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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Conselho Empresarial debate Zoneamento Ecológico Econômico do Maranhão


Os avanços nos trabalhos do Zoneamento Ecológico Econômico do Estado do Maranhão (ZEE-MA) foram debatidos durante reunião do Conselho Empresarial (CEMA), presidido pelo vice-governador Carlos Brandão e pelo secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, nesta quarta-feira (5), no Palácio dos Leões.

Segundo o vice-governador Carlos Brandão, a demanda, que era antiga, conseguiu avançar em apenas dois anos. “A demanda, que surgiu aqui no Conselho Empresarial, passava por governos e governos, e sempre foi considerada uma tarefa muito complicada. O ZEE é uma ferramenta extremamente importante, porque, para os empresários investirem, precisam conhecer o desenho do Estado e estudos que não tinham. Foi um marco, um desafio e uma vitória e acho que aprendemos o caminho”, explica.

A explicação de Carlos Brandão é justificada pelo encaminhamento do início da semana, do projeto de lei, referente à primeira da etapa do ZEE sobre os estudos do Bioma Amazônico. A segunda etapa consiste nos trabalhos referentes às etapas dos Biomas do Cerrado e Costeiro, que já foram iniciados. Os estudos e pesquisas têm previsão de serem concluídos até o fim deste ano, contemplando todo o território maranhense.

“O Maranhão está vivendo um momento muito bom e vem sempre se destacando e isso é fruto naturalmente das oportunidades de negócios e do que o Governo tem feito para ajudar os empresários. Simplício tem feito muito isso, conversado com novos empresários para os atraírem para cá. O empresário tem sentido que o Maranhão é um ambiente saudável para se investir, que pode trabalhar e ampliar seus negócios. Essa confiança jurídica e política é muito importante. O CEMA é o grande caminho para a solução”, acrescentou Brandão.

A Seinc faz parte da Comissão Estadual do ZEE. Além de reforçar toda conjuntura propícia do Maranhão para atrair investimentos, estimulada por ações do Governo do Estado, incluindo desempenhos positivos na geração de emprego e no crescimento econômico, Simplício Araújo destacou os reflexos que o ZEE passa a trazer para as atividades.

“Eu saio da Seinc e me reúno com as esferas municipais, estaduais e federais mostrando a necessidade da gente amparar e estender o tapete vermelho para quem quer investir no Maranhão. Para isso, é preciso agilizar todos os processos enquanto setor público. Com o ZEE, damos um grande passo, pois ele ajuda a desburocratizar. O projeto é mais um grande passo e legado deixado pelo governador Flávio Dino, que vai contribuir para que o Maranhão possa atrair mais investimentos”, frisou.

                                                                   ZEE

O ZEE é uma importante ferramenta de planejamento a ser utilizada tanto pelo Governo do Estado, quanto por agricultores, pecuaristas, empresários, pesquisadores e qualquer pessoa que queira saber mais sobre o território maranhense. Ele é composto de uma série de pesquisas e estudos sobre solos, relevos, vegetação, fauna e componentes humanos de uma determinada região.

O Governo do Estado tem por objetivo elaborar o ZEE mais trabalhado como instrumento de orientação para a formulação e especialização das políticas públicas de desenvolvimento socioprodutivo e ambiental, de modo a produzir o ordenamento territorial, assim como servir para as tomadas de decisões de investimento dos agentes privados.
FONTE : AGENCIA DE NOTÍCIAS DO GOV DO STADO 

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mulheres obesas desenvolvem câncer de mama mais cedo, diz estudo

Fatores genéticos e familiares também são relevantes para o desenvolvimento da doença
Fatores genéticos e familiares também são relevantes para o desenvolvimento da doença
Mulheres obesas desenvolvem câncer de mam
a mais cedo, é o que aponta estudo realizado pela Universidade de Granada e publicado na revista espanhola Nutrición Hospitalaria.

Pesquisadores observaram 524 mulheres diagnosticadas com câncer de mama, que se tratam no hospital universitário San Cecilio de janeiro de 2009 a setembro de 2010 em Granada, na Espanha. Eles avaliaram o estado nutricional dessas pacientes (peso normal, obesidade e obesidade mórbida) e sua idade no momento do diagnóstico. Mulheres com histórico familiar de câncer de mama não participaram do estudo.

Os cientistas descobriram que a obesidade feminina está associada a um diagnóstico mais cedo de câncer de mama. A descoberta contrasta com os resultados obtidos em outros estudos que mostravam que indivíduos com mais índice de massa corporal teriam menos riscos de desenvolver a doença.

O estudo também apontou que as mulheres que tiveram a doença diagnosticada muito cedo foram as que começaram a menstruar antes dos 10 anos de idade. Assim, a idade da menarca é determinante no desenvolvimento e diagnóstico de câncer de mama, especialmente em mulheres com obesidade mórbida.

Ainda que fatores genéticos e histórico familiar sejam fatores muito relevantes (cerca de 18% das mulheres obesas tinham fatores genéticos para desenvolver a doença), o estudo prova que a obesidade é um dos fatores para desenvolver o câncer mais cedo.
FONTE:UOL

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Uema lança livro sobre comunidades tradicionais do Maranhão

O livro "Insurreição de Saberes: práticas de pesquisas em comunidades tradicionais", sobre comunidade tradicionais do Maranhão será lançado, nesta quarta-feira (30), às 9h, no auditório do Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais (Cecen), no Campus da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), em São Luís.

A publicação é organizada pelos pesquisadores Cynthia Carvalho Martins, Helciane de Fátima Abreu Araújo, Aniceto Cantanhede Filho e Arydimar Vasconcelos Gaioso.

Iniciativa do Grupo de Estudos Socioeconômicos da Amazônia (Gesea) da Uema, a obra é resultado do Curso de Especialização "Sociologia das Interpretações do Maranhão: povos e comunidades tradicionais, desenvolvimento sustentável e políticas étnicas", implantado em 2008, a partir de um convênio firmado entre a Uema/Gesea, Fundação de Amparo a Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) e a Secretaria de Estado de Igualdade Racial (Seir).

O curso capacitou pesquisadores, gestores públicos, profissionais do movimento social, quilombolas e militantes objetivando pensar a situação dos povos e comunidades tradicionais do Maranhão, mais precisamente da sistematização e reorganização dos trabalhos finais dos alunos.
No lançamento, a professora Cynthia Carvalho Martins, coordenadora do Gesea/PNCSA, uma das mais destacadas cientistas sociais da atualidade no Maranhão, falará sobre o livro.

As pesquisas incluídas na publicação são de autoria de Davi Pereira Júnior, Raimundo Maurício Paixão, Jorrimar Carvalho de Sousa, João Damasceno Gonçalves Figueiredo Júnior, Dorival dos Santos, Ana Carolina Magalhães Mendes, Mari-Vilma Maia da Silva, Gyordanna Patrícia Pereira Silva, Carla Georgea Silva Ferreira, Valderiza Barros, Antonio Henrique França, Ana Gissele Soares Coelho, Silvio Sergio Ferreira Pinheiro. Eles relatam suas experiências de pesquisa e relevância no Curso de Especialização.

Com informações da Secretaria de Comunicação Social do Estado