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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Reynaldo Gianecchini faz transplante de células-tronco

 

 
 (DIVULGAÇÃO )
 

Em sua luta contra o câncer, um tipo raro de linfoma, Reynaldo Gianecchini deve iniciar nos próximos dias um novo tratamento. De acordo com informações da Revista Caras, após a quinta sessão de quimioterapia, Giane será submetido a um transplante autólogo. Nesse procedimento de transplante de células-tronco, o paciente é seu próprio doador. As células mãe da medula óssea do doente são retiradas, armazenadas e tratadas com altas doses de quimioterapia. E, em seguida, o paciente recebe de volta suas próprias células, mas já tratadas e saudáveis. A intenção do tratamento é eliminar as células prejudicadas, e assim reconstituir a medula óssea. O método evita a rejeição, fato que pode ocorrer caso as células sejam de outro doador.

  O ator chegou a dar uma breve entrevista à publicação, durante uma visita que fez ao Graacc, e disse estar confiante em sua cura:

"Sempre fui uma pessoa otimista e, agora, mais do que nunca. Não penso em coisas ruins, somente coisas boas. Por todo esse amor que tem sido movimentado, eu acredito na cura, não acredito na doença", disse o ator à Caras, acrescentando: "Só consigo pensar na minha vida muito melhor daqui para frente."

Gianecchini disse que depois que descobriu a doença, em agosto deste ano, seu olhar para a vida mudou e que ele passou a repensar todas as suas relações. "Basicamente, o que mais me tocou foi a necessidade de compartilhar as coisas, como o jeito com que as pessoas ficam sensibilizadas. E como é gostoso compartilhar tudo. O amor, a solidariedade. A gente vê como precisa das pessoas. Uma visão menos egoísta", explicou o ator à Caras.
FONTE: O Fuxio

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mulheres obesas desenvolvem câncer de mama mais cedo, diz estudo

Fatores genéticos e familiares também são relevantes para o desenvolvimento da doença
Fatores genéticos e familiares também são relevantes para o desenvolvimento da doença
Mulheres obesas desenvolvem câncer de mam
a mais cedo, é o que aponta estudo realizado pela Universidade de Granada e publicado na revista espanhola Nutrición Hospitalaria.

Pesquisadores observaram 524 mulheres diagnosticadas com câncer de mama, que se tratam no hospital universitário San Cecilio de janeiro de 2009 a setembro de 2010 em Granada, na Espanha. Eles avaliaram o estado nutricional dessas pacientes (peso normal, obesidade e obesidade mórbida) e sua idade no momento do diagnóstico. Mulheres com histórico familiar de câncer de mama não participaram do estudo.

Os cientistas descobriram que a obesidade feminina está associada a um diagnóstico mais cedo de câncer de mama. A descoberta contrasta com os resultados obtidos em outros estudos que mostravam que indivíduos com mais índice de massa corporal teriam menos riscos de desenvolver a doença.

O estudo também apontou que as mulheres que tiveram a doença diagnosticada muito cedo foram as que começaram a menstruar antes dos 10 anos de idade. Assim, a idade da menarca é determinante no desenvolvimento e diagnóstico de câncer de mama, especialmente em mulheres com obesidade mórbida.

Ainda que fatores genéticos e histórico familiar sejam fatores muito relevantes (cerca de 18% das mulheres obesas tinham fatores genéticos para desenvolver a doença), o estudo prova que a obesidade é um dos fatores para desenvolver o câncer mais cedo.
FONTE:UOL

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Fim do exame PSA pode comprometer saúde masculina


Um painel de cientistas dos Estados Unidos pediram o fim de um dos principais exames para a detecção do câncer de próstata - PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês).
De acordo com esse grupo de especialistas, o teste não mostra a diferença entre tumores que irão ou não afetar a saúde dos homens durante sua vida.

Entretanto, boa parte dos médicos que trabalham diretamente com os pacientes que tratam o problema afirma que a ausência desse exame é muito perigosa e que ele continua sendo o método mais eficaz para identificação do câncer de próstata.

Para Dr. Daher Chade - médico urologista do Instituto do Câncer de São Paulo e do Hospital Sírio Libanês - essa postura pode trazer riscos irreversíveis a saúde pública.

