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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Confirmada a existência de planeta em órbita da estrela mais próxima do Sol



CRÉDITO: DIGITIZED SKY SURVEY 2
Proxima Centauri ao lado das estrelas do sistema Alpha Centauri
Proxima Centauri ao lado das estrelas do sistema Alpha Centauri


Agora é oficial: existe um mundo habitável circulando Proxima Centauri, a estrela mais perto do Sistema Solar, a somente 4,2 anos-luz de distância. Na semana passada rumores tomaram a internet acerca dessa descoberta, que foi anunciada neste 24 de agosto de 2016, mais uma data a entrar na história da busca humana pelo conhecimento. O exoplaneta, chamado Proxima b, é aproximadamente do tamanho da Terra e pode ter água líquida em sua superfície. Guillem Anglada-Escude, líder do estudo e professor de física e astronomia da Queen Mary University em Londres, comentou: "Esperamos que este achado inspire futuras gerações a continuar olhando para as estrelas. A busca por vida em Proxima b virá a seguir".

Guillem Anglada-Escude, por sinal, foi também o líder de outra espantosa descoberta, a de Kapteyn b, o planeta habitável mais antigo conhecido, situado a 13 anos-luz de distância. A descoberta de Proxima b tomou um longo tempo, sendo que nos últimos 15 anos os cientistas analisaram nossa mais próxima vizinha cósmica com instrumentos cada vez mais sensíveis, como o Espectrógrafo Ultravioleta e Visual Echelle (UVES), e o Buscador de Planetas por Velocidade Radial de Alta Precisão (HARPS), instalados em telescópios do Consórcio Europeu do Sul (ESO) no Chile. As primeiras evidências surgiram em 2013, porém ainda eram duvidosas, o que levou a equipe de Anglada-Escude a realizar a campanha de observação batizada como Pálido Ponto Vermelho, alusão ao fato de Proxima Centauri ser uma anã vermelha, e também à famosa fotografia que a Voyager 1 tirou da Terra, ideia do saudoso Carl Sagan.


A campanha foi de 19 de janeiro a 31 de março de 2016 utilizando o HARPS, capaz de detectar desvios na trajetória de uma estrela de até 3,5 km/h. Combinadas a outras observações do próprio HARPS, instalado em La Silla, e do UVES, que faz parte do VLT de Cerro Paranal, também no Chile, as evidências em favor do planeta alienígena começaram a se tornar mais sólidas. Como Proxima Centauri é uma estrela muito ativa, todo cuidado foi tomado para que algum fenômeno estelar não fosse confundido com um planeta em órbita. A pesquisa ainda apontou a possibilidade de ao menos mais um planeta orbitando Proxima Centauri, com um período orbital entre 60 e 500 dias. Proxima b tem uma massa estimada em 1,3 vezes maior que a da Terra, sugerindo fortemente que seja um planeta rochoso como o nosso. Ele dista somente 7,5 milhões de quilômetros de Proxima Centauri, completando uma órbita a cada 11,2 dias terrestres.




CRÉDITO: ESO / PALE RED DOT
Diagrama do sistema Alpha Centauri e do telescópio de La Silla



POSSIBILIDADE DE VIDA ALIENÍGENA PRÓXIMA DE NÓS

Esse fato muito provavelmente indica que Proxima b deve ter um hemisfério permanentemente voltado para sua estrela, travado gravitacionalmente como a Lua está em relação à Terra. Um fato que depõe contra a existência de vida no exoplaneta é o fato de Proxima Centauri passar por frequentes tempestades solares e ejeções de massa coronal, bombardeando as regiões próximas com altas doses de raios-X. Ansgar Reiners, do Instituto de Astrofísica da Universidade de Gottinger, na Alemanha e coautor do estudo, contudo, defende a existência de uma atmosfera suficientemente densa para proteger a superfície do mundo alienígena, e ao mesmo tempo distribuir o calor mantendo as temperaturas no lado diurno e noturno do planeta em níveis confortáveis. Os cientistas também debatem quanta água Proxima b pode possuir, sendo que mundos formados mais distantes de suas estrelas costumam possuir mais água do que aqueles que surgiram nas proximidades de seus sóis. Mesmo estes, contudo, pode receber água nas épocas de formação de seus sistemas por meio de impactos de cometas ou asteroides, como a Terra.




