Pesquisadores identificam problema que desencadeia câncer de pele agressivo

A descoberta pode ser usada para a criação de um teste que sirva de diagnóstico da doença, feito hoje por análise física

Senadores maranhenses são assediados por Lula para garantir votos

Ele tenta garantir o voto da bancada do Maranhão, que ainda não se decidiu.

Diário do Mearim Cidadania

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domingo, 25 de setembro de 2016

Bacabal realizará Ato de Resistência contra as reformas do Governo Temer


Será realizado em Bacabal m ato contra os ataques e reformas do Governo Temer à classe trabalhadora tais como a reforma do ensino médio, reforma da previdência, fim dos concursos públicos e contra o congelamento dos salários.O evento será realizado no dia 29 de setembro de 2016, quinta-feira, na Praça Silva Neto (Praça do Paraíba) com concentração às 8h30min da manhã.

O evento está sendo organizado por acadêmicos e professores do Campus de Bacabal da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Núcleo Regional de Bacabal do Sinproesemma (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Estado do Maranhão).

Segundo os organizadores do Ato as reformas propostas pelo GOVERNO TEMER são ataques aos direitos da classe trabalhadora conquistados com muita luta ao longo da história do Brasil.
A ideeia é urgentemente chamar atenção dos bacabalenses para lutarem contra os seguintes projetos de lei:

REFORMA DAS LEIS TRABALHISTAS: está em risco nosso direito às férias, com a ampliação das horas de trabalho (12 horas por dia), entre outros.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: a ideia é aumentar os anos de contribuição e a idade para se aposentar (75 Anos).

REFORMA DO ENSINO MÉDIO: querem retirar das escolas as disciplinas de história, geografia, sociologia e filosofia e com essa flexibilização curricular vão eliminar a formação critica de nossa juventude. Além disso, a reforma do ensino pretende dificultar o acesso dos filhos da classe trabalhadora ao ensino superior, para eles apenas a educação técnica e rápida e assim a escola vai apenas atender os interesses do Grande Capital, criar mão de obra barata.
Manifestações como estas estão seendo feitas por todos país, após lutarem pela retida de Dilma do poder, o povo paga um preço muito alto para Temer que aos poucos consolida-se como ante herói nacional. 
Adaptação do Convite para o evento publicado no site Castro Digital

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Trabalhadores fazem protestos contra propostas do governo


dia-nacional

Trabalhadores fazem protestos em diversas cidades do Brasil contra propostas do governo nesta quinta-feira, 22 de setembro. A FENAJ orientou os Sindicatos de Jornalistas a participarem dos protestos contra as medidas do governo Temer que retiram direitos dos trabalhadores. Em diversos estados haverá atividades organizadas pelas centrais sindicais – CUT, CTB, UGT, Força, NCST, CSP-Conlutas e Intersindical – e as entidades que integram as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. A agenda de mobilização inclui paralisações, atrasos na entrada aos locais de trabalho, assembleias nas portas das empresas, passeatas e manifestações que serão preparatórias para a construção de uma greve geral no país.

Para a Federação Nacional dos Jornalistas, a paralisação nacional convocada para esta quinta-feira representa um passo importante para a construção da GREVE GERAL no país, contra as reformas trabalhista e previdenciária do governo Michel Temer. “O Executivo já sinalizou disposição para acabar com direitos sagrados da classe trabalhadora, seguindo a agenda neoliberal dos financiadores do golpe”, diz o texto.

Entre as medidas nocivas aos trabalhadores, a FENAJ apontou projetos que já tramitam no Congresso Nacional propondo a retirada de direitos. Entre eles, o PLC 30, que autoriza a universalização dos contratos precários ao permitir a terceirização das atividades-fim; o PL 4193, que autoriza a prevalência do negociado sobre o legislado; e o PL 427, que institui a negociação individual entre empregado e empregador, fragilizando a negociação coletiva.

A pauta de mobilização proposta pelas centrais sindicais para o ” Dia Nacional de Paralisação Rumo à Greve Geral – Nenhum Direito a Menos” arrola questões como a defesa dos salários, direitos e empregos, combate à Reforma da Previdência Social, ao ajuste fiscal que consta na PEC 241 e no PLP 257, às privatizações e precarização das relações trabalhistas, à entrega do pré-sal e ao PLC 30, das terceirizações sem limite.

