Caixa abre seletivo nacional online

nscrições estarão abertas no período de 17 de agosto até as 23h59 do dia 1º de setembro de 2016

Senadores maranhenses são assediados por Lula para garantir votos

Ele tenta garantir o voto da bancada do Maranhão, que ainda não se decidiu.

Diário do Mearim Cidadania

Diário do Mearim Cidadania

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Conselho Curador da EBC discutirá rede pública de comunicação e produção independente


16-5-19-EBC

O Conselho Curador da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) realiza nesta quinta-feira, dia 1º de setembro, audiência pública sobre a Rede Nacional de Comunicação Pública e produção independente no Brasil. A atividade, que acontece na sede da EBC em Brasília e é aberta ao público, trará especialistas e profissionais do audiovisual para discutir com toda a sociedade os desafios para esses setores nas áreas de financiamento, troca de conteúdo, participação social, regionalização, novos formatos e tecnologias.

Estarão na mesa como debatedores Israel do Vale, presidente da Rede Minas; Michael Valim, diretor-geral da TV Universitária de Goiás; Gisele Bertolo, servidora da TVE de Tocantins e pesquisadora; Dácia Ibiapina, cineasta e professora da Universidade de Brasília (UnB); e Carolina Paiva Vasconcellos, presidente da ABRACI (Associação Brasileira de Cineastas – RJ/Brasil). Inscrições para participação e falas de pessoas físicas e representantes de organizações serão feitas durante o próprio evento.

Reunião

No dia seguinte, 02, o Conselho volta a se reunir para sua 63ª Reunião Ordinária. Na pauta da plenária está a análise da EBC no panorama político do país e da nova grade de programação da TV Brasil e das rádios EBC. O relatório de execução do plano de trabalho da empresa para o primeiro semestre também será apreciado.

Internautas podem acompanhar todas as atividades, ao vivo, pelo site do Conselho e pelos perfis do colegiado no Twitter e Facebook.

Serviço

Audiência pública “Rede Nacional de Comunicação Pública e produção independente”
Dia 01/09, de 14h a 18h
Local: Espaço Cultural da EBC em Brasília – Setor Comercial Sul Quadra 08 Bloco B-60, 1º Piso Inferior – Edifício Venâncio 2000 – Asa Sul – Brasília/DF

63ª Reunião Ordinária do Conselho Curador da EBC
Dia 02/09, de 14h a 18h
Local: Espaço Cultural da EBC em Brasília – Setor Comercial Sul Quadra 08 Bloco B-60, 1º Piso Inferior – Edifício Venâncio 2000 – Asa Sul – Brasília/DF

Informações: EBC Institucional

Senadores maranhenses já estão decididos: votam pelo impeachment da presidente afastada Dilma Roussef


Marri Nogueira/Agência Senado

Na reta final da votação do impeachment da presidente afastada Dilma Roussef, a bancada maranhense protagoniza o mistério entre as votações até aqui. O senador Roberto Rocha diz que "vai votar pelo povo do Maranhão" e evita revelar sua escolha. Edison Lobão (PMDB) informou que aguardava João Aberto (PMDB) chegar a Brasília nesta noite para, após conversa, alinhar o voto.
O mistério foi desvendado pelo senador Eunício Oliveira, também do PMDB. Segundo ele, os maranhenses já estão decididos. Lobão e João Alberto teriam, inclusive, se comprometido com o presidente em exercício Michel Temer em seguir com ele no processo. A postura da bancada maranhense era jogada para valorizar o passe da bancada.
Verdade que os três maranhenses foram alvos de investida de última hora do presidente Lula, que tentou convencê-los a votar contra o impeachment. Michel Temer, porém, percebeu a movimentação e entrou em campo. Ligou para Lobão e para Rocha.
Ambos garantiram que não mudariam de lado. Votariam com Temer. Lobão chegou a justificar: recebeu Lula em sua casa por consideração. Afinal, foi ministro de seu governo.
Com João Alberto, que estava em São Luís neste fim de semana, falou por interlocutores. Alberto também tranquilizou o presidente em exercício. Disse que não pretende mudar seu voto.
Sendo assim, os três senadores do estado que deu a maior votação proporcional à presidente Dilma Rousseff na última eleição irão votar pela cassação do seu mandato.
FONTE: O Imparcial

Senadores maranhenses são assediados por Lula para garantir votos

O voto da bancada do Maranhão no processo que pode cassar o mandato da presidente Dilma ainda é incerto. Desde a última semana o ex-presidente Lula tem se esforçado pessoalmente para garantir que Roberto Rocha (PSB), João Alberto (PMSB) e Edison Lobão (PMDB) votem pela permanência de Dilma Roussef na presidência.
É a última investida do ex-presidente na defesa de Dilma e do PT. E, para ele, os maranhenses, que já disseram que votarão unidos, são senadores estratégicos na busca desse objetivo.
Em entrevista a Globo News, nesta manhã, o senador Edison Lobão informou que recebeu Lula em sua casa neste fim se semana. E que ele tenta garantir o voto da bancada do Maranhão.
Até agora, porém, nenhuma decisão foi tomada pelos três. Lobão disse que nesta tarde irá se reunir com Roberto Rocha e João Alberto para, só então, definir o voto do trio. Na estratégia de convencimento há negociação de cargos e apoios nas eleições municipais.

