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quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Bacabal sedia ação do programa “Maranhão Sem Queimadas” com foco em prevenção e preservação ambiental



Na tarde desta quarta-feira (13), no auditório da Secretaria Municipal de Educação de Bacabal realizou-se uma importante mobilização ambiental: a ação do programa Maranhão Sem Queimadas, iniciativa do Governo do Estado voltada à prevenção e combate a incêndios florestais. O encontro reuniu autoridades estaduais e municipais, além de representantes de cidades vizinhas, com o objetivo de fortalecer estratégias conjuntas para a preservação ambiental.

    A secretária municipal de Meio Ambiente, professora Ludúina Tavares, representou o prefeito Roberto Costa na solenidade. Também participaram a superintendente de Recursos Florestais, Scarleth Karolyne Vieira Leitão, representando o secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais, e o Major QOCBM David Harrison Silva Abreu, comandante do 6º Batalhão de Bombeiros Militar.

  O evento contou ainda com a presença do secretário adjunto de Meio Ambiente de Bacabal, Ítalo Vinícius, do chefe da Divisão de Planejamento Ambiental e Ações de Preservação de Pedreiras, Vicente Camilo de Lima, além de outros secretários municipais e representantes de cidades como Lago Verde e São Luís Gonzaga.

    O programa Maranhão Sem Queimadas tem como foco a prevenção e resposta rápida aos incêndios florestais, combinando educação ambiental, capacitação de brigadistas e uso de tecnologia para monitoramento e combate ao fogo. A iniciativa atua em parceria com órgãos públicos, Corpo de Bombeiros, prefeituras e sociedade civil organizada, buscando minimizar os impactos ambientais e proteger a população de riscos associados às queimadas.

   Durante o encontro, foram apresentadas orientações técnicas e ações de conscientização, reforçando que a preservação do meio ambiente depende de um esforço coletivo. Os participantes destacaram que, além das operações de combate, é fundamental trabalhar a prevenção, sensibilizando comunidades rurais e urbanas sobre os perigos e prejuízos das queimadas.

    A Secretária Liduína Tavares apresentou aos presentes sua equipe de trabalho e declarou que a Secretaria está à disposição de todos e tuda fará para realizar uma boa política publica de proteção aomeio ambiente.

    O município de Bacabal, localizado em uma região estratégica e cercado por áreas rurais, foi apontado como peça-chave para a implementação das ações do programa no Médio Mearim. No período de estiagem, a integração entre Estado, municípios e sociedade se torna ainda mais urgente para garantir a redução dos focos de calor e a preservação dos recursos naturais.









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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Conselho Empresarial debate Zoneamento Ecológico Econômico do Maranhão


Os avanços nos trabalhos do Zoneamento Ecológico Econômico do Estado do Maranhão (ZEE-MA) foram debatidos durante reunião do Conselho Empresarial (CEMA), presidido pelo vice-governador Carlos Brandão e pelo secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, nesta quarta-feira (5), no Palácio dos Leões.

Segundo o vice-governador Carlos Brandão, a demanda, que era antiga, conseguiu avançar em apenas dois anos. “A demanda, que surgiu aqui no Conselho Empresarial, passava por governos e governos, e sempre foi considerada uma tarefa muito complicada. O ZEE é uma ferramenta extremamente importante, porque, para os empresários investirem, precisam conhecer o desenho do Estado e estudos que não tinham. Foi um marco, um desafio e uma vitória e acho que aprendemos o caminho”, explica.

A explicação de Carlos Brandão é justificada pelo encaminhamento do início da semana, do projeto de lei, referente à primeira da etapa do ZEE sobre os estudos do Bioma Amazônico. A segunda etapa consiste nos trabalhos referentes às etapas dos Biomas do Cerrado e Costeiro, que já foram iniciados. Os estudos e pesquisas têm previsão de serem concluídos até o fim deste ano, contemplando todo o território maranhense.

“O Maranhão está vivendo um momento muito bom e vem sempre se destacando e isso é fruto naturalmente das oportunidades de negócios e do que o Governo tem feito para ajudar os empresários. Simplício tem feito muito isso, conversado com novos empresários para os atraírem para cá. O empresário tem sentido que o Maranhão é um ambiente saudável para se investir, que pode trabalhar e ampliar seus negócios. Essa confiança jurídica e política é muito importante. O CEMA é o grande caminho para a solução”, acrescentou Brandão.

A Seinc faz parte da Comissão Estadual do ZEE. Além de reforçar toda conjuntura propícia do Maranhão para atrair investimentos, estimulada por ações do Governo do Estado, incluindo desempenhos positivos na geração de emprego e no crescimento econômico, Simplício Araújo destacou os reflexos que o ZEE passa a trazer para as atividades.

“Eu saio da Seinc e me reúno com as esferas municipais, estaduais e federais mostrando a necessidade da gente amparar e estender o tapete vermelho para quem quer investir no Maranhão. Para isso, é preciso agilizar todos os processos enquanto setor público. Com o ZEE, damos um grande passo, pois ele ajuda a desburocratizar. O projeto é mais um grande passo e legado deixado pelo governador Flávio Dino, que vai contribuir para que o Maranhão possa atrair mais investimentos”, frisou.