Na orientação aos Sindicatos de Jornalistas, a FENAJ resgatou que além da crescente perda de postos de trabalho da categoria, há dificuldades de negociação salarial em decorrência da estratégia nacional do patronato da mídia – capitaneado pela ANJ e Abert – para acabar com direitos conquista
dos em convenções e acordos coletivos. Em diversos Estados, as campanhas salariais não avançam por recusa das empresas em negociar ou por propostas de reajuste que vão de ZERO a, no máximo, metade da inflação (média de 5%). “Por tudo isso, a pauta dos jornalistas deve ser evidenciada no Dia Nacional de Paralisação, como uma forma de pressionar as empresas de comunicação, combatendo a tentativa de arrocho salarial e a retirada de direitos da categoria”, orienta a Federação.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Horário de verão tem início em 16 de outubro


Horário de verão 2016/2017 começa no dia 16 de outubro
À zero hora do dia 16 de outubro, terceiro domingo do mês, tem início o horário de verão 2016/2017 brasileiro. Os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas unidades federativas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo.

Adotado pelo país pela 41ª vez, o horário de verão se estenderá até o dia 19 de fevereiro de 2017, quando os relógios deverão voltar a ser ajustados em uma hora a menos.

Como durante o verão o uso de eletricidade para refrigeração, condicionamento de ar e ventilação aumenta, a estratégia é aproveitar a intensificação da luz natural ao longo do dia durante o verão para reduzir a demanda principalmente no período de pico, entre as 18h e as 21h, ou seja, quando mais pessoas, empresas e indústrias estão utilizando a energia elétrica. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), quando a demanda de energia elétrica diminui, as empresas que operam o sistema conseguem prestar um serviço melhor ao consumidor porque as linhas de transmissão ficam menos sobrecarregadas. Para as hidrelétricas, a água conservada nos reservatórios pode ser importante no caso de uma estiagem futura. Para os consumidores em geral, o combustível ou o carvão mineral que não precisou ser usado nas termelétricas evita ajustes tarifários.

No ano passado a economia gerada pelo adiantar dos ponteiros foi de R$ 162 milhões. Além disso, o ONS também afirmou em nota que, caso não houvesse horário de verão, R$7,7 bilhões teriam que ter sido investidos para suprir o atendimento da demanda elétrica no período. 



Como surgiu o horário de verão?

No Brasil, o primeiro horário de verão foi realizado entre 1931 e 1932, pelo presidente Getúlio Vargas, com duração de 5 meses. A prática vem sendo adotada sem interrupções desde 1985, com algumas diferenças nos estados que aderem à mudança, e também nos períodos de duração.

A única exceção para o decreto 6.558, de 2008, que define as regras do horário de verão atualmente, ocorre quando o terceiro domingo de fevereiro coincidir com o domingo de Carnaval. Nesse caso, o horário de verão termina no quarto domingo de fevereiro. A ideia de adiantar a hora oficial em períodos de verão foi lançada em 1784 por Benjamim Franklin, político e inventor americano. O primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha, em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, para economizar os gastos com carvão.

Crônica do dia:PARALÍMPIADA NA TERRA DA BACABA


Começou o maior jogo cívico da história moderna. Em disputa a vida de milhares de pessoas. Prêmio: Palácio das Bacabas.

Há muito distante das mãos do povo, o troféu desperta interesse de muitos pretendentes. O que seria um novo tempo para nossa pátria, mãe gentil de filhos adotados que aqui caem de paraquedas, deixa –se explorar feito uma prostituta luxo em fase pós balzaquiana. Os Amantes são muitos de todos os gêneros e opções, quase todos pervertidos pela ânsia de poder. Homens e mulheres de palavras fáceis, bonitas e sedutoras. Formulam discursos em desconexo coma própria personalidade. Juram que amam Bacabal, mas a deixam como os nervos à flor da pele parda e esquecida do mearim. Afirmam que tem de ser agora em desespero incontrolável, como se o futuro apagasse o caos do passado tão recente. Já não somos mais a princesa do Mearim, nossos rostos estão cheios de rugas, ruas esburacadas e mal cuidadas, que nem mesmo um operação plástica à moda “lava jato” resolveria nossa estética moral.

Batem no peito fragilizado pelo tempo e orgulhosos gritam que Bacabal merece respeito, enquanto no peito já flácidos pelas “mamadas hostis” betem corações dilacerados pela dor que há de vir. São atletas paraolímpicos morais a querer o Palácio das Bacabas para escreverem mais um capítulo de uma novela que todos sabem o final.