O processo

Dilma Rousseff passou a manhã se defendendo no Congresso. Fez discurso com apelo emocional e se referiu às acusações sobre pedalas fiscais como justificativa para "um golpe de estado". A fase atual do processo é de questionamentos dos senadores à presidente afastada. E deve durar durante todo o dia. O desfecho do processo só será conhecido nesta terça.
FONTE: O Imparcial

Crônicas do Dia - O véio Lima e os golpistas- Aldir Blanc, O Globo


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É preciso saudar, como diria meu amigo e primo Nei Lopes, com desfiles de ranchos, foguetório e feijoadas nas ruas, sem esquecer os acompanhamentos indispensáveis, limão da casa, bate-bate de maracujá, moça branquinha, couve, torresmo e laranjas, o lançamento de “Sátiras e outras subversões”, textos inéditos de Lima Barreto, organizados por Felipe Botelho Corrêa, Ed. Penguin e Companhia das Letras. Algumas tiradas do Véio Lima são atuais de pasmar!

Vejam a ideia de um político da escola Scafedeusse, ou membro maleável daquele partido que manchou o nome Solidariedade. Em “O programa”, detona Lima: “Precisamos despovoá-lo pela miséria”. Não éa cara do programa Treme-Temer para o pogresso, com Pedro Parente Deles, não nosso, vendendo a preço vil a riqueza brasileira?

É reincidente mas não foi levado em blablá coercitivo pela Vaza-Jato. E aqui vai mais um Limadrone para o decepcionante Serra, que bem poderia ser o chefe dos Almofadinhas Melindrosos e Diplomáticos, em “Governo maravilhoso!!!”. Vejam essas sugestões para as Relações Blenorrágicas Exteriores: “Água de Rosas da Bulgária (quem quiser, substitua por produtos panamenhos), (...), bacios, papel higiênico, estojos para unhas, toda sorte de escovas, chinelas finas, espelhos, tapetes, bronzes...” Cacetada!

Na época do Lima, não tinha troca de favores pela concessão de passaportes pra religiosos gatunos. Foi contestada, mas Serra, pra variar, ladrou e andou... Em sua introdução para “Contos completos de Lima Barreto”, escreve Lilia Moritz Schwarcz sobre um contexto político em que “apagar a cor era medida cautelosa e necessária”, só que o Lima chutou o balde dessas conveniências. Hoje, quando vemos racismo e a nova direita dilacerando corpos e almas de nossos melhores cidadãos, é bom comprovar que Lima Barreto está vivo!


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O panorama visto da ponte sobre o Planalto está uma beleza. A metástase Gilmar Mendes entrou em rota de colisão com o PG, desafeto antigo. É curioso que no repertório de ofensas do supremete apareçam coisas como “a pinga explica” e “lei feita por bêbados”. No entanto, abriu a asa negra da toga para proteger um magistrado com pretensos problemas alcoólicos. Não que tenha agido assim por caridade. Fez isso com o olho em dívidas políticas a serem cobradas no futuro...


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O PMPAYDAY desgoverna com duas caras: aumentos generalizados versus a austeridade de Meirelles, irritado e até tropeçando nas palavras: “a necessidade da necessidade” e tal... Contra o circo dos asseclas de Treme-temer, se insurgiram grandes especialistas em skrotice, Aócio e Sepulcro Caiado — e eles, nisso, têm razão: estamos no apogeu de uma farsa, parlapatices sobre “desburocratização”, enquanto loteiam o pré-sal a preço vil e violam os mais elementares direitos dos trabalhadores, punindo com desfaçatez até mesmo aposentadorias de inválidos!

Dilma se compara a Getúlio e diz que impeachment é "pena de morte política"


Reprodução - 29.ago.2016 / TV Senado

A presidente afastada, Dilma Rousseff, comparou-se a ex-presidentes que deixaram o cargo ao discursar no Senado nesta segunda-feira (29) para se defender do julgamento do processo de impeachment. Ela citou três ex-presidentes: Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e João Goulart. No discurso, Dilma também chamou o impeachment de "golpe" e "pena de morte política". 

"O presidente Getúlio Vargas, que nos legou a CLT e a defesa do patrimônio nacional, sofreu uma implacável perseguição; a hedionda trama orquestrada pela chamada 'República do Galeão', que o levou ao suicídio"

Dilma Rousseff, presidente afastada da República

"O presidente Juscelino Kubitschek, que construiu esta cidade, foi vítima de constantes e fracassadas tentativas de golpe, como ocorreu no episódio de Aragarças. O presidente João Goulart, defensor da democracia, dos direitos dos trabalhadores e das reformas de base, superou o golpe do parlamentarismo, mas foi deposto e instaurou-se a ditadura militar, em 1964", acrescentou Dilma.

Ela discursou por quase 50 minutos e foi aplaudida ao final, saudada aos gritos de "Dilma guerreira do povo brasileiro" e "fora, Temer". Devido aos gritos, a sessão chegou a ser interrompida. Em alguns momentos do discurso, como ao relembrar o câncer de que sofreu, a presidente se emocionou e embargou a voz.

Golpe e "pena de morte"

Dilma voltou a criticar as elites, disse que não cometeu crime de responsabilidade, e que, caso seja aprovado, o impeachment será um "golpe". Ela também chamou o governo de Michel Temer de "usurpador". "São pretextos para viabilizar um golpe na Constituição, um golpe que, se consumado, resultará na eleição indireta de um governo usurpador", afirmou.

"No passado da América Latina e do Brasil, sempre que interesses de setores da elite econômica e política foram feridos pelas urnas, e não existiam razões jurídicas para uma destituição, conspirações eram tramadas, resultando em golpes de Estado", disse a petista.

Não pratiquei nenhum crime de responsabilidade. As acusações dirigidas contra mim são injustas e descabidas. Cassar em definitivo meu mandato é como me submeter a uma pena de morte política

A presidente afastada citou o fato de o procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), Júlio Marcelo de Oliveira, ter sido considerado suspeito pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, e ter sido ouvido como informante e não como testemunha.