                                                                   ZEE

O ZEE é uma importante ferramenta de planejamento a ser utilizada tanto pelo Governo do Estado, quanto por agricultores, pecuaristas, empresários, pesquisadores e qualquer pessoa que queira saber mais sobre o território maranhense. Ele é composto de uma série de pesquisas e estudos sobre solos, relevos, vegetação, fauna e componentes humanos de uma determinada região.

O Governo do Estado tem por objetivo elaborar o ZEE mais trabalhado como instrumento de orientação para a formulação e especialização das políticas públicas de desenvolvimento socioprodutivo e ambiental, de modo a produzir o ordenamento territorial, assim como servir para as tomadas de decisões de investimento dos agentes privados.
FONTE : AGENCIA DE NOTÍCIAS DO GOV DO STADO 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Desmatamento na Amazônia aumenta e chega a 253,8 km² em setembro

Reprodução/Inpeampliar

Desmatamento na Amazônia aumenta e chega a 253,8 km² em setembro
BRASÍLIA – A Amazônia perdeu uma área de 253,8 quilômetros quadrados (km²) de floresta em setembro, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram registrados 448 km² de desmate, houve queda de 43%. Na comparação com o mês de agosto, entretanto, quando foram contabilizados 164 km² de derrubadas, houve aumento da área desmatada.
O Estado onde foram registrados mais desmatamentos, em setembro, foi Mato Grosso, com 110 km². Em seguida está o Estado de Rondônia, com 49,88 km² e em terceiro, o Pará, com 46,94 km². No Maranhão, foram desmatados 7,7 km² de floresta. O Estado onde houve o menor registro de desmatamento foi Tocantins, com 2,24 km². No Estado do Amapá não foi detectado desmate.
Segundo o Inpe, apenas 5% da região não foram monitoradas por causa das nuvens.
Fazem parte da região da Amazônia Legal os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, de Mato Grosso, do Pará, de Rondônia, Roraima e do Tocantins, além de parte do Estado do Maranhão.
* Com informações da Agência Brasil e do Inpe.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Audiência na Câmara discute regulamentação da política de resíduos sólidos

A Comissão de Desenvolvimento Urbano realiza hoje audiência pública para debater a regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10).
O debate foi proposto pelo deputado Zoinho (PR-RJ), que é relator da subcomissão especial criada pela comissão para acompanhar a regulamentação da lei.
“É notório que a falta de saneamento no Brasil chegou a níveis insuportáveis. A falta de água potável e de esgotamento sanitário é responsável, hoje, por 80% das doenças e 65% das internações hospitalares. Além disso, 90% dos esgotos domésticos e industriais são despejados sem nenhum tratamento nos mananciais. Os lixões, muitos deles situados às margens de rios e lagoas, são outro foco de problemas. O debate sobre o tratamento e a disposição de resíduos sólidos urbanos ainda é negligenciado pelo Poder Público”, disse ele.
Foram convidados representantes dos ministérios das Cidades, do Meio Ambiente, do Planejamento, da Saúde e da Educação.
A reunião será realizada às 14h30, no Plenário 11.
Da Redação/ WS

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Audiência pública discutirá criação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mearim

Com o objetivo de mobilizar a sociedade civil e o poder público para a criação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mearim, o Ministério Público do Maranhão promove, nesta sexta-feira (16), audiência pública no município de Bacabal (a 249km de São Luís). O evento será realizado no salão do Tribunal do Júri.
O evento contará com a participação das promotoras de Justiça Lana Cristina Barros Pessoa e Karina Chaves, além de autoridades do Poder Executivo e Legislativo. Na ocasião, será discutida também a criação do Sistema Municipal de Meio Ambiente de Bacabal.
De acordo com a promotora de JuNTstiça Karina Chaves, da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Bacabal, atualmente, não existe nenhum comitê de bacia hidrográfica no Maranhão. No Ceará, por exemplo, cujos recursos hídricos são bem inferiores, existem 10. "O comitê também se faz necessário porque o Rio Mearim, que banha mais de 80 municípios, sofre com poluição e devastação das margens", completou.
Outras audiências para discutir o assunto estão previstas para os municípios de Vitória do Mearim (dia 24) e Pedreiras (dia 30), também banhados pelo Rio Mearim.
FONTE: Imirante.com

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Calor infernal! Maranhão em atenção devido ao tempo seco

Oito Estados estão em atenção até a próxima quarta-feira (14) devido ao tempo seco, de acordo com o Inmet (Instituto de Nacional de Meteorologia).
Goiás, Mato Grosso, Distrito Federal, Tocantins e Minas Gerais devem ter o índice abaixo dos 20%. No Maranhão, na Bahia e no Piauí, a umidade deve ficar em torno dos 30%.
Por causa do clima seco, durante o fim de semana, o Distrito Federal teve diversos pontos de incêndios. A FAB (Força Aérea Brasileira) ajudou os bombeiros a combater diversas frentes de incêndio que atingem as florestas da capital.
Hoje (12), a aeronave continua na ação. Cerca de 85% da Floresta Nacional já foi destruído FONTE: R7