Gurus com a elegância de aves de rapina dão o charme da competição. A democracia em efervescência dá o tom marrom bombom de nossa mídia quase amadora a degustar as migalhas que caem da mesa farta do “Banquete de Signos” do Mearim, essa festa rica que não convidam o povo é a imagem acústica de uma terra portadora de deficiências múltiplas onde a justiça é cega, mas enxerga quando quer, onde a lei abre sempre uma brecha quando se procura com carinho.

Cegos... O povo tateia sem guia a procura de esperança e em seus Senadinhos e Congressinhos de mesa de botequim, são técnicos e guias dos oito atletas paraolímpicos morais que competem para subir a rampa do palácio das Bacabas.

É tempo de acessibilidade, é tempo de amar a cidade, e vermelhos, revolucionários, brancos, pardos, amarelos ou pretos, façamos a revolução no campo das ideias. Digitar é o verbo do momento, a urna a grande arma e o voto o participar. Em que atleta votar? Todos são atletas de autos e baixos rendimentos. Se eu votar em branco, estarei afirmando que qualquer um pode se apossar do palácio das Bacabas, se anular meu voto estarei me omitindo de participar do processo. Terei que digitar alguns números que podem representar o azar da minha sorte. Agora sim, lascou! Terei que tomar uma posição. Estou perdido num labirinto com oito saídas, mas a terra de bacaba desconfia do atleta que verá no pódio, oxalá que mereça a medalha da vida em que nada se compara com bronze, prata ou ouro pois está acima de nossa compreensão... Viva a vida na terra da bacaba...

Zezinho Casanova

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Crônicas do Dia - Não toquem em Machado de Assis


Resultado de imagem para Não toquem em Machado de Assis Chego tarde à discussão sobre a legitimidade de adaptações de obras literárias do passado para facilitar a leitura das novas gerações. Mas não tenho como desviar de um assunto que só se torna relevante porque o Brasil continua a ser o país dos vira-latas (ou do neo-viralatismo) , dos espertalhões e do triunfo da ignorância. As adaptações de livros clássicos não passam de uma camada do aterro sanitário que entulha a cultura do país desde que os portugueses rezaram aPrimeira Missa em Porto Seguro e constataram que a população local se mostrava dócil à evangelização. Dá asco pensar no tema, mas vou tapar o nariz e tentar manter a lucidez.
As políticas do livro e da educação nacionais são infames e parece que não irão melhorar nunca. Dessa forma, o futuro de nossa cultura já está traçado: caímos na tentação da visão antropológica que rebaixa o indivíduo a sua condição primitiva e não permite que ele saia do estágio folclórico e étnico a que está condenado desde o início dos tempos. Bons selvagens,os brasileiros são obrigado a celebrar as “manifestações culturais” mais primárias como se a população estivesse condenada sumariamente à fogueira de São João e ao trio elétrico.
Ora, esse ambiente sulfúrico torna coerente e até elogiável a facilitação da leitura - prefiro chamá-la de vulgarização. Afinal, para que submeter os jovens leitores ao sacrifício de ler Homero, Cervantes, Graciliano Ramos e Machado de Assis quando tudo pode ser resolvido numa narrativa direta e concisa no estilo? A vulgarização poupa trabalho do aluno e rende uma boa grana às editoras e aos autores das adaptações de obras de domínio público – que, do contrário, sairiam de graça para o leitor. A ideia de que rebaixar o ato de ler é um gesto culturalmente correto constitui um dos dois argumentos em confronto hoje na discussão das adaptações. O outro preconiza que os textos clássicos não podem ser alterados, pela própria sacralidade artística que eles contêm.