CRÉDITO: ESO
Possível panorama do planeta Proxima b



Anãs vermelhas vivem um tempo incomparavelmente maior que estrelas como o Sol, permanecendo estáveis por centenas de bilhões de anos ou mais. E acredita-se que Proxima Centauri seja um pouco mais velha que o Sol, com estimados 4,9 bilhões de anos de idade. Para descobrir mais a respeito de Proxima b o ideal é que esse planeta realizasse trânsitos diante de sua estrela, o que é considerado pouco provável. Entretanto, é possível que uma imagem direta desse mundo possa ser obtida, utilizando-se a tecnologia do coronógrafo, um anteparo para bloquear a luz estelar e permitir que vejamos sua imediata vizinhança. E estando o sistema Alpha Centauri tão próximo de nós, é provável que a descoberta de um mundo habitável seja um poderoso incentivo para que missões exploratórias sejam lançadas na próxima década. As publicações tratando do assunto mencionaram o Projeto Starshot, apoiado pelo físico Stephen Hawking, que em poucas décadas poderá lançar um enxame de minúsculas naves a nossos mais próximos vizinhos.




CRÉDITO: DIGITIZED SKY SURVEY 2
Proxima Centauri ao lado das estrelas do sistema Alpha Centauri

fonte:  Revista Ufo

domingo, 21 de agosto de 2016

OVNIS E ETS NO SUL DO MARANHÃO



Na década de 70, os estados do Maranhão e Pará foram palcos de uma extraordinária onda ufológica. Diversos municípios destes dois estados foram invadidos por estranhos objetos voadores luminosos que projetavam focos de luz e segundo o relato de vários moradores e também pela divulgação da Imprensa local sugavam pequenas porções de sangue de suas vítimas. Este fenômeno foi imediatamente batizado de “chupa-chupa” ou “luz vampira”.
Naquela época o pânico se instaurou naquelas cidades, sendo que as autoridades locais procuraram auxílio militar. Assim, em meados de agosto de 1977, o chefe da 2ª Seção do I COMAR – Comando Aéreo Regional do Pará, o coronel Camilo Ferraz de Barros, apoiado pelos brigadeiros Protásio Lopes de Oliveira e João Camarão Teles Ribeiro, criaram a “Operação Prato” designando o capitão Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima para a chefia daquela equipe, que objetivava esclarecer o que de real existia sobre aqueles aparecimentos.


O trabalho desta equipe de militares gerou milhares de páginas de documentos com os relatos das aparições, relatórios, croquis e também foram realizadas centenas de fotos e filmes Super-8 dos OVNIs. 


MINHA VIAGEM AO MARANHÃO, PARÁ E TOCANTINS


Fotograma do Filme da FAB [Aeronáutica,1977/Pará-Brasil]


Minha curiosidade foi despertada para estes casos no início dos anos 80 pelo pesquisador Daniel Rebisso Giese. Assim, no período de 13 de fevereiro a 04 de março de 2002, realizei pesquisas ufológicas nos Estados do Maranhão, Pará e Tocantins para melhor apurar estes fatos e me aprofundar um pouco mais na temática. Na ocasião pude coletar dezenas de casos de avistamentos de OVNIS, pousos e até ataques recentes acontecidos em uma localidade chamada Itapecurú, no Maranhão. 
Focarei neste artigo os casos pesquisados por mim e ocorridos no sul do estado do Maranhão, pois segundo a literatura já publicada até então sobre a “Operação Prato”, as primeiras aparições da “onda chupa-chupa” (1977) teria acontecido na região de Carolina, além de outras cidades vizinhas. 
Não tenho intenção de esgotar o assunto e nem conseguiria, mas sim, agregar mais conhecimento aos leitores do site do UPUPI – União de Pesquisas Ufológicas do Piauí, com a divulgação inédita de parte dos casos pesquisados naquela oportunidade.


BOLAS DE FOGO COM CAUDA NA REGIÃO DE CAROLINA


A cidade de Carolina - MA encontra-se na região do Vale do Tocantins, no sul do estado e possui diversas belezas naturais, cachoeiras e paisagens exuberantes, como por exemplo, a Cachoeira do Itapecurú, as Cachoeiras da Pedra Caída, as Cachoeiras do Rio Farinha, a Chapada das Mesas, o Morro das Figuras e o Morro do Chapéu.
O nome Carolina se deve a primeira Imperatriz do Brasil, Maria Leopoldina Josefa, filha do Imperador da Áustria e primeira esposa de Dom Pedro. Nesta cidade, também apelidada de “Paraíso das Águas”, aconteceram muitos casos insólitos e foram contados em diversas épocas por seus moradores.
A jovem Daiana Matos, de 18 anos contou que em novembro de 2001, na cidade de Carolina, observou acompanhada de mais sete testemunhas uma estranha aparição, que durou cerca de 10 segundos.
“Por volta das 22 horas, eu estava na porta de casa acompanhada da Janaína, Valéria, Denise e outras pessoas, quando a sobrinha da Janaína viu uma estranha luz de aproximadamente 2 metros de comprimento que veio do lado do mangue e seguiu em direção ao rio Tocantins. Imediatamente ela chamou a atenção de todos para que olhassem para aquela luz amarela que possuía uma espécie de cauda. Ficamos encabulados olhando aquilo que era muito bonito e passou voando baixo. O curioso é que não tinha ruído algum. Não sei o que era, mas com certeza não era avião, estrela e nem fogos de artifício”, disse ela.
Outro caso aconteceu em 1998, também na cidade de Carolina e foi relatado por Maria Alves da Conceição. Ela disse que na ocasião, por volta das 16h30min, se encontrava em casa e viu um “foco de luz” que foi em direção à roça. “Era algo diferente e quando aquela luz chegou próxima a plantação pareceu-me um fogo pousado. Depois aquele foco vermelho sumiu e mandei meu filho ao local, mas ele não observou nenhum vestígio de queimado na roça”, disse ela.