Dilma também mencionou o auditor do TCU Antônio Carlos Costa D´Ávila Carvalho Júnior, chefe da equipe que elaborou o parecer do órgão sobre as chamadas pedaladas fiscais. Durante seu depoimento no julgamento do impeachment, Antônio Carlos admitiu que ajudou Júlio Marcelo na elaboração da representação que pediu a reprovação das contas de Dilma referentes a 2015.

"O autor da representação junto ao Tribunal de Contas da União [Júlio Marcelo] que motivou as acusações discutidas foi reconhecido como suspeito pelo presidente do STF. Soube-se ainda pelo depoimento do auditor responsável pelo parecer técnico [Antônio Carlos] que ele havia ajudado a elaborar a própria representação. Ficam claras a parcialidade, a trama, na construção das teses por eles defendidas. São pretextos, apenas pretextos, para derrubar por meio de um processo de impeachment sem crime de responsabilidade um governo legítimo", disse a presidente.

A presidente afastada disse ainda que nunca renunciaria ao mandato. "Nesses meses, me perguntaram inúmeras vezes por que eu não renunciava para encurtar esse capítulo tão difícil da minha vida. Jamais o faria, porque tenho compromisso inarredável com a democracia.
Petista faz defesa técnica das pedaladas

Dilma voltou a negar que tenha cometido crime de responsabilidade ao editar decretos de contingenciamento (cortes de verbas), nem praticou atos que ficaram conhecidos como pedaladas fiscais.

Sobre os decretos, ela afirmou que sua edição não alterou a meta fiscal. "Ao longo de todo o processo, mostramos que a edição desses decretos seguiu todas as regras legais", afirmou.

"Não sei se, por incompreensão ou por estratégia, as acusações feitas neste processo buscam atribuir a esses decretos nossos problemas fiscais. Ignoram ou escondem que os resultados fiscais negativos são consequência da desaceleração econômica e não a sua causa", disse.

Ela também reafirmou que outros presidentes assinaram decretos semelhantes. "O TCU recomendou a aprovação das contas de todos os presidentes que editaram decretos idênticos aos que editei", afirmou.

Sobre as pedaladas, ela afirmou que não é responsável pelo Plano Safra.

"Como minha defesa e várias testemunhas já relataram, a execução do Plano Safra é regida por uma lei de 1992, que atribui ao Ministério da Fazenda a competência de sua normatização, inclusive em relação à atuação do Banco do Brasil. A presidenta da República não pratica nenhum ato em relação à execução do Plano Safra", afirmou.

Ela citou ainda decisão do Ministério Público Federal, que arquivou inquérito sobre as chamadas pedaladas, porque atrasos de pagamento entre o governo e bancos públicos "não são operações de crédito".

Ao final, Dilma pediu que os senadores votem contra o impeachment. "Todos nós seremos julgados pela história. Faço um apelo final a todos os senadores: não aceitem um golpe que, em vez de solucionar, agravará a crise brasileira."

Dilma chegou ao Senado pela chapelaria e foi recebida com rosas e gritos de apoiadores: "Olê olê olê olá, Dilma, Dilma". Ela chegou acompanhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Alguns convidados pela presidente acompanham o depoimento nas galerias do Senado. Há ainda convidados da acusação, como os líderes de movimentos pró-impeachment como Kim Kataguiri, do MBL, e Rogério Chequer, do Vem Pra Rua.

Dilma começou a discursar às 9h53 e terminou às 10h47. Em seguida, passou a responder a perguntas dos senadores, da defesa e da acusação. O tempo para cada senador fazer as questões é de até cinco minutos. Dilma tem tempo livre para responder.

A petista respondeu a perguntas de 10 senadores antes que a sessão fosse interrompida para almoço, às 13h.

O desfecho do impeachment ainda não tem data exata definida, mas pode ser conhecido em sessão do Senado na terça-feira (30) ou quarta-feira (31). É quando os 81 senadores deverão votar para condenar ou absolver Dilma. Se Dilma, que foi derrotada nas duas votações anteriores no Senado e em uma na Câmara, conseguir impedir os 54 votos favoráveis ao impeachment, é absolvida e volta ao cargo. Mas, se ao menos 54 senadores votarem contra ela, dará adeus à Presidência.

Nas galerias, aliados de Dilma assistiram à sessão em silêncio, que foi quebrado por salvas de palmas duas vezes. Entre os aliados de Dilma, chamou a atenção a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do cantor Chico Buarque, que assistiram ao discurso sentados lado a lado. Do lado de fora do plenário, dezenas de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas assistiram ao discurso de Dilma por meio de um telão.
Créditos por esta matéria Ricardo Marchesan e Leandro Prazeres
Do UOL, em Brasília

domingo, 28 de agosto de 2016

DIÁRIO DO MEARIM


O Diário do Mearim convida você a fazer a pauta do blog, sugira assuntos que você gostaria de ver postados aqui.Denúncias, críticas, reclamações e/ou sugestões devem ser enviadas para o email diariodomearim@gmail.com

MP-MA identifica atuação de falso médico em hospital de Poção de Pedras


Outros falsos médicos já foram identificados na cidade

O Ministério Público do Maranhão (MP-MA) identificou um falso médico no quadro de pessoal do Hospital e Maternidade Municipal Agostinho Cruz Marques, localizado na cidade de Poção de Pedras. A verificação do MP-MA foi realizada no dia 22 de agosto.

O falso médico identificado como Maurizio Lima da Silva, foi detido e encaminhado para a delegacia, onde foi indiciado por exercício ilegal da Medicina. Maurizio tentou negar que estava exercendo ilegalmente a atividade, mas confessou que ainda é estudante de Medicina e usava o CRM de outro médico.

