; oficina de radiojornalismo, com a professora do Departamento de Comunicação Social da UFMA, Letícia Cardoso; palestra sobre as rádios comunitárias e o direito à comunicação, com o advogado Rodrigo Pires Ferreira Lago da OAB-MA e a mesa-redonda As rádios comunitárias e o Curso de Comunicação Social da UFMA – uma parceria possível, com os professores Chico Gonçalves, Ed Wilson e Rose Ferreira.
O coordenador da Abraço – MA, Luis Augusto Nascimento, explicou a importância das rádios comunitárias na democratização da mídia atualmente: “As rádios comunitárias têm participação intensa da população. Cada cidade tem duas ou três rádios e isso é essencial para a propagação de assuntos. Democratizar a informação é sempre o papel desse veículo e é isso que a Abraço – MA faz questão de destacar”, afirmou Luis Augusto.
O estudante de Rádio e TV da UFMA, Rodrigo Anchieta, esteve presente na abertura. Ele sempre se interessou por essa ferramenta e pretende desenvolver trabalhos na área. “Sempre tive interesse em pesquisar sobre esse assunto, entender a linguagem utilizada e quem faz parte, até porque pretendo trabalhar com isso. O fato de esse evento estar acontecendo na UFMA é muito importante, pois traz essas discussões pra dentro da universidade. Dessa forma, o aluno se sente mais próximo, conhece os atores sociais que atuam nas rádios e o que eles pensam sobre eles mesmos”, afirmou o jovem.
O I Encontro de Rádios Comunitárias para Divulgação Científica e Direitos Humanos é gratuito e aberto para todos. Para mais informações, acesse: www.abracoma.blogspot.com.

UFMA e Abraço firmam parceria pela democratização do conhecimento

http://www.abraconacional.org/wp-content/uploads/2012/06/ufma1.jpeg?cda6c1
 No último dia do Encontro de Rádios Comunitárias, UFMA, líderes comunitários e representantes da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária do Maranhão, Abraço, discutiram propostas de melhorias das rádios para difundir informação com qualidade. As propostas foram entregues ao reitor em forma de uma Carta de Intenções.
Temas como o Direito à informação e Parcerias entre rádios comunitárias e UFMA foram debatidos pelo advogado da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão, Rodrigo Pires Ferreira Lago; pelo tesoureiro da Abraço, Raimundo Pereira e pelos professores da Universidade, Francisco Gonçalves, Rose Ferreira e Ed Wilson Araújo.
Durante as palestras, o ponto crucial e inovador debatido foi a proposta de criação de fundo de recursos para que as rádios e a Abraço mantenham sua estrutura e continuem a funcionar. A ideia, segundo o tesoureiro da Abraço, Raimundo Pereira, é ter a colaboração financeira de cada rádio comunitária para esta questão financeira. “Já é o segundo dia de debates sobre esse assunto”, disse.
“A proposta foi considerada muito boa pelos participantes, porém, há um entrave que envolve a lei, que não permite o apoio financeiro às rádios comunitárias. Contudo, estamos tentando resolver este problema por meio de um projeto que já está tramitando no Congresso Nacional, para algumas modificações nessa mesma lei”, afirma Raimundo Pereira.
Democratizar a informação – Além da questão financeira, a parceria entre o Departamento de Comunicação Social e rádios comunitárias também foi discutida. Estas, por sua vez, irão divulgar o conhecimento científico encontrado na universidade, de forma a democratizá-lo e traduzi-lo, envolvendo o saber popular encontrado nos povoados maranhenses, público alvo das rádios comunitárias. “Democratizar significa mais do que simplesmente transmitir a informação, mas sim deve haver um esforço colaborativo de tradução da linguagem acadêmica para a linguagem popular”, explica o professor Francisco Gonçalves.
Colaborando com a fala de Francisco Gonçalves, a professora Rose Ferreira afirma que essa articulação entre saber popular e produção científica se configura como uma relação de reconhecimento da união desses saberes.
Carta ao Reitor – Ao final dos debates e palestras, foi elaborada uma Carta de Intenções ao Reitor Natalino Salgado, com propostas para que a UFMA colabore com o trabalho das rádios comunitárias. Entre as sugestões expressas na carta, estão a criação de cursos de gestão e administração de rádios comunitárias, de locução e redação, e a elaboração de projetos para conseguir recursos, além da disponibilização de uma estrutura com internet por parte da UFMA.
Representando o reitor, a professora Ester Marques esteve presente para receber a carta e levar as propostas contidas no documento. Durante a sua fala, a professora reafirmou o compromisso de parceria da UFMA e do Departamento de Comunicação Social com as rádios comunitárias e a Abraço. “É importante que a discussão sobre a questão das rádios comunitárias avance”, afirma.
“A UFMA se propôs a receber e organizar o Encontro, pois a questão das rádios comunitárias ainda não é reconhecida pelo Estado. Assim, a UFMA apoia este evento porque as rádios têm um papel importantíssimo de informação, de socialização e de integração do conhecimento, proporcionando o desenvolvimento das comunidades locais”, explicou a professora.
SBPC – O encontro faz parte da programação da 64ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Progresso à Ciência, este ano sediada na UFMA entre os dias 22 e 27 de julho. Segundo Ester Marques, as rádios comunitárias têm um papel fundamental ao tema proposto pela 64ª Reunião: “Ciência, Cultura e Saberes Tradicionais para Enfrentar a Pobreza”. “As rádios comunitárias têm um papel fundamental na divulgação do conhecimento às comunidades tradicionais. É uma ferramenta de produção da cidadania, pois elas chegam a todos os lugares”, concluiu Ester Marques.
Informações: UFMA