João Odolfo Medeiros[Carolina-MA]


O ex-prefeito Sr. João Odolfo Medeiros Rego, de 60 anos, disse que na região do Rio Farinha, no ano de 2000, dois objetos semelhantes a estrelas acompanharam de perto um carro onde se encontrava um guia e outro rapaz que voltavam para cidade.“Foi entre 20 e 21 horas perto da fazenda do Sr. Pedro Espindora, que eles viram as duas estrelas sobrevoando seu veículo. Ficaram apavorados e voltaram rapidamente para a cidade. Não se sabe com certeza do que se trata aquele fenômeno”, disse João Odolfo.

As Cachoeiras da Pedra Caída distam 35 quilômetros de Carolina, e foram palco de aparição de OVNI. O Sr. Bernardo Alves Figueiredo contou que em 1987, observou na cabeceira da cachoeira uma luz muito forte. “Era uma luz diferente muito forte que ofuscava a vista. Fiquei com muito medo e fui embora para minha residência no Riachão”, afirmou ele.
Outros moradores de Carolina informaram que é comum o aparecimento de luzes estranhas sobrevoando também no Morro do Chapéu e no Morro das Figuras, onde os arqueólogos descobriram uma quantidade considerável de inscrições rupestres o que indica que os primitivos índios “craôs” habitaram a região a milhares de anos.


MARCAS E TRIPULANTES...


Edison na fazenda Santa Clara aponta o sentido do ovni.


Na fazenda Santa Clara, em Carolina, em uma madrugada de janeiro de 2002, o jovem Reginaldo Calazans Barbosa, de 21 anos, saiu para ir ao banheiro e se deparou com um objeto redondo luminoso estacionado na frente do quintal de sua casa. Ao lado do insólito aparato voador estava um ser pequeno vestindo roupas verdes.
O rapaz ficou com medo e entrou em casa, voltando a dormir depois de algum tempo. Pela manhã, abriu a porta e verificou que o objeto não estava mais. Entretanto, no local do avistamento havia capim amassado. Sua parenta, Shirleyne Calazans Barbosa, confirmou o caso, por meio de depoimento coletado na ocasião.
Em Outubro de 1977, o Sr. José Benedito Santos, de 78 anos, teve um contato com o tripulante de um “chupa-chupa”, na Chapada das Mesas.
“Era noite e eu estava caçando com amigos na região das Mesas quando vi uma luz alaranjada. Rapidamente ela jogou um foco clarinho e aquela luz iluminou todo o lugar e eu pude ver que ela desceu ao lado de uma árvore a alguns metros de distância. Aquele aparelho era de 6 metros de comprimento e oval, sendo que o centro era mais vermelho e brilhante. De repente, apareceu um ser pequeno, de 1 metro e meio mais ou menos vestindo uma roupa prateada com um capacete transparente e com antenas com luzes vermelhas nas pontas. Quando ele se aproximou, senti medo mais fui me acalmando e desmaiei. Acordei mais tarde com meus colegas em volta perguntando o que aconteceu”, disse Benedito.


Croqui do Caso José Benedito [Chapada das Mesas-MA,1977]


Eu questionei o Sr. Benedito sobre como era o tripulante observado e ele me trouxe um papel amarelecido, envelhecido pelo tempo, com o desenho da criatura que ele fez na época. Ele me presenteou com o desenho.
Ao ver a figura, notei uma nave estilizada no canto direito do papel e um ser com os olhos grandes e pretos do lado e perguntei se eram assim mesmo e ele me respondeu que eram olhos grandes e com um olhar muito penetrante. Também se lembrou que nos braços da vestimenta do tripulante havia três listras como se fosse um emblema ou símbolo.
Ele afirmou ainda que não existiu conversa verbal, mas que sentiu paz durante a aproximação do ser, apesar do mesmo ser de aparência estranha.
No dia seguinte, teve fraqueza no seu corpo e notou uma pequena queimadura com orifícios em seu pescoço, que ficou roxo e descamou nos dias subseqüentes. Como todas as pessoas estavam amedrontadas e falavam do “chupa-chupa” naqueles dias, ele acredita verdadeiramente que teve um contato direto com aquele fenômeno que assombrou o sul do Maranhão na década de 70.