Obviamente, defendo o segundo argumento – embora não acredite na arte como religião. Se valer um testemunho, perdi muito tempo na minha infância e adolescência lendo Homero, Cervantes, Jack London e outros autores clássicos em adaptações de medalhões brasileiros como Clarice Lispector e Carlos Heitor Cony. Isso porque eu deveria ter lido os textos originais, ou pelo menos as traduções diretas. Acabei lendo bons textos de segunda mão de Cony e Clarice que não substituíram os originais. Antes, desviaram minha atenção.
É claro que não havia naquele tempo (como não há agora) edições didáticas desses textos. A produzir introduções, ensaios e notas sobre obras canônicas em edições críticas, as editoras brasileiras sempre preferiram a lei do menor esforço. Em vez de preparar e orientar o jovem leitor, as editoras lhe entregam edições embonecadas e facinhas. O resultado é o que vemos: cada vez mais jovens lendo baboseiras para jovens leitores – a chamada literatura para jovens adultos, uma literatura-salgadinho. O resultado é que os jovens adultos (e crianças) ignoram com crescente soberba os autores importantes. Afinal, para que enfrentar a dieta pesada de Guimarães Rosa se é possível devorá-lo em versão nacho com queijo?
Os jovens nutridos nessa formação rala e prejudicial ignoram também que ler é difícil. Trata-se de uma atividade que precisa ser elaborada ao longo dos anos. Envolve aprendizado, treinamento e, no caso do texto literário, vivência, intimidade com a natureza humana. Se a maior arte dos professores do ensino fundamental e médio do Brasil gostasse mesmo de ler, os estudantes entenderiam que o esforço vale a pena. Mais, que ler é mais compensador que jogar videogame ou assistir a uma série de televisão.
Tudo isso me faz pensar em postar as hashtags #NãoToqueemMachado, #NãoToqueemHomero e #NãotoqueemCervantes e assim por diante. Só de pensar que alguém possa alterar os textos canônicos me dá calafrios. Que dizer quando um professor apresenta um projeto desses ao governo federal e ganha milhões para executar Machado de Assis em praça pública em nome do consumo fácil das tribos autóctones analfabetas funcionais? É o último círculo do inferno. Não toquem na sutileza de Machado de Assis, na concisão de Graciliano Ramos e na complexidade de Guimarães Rosa. Tirem suas mãos porcas da pouca literatura que nos resta!


LUÍS ANTÔNIO GIRON

Liduina Tavares tem página do Facebook raqueada e recuperada

Na tarde desta sexta-feira (9) os internautas foram surpreendidos com frases obscenas publicadas na linha do tempo do Facebook da professora Liduína Tavares, obviamente que sabedores da boa índole da ex-vereadora e ex-secretária de educação de Bacabal, todos logo perceberam que ela, na verdade, foi mais uma vítima de hackers.


Liduína Tavares é candidata a vereadora pelo Partido Democrático Trabalhista do qual é sua Presidente em Bacabal mas até o momento não se pode precisar se o crime tenha alguma ligação com sua linha política.as 16h Liduina já anunciava por outras Rede social a recuperação de sua conta no Facebook.

Se assim como a professora, você também notar alguma coisa estranha em sua página do Facebook, como a foto trocada ou algumas informações desconexas, pode ser que alguém mal-intencionado tenha invadido sua conta e alterado seu perfil. Resolver este problema é fácil e o processo não leva mais do que alguns minutos, como mostrado no site techtudo.

Passo 1. Acesse o site www.facebook.com/hacked. Assim que a página carregar, uma janela será mostrada e, caso você acredite que alguém hackeou sua conta, será solicitado que você clique na opção "Minha conta está comprometida".

Denunciando ao Facebook que sua conta está comprometida


Passo 2. Na próxima página você deverá informar seu e-mail de acesso. Feito isso, clique em "Procurar" e digite o código de segurança para prosseguir.


Passo 3. Ao identificar sua conta, você deve digitar sua senha no Facebook e clicar em "Continuar". A partir daí, sua conta será bloqueada até que você realize as quatro etapas de verificação de conta.

Verificação de segurança


Passo 4. A primeira etapa será a da modificação da senha do Facebook. Algumas dicas são mostradas para que a nova senha seja mais segura. Nesta página é só criar uma nova senha, repeti-la e confirmar.



Trocando a senha


Passo 5. A segunda etapa será a da troca de senha do e-mail, que pode facilmente ter sido usado para a invasão. Para tanto é necessário acessar seu e-mail, no provedor, através de um link disponível na página da rede social, e, assim que o processo for concluído, é só voltar ao Facebook e confirmar a alteração.

Alterando a senha da conta de e-mail


Passo 6. Agora é o momento de confirmar o nome, a data de nascimento e o e-mail cadastrado. Clique então em "Continuar".


Confirmando dados


Passo 7. A conta estará desbloqueada e pronta para ser usada novamente. Nesta janela há opções que o usuário pode marcar para que as conexões fiquem mais seguras de agora em diante, como por exemplo a de notificação por e-mail, caso alguém se conecte ao Facebook através de algum computador estranho; ou a de entrar na rede social apenas por meio de conexões seguras, como com o uso de “HTTPS” no início do endereço a ser digitado no navegador.
Créditos por essa matéria:
Sérgio Matias

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Pesquisadores identificam problema que desencadeia câncer de pele agressivo

 
Câncer mais agressivo de pele, o melanoma é descoberto por exame físico. O médico analisa o tamanho, a cor, a textura e a profundidade da mancha e, em caso de suspeita, pede uma biópsia dela. Cientistas buscam, porém, uma ferramenta mais objetiva para o início desse processo. Segundo pesquisadores da Espanha, ela pode estar em uma falha genética que prejudica o processo de autolimpeza das células. Detalhes desse mecanismo foram divulgados nesta semana, na revista Autophagy, e podem, além de resultar em um novo tipo de diagnóstico, facilitar o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes para uma doença com alto potencial de metástase.