"É um absurdo por que este painel tem o objetivo de encontrar formas de economizar para os convênios e seguros de saúde americanos. Eles utilizam pesquisas de outros pesquisadores e interpretam de uma forma que possa evitar realização de exames. Portanto, a opinião deles tem baixo nível de evidência na ciência, além de não representar a opinião de nenhuma associação ou sociedade de oncologistas" explica Dr. Chade.

Para o urologista, é importante ouvir a classe médica para saber a importância do exame. "Nos EUA, a Associação Americana de Urologia tem dados de grandes estudos comprovando que o PSA salva muitas vidas", afirma Dr. Chade.

Conforme estudo com 180 mil pacientes realizado na Europa é possível salvar a vida de 1 homem a cada 48 de realizam o exame. Os estudos demonstram tanto benefício com o uso do PSA, que tem sido até difícil realizar novos estudos nesta área, pois poucos são os pacientes que aceitam não realizar a prevenção para o câncer de próstata.

"Isto foi o que ocorreu no maior estudo americano nesta área, publicado no New England Journal of Medicine, no qual a maioria dos pacientes do grupo selecionado para não realizar o PSA fez o exame antes de entrar no estudo ou mudou de grupo durante a pesquisa, passando a realizá-lo periodicamente", afirma Dr. Daher. 
FONTE: O Imparcial

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Camisa assinada por Dilma será leiloada para campanha de combate ao câncer de mama





A presidente Dilma Rousseff assinou uma camiseta com o alvo azul da campanha "O Câncer de Mama no Alvo da Moda" para ser leiloada na terça-feira, no evento Fashion Targets Auction. A iniciativa arrecadará fundos para o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), maior centro de tratamento do câncer de mama do Brasil.

A primeira edição do leilão acontecerá em São Paulo, na capital paulista, no espaço Lounge One do Shopping Iguatemi.

No início do ano, de forma indireta, a presidente e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, criticaram a gestão na área de saúde do governo anterior. Ao lançar em Manaus  o programa de prevenção e tratamento de colo de útero e de mama, Dilma disse que dos 4 mil mamógrafos que existem no país, grande parte deles está quebrada ou sendo subutilizada. Ela disse ainda que os aparelhos foram mal distribuídos nos estados.
FONTE: O Imparcial

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Células tumorais expostas à "Quinta Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreram

Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O "pam-pam-pam-pam" que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.
A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.
- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a "Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.
Em abril, exposição a samba e funk
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.
- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.
Fonte: O Globo - Renato Grandelle http://oglobo.globo.com/
segue um link para vcs ouvirem :


domingo, 11 de setembro de 2011

Para tucanos, limitar acesso a remédio contra o câncer é desumano

Médicos, os deputados Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e César Colnago (PSDB-ES) classificaram de “absurdo” o Ministério da Saúde limitar acesso a remédio para tratamento de câncer. Reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” desta sexta-feira (9) mostra que o ministério está limitando o número de pacientes com leucemia mieloide crônica que terão direito a drogas mais caras para tratar a doença. Os tucanos consideraram lamentável e desumano o governo federal agir dessa forma com quem precisa.
Na semana passada, o hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) recebeu uma lista da pasta vetando, nominalmente, 14 pacientes de continuar recebendo a medicação. Um professor da universidade usou uma expressão muito adequada para esta maldade: “É uma ’lista de Schindler’ às avessas”.
O governo tem que rever sua posição porque é inadmissível admitir uma situação dessa, na avaliação de Colnago. “É um absurdo, pois o Sistema Único de Saúde (SUS) garante esse medicamento aos pacientes. O governo tem tantos gastos supérfluos com cargo comissionado, viagens, diárias, cartão corporativo, além dos desvios e na hora de ajudar quem precisa faz isso. É uma falta de responsabilidade social”, reprovou.
Gomes de Matos, por sua vez, lamentou o fato de o governo petista só falar em saúde quando o assunto é cobrar mais imposto do cidadão. “O que é preciso é acabar com o gasto irresponsável e dar acesso à saúde. É triste vermos vários pacientes chegarem até a falecer, por precisarem do uso contínuo do remédio e não terem. Às vezes um paciente precisa entrar na justiça para poder ter o direito ao medicamento”, lamentou.
FONTE: Letícia Bogéa