UM CASO NA DÉCADA DE 30


No povoado de Itapecurú conheci a Sra. Maria Pires, mais conhecida como “Dona Miúda”, de 74 anos na época que relatou um caso ocorrido em uma noite de 1931.
“Quando eu era criança, em 1931, vi uma bola de fogo vermelhinha. Não era muito grande não! Eu estava com minha irmã e a filha da vizinha conversando na porta de casa e de repente vimos que a bola de fogo voadora começou a nos perseguir. Nós saímos correndo de medo e a bola de fogo ficou parada em cima de um pé de pequi. Os moradores mais antigos falavam que era o ‘encanto da cachoeira’. Porém, até hoje não sabemos o que era aquilo”, disse ela.


Dona Miúda[1931] e Sra. Maria Nunes Bezerra.



SONDAS NO POVOADO DE ITAPECURÚ


Na década de 90, a Sra. Maria Nunes Bezerra, de 37 anos, avistou uma pequena sonda ufológica em frente ao povoado de Itapecurú.“Lembro que foi durante uma noite que outras pessoas me chamaram para ver. Ao sair na porta de casa, vi uma pequena bola amarelada que estava perto da cancela. Ela voava em torno da cancela e não fazia barulho. Depois de um tempo eu entrei em casa e quando saí de novo, a estranha bola de luz não estava mais lá”, disse Maria.


Senhor Joaquim Santana [1982]


No verão de 1982, o morador antigo Sr. Joaquim Santana, de 88 anos, também presenciou o avistamento de um pequeno objeto que chamou de “estrela amarelinha”, por diversas vezes na região, fazendo vôos irregulares, sempre entre as 19 e 20 horas.
O rapaz Jesse da Silva Santos, de 19 anos, contou que em novembro de 2001, ele estava trabalhando no Bar do Nonato, em Itapecurú, quando observou um objeto voador de 1 metro de diâmetro e um pouco alongado que sobrevoou o local numa altura estimada de 200 metros. “Era um aparelho vermelho amarelado e umas quinze pessoas que estavam na igreja viram o fenômeno. De repente o aparelho voador fez um chiado e todos ficaram assustados e voltaram para suas casas. O aparelho seguiu em direção à Carolina”, disse Jesse.
Outra testemunha, o Sr. Aroldo Neves dos Santos, de 51 anos, disse que viu uma “tocha” em 1978.
“Era 20 horas quando vi a tocha amarelada. À medida que a tocha descia, crescia o tamanho do objeto voador. Quando ficou a 50 metros de distância, percebi que era redondo e deveria ter uns 2 metros de diâmetro. Quando a tocha silenciosa veio na minha direção, sai correndo de medo e não vi mais”, contou ele.
O Sr. Luiz Pereira de Souza, de 73 anos, morador há mais de 50 anos no povoado de Itapecurú, afirmou que já viu por três vezes “uma tochona azul” na década de 70.


“ACORDEI NO HOSPITAL DE ARAGUAÍNA...”


Sr. Antônio Pereira dos Santos [caso acontecido em 1982]


Um caso que deixou seqüelas irreparáveis na testemunha foi o caso do Sr. Antônio Pereira dos Santos, mais conhecido como “Antônio Paraibano”. O episódio se passou em Itapecurú no dia 14 de novembro de 1998.
Contou ele: “Eu vi a luz! Eu fui ao Bingo do Jucelino, mas voltei de bicicleta até em casa para buscar o fumo de rolo. Retornando para o Bingo, vi uma bola branca de um metro de diâmetro que passou em frente da bicicleta, iluminando tudo em volta. Fiquei assustado, mas não dei muita importância. Na volta para casa, por volta das 2 horas da madrugada, a bola luminosa voltou a aparecer. Quando ela ficou perto, senti uma dormência no corpo, cai da bicicleta e perdi a consciência. Acordei no Hospital de Araguaína com a cabeça quebrada e até hoje não escuto direito pois fiquei surdo dos dois ouvidos. Com a bicicleta não aconteceu nada”.