Quando alguns de seus componentes deixam de ser úteis, a célula os “engole”. Chamado de autofagia, esse processo é regulado por diferentes genes, incluindo o Atg5. Os mecanismos que provocam falhas no funcionamento desse esquema ainda são desconhecidos, mas os cientistas do Centro Nacional de Investigações Oncológicas, na Espanha, descobriram que um descompasso no gene Atg5 está diretamente ligado ao surgimento do melanoma.

“Usamos bancos de dados que continham informações de quase 5 mil pacientes e analisamos até 20 genes ligados à autofagia em mais de 25 tipos de câncer. Verificamos uma enorme variabilidade entre os diferentes tumores. No entanto, encontramos alterações no gene Atg5 com valor de diagnóstico apenas para pacientes com melanoma”, contou, em comunicado à imprensa, Marisol Soengas, líder da pesquisa. 
FONTE:O Imparcial

Abert condena violência contra jornalistas



A Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) divulgou nesta terça-feira, 5, nota de repúdio contra a ação de policiais e de manifestantes no Rio de Janeiro e em São Paulo contra jornalistas, que ocorreram no domingo (4) nas manifestações contra o governo Temer.

Segundo a associação, na noite de domingo o repórter da BBC Brasil, Felipe Souza, foi atingido por vários golpes de cassetete desferidos por PMs durante manifestação na Zona Oeste de São Paulo (SP). O jornalista estava identificado com colete e crachá da imprensa, mas, ainda assim, foi vítima de pelo menos quatro policiais que deveriam zelar pela segurança do protesto. Ele teve, também, o celular danificado enquanto fazia as gravações.

Já no Rio de Janeiro, um carro de reportagem do jornal O Estado de S. Paulo foi atacado por manifestantes durante protesto em Copacabana.

Segundo a entidade, na última semana, pelo menos dez casos de agressões contra profissionais da imprensa e veículos de comunicação foram registrados. “A cada nova manifestação, são várias as ocorrências que têm como vítimas jornalistas no exercício da profissão. Na última semana, pelo menos dez casos de agressões contra profissionais da imprensa e veículos de comunicação foram registrados. A Abert lembra que o acesso à informação é um direito da sociedade garantido pela Constituição”, afirmou a associação em nota assinada pela presidente Paulo Tonet Camargo.

De acordo com a Abert, “são extremamente preocupantes os repetidos atos de violência que tentam impedir a livre e necessária atuação da imprensa”. A associação reforçou o pedido às autoridades competentes para que apurem com rigor os fatos e punam os responsáveis.

*Informações do portal G1

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Língua Portuguesa:O correio está situado na Rua X ou a Rua X?



Lembre-se, primeiramente, que “na” é a junção da preposição “em” mais artigo “a”!
Algumas pessoas mudam o termo “situado” ou “situada” por “sito” ou “sita”, respectivamente. Não há problema ao se fazer isso, pois o significado continua o mesmo. Então, vejamos: quem se situa, o faz em algum lugar e não a algum lugar. A preposição “em” conota um sentido de local determinado, demarcado. Portanto, é errado quando utilizamos a preposição “a” quando queremos indicar o endereço fixo de uma casa, estabelecimento comercial, etc.
Portanto, vejamos alguns exemplos:
a) A velha senhora morava em uma casa rosa situada no centro da cidade.
b) Aquela loja está situada na Rua Araxá, perto da Central dos Correios.
c) O correio está situado na Rua X.
d) Dirigiu-se à empresa de telefonia sita na Rua do Comércio, a fim de fazer uma entrevista de emprego.
e) Ela conversou com o proprietário do apartamento sito no Condomínio fechado “El Parque”.
No entanto, quando quiser indicar a distância ou a direção de determinado local “situado(a) a” é aceito. Observe:
a) A escola onde a Maria estuda está situada a duas quadras daqui.
b) O apartamento que gostei fica em um prédio situado a uns 300 metros deste local.
c) A loja que você procura está situada à direita daquele colégio.
d) A praia que você deseja conhecer está situada ao sul do estado. (direção)
Observamos que “situado em” estabelece a posição fixa de determinado objeto, enquanto “situado a” estabelece a distância ou direção do mesmo.