No último dia 20, no mesmo hospital, foi preso Lindomar Alencar Pereira, que também exercia a Medicina ilegalmente. Durante a verificação do Ministério Público a direção do hospital informou à representante do MP, que alguns médicos, quando não podiam ir ao hospital, pediam a outros médicos para os substituir.

Foi instaurado um procedimento administrativo para identificar irregularidades no hospital. Após a conclusão do processo, poderá ser ajuizada uma ação de improbidade administrativa contra a direção do hospital e aos médicos que são substituídos por outros médicos.
Créditos por essa materia Matheus Oliveira do Jornal Pequeno

Crônicas do Dia - Elke Maravilha na Academia Brasileira de Letras - Jaguar



Dois metros de altitude: 1,77 m dela mesma, 13 cm de salto de sapato e 10 cm do coque

O DIA

Elke foi a primeira mulher a vestir o fardão da Academia Brasileira de Letras. Isso foi em 1973, dez anos antes da eleição de Rachel de Queiroz. O fato histórico ocorreu quando Austregésilo de Athayde (que presidiu a veneranda instituição por 34 anos) aceitou o convite para dar uma entrevista para o ‘Pasquim’. Nunca imaginamos que ele topasse falar para o jornaleco que fazia da ABL um dos alvos prediletos das suas chacotas. 

Foi publicada no nº 210, de junho de 1973. Quando liguei para solicitar a entrevista, apenas quis saber quais seriam os participantes. “Millôr, Ivan Lessa, eu e Elke Maravilha”, respondi, achando que iria estranhar a inclusão da moça. “Tudo bem. Mas preferiria que fosse apenas a Elke”, comentou. Ela foi de meias roxas, algumas tiras de couro fazendo as vezes de saia, um colete branco mais peludo que gato angorá, sapatos duplex, tipo Carmen Miranda, os cabelos enrolados em coque. Dois metros de altitude: 1,77 m dela mesma, 13 cm de salto de sapato e 10 cm do coque). 

Elke foi chegando e estalando na testa do presidente da ABL um beijaço bem vermelho. “O senhor não vai tirar a marca de batom?”, alguém perguntou. “Não, isso para mim, na minha idade, vale como uma condecoração.” E não se fez de rogado em posar para fotos com a musa. Quando saímos, três horas depois, Elke resumiu: “Ele é um sarro!” 

Ela fez só duas intervenções: “Seu Astr, Astral...” Todos: “Austregésilo!” Elke: “É um nome muito difícil...” Austregésilo: “É mesmo. Pode me chamar de Joaquim Silva.” Elke: “Olha, Seu Joaquim, por que aqui não tem nenhuma acadêmica?” Austregésilo explicou: “Machado de Assis seguiu o modelo francês. A Academia francesa foi fundada em 1635 e nunca aceitou mulheres.” Elke quis saber qual era seu signo. “Eu sou de Libra, minha filha.” Elke: “Já vi tudo! Ganha sempre pela palavra.” O imortal também deve ter achado a Elke um sarro. Dos participantes da entrevista, sou o único sobrevivente!

Jaguar

Mais de 35% dos atletas da Paralimpíada são vítimas de acidentes



Dos 285 atletas brasileiros que participarão dos Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro 2016, 101 (35,4%) sofreram algum tipo de acidente, seja de carro, moto, com arma de fogo ou de trabalho. Os dados são de um levantamento feito pela Agência Brasil com base em informações fornecidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

Entre os acidentados, grande parte (49) é vítima de acidente de trânsito (carro, moto ou atropelamento). Outros 12 atletas têm sequelas de lesões feitas por armas de fogo, seja em acidentes ou assaltos. Nove ficaram paralisados depois de acidentes em mar ou piscina e seis sofreram acidentes de trabalho. Também há atletas que sofreram outros tipos de acidentes, como quedas, acidentes esportivos e até ferimento por ataque de cachorro.

Um dos casos de atletas acidentados é o do ex-goleiro do São Paulo Futebol Clube Bruno Landgraf, atleta da vela adaptada, que chegou a vestir a camisa da Seleção Brasileira de futebol nas equipes Sub-17 e Sub-20. Em 2006, o jogador sofreu um acidente de carro na Rodovia Régis Bittencourt, em São Paulo, e teve um deslocamento na coluna, que o deixou tetraplégico. O judoca Harley Arruda, que ganhou medalha de bronze nos dois últimos jogos Parapan-Americanos, perdeu a visão dos dois olhos em 1999, em um acidente com arma de fogo.

Outros 89 atletas paralímpicos brasileiros têm algum problema congênito que causou deficiências como cegueira ou má formação de membros. É o caso da multimedalhista do atletismo Terezinha Guilhermina, que nasceu com retinose pigmentar, uma doença congênita que provoca a perda gradual da visão.

Também há na delegação brasileira 67 atletas que tiveram alguma doença que deixaram sequelas, como a poliomielite, que afetou 13 atletas. Um deles é o nadador André Brasil, que teve poliomielite aos três meses de idade, por causa de uma reação à vacina, o que deixou uma sequela na perna esquerda.

Entre os atletas paralímpicos brasileiros também há 28 que tiveram paralisia cerebral por causa de complicações no parto. Este é o caso da maioria dos atletas da seleção de Futebol de 7, que é uma modalidade específica para atletas com paralisia cerebral.

Dos 24 atletas do vôlei sentado que vão participar da Paralimpíada, 16 têm sequelas de acidentes, a maioria acidentes de trânsito. Na opinião do presidente da Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes, Amauri Ribeiro, o esporte é a melhor ferramenta para garantir a reinserção dos deficientes físicos, especialmente no caso de acidentados. Para ele, mesmo que a pessoa não se torne um atleta, a prática de esporte é fundamental para o resgate da autoestima.