ATAQUE EM ITAPECURÚ – MA


Senhora Januária Pereira Porto [caso acontecido em 2001]


Investiguei na ocasião um interessante ataque que aconteceu com a senhora Januária Pereira Porto (de 37 anos em 2002) e sua filha Jaiara (de 10 anos em 2002).Contou ela: “Em dezembro de 2001, eu estava armando a rede para a minha prima dormir. Enquanto eu arrumava as coisas, a minha prima que estava na porta, chamou-me para ver uma bola luminosa pequena que estava estacionada próxima a cerca de arame farpado. Eu fui à porta e vi que ela (a bola luminosa) não produzia ruído e resolvemos tocá-la com a mão. Aproximamos-nos e encostei a minha mão e o meu braço adormeceu na mesma hora. Achei estranho e voltamos para dentro de casa, pois eu tinha que terminar de arrumar a rede. Nesse momento, o meu corpo ficou dormente, começando pela língua, que me dificultava a fala. Senti a carne toda enchida. Depois de uma hora eu voltei ao normal”. 
A cor da “bola luminosa” avistada era como uma lanterna amarela e tinha 20 centímetros de diâmetro e chegou a iluminar tudo a sua volta segundo afirmou a testemunha. O pequeno OVNI desapareceu, apagando sua luz, logo depois de ser tocada por Januária. Ela e a prima chegaram juntas na intenção de tocar o estranho fenômeno, mas só Januária encostou a sua mão.
Em Janeiro de 2002 aconteceu outro episódio. Januária estava sentada com a sua irmã na porta da casa tomando café, por volta das 19 horas, quando de repente, sua irmã perguntou: “O que é isso? É uma bola de fogo? Você viu quando ela passou pelos nossos pés e seguiu em direção àquele monte de barro, ali?”.
A resposta foi negativa por parte de Januária que acredita na história da sua irmã, embora não tenha notado a presença muito rápida da bola de fogo.No mês seguinte, em Fevereiro de 2002, em uma quinta-feira, contou Januária que durante a noite foi apalpada por uma criatura de mãos geladas. O exame foi dos pés a cabeça e ela ficou paralisada e com medo. Depois de muito custo, conseguiu virar-se e pegar um isqueiro (pois em sua casa não há luz elétrica). Ao acendê-lo percebeu que o ser havia desaparecido. Este fato aconteceu entre as 22 e 23 horas, e ela já estava deitada em sua cama.Ela me afirmou também que desde o início do ano (2002) já viu seres pequenos dentro de casa. O pavor vivido por ela e sua família é notório, ela confessou-me sua intenção de mudar dessa casa, pois depois que estes fenômenos aconteceram, apareceram estranhas feridas no seu seio e braços.


Caso da Januária[2001]-Marca do chupa chupa.


Eu fotografei as estranhas marcas e percebi que eram semelhantes aos produzidos pelo “chupa-chupa”. Pareciam agulhadas e em volta das picadas fica arroxeado e logo começa a coçar e a descamar a pele, segundo ela mesma afirmou. Januária queixou-se de fraqueza, cansaço, dor de cabeça e mal estar, depois do aparecimento dessas marcas.Sua filha de 10 anos, Jaiara Pereira Porto, também tinha marcas idênticas. Os outros filhos de Januária não possuíam hematomas e nem marcas similares. Na ocasião também fotografei as marcas da sua filha.Verifiquei o quarto de Januária e constatei que as paredes são feitas de palha e com muitas frestas, por onde a luz do “chupa-chupa” passaria facilmente atingindo a vítima.
Outra constatação foi que no local onde foi avistada a bola de fogo também havia uma pequena marca onde se notava o capim amarelecido e seco, como se tivesse sido queimado por calor, fogo ou algo similar. É surpreendente que no caso da senhora Januária existem elementos e características que se assemelham aos vividos pelas vítimas dos “chupa-chupa” em 1977. Isso, aliado a grande incidência de fenômenos ufológicos no sul do Maranhão, me leva a supor que o fenômeno não se encerrou em 1977, pois esporadicamente ocorre em regiões mais afastadas, como é o caso da cidade de Itapecurú.
A coleta de sangue é um dos pontos mais intrigantes e obscuros. Qual seria a intenção desta prática? Talvez jamais saibamos! Mas, desconfio que se algum dia descobrirmos a real intenção deste fenômeno, certamente estaremos diante de uma compreensão maior deste grandioso enigma que aconteceu em território nacional... 
Infelizmente, os relatórios oficiais da Aeronáutica concluíram que era difícil precisar, com objetividade, a finalidade do fenômeno. Trinta e um anos depois do acontecido, o fenômeno ainda é reputado como inexplicável por cientistas, militares e ufólogos de várias partes do mundo... Os documentos oficiais pelo menos registraram: “o fenômeno chupa-chupa é real e de natureza ufológica e as naves são operadas estrategicamente por inteligências desconhecidas”. Assim, a única certeza que temos é que estamos diante de um insólito acontecimento, um imenso desafio para a Ciência e especialistas no assunto e que ainda está acontecendo lá fora!