domingo, 4 de setembro de 2016

Observatório da Imprensa:Empresa faz vaquinha virtual para superar crise


Foto: Divulgação

A crise econômica que assola o país parece ter atingido o Observatório da Imprensa, projeto de crítica de mídia idealizado e encabeçado pelo jornalista Alberto Dines. Segundo a Folha de S.Paulo, com 20 anos de presença regular na internet, corre o risco de fechar e pede socorro, via financiamento coletivo.
O corte recente dos patrocínios do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, além de não ter renovado o contrato com a Empresa Brasil de Comunicação, da TV Brasil, na qual Dines apresentava um programa semanal do Observatório, foi um baque nas finanças da empresa.

Carioca, 84 anos, Dines foi editor-chefe do “Jornal do Brasil” nos anos 1960 e, em 1975, lançou na Folha a coluna de crítica de mídia “Jornal dos Jornais”.

No início do ano, foi hospitalizado, por doença não divulgada, mas já está em casa, em fisioterapia, e voltou a escrever.
“O Observatório da Imprensa é uma peça de museu”, afirma Dines à Folha. “No conteúdo, formato e feitio, é único, talvez no mundo. Por isso mesmo, peça de museu para ser preservada.”

Acrescenta: “Por enquanto, só pega no tranco. Precisamos de um [caminhão] Mack para alavancar e não deixar morrer tudo o que o Observatório vem semeando nos últimos 20 anos on-line e 18 no ar”.

A Folha de S.Paulo acrescenta que, em julho, o Projor (Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo), associação mantenedora do Observatório da Imprensa, tornou pública a crise financeira.

Ao mesmo tempo, lançou uma campanha de “crowdfunding” (financiamento coletivo) no dia 8 de agosto, junto com o editorial “O Observatório da Imprensa pede socorro”, fixado desde então no alto do site.

Nele, informa que o trabalho “está ameaçado de desaparecer” e o esforço agora é para “manter o Observatório vivo e operando”.

No site de “crowfunding” Kickante, acrescenta que o financiamento coletivo visa “bancar os custos de produção do site, hospedagem e administração”.

O endereço é kickante.com.br/campanhas/crowdfunding-observatorio-da-imprensa.
Até o momento, o Observatório arrecadou R$ 46.342,00, 19% da meta de R$ 250 mil, na campanha a ser encerrada no início de outubro. Outras fontes de receita estão sendo aventadas, como fundações filantrópicas.

Prefeito de Pedreiras não irá mais concorrer à reeleição


Francisco Antônio Fernandes da Silva, ” Totonho Chicote”, Prefeito de Pedreiras, desistiu de concorrer à reeleição. O anúncio foi feito ao grupo na madrugada deste sábado (03).





Segundo informações do ex-deputado Raimundo Louro, o nome para ser o candidato a vice-prefeito na chapa de Priscila Louro (22), PR – Partido da República, está sendo discutido.

Há indicações de vários nomes para compor a chapa com a filha do ex-deputado.
Créditod por esta noticia Natasha Olenka do Jornal Pequeno

FENAJ e Sindicatos de Jornalistas repudiam desmonte da EBC


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A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), entidade máxima de representação da categoria, e os Sindicatos de Jornalistas vêm a público repudiar a atitude do governo ilegítimo de Michel Temer de, por meio da Medida Provisória 744/2016, iniciar o desmonte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), eliminando seu caráter público.

A medida provisória (MP), publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União, muda a lei que criou a EBC (Lei nº 11.652, de 7 de abril de 2008), extinguindo o Conselho Curador da empresa e a garantia de mandato de 4 anos para o diretor-presidente e mudando a composição do Conselho de Administração.

Com as mudanças, o presidente da EBC passa a ser nomeado e exonerado, a qualquer tempo, pelo presidente da República. O Conselho Curador – que era composto por 22 membros, entre os quais 15 representantes da sociedade civil – deixa de existir e, portanto, elimina-se o principal instrumento de constituição do caráter público da empresa.

A FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas, em especial os Sindicatos do Distrito Federal, do Estado de São Paulo, do Município de São Luís do Maranhão e do Município do Rio de Janeiro – que têm jornalistas da EBC em suas bases – denunciam publicamente o desmonte da empresa, criada justamente para impulsionar o Sistema Público de Comunicação no Brasil, previsto na Constituição Federal.