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Padrão de consumo no planeta é insustentável,afirmam pesquisadores

[Pesquisadores apresentam conceito de decrescimento: busca de modelo racional de produção e consumo]
Em audiência sobre o tema “Decrescimento: Por que e como construir”, realizada nesta segunda-feira (5) na Subcomissão Permanente de Acompanhamento da Rio+20 e do Regime Internacional sobre Mudanças Climáticas da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), os três professores convidados condenaram o desenvolvimentismo que leva a um consumo de recursos naturais acima da capacidade do planeta, e discutiram formas de conduzir a Humanidade a um padrão de redução de crescimento. A audiência foi presidida pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF).
Philippe Léna, diretor do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD) da França, define decrescimento como um conceito intencionalmente mais impactante que o de desenvolvimento sustentável, porém necessário diante dos dados científicos – segundo o professor, a raça humana está “à beira do abismo, pisando no acelerador”, ressaltando que nenhuma causa natural em um milhão de anos causou tanto efeito sobre a Terra. Léna mostrou preocupação com o consumo insustentável dos recursos naturais e previu que a escassez trará aumento de conflitos armados. Em sua opinião, o aumento das desigualdades e a diminuição do nível de emprego atestam que índices tradicionais de desenvolvimento como o produto interno bruto (PIB) perderam o sentido, pois “o bolo não pode nem deve crescer”.
Carlos Alberto Pereira Silva, professor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, considerou que os dias de hoje apresentam um paradoxo de crise ecológica sem precedentes ao lado da manutenção da “ilusão” de um ideal desenvolvimentista. O professor defendeu uma ética “ecoantropocêntrica”, lembrando que as pessoas fazem parte de uma comunidade de vida mais ampla e dividem espaço com muitas espécies: para ele, faz falta um “egoísmo inteligente”, no qual o cuidado com outras espécies seja visto como defesa da própria espécie humana. Na opinião de Carlos Alberto Pereira Silva, a lógica desenvolvimentista pode estar ligada ao culto ao corpo e à violência; como alternativa, aposta na valorização dos saberes das populações indígenas e iletradas.
João Luís Homem de Carvalho, professor da Universidade de Brasília (UnB), afirma que o padrão de consumo deve ser reduzido principalmente nos países ricos. Ele destacou o papel do Clube de Roma e do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) na apresentação de estudos que respaldam a necessidade do decrescimento – uma tese que, em seu ponto de vista, deve ser dirigida principalmente às crianças. O automóvel foi considerado “irracionalidade completa” pelo professor, que correlacionou a ineficiência crescente do transporte individual ao aumento do efeito estufa; Homem de Carvalho também defendeu a construção de prédios que dependam menos de refrigeração e aquecimento, além da relocação da produção de alimentos tornando-a mais próxima dos consumidores.

Paulo Cezar Barreto / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

domingo, 4 de setembro de 2011

Tubarões, arraias e peixes-boi correm risco de desaparecer por causa da pesca excessiva


POR JOÃO RICARDO GONÇALVES
 As águas brasileiras têm arraias-jamanta de até 2 toneladas, tubarões-baleia de cerca de 20 metros e peixes-boi de 800 kg. Nem mesmo o tamanho faz com que esses animais tenham vida fácil  no nosso litoral. Levantamentos recentes mostram que mais de um terço das espécies de elasmobrânquios (tubarões e arraias) existentes no Brasil estão ameaçadas. Mamífero aquático, o peixe-boi marinho também está em risco.

O alerta sobre os elasmobrânquios, também apelidados de “peixes-de-couro”, veio numa avaliação preliminar do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Segundo relatórios de 50 especialistas do órgão, que é ligado ao Ministério do Meio Ambiente, das 169 espécies analisadas, duas foram consideradas regionalmente extintas e 60 encontram-se em alguma categoria de ameaça.

Níveis de perigo

Segundo o ICMBio, das 60 espécies ameaçadas, 29 estão “criticamente em perigo”, 7 estão “em perigo” e 20 encontram-se na categoria “vulnerável”. Do total analisado, apenas 31 foram classificadas como de “menor preocupação” e 16 como “quase ameaçadas”.

A pesca excessiva, aponta o instituto, é um dos fatores principais que ameaçam os elasmobrânquios, já que muitas de suas espécies têm vida longa, mas baixa taxa de fecundidade. “A pesca excessiva e não regulamentada foi, e continua sendo, a maior ameaça para esse grupo nas águas brasileiras”, explicou, em comunicado, a bióloga Mônica Peres.

Os pesquisadores usaram critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A lista dos animais analisados ainda não foi divulgada porque precisa passar por um processo de “validação” e ser publicada numa revista científica.
  FONTE: O Dia