* Pesquisador há 27 anos, fundador e atual presidente do GUG – Grupo Ufológico de Guarujá. Possui diversos trabalhos publicados em revistas, jornais e periódicos de vários países. Realizou e participou de vários congressos nacionais e internacionais. Participou de vários programas de televisão e rádio. Como pesquisador adota a linha científica de investigação, tendo investigado centenas de casos de abdução, pousos e contatos com OVNIS, principalmente no Litoral Paulista. Participou intensamente da investigação do “Caso Varginha”, em Minas Gerais. Viajou para vários países para investigar o fenômeno, como por exemplo, Egito, Grécia, Turquia, Inglaterra, França, Peru, Chile e Argentina. Atualmente vem desenvolvendo levantamentos sobre a atuação de militares brasileiros em pesquisas relacionadas com o Fenômeno Disco Voador. É o pesquisador brasileiro que possui a maior quantidade de documentos oficiais sobre o assunto. Endereço para contato:boaventura_gug@hotmail.com ou pelo telefone 11-8424-6925.

Créditos do texto e imagens:GUG – Grupo Ufológico de Guarujá

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Novo livro explora estranhos casos envolvendo OSNIs

CRÉDITO: RAFAEL AMORIM

Causa surpresa a muitas pessoas o fato de que casos ufológicos não acontecem somente sobre terra firme, mas também em rios, lagos e mares de todo o mundo. As ocorrências envolvendo objetos submarinos não identificados (OSNIs) são muito mais raras do que as dos UFOs, porém costumam ser mais impactantes, especialmente porque marinheiros costumam ter noções de astronomia com fins de navegação, e estão habituados com os fenômenos naturais observados nas superfícies aquáticas de nosso mundo. E o país que registra a maior quantidade de relatos sobre OSNIs é a Rússia, com casos espantosos tendo ocorrido até muitos anos atrás, ainda na época da União Soviética.

Paul Stonehill e Philip Mantle, autores de UFOs na Rússia, uma dos mais importantes obras da Coleção Biblioteca UFO, acabam de lançar no mercado internacional o livro Russia´s USO Secrets (Segredos de OSNIs na Rússia). Na obra, os dois autores relatam casos envolvendo a Marinha soviécia e a russa que nunca haviam sido comentados fora daquele país, dado o alto grau de segredo relacionado a todas as suas atividades militares. Apontam ainda que as ocorrências indicam uma presença permanente de algo incomum nas grandes extensões aquáticas da Terra. Esses objetos foram observados por todo o planeta, mas na Rússia foram sem dúvida observados em mais ocasiões.

A União Soviética guardou zelosamente o segredo quanto a essas ocorrências, ridicularizando e desqualificando o depoimento das testemunhas que tentavam ir a público. Mesmo assim, vários casos acabaram sendo divulgados, mostrando como é limitado nosso conhecimento a respeito das profundezas de mares e oceanos da Terra. Um dos casos mais assombrosos aconteceu no verão de 1982 no hemisfério norte, onde Mark Shteynberg e o tenente-coronel Gennady Zverev da Marinha soviética conduziam um treinamento de mergulhadores do Turquistão e de regiões da Ásia central. Os exercícios aconteciam no Lago Issyk Kul no Quirguistão, quando aconteceu a visita do major-general V. Demyanenko, comandante do Serviço de Mergulhadores Militares das Forças de Engenharia do Ministério da Defesa. Demyanenko relatou a eles o incidente ocorrido em um treinamento no Lago Baikal, quando os mergulhadores subitamente ganharam a companhia de seres estranhos.

OS MERGULHADORES




CRÉDITO: PHILLIPE MANTLE
Concepção artística de um dos seres vistos por mergulhadores soviéticos



Os alienígenas tinham aparência vagamente humana, mas seu tamanho era maior, aparentando três metros de altura. Apesar das temperaturas baixíssimas e da profundidade de 50 metros, vestiam somente roupas inteiriças prateadas sem qualquer equipamento de respiração visível, com exceção de capacetes esféricos transparentes. O comando militar local tentou capturar um dos intrusos com redes, porém o alienígena de alguma forma manifestou um tipo de energia que empurrou os mergulhadores para a superfície. Outro caso envolveu a observação de um OSNI esférico avermelhado pelo navio a vapor Raduga, enquanto este navegava no Mar Vermelho. O caso aconteceu em 1965, quando o objeto emergiu e ficou pairando, iluminando a água abaixo. O OSNI media sessenta metros, e o caso foi mencionado em publicações russas e levado muito a sério pelas autoridades do país.