“O que eu testemunhei nesses meus 12 anos de trabalho com eles é que o esporte, principalmente no caso do vôlei, foi a melhor ferramenta de reinserção dessas pessoas a um convívio normal após o acidente, em função de o esporte ser uma ferramenta que acelera bastante a recuperação dessas pessoas. Então, elas vêm a praticar o esporte, colocam uma prótese, voltam a trabalhar, a estudar. Isso é uma coisa que acompanhamos em vários atletas que tiveram esse tipo de problema com acidentes”, disse.

Neste ano, o Brasil terá a maior delegação da história do país em Jogos Paralímpicos. Serão 285 atletas, sendo 185 homens e 100 mulheres, além de 23 acompanhantes (atletas-guia, calheiros e goleiros), e 195 profissionais técnicos, administrativos e de saúde.

Os Jogos Paralímpicos 2016 serão transmitidos pela TV Brasil, em parceria com emissoras da Rede Pública de Televisão dos estados. O evento, que ocorre de 7 a 18 de setembro, terá a presença de 4.350 atletas de 160 países, competindo em 22 modalidades.

A cerimônia de abertura está marcada para o dia 7 de setembro.

Créditos por esta matéria Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil

sábado, 27 de agosto de 2016

Reunidos em congresso nacional jornalistas se pronunciam contra o impeachment de Dilma


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Com o tema central ” Jornalismo ético: a sociedade quer e precisa”, o 37º Congresso Nacional dos Jornalistas começou nesta quinta-feira, dia 25, em Goiânia, com a realização de oficinas durante à tarde. Durante o evento houve atividade comemorativa aos 70 anos da FENAJ e a posse da nova diretoria da entidade.

O 37º Congresso Nacional dos Jornalistas acontece no Augustus Hotel, na avenida Araguaia, Centro de Goiânia. As oficinas “Uso das redes sociais no Jornalismo esportivo”, “Programação de Rádio Pública”, “Documentário jornalístico” e “Infográficos” acontecem a partir das 14 horas. Também no período da tarde serão realizadas reuniões dos Grupos de Trabalho sobre Pauta Unificada da categoria e de Assessoria de Imprensa. A conferência foi às 20h45, tendo como conferencista o diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) Fernando Molica.

Na comemoração dos 70 anos da FENAJ, que aconteceu às 20 horas do dia 26, serão homenageados os ex-presidentes da entidade eleitos pelo voto direto da categoria. A eleição direta para a direção da FENAJ foi instituída no início da década de 1980, como marco do combate ao autoritarismo imposto pela ditadura militar e da aspiração dos jornalistas e da sociedade pela redemocratização do país. A atividade marcará, também, o posicionamento da Federação em defesa da democracia, do jornalismo e dos jornalistas diante do cenário atual de instabilidade política no país.ado A FENAJ lançou neste sábado (27) uma carta aberta à sociedade brasileira, na mesma os jornalistas se pronunciam contra o impeachment da Presidenta Dilma e pela defesa da democracia.

Já a posse da nova diretoria da FENAJ encerrará a programação do 37º CNJ às 20h do dia 27 de agosto. , Eleita em julho, a jornalista Maria José Braga, de Goiás, presidirá a Federação na gestão 2016-2019.
Confira a Carta do 37º Congresso Nacional dos Jornalistas AQUI

Hoje é dia de Poesia:"Vladimir Maiakóvski


"Vladimir Maiakóvski (Владимир Маяковский) é o maior poeta russo moderno, aquele que mais completamente expressou, nas décadas em torno da Revolução de Outubro, os novos e contraditórios conteúdos do tempo e as novas formas que estes demandavam.


Maiakóvski deixa descortinar em sua poesia um roteiro coerente, dos primeiros poemas, nitidamente de pesquisa, aos últimos, de largo hausto, mas sempre marcados pela invenção. "Sem forma revolucionária não há arte revolucionária", era o seu lema, e nesse sentido Maiakóvski é um dos raros poetas que conseguiram realizar poesia participante sem abdicar do espírito criativo."

- Haroldo de Campos, no livro "Poemas de Maiakóvski". [organização e traduções de Augusto de Campos e Haroldo de Campos e Boris Schnaiderman]. São Paulo: Editora Perspectiva, 1982.




SELEÇÃO DE POEMA DE VLADIMIR MAIAKÓVSKI (EDIÇÃO BILÍNGUE)


JUBILEU

Aleksandr Sierguéievitch *,

me apresento, se permite:

— Maiakóvski.

Dê-me a mão!

Eis a jaula do tórax.

Ouve?

Não vibra, —

gane,

este filhote de leão domesticado.

Preocupa-me!

Parece-me que trago

toneladas de vexame

na cabeça frívola.

Venha,

eu o tiro daí.

Que ar de surpresa!

Puxei forte?

Doeu?

Lamento, amigo.

Você

e eu,

já estamos bem providos

de eternidade.

O tempo nos sobeja!

Vamos conversar

como água célere,

como a primavera,

que livra e libera.

Veja

no céu

esta lua-donzela,

que perigo!,

saindo

sem nenhum satélite!

Eu

agora

estou livre

do amor,

dos cartazes.

O urso

do ciúme

é um tapete de unhas.

Quem quiser

uma prova

de que a terra é curva,

sentado

sobre as próprias nádegas,

resvale!

Não,

não vou impor

os meus humores negros,

já não quero falar,

e com quem falaria?

São

as guelras da rima,

aflando sem sossego,

em gente como nós,

na areia da poesia.

O sonho é dano,

a fantasia inútil,

é preciso

arrastar

as rotinas do tédio.

Mas ocorre

que a vida

tome um perfil inédito,

e revele

a grandeza

através do que é fútil.