Há no Brasil uma hipertrofia do Sistema Privado de Comunicação, com sérios prejuízos para o conjunto da sociedade. A EBC foi criada para fortalecer o Sistema Público e permitir mais diversidade e pluralidade na produção de conteúdo cultural e jornalístico. Ainda na fase de sua consolidação, a empresa é vítima do golpe de Estado – que tem também como alvo os direitos trabalhistas e previdenciários de todos os brasileiros, medidas contra as quais se debate a preparação de uma greve geral.

Aos trabalhadores e trabalhadoras da EBC, especialmente os jornalistas, afirmamos nossa solidariedade e nossa posição de resistência às medidas antidemocráticas implementadas pela MP, de luta pela manutenção do caráter público da EBC e pelo fortalecimento do Sistema Público de Comunicação no Brasil, e de luta pelos direitos dos trabalhadores da empresa.

Brasília, 2 de setembro de 2016

Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ

Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal

Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo

Sindicato dos Jornalistas do Município de São Luís

Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro

em tempo: O Blog Diário do Mearim concorda e compatilha o teor desta nota oficial, apoiamos qualquer iniciativa que vise a garantia do direito à informação do povo brasileiro

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Rádios Comunitárias têm revogação de portaria rejeitada por Comissão


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Foi rejeitada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados a revogação de portaria (462/11) do Ministério das Comunicações (hoje fundido com a pasta de Ciência e Tecnologia), que estabelece procedimentos e critérios para a concessão de rádios comunitárias. Prevista no Projeto de Decreto Legislativo 782/12, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a revogação recebeu parecer pela rejeição da relatora na comissão, deputada Luiza Erundina (Psol-SP).

De acordo com Faria de Sá, a portaria desrespeita a hierarquia legislativa, ao alterar a Lei 9.612/98, que institui os serviços de radiodifusão comunitária, além de prever os critérios de habilitação e concessão desses serviços. Já a deputada Luiza Erundina argumentou que a portaria que se pretende revogar trouxe avanços importantes na regulamentação das rádios comunitárias.

Para Erundina, o serviço de radiodifusão comunitária foi de fato criado pela Lei 9.612/98, sendo regulamentado por duas normas infralegais: o Decreto 2.615/98 e Norma 1/11, do Ministério das Comunicações, sendo esta última aprovada pela Portaria 462/11.

“Essa legislação se aplica a um universo de mais de 4,7 mil emissoras comunitárias outorgadas em cerca de 3,9 mil municípios brasileiros, evidenciando a importância econômica e social dessas rádios, que fornecem um serviço de comunicação voltado à realidade das comunidades locais”, ressaltou a deputada.

A relatora citou alguns avanços trazidos pela norma 1/11, como a a institucionalização do Plano Nacional de Outorgas com a previsão de que os calendários de avisos de habilitação sejam divulgados com antecedência. Ela frisou também a ampliação dos mecanismos de transparência, com a determinação de divulgação de todas as entidades concorrentes em avisos de habilitação e a disponibilização de listagem atualizada dos processos em trâmite.

“Ademais, a Lei 9.612/98, que criou as rádios comunitárias, previa a participação da comunidade na emissora, mas isso não estava materializado na regulamentação. Com a adoção da Norma 1/11 foram estabelecidas regras objetivas para que a participação da comunidade acontecesse, como a previsão da possibilidade de ingresso sem ônus na entidade de todo e qualquer residente na comunidade”, acrescentou a relatora.

A norma estabeleceu ainda regras para a continuidade do serviço, com a publicação de critérios objetivos de renovação das outorgas. O projeto será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive em relação ao mérito. Depois, será votado pelo Plenário.


Diário do Mearim Com informações da Agência Câmara

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Defesa de Dilma pede anulação do impeachment no STF


Brasília - O advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, adiantou ontem mesmo, logo após a aprovação do impeachment, que recorreria ao Supremo Tribunal Federal (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O advogado da ex-presidente Dilma Rousseff no processo deimpeachment, José Eduardo Cardozo, deu entrada na manhã de hoje (1º) com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) no qual pede uma liminar para anular a sessão do Senado que aprovou o impedimento de Dilma. A defesa também pede que seja realizado um novo julgamento.

Dilma foi destituída do cargo ontem (31) pelos senadores por 61 votos a 20, sob a acusação de que cometeu crime de responsabilidade fiscal ao emitir três decretos de crédito suplementar sem a autorização do Congresso e também pelas chamadas pedaladas fiscais, atrasos no pagamentos a bancos públicos no âmbito do Plano Safra.