CRÉDITO: ARQUIVO
Submarino nuclear lançador de mísseis Typhon, o maior do mundo; embarcações russas encontraram OSNIs em vários locais do globo


Outra ocorrência teve lugar no Pacífico, e foi descrito pelo almirante V. A. Domislovsky, chefe do Departamento de Inteligência da Frota do Pacífico. Uma frota da Marinha Soviética observou em regiões remotas desse oceano um gigantesco objeto cilíndrico, que pairou sobre o oceano e do qual saíram objetos menores, que posteriormente retornaram para a nave-mãe. Após esse fato, o OSNI, com um tamanho estimado em 800 a 900 metros de comprimento, voou rapidamente para longe e desapareceu no horizonte. Mais um oficial, o almirante e comandante de submarino nuclear Yury Beketov, descreveu atividade no famoso Triângulo das Bermudas. Ele afirma que os instrumentos de sua embarcação detectaram objetos materiais desconhecidos viajando a 500 km/h submersos, e acrescentou: "Os seres que criaram esses objetos materiais estão muito à nossa frente em seu desenvolvimento".

O capitao Igor Barklay, especialista em Inteligência naval, afirma que esses OSNIs são frequentemente observados em águas profundas próximas a concentrações de forças navais militares. Objetos submarinos não identificados se movendo a altas velocidades sob a água também foram observados em suas ocasiões pelo capitão Yuri Vinogradov, que serviu na Marinha soviética e depois na russa entre 1975 e 2000. Veterano de unidades especializadas em resgates de alto risco, ele afirma que os casos aconteceram no Mar do Diabo, chamado por vezes de Triângulo das Bermudas do Pacífico. Nessa região, compreendendo o Japão, Guam e o norte das Filipinas, ele tomou parte em 1980 de operações de busca e resgate, observando no sonar por duas vezes a presença de OSNIs se movendo a grandes velocidades e desaparecendo nas profundezas a seguir.




CRÉDITO: AMAZON
FONTE: Revista UFO

sábado, 13 de agosto de 2016

Publicado um catálogo com os planetas que podem abrigar vida extraterrestre


O telescópio espacial Kepler da NASA é o mais prolífico instrumento caçador de planetas alienígenas até o momento. Entre a quantidade colossal de dados que ele captou em sua missão original, na qual observava fenômenos de trânsito em uma pequena região nas constelaçoes Cygnus e Draco, ele identificou mais de 4.000 candidatos a planeta, sendo nada menos de 216 que podem abrigar vida. Analisando a totalidade desses dados, uma equipe liderada pelo professor de física e astronomia Stephen Kane, da Universidade de San Francisco, determinou que 20 desses mundos alienígenas são os mais parecidos com a Terra.


A zona habitável de uma estrela é a região na qual um planeta orbita na qual a presença de água líquida em sua superfície é possível. Muito perto da estrela e o planeta se torna quente demais como Vênus, mais distante se torna frio como Marte. Estes dois mundos residem nos extremos da zona habitável do Sol, porém não é possível existir água em suas superfícies, embora Marte continue a ser candidato a abrigar formas de vida sob sua superfície. E é importante lembrar que os cientistas buscam formas de vida semelhante à nossa, baseadas na química orgânica do carbono, pois os elementos que a compõe são muito abundantes no Universo, então é lógico que a química das formas de vida seja semelhante.

Os cientistas dividiram os planetas em categorias. Um mundo com diâmetro menor que o dobro do da Terra é considerado semelhante ao nosso. Se o exoplaneta é maior que esse limite é considerado um gigante. Além disso cada categoria foi subdividida em outras duas, no caso de o mundo em questão estar em uma posição mais otimista, perto dos extremos da região habitável, ou mais conservadora, próximo ao centro desta e onde é mais provável a existência de água líquida na superfície. Stephen Kane comentou: "Este é o catálogo mais completo mais completo das descobertas do Kepler dentro da região habitável de seus sóis. Dessa maneira futuros projetos de exploração poderão focar nos planetas neste artigo, e realizar pesquisas mais detalhadas neles, a fim de confirmar se podem mesmo abrigar vida".

BUSCA POR MUNDOS HABITÁVEIS E VIDA ALIENIGENA SE INTENSIFICA

Stephen Kane é um dos líderes no segmento de busca por exoplanetas, tendo descoberto centenas desses mundos, incluindo Kepler-186f, incluído no catálogo. Ele está contribuindo com outras duas missões espaciais a serem lançadas em breve, o Satélite de Pesquisa de Trânsitos Planetários (TESS) da NASA, e o Satélite de Caracterização de Exoplanetas (Cheops) da Agência Espacial Européia (ESA). O catálogo, publicado no site arXiv (veja links abaixo), e que estará no Astrophysical Journal, detalha os 49 exoplanetas habitáveis já confirmados, apontando que 29 estão na zona habitável otimista, e 20 na região habitável conservadora, onde a probabilidade de realmente possuírem água líquida e serem habitáveis é maior.