Nos dois

contra o lirismo,

baioneta calada,

buscamos

a nudez

da palavra precisa.

A poesia,

porém,

é uma não-sei-que-diga,

largada por aí,

sem lugar para nada.

Isto,

por exemplo,

é falado ou balido?

Bigodes abóbora

no focinho azul:

— Nabucodonosor,

o rei bíblico? —

“Coopaçúc” **,

Há um velho sistema:

Vamos encher a cara!

Afogar

as penas

no vinho.

Mas repare,

que os Red e White Stars ***

não passem à deriva

com uma carga de vistos.

Você,

à minha mesa!

Isto me alegra!

Hábil,

a Musa

lhe da corda:

— O que

dizia mesmo

aquela Olga?. . .

— Olga?

Tatiana!

A carta de Oniéguin:

“Teu marido

é um velho obtuso,

um eunuco.

Amo-te.

Sê minha!

E sem falta!

Já de manhã

quero ficar seguro

de ver-te

logo mais

nesta data.”****

Houve de tudo:

a espera sob a janela,

cartas,

os nervos como geléia. . .

Mas o pior,

Aleksandr Sierguéievitch,

é ter passado

do ponto

de afligir-se.

Marche,

Maiakóvski!

Mais ao norte!

Coração

torturado de rimas.

Entregue

o amor

à própria sorte,

Meu caro

Vladímir Vladímitch.

Envelheço?

Não,

não é fato.

Investido

com toda

esta carcaça,

dou conta de dois,

sem sobressalto,

e até de três,

se me fazem pirraça.

Tacham meus temas

de in-di-vi-du-a-lis-tas!

Que o censor não se irrite,

entre nous:

até dois membros

da Central Comunista

há quem diga

ter visto

aos arrulhos. . .

Um mexerico,

pelo amor do fuxico.

Não dê ouvidos,

Aleksandr Sierguéievitch!

Serei

talvez

no fundo

o único triste

por não tê-lo

mais hoje

entre os vivos*****.

Em vida,

nos teríamos entendido.

Mas breve

estarei mudo

e inerme,

e mortos,

seremos já

quase vizinhos:

você na letra P,

eu

na letra M.

Quem se põe entre nós?

Você o que me diz?

Que país

mais pobre

de poetas!

Entre nós

— maldição! —

Nádson se intromete ******.

Vamos ver

se o remetem

para as bandas do X.

E Niekrassov *******,

Kólia,

filho do extinto Aleixo?

Bom nas cartas,

nos versos,

e não mau no aspecto?

Você o conhece?

Excelente sujeito!

Fica conosco,

é um companheiro certo.

Os meus contemporâneos?!

Se quer que eu prossiga...

Trocá-lo

por cinqüenta

Seria mau negócio.

Bocejos

de arrancar

mandíbula!

Dorogóitchenco,

Guerássimov,

Kirilov,

Rodov. . .

(Um cenário

uniconformissário).

E vem

Iessiên

e a mujicante malta.

Que farsa!

São vacas de luvas.

Ouve-se uma vez,

e basta!

Música

de balalaica!

É preciso

que o poeta

seja mestre da vida.

Nós ambos

somos fortes

— álcool de Poltava.

E Biezimiênski?

Bem. . .

Não é de nada. . .

Café

de cenoura fervida...

É verdade

ficou faltando

Assiéiev.

Este vale!

Tem a minha pegada.

Mas é pai de família

e deve

(Pequena ou não)

alimentá-la. . .

Se você

fosse vivo,

eu o faria

co-redator da LEF********,

e seria capaz

de confiar-lhe

até

a poesia-cartaz.

Mostrava como se faz:

— e zás! —

com este estilo,

não duvido,

você aprenderia!

Eu lhe arranjaria

tinta

e pano,

damas do GUM*********

para os reclames.

(Como prova

de quanto sou longânime,

acabei

de ciciar-lhe um jambo. . . ).

Mas vejo-o

relegando

a jâmbica balbúcie.

Agora a pena

é arma,

uma farpa de espeque.

Junto à Revolução,

Poltava é pó**********,

minúcia.

Nosso amor é maior

que os amores de Oniéguin.

Tema os puchkinistas!

Miolomole Pelúchkin ***********

solavanca-se

logo,

a escrever com ferrugem:

— Púchkin na LEF?

É o que faltava!

O negregando!************

Rival de Dierjávin. . . *************

Eu o amo,

mas vivo,

não múmia.

Sem o verniz

dos florilégios-catacumba.

O Africano,

que também sentiu fúria:

— Aquele D`Anthés,

filho do cão!

Refugo mundano de salão!

Deixe,

que ao D`Anthés **************

faremos uma enquete***************:

Nome? Filiação?

Ocupação antes de 17?

E o D`Anthés se escafede.

É o fim dessa súcia. . .

Que conversa vazia!

Respira coisa espirita. . .

“Prisioneiro da honra. . .

uma bala. . .

e perece. . .”

Mas hoje

a mesma ronda

ainda gira

matilha

e nos caça as mulheres. . .

Estamos bem aqui,

no país dos Sovietes,

vivendo

e trabalhando

em harmonia.

Pena

apenas

que nos faltam poetas.

Mas será

que eles teriam serventia?

É hora,

a aurora arregalou seus raios.

Vamos,

eu ajudo,

de volta ao pedestal.

O vigia

pode vir

procurá-lo:

na Avenida Tvierskaia,

você é figura habitual.

A mim,

a meu posto,

uma estátua é devida.

Dinamite:

— eu a explodo em detritos!

Odeio

a morte e seu mortiço.

Adoro

aquilo que é vida.