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Divulgado retrato falado do assassino de Décio Sá

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), por meio da Polícia Civil do Maranhão, divulgou nesta quinta-feira (31), o retrato falado do suposto executor do jornalista e blogueiro Décio Sá. A principal prova do crime só foi divulgada após 38 dias do crime.

A SSP informa que o documento foi confeccionado pela Polícia Federal (PF) juntamente com os peritos do Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim). O retrato já foi encaminhado para todos os centros de inteligência das secretarias de Segurança e das polícias de todo o Brasil.

As investigações sobre o caso devem continuar em sigilo. A Comissão de Delegados já havia solicitado na semana passada a prorrogação do prazo para conclusão de inquérito por mais trinta dias.

Décio Sá foi morto com cinco tiros na noite do dia 23 de abril (segunda-feira), por volta das 23h, em um bar na Avenida Litorânea.

Recompensa
Informações que levem a prisão dos envolvidos na morte de Décio Sá podem ser repassadas para o Disque Denúncia pelos telefones 3223-5800 (São Luís) e 03003135800 (no interior), que está oferecendo a recompensa de R$ 100 mil pela denúncia que leve a elucidação do crime.


Confira:

MA é estado com mais conflitos no campo

POR JULLY CAMILO e OSWALDO VIVIANI

A 27° edição do relatório anual “Conflitos no Campo Brasil 2011”, divulgada na manhã de hoje (31), pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), registrou o Maranhão como líder do ranking de conflitos agrários no país, com 224 registros – aumento de 54 casos, em relação a 2010, quando foram constatados 170 conflitos. O Pará vem a seguir, com 125 ocorrências em 2011. Sete pessoas foram assassinadas no campo maranhense em 2011, segundo a CPT. Em 2010 houve quatro mortes. Em número de assassinatos no campo, o Maranhão só perdeu, no ano passado, para o Pará, que teve 12 homicídios.
Foto: G. Ferreira
Pastoral da Terra divulgou ontem relatório sobre conflitos no campo
O Maranhão também é “campeão nacional” de ameaçados de morte no campo, de acordo com o relatório da CPT – 116 pessoas estavam ameaçadas em 2011 no estado. No Pará, havia, no ano passado, 78 pessoas ameaçadas.
Segundo dados do relatório anual da CPT-MA, em 2011 foram mortos no Maranhão uma criança indígena awá-guajá e o índio Tazirã Ka’apor; os assentados Júlio Luna da Silva e João Conceição da Silva; as lideranças rurais Cícero Felipe da Silva e Valdenilson Borges, e o quilombola Delmir Silva.
O líder rural Valdenilson Borges foi assassinado em outubro de 2011
Em 2010, foram mortas três lideranças rurais (Raimundo Pereira da Silva, Francisco Ribeiro Viana e Elias Ximenes Ferreira) e o líder quilombola Flaviano Pinto Neto.
Os assassinatos de 2010 e 2011 ocorreram nos municípios de Arame (2), Santa Luzia do Tide (3), Serrano do Maranhão (2), Centro do Guilherme (1), Codó (1) São Mateus (1) e São Vicente Ferrer (1).
A CPT informou, ainda, que neste ano já foram registrados no Maranhão seis assassinatos em decorrência de conflitos no campo.
De acordo com o padre Inaldo Serejo, coordenador da CPT-MA, “os dados do Maranhão contidos no relatório são graves e indicam um clima de violência no estado”. Para Serejo, “há muita propaganda e desculpas mentirosas dos governos estadual e federal, que brincam com a vida das pessoas, afirmando que elas estão incluídas em uma lista de proteção que na prática não existe”.
No Brasil, segundo o relatório anual da CPT, ocorreram 1.363 conflitos no campo em 2011, contra 1.186 em 2010. Os assassinatos no campo, no país, sofreram uma queda – de 34 em 2010 para 29 no ano passado.
POR JULLY CAMILO e OSWALDO VIVIANI