FONTE: REVISTA UFO

Apresentado projeto para regulamentação da profissão de ufólogo



Após o reconhecimento prestado pela instituição do Dia do Ufólogo, comemorado em 24 de junho nas cidades de Campinas, Curitiba, Buritama e Varginha, coincidindo com o Dia Mundial da Ufologia, mais um importante passo para um maior reconhecimento e credibilidade aos ufólogos foi dado. O deputado estadual Edmir Chedid, do DEM, apresentou neste dia 10 de outubro uma moção, publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo, pedindo a regulamentação da profissão de ufólogo.

De acordo com o texto do deputado, o objetivo é reconhecer a atividade científica que procura entender o Fenômeno UFO e possibilitar que tais estudos sejam financiados e tenham linhas de pesquisas junto a universidades e instituições públicas e privadas. Chedid afirma ainda que os contatos acontecem desde tempos remotos, quando aos visitantes extraterrestres era atribuída uma origem divina. O parlamentar reconhece a importância das tendências místicas e espiritualistas, mas aponta que o objetivo de sua moção é incentivar a pesquisa científica dos UFOs, apoiando os ufólogos e abrindo as instituições acadêmicas para esses estudos.

O deputado Edmir Chedid ainda apresenta um pedido ao Executivo e Legislativo federais que se mobilizem e tomem as providências cabíveis a fim de que a regulamentação da profissão de ufólogo seja válida em todo o território nacional. Uma moção é uma proposta, apresentada por um deputado, para que a Assembleia Legislativa se manifeste. A moção é lida em plenário e depois publicada no Diário Oficial do Estado, sendo depois apreciada nas comissões da Assembleia. No presente caso, se for a aprovação da moção significará que a Assembleia Estadual de São Paulo apoia a regulamentação da profissão de ufólogo.

LEIA ABAIXO A ÍNTEGRA DA MOÇÃO Nº 54, QUE PEDE A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE UFÓLOGO

Ufologia é a ciência que estuda os fenômenos aéreos e não aéreos relacionados com 'inteligências extraterrestres'. Os contatos ufológicos acontecem desde os mais remotos tempos da humanidade.

Há muito tempo atrás, acreditavam que os tais seres ou mesmo suas manifestações eram de origem quase divina, onde estes mesmo seres eram os nossos 'salvadores', nossos mediadores entre a ignorância e a sabedoria, para viver uma vida digna e feliz. Outros, já preferiram acreditar em fatos comprovados, que possam ser comprovados do ponto de vista físico, químico e científico para que fosse possível estabelecer uma junção entre a lógica e o fenômeno em questão.

É preciso, no entanto, separar a Ufologia científica das demais manifestações. Não por um preconceito em relação ao caráter místico que podem ostentar, mas porque a preocupação que norteia a presente moção é a de reconhecer a atividade científica que busca entender esses fenômenos, possibilitando financiamentos e linhas de pesquisa destinadas a esse fim junto à Universidades e outras instituições públicas ou privadas.

A Ufologia científica objetiva estudar o fenômeno sem imagens pré-concebidas, procurando através de pesquisas e conjecturas, entender suas manifestações, sempre usando e buscando provas para compor certas análises que são importantes para um enfoque científico. Não se busca, nessa modalidade, qualquer relação com crenças espirituais ligadas ao fenômeno em questão.


No Estado de São Paulo, o dia do Ufólogo é comemorado no mesmo dia Internacional da Ufologia, dia 24 de Junho.

Como se sabe, a regulamentação de profissão é feita para estabelecer direitos específicos de uma categoria. Nesse caso, porém, a preocupação maior é possibilitar o reconhecimento da atividade, seu desenvolvimento e fomento, de modo a permitir a formação de profissionais para nela atuar, com a criação de cursos específicos e de uma estrutura, que pode vir a ser criada por entes públicos e privados para tal fim.

Diante da importância do assunto, a ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO apela ao Excelentíssimo (a) Senhor (a) Presidente da República, aos Excelentíssimos Senhores Presidentes da Câmara dos Deputados e Senado Federal e aos Senhores Líderes Partidários no Congresso Nacional, que efetivem as providências cabíveis e urgentes necessárias à regulamentação da profissão de ufólogo.

Sala das Sessões, em 8/8/2016.

 Edmir Chedid
FONTE: UFO