O mandado de segurança foi protocolado às 9h14 desta quinta-feira (1°) e foi distribuído por sorteio para a relatoria do ministro Teori Zavascki. Na peça, Cardozo ressalta que não questiona o mérito da decisão dos senadores, mas sim a constitucionalidade do processo e erros em sua condução. São dois os argumentos principais.

O primeiro argumento põe em dúvida a adequação dos artigos 10 e 11 da Lei de Impeachment (1079/1950) à Constituição de 1988. Neles são descritos os crimes de responsabilidade que podem levar ao impedimento, mas eles possuem uma redação mais ampla do que o atual texto constitucional. Cardozo pede que os ministros declarem os artigos inconstitucionais, o que retiraria a base legal para incriminar Dilma e exigiria novo julgamento.

O segundo argumento alega que o relator do processo no Senado, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), incluiu em sua acusação contra Dilma um decreto a mais do que os que constavam no relatório aprovado na Câmara dos Deputados. Isso teria alterado a acusação em uma etapa do processo em que não é mais possível fazer alterações, prejudicando a defesa.

“Não houve mera alteração na classificação jurídica dos fatos: houve verdadeira alteração dos fatos”, escreve Cardozo.

Novos recursos

A defesa de Dilma afirma que entrará com ao menos mais um recurso no Supremo no qual fará uma argumentação mais ampla, alegando falta de justa causa para o impeachment.

O STF já negou recursos anteriores que pediam a nulidade do processo devido a erros procedimentais. Questionado ontem (31) o que lhe daria esperanças de que os ministros da Corte poderiam agora proferir decisão favorável a Dilma, Cardozo respondeu: “o senso de justiça e a noção de que não vamos jogar a toalha antes da hora”.

O ministro Teori Zavascki não tem prazo para tomar uma decisão sobre o mandado de segurança.
Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Dilma sofre impeachment e perde o mandato



Por 61 a 20, o plenário do Senado acaba de decidir pelo impeachment de Dilma Rousseff. Não houve abstenção. A posse de Temer ocorrerá às 16h no Senado.

O resultado foi comemorado com aplausos por aliados do presidente interino Michel Temer, que cantaram o Hino Nacional. O resultado foi proclamado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que comandou o julgamento do processo no Senado, iniciado na última quinta-feira (25).

Fernando Collor, primeiro presidente eleito por voto direto após a ditadura militar, foi o primeiro chefe de governo brasileiro afastado do poder em um processo de impeachment, em 1992. Com Dilma Rousseff, é a segunda vez que um presidente perde o mandato no mesmo tipo de processo.

Dilma fará uma declaração à imprensa. Senadores aliados da petista estão se dirigindo ao Palácio da Alvorada para acompanhar o pronunciamento de Dilma.


Julgamento


A fase final de julgamento começou na última quinta-feira (25) e se arrastou até hoje com a manifestação da própria representada, além da fala de senadores, testemunhas e dos advogados das duas partes. Nesse último dia, o ministro Ricardo Lewandowski leu um relatório resumido elencando provas e os principais argumentos apresentados ao longo do processo pela acusação e defesa. Quatro senadores escolhidos por cada um dos lados – Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), pela defesa, e Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Ana Amélia (PP-RS), pela acusação – encaminharam a votação que ocorreu de forma nominal, em painel eletrônico.


Histórico




Os advogados de acusação, Janaína Paschoal e Miguel Reale Júnior, na sessão para votar processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O processo de impeachment começou a tramitar no início de dezembro de 2015, quando o então presidente da Câmara dos Deputados e um dos maiores adversários políticos de Dilma, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou a peça apresentada pelos advogados Miguel Reale Jr., Janaína Paschoal e Hélio Bicudo.

No pedido, os três autores acusaram Dilma de ter cometido crime de responsabilidade fiscal e elencaram fatos de anos anteriores, mas o processo teve andamento apenas com as denúncias relativas a 2015. Na Câmara, a admissibilidade do processo foi aprovada em abril e enviado ao Senado, onde foi analisada por uma comissão especia, onde foi aprovado relatório do senador Antonio Anastasia (PMDB-MG) a favor do afastamento definitivo da presidenta.

Entre as acusações as quais Dilma foi julgada estavam a edição de três decretos de crédito suplementares sem a autorização do Legislativo e em desacordo com a meta fiscal que vigorava na época, e as operações que ficaram conhecidas como pedaladas fiscais, que tratavam-se de atrasos no repasse de recursos do Tesouro aos bancos públicos responsáveis pelo pagamento de benefícios sociais, como o Plano Safra
Fonte: Agência Brasil