1924

Psicólogos explicam por que pessoas muito inteligentes têm poucos amigos


Resultado de imagem para psicólogos explicam porque pessoas muito inteligentes têm poucos amigos

É óbvio que ter amigos é algo necessário, e que a interação com outras pessoas tem muitas vantagens. Alguns cientistas resolveram responder à pergunta: é realmente preciso ter amigos para ser feliz e estar plenamente satisfeito com a vida? Para isso, foi realizada uma pesquisa, da qual participaram 15 mil pessoas com idades entre 18 e 28 anos, moradores de áreas com densidades populacionais distintas e acostumadas a se comunicar frequentemente com os amigos.

Três conclusões principais da pesquisa

Os psicólogos evolutivos Satoshi Kanazawa, da Escola de Economia e Ciência Política de Londres, e Norman Lee, da Universidade de Gerenciamento de Singapura (SMU), após a análise dos resultados do estudo chegaram às seguintes conclusões:
Em primeiro lugar, as pessoas que moram em locais de alta densidade populacional, de forma geral, se sentem menos felizes.
Em segundo lugar, para se sentir feliz, a maior parte das pessoas precisa se reunir frequentemente com seus amigos ou com pessoas que pensam de forma similar. Quanto mais comunicação próxima, maior é o nível de felicidade.
Em terceiro lugar, as pessoas com inteligência superior à média da população representam uma exceção a esta regra.

Quanto mais alto é o QI, menor é a necessidade do ser humano de se relacionar constantemente com amigos.

Geralmente, intelectuais não consideram muito atraente a vida com muita atividade social. Eles não se interessam em ser a «alma da festa».

Pessoas muito inteligentes costumam ter um círculo social reduzido

O cérebro de uma pessoa com habilidades intelectuais elevadas funciona de forma diferente. E a sociabilidade está incluída nestas diferenças.

Sim, ser inteligente pode não ser algo simples. Dentro de cada intelectual existe seu próprio universo particular.

Para as pessoas com inteligência superior à maioria, a vida social é mais um supérfluo do que algo primordial. A maioria dos grandes gênios foram e costumam ser solitários. Na verdade, são poucas as pessoas que os entendem e os aceitam. Mas isso não é problema para eles. Pelo contrário, quanto mais precisam socializar, menos felizes eles se sentem.
Pessoas inteligentes gostam mais de tratar dos assuntos importantes para elas do que de socializar

A pesquisadora Carol Graham, da Brookings Institution, especialista na «economia da felicidade», acredita que as pessoas inteligentes usam a maior parte do tempo tentando atingir metas a longo prazo. Os intelectuais se sentem satisfeitos quando fazem aquilo que os leva a conquistar determinados resultados.

O pesquisador que trabalha na busca de vacinas contra o câncer ou o escritor que está criando um romance formidável não precisam interagir com outras pessoas. Até porque isso poderia distrai-los de sua meta principal, ou seja, influenciaria de forma negativa na sua felicidade e desequilibraria sua harmonia interna.


As razões estão no passado distante

Você já ouviu falar na teoria da savana? Segundo ela, há algo dos nossos ancestrais que carregamos não só nos genes, mas também em nossa memória subconsciente. O estilo de vida dos nossos antepassados, com que a história humana teve início, influencia até hoje em nossa vida e em nossa noção de felicidade.

Nos sentimos felizes exatamente nas mesmas situações e circunstâncias nas quais as pessoas que viveram há milhares de anos também se sentiam felizes.

Para sermos exatos, o círculo social dos antepassados se resumia aos 150 membros que seu grupo tinha, em média. Eles viviam em lugares isolados, com densidade populacional menor que uma pessoa por quilômetro quadrado. Precisavam estar sempre juntos para sobreviver num ambiente hostil.

Mas hoje vivemos na Era das tecnologias, com muita gente ao nosso redor. Porém, a maior parte das pessoas continua mostrando traços de comportamento dos nossos antepassados, que permaneceram em nossa memória genética. Parece até que nosso corpo vive numa realidade, e o cérebro, em outra. O corpo pode estar numa metrópole com milhares de habitantes, enquanto o cérebro permanece na savana praticamente deserta.

Isso serve para a maioria das pessoas. Mas não para todas.

Grande inteligência permite a adaptação às novas condições

Os intelectuais, diferentemente das pessoas com habilidades mentais medianas, conseguiram, em alguma etapa da evolução humana, superar a memória do passado, já que ela não se encaixa nos dias atuais.

Tais pessoas podem se adaptar com mais facilidade. Parece até que a natureza deu a eles a tarefa de resolver novos problemas evolutivos. Por isso, quem é inteligente pode viver facilmente de acordo com suas próprias leis, sem se apegar muito às nossas origens.

Uma inteligência alta permite que pessoa não fique pendente dos outros, e sim mantenha o foco em suas metas individuais. Pessoas inteligentes estão em harmonia com elas mesmas, e só de vez em quando precisam interagir mais intimamente com os demais.


Produzido com base em material de

Conheça as 10 praias mais bonitas do Maranhão


As belas praias do Maranhão são desconhecidas, subestimadas e desprestigiadas pelas pessoas que só procuram as batidíssimas praias “de água azul e coqueirais a perder de vista”, facilmente encontradas em outras praias do Nordeste do Brasil e em outras praias do mundo, mas isso não quer dizer que as nossas praias sejam menos bonitas e atraentes.

Se por um lado perdemos em belezas clichê, convencionais e comuns, ganhamos de sobra em exuberância (é o litoral mais verde do Brasil devido principalmente à abundância e extensão dos manguezais), ineditismo, exotismo e nível de preservação.

As praias maranhenses ostentam, no mínimo, uma beleza tropical diferente, única e exótica, apresentando enorme potencial para atividades de lazer, recreação, turismo de sol e praia e ecoturismo.

Aqui listamos pelo menos 10 razões para AMAR as praias do Maranhão, que tem o segundo maior litoral do Brasil e tem mar até no nome.

As 10 praias mais bonitas do Maranhão

1 – Praia do AmorTutóia)

2 – Praias da Ilha dos Lençóis (Cururupu)


3 – Praia de Feijão Bravo (Araioses)
4–Praias desertas de Alcântara (Alcântara)Bucólica e deserta. Assim é o vilarejo da praia de Alcântara -Maranhão

5 – Praias de Outeiro, Barreirão e Suassoitá (Cedral)

6 – Praias de Travosa e Atins (Santo Amaro e Barreirinhas)Uma das praias brasileiras mais procuradas por surfistas

7 – Praias de Amapá e Carimã (São Luís e Raposa)
8 – Praias de São Pedro e Juncal (Carutapera)
9 – Praia de Aruoca (Guimarães)
10- Praias de Igarapé Grande e Sababa (Turiaçu)Praia do Igarapé Grande. Um lugar sem igual. Linda, inesquecível

Créditos por esta postagem: AGÊNCIA MARAMAZON

Centro Espírita Júlio Luz de Carvalho Realiza Palestra sobre Reencarnação


Dando continuidade a uma serie de palestras espíritas para o publico de Bacabal e região do Mearim, o centro espirita Júlio Luz de Carvalho, localizados provisoriamente no bairro Cohab  III em Bacabal, promove hoje (27) às 19n30  mais uma palestra com o tema "Reencarnação: Oporunidade Divina" que será proferida pelo orador espírita Robson Martins da São Luis do Maranhão.
O evento faz parte de um ciclo de palestras que tem como objetivo a divulgação do Evangelho de Jesus à luz da Doutrina Espírita presente em todas as religiões cristãs.maiores informações podem ser obtidas no cartaz abaixo com todas as informações sobre como chegar ao evento, não perca esta oportunidade de evolução com  Jesus Cristo.


IMPRENSA EM QUESTÃO - O BRASIL PÓS OLIMPÍADAS: Mergulho a seco



Um jornalista dinamarquês facilitou a introdução séria, honesta e adulta sobre o papel da mídia na discussão da pauta nacional que, neste momento , envolve política, esporte, nossos problemas urbanos e a cordialidade brasileira.

Esse debate começou em 1936 quando o pensador Sergio Buarque de Holanda trouxe para as livrarias uma edição crítica do espelho de corpo inteiro do brasileiro visto como modelo do homem cordial. Conceito mal explicado até hoje, finalmente esclarecido com a edição recém lançada que tira de cena a exaltação do caráter e da bonomia brasileiros. Tem mais a ver com critérios afetivos e aproveita o impulso revisionista que o momento brasileiro propiciou nos últimos meses.

Empreendemos o caminho inverso que pretendíamos, soltamos as rédeas da economia tentando escapar dos significados muito óbvios, e tentando ser mais cordiais que o sugerido por Buarque de Holanda — e/ ou Gilberto Freyre, que propôs o tema ao sociólogo.

Ninguém teria coragem de ser ante cordial. Parecia que vacilávamos no conceito.

Mas agora o circo vai acabar e desmascarar o modo de ser do homem urbano que não quer perder o momento do prazer.


Agosto vai por fim ao espetáculo e trazer a realidade do inicio da votação do impeachment, entrar em discussões que transformam o homem cordial das Olimpíadas num defunto distante — e traz à tona um debate de intolerância, falta de ética, a relação nada cordial dos nossos políticos. E o que mais trará com a saída de Dilma e a entrada de medidas duras, adultas, que na Argentina já levaram à greve de 24 horas ?

Agora sim um mergulho a seco

A imprensa local e internacional , que já tinha trocado o medo da zica e da “desástrofe”( mistura de desastre com catástrofe) pelo encantamento com o Rio, volta às críticas adultas , às vezes perversas, sem colher de chá de bondades, para tentar explicar onde foi que erramos e que modelo devemos adotar.

Do 10º lugar anunciado para as brasileiros nas Olimpíadas caímos para o 13º , mas o susto da queda nos fez escalar o placar sem as forças místicas do candomblé como pretendiam os franceses. Fugindo da cultura do fracasso e encerrando com Tico Tico no Fubá, forró, maracatu e Carmem Miranda estilizada.

Nesta área só nos resta aguardar Tóquio daqui a quatro anos e, quem sabe, num ânimo mais positivo do Brasil capaz de estimular nossos atletas.

Já no ranking mundial do cenário político-econômico não houve escaladas neste final de agosto.

É nesse momento que o pensamento do jornalista dinamarquês Ulrik Haegerup entra em cena. Ele insiste na importância do noticiário construtivo, não enganativo, mas capaz de suprir as pessoas com matérias que não apelam para o marketing, o Ibope, as chamadas dramáticas visando altas audiências.

Saímos da corrida dos 100 metros rasos, do nado livre e das ginásticas artísticas para disputas de cães hidrófobos no páreo de Brasília. Sem o conceito de Ulrick Haegerup engataríamos na imprensa “fast food” acelerada, o que só atordoaria mais ainda a já turbulenta nação.

“Slow food” para o cérebro é, segundo Haegerup, o caminho indicado. Racionínio, elaboração e cuidado para decidir o futuro, “slow food for thought” é o tipo de comida proposta para a imprensa na Pós Olimpíada.

Sem ilusões, ninguém garante que, por ser “slow”, será menos penosa.
Por Alberto Dines em 26/08/2016 na edição 917 de Observatório da Imprensa

Nota da redação DO Observatório da Imprensa: Alberto Dines está retomando gradualmente a sua produção jornalística porque ainda se encontra em recuperação de um problema de saúde.