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terça-feira, 28 de outubro de 2025

SINPROESEMMA realiza Festa do Educador em Bacabal com momentos de confraternização e alegria


Na noite desta terça-feira (28), o SINPROESEMMA – Núcleo de Bacabal, sob a liderança da professora Marilene Gaioso, promoveu a tradicional Festa do Educador, em comemoração ao Dia do Professor. O evento aconteceu na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) e reuniu dezenas de educadores, servidores públicos e convidados em um clima de alegria, reencontros e celebração.

A festividade contou com a presença do presidente estadual do SINPROESEMMA, Raimundo Oliveira, e da secretária de Representação de Núcleos Municipais, Janice da Silva Nery, que destacaram a importância da valorização dos profissionais da educação e do fortalecimento sindical.

Durante o evento, os participantes puderam se divertir com brincadeiras, show de calouros e sorteio de diversos brindes, num ambiente marcado pela descontração e pelo reconhecimento do papel fundamental dos professores na construção de uma sociedade mais justa e consciente.

A professora Marilene Gaioso, coordenadora do Núcleo de Bacabal, destacou a relevância do momento de confraternização como forma de reafirmar o compromisso da entidade com seus associados:

“Esta festa é um gesto de gratidão e respeito a cada educador e educadora que, com dedicação e amor, constrói o futuro do nosso país. É também um espaço para reencontrar amigos, celebrar conquistas e renovar nossas forças para seguir lutando por uma educação pública de qualidade”, afirmou.
































Muitos professores que há tempos não se viam aproveitaram a oportunidade para relembrar histórias, trocar abraços e celebrar a união da categoria. Entre risadas, música e confraternização, o evento reforçou o espírito de companheirismo e resistência que marca a trajetória do magistério maranhense.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sinproesemma esclarece negociações com o governo

POR JULLY CAMILO, JP
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Maranhão (Sinproesemma), Júlio Pinheiro, esclareceu, em entrevista concedida hoje (21) ao Jornal Pequeno, como está o andamento das negociações com o governo estadual sobre o reajuste salarial. De acordo com o sindicato, a proposta apresentada pelo governo na terça-feira (20) – 20%, sendo 10% aplicados a partir de outubro – ainda não foi aprovada nem apresentada aos professores e demais trabalhadores da Educação. O Sinproesemma informou que só convocará as assembléias locais e regionais para tratar sobre o assunto depois que a pauta de negociações for totalmente fechada, com valores e prazos publicados oficialmente pela governadora Roseana Sarney (PMDB).
Para Júlio Pinheiro, o governo estadual tem pressa em negociar com a categoria porque uma decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) determinou um prazo 30 dias para que piso salarial da classe fosse colocado em prática. O prazo termina no próximo sábado (24).
Foto: G. Ferreira
Júlio Pinheiro e Júlio Guterres, do Sinproesemma: estado de greve
“Estamos em estado de greve. Uma das condições para acabarmos com a recente paralisação, que durou 78 dias, foi justamente a aplicação do piso salarial e o encaminhamento do nosso Estatuto para a Assembleia Legislativa no prazo de até 60 dias. Cobraremos o cumprimento do acordo”, disse o presidente do Sinproesemma.
Segundo o diretor de Comunicação do sindicato, Júlio Guterres, a categoria possui 25 níveis distintos, mas a proposta do governo aplica o mesmo salário a todas as referências.
No entender de Guterres, a governadora Roseana Sarney, em 2002, “achatou o salário da categoria e está fazendo o mesmo agora”.
“A proposta é que os profissionais encaixados do 1° ao 6° piso passem a ganhar R$ 1.187,08; do 7° ao 13°, 1.234,56; e ao restante, que alcança até a 25ª referência, seria aplicado o percentual de 10% a partir de outubro. Em suma, seria 20% para todos, sendo 10% agora e os outros 10% sem data definida pelo governo. Isso nós não vamos aceitar. Queremos que o governo e a Secretaria de Educação se posicionem com prazos definitivos e reais”, declarou Júlio Guterres.
Os sindicalistas fizeram questão de esclarecer que a categoria não “torce” pela greve, uma vez que isso acumula prejuízos não só para os estudantes, mas para a sociedade e os professores.
Porém, eles afirmaram que o Sinproesemma não descarta a possibilidade da retomada do movimento grevista, caso os prazos e os acordos não sejam cumpridos pelo governo do estado

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Educadores do Maranhão participam da paralisação nacional do dia 16

Os educadores públicos do Maranhão participam nesta sexta-feira, 16, da paralisação nacional e marcha pela educação, uma campanha na qual estão envolvidas todas as entidades que lutam pela melhor qualidade da educação pública no Brasil. Em São Luís, a programação terá início na Praça Deodoro, a partir das 8h, com ato público seguido de passeata pelas ruas do Centro da cidade até o Palácio dos Leões.

A idéia é sensibilizar a sociedade para os problemas da educação pública e para a luta dos trabalhadores pela valorização profissional, como a aplicação do piso salarial nacional, maior investimento na educação com a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB), aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) e do Estatuto do Educador, que beneficia profissionais da rede estadual de ensino do Maranhão.

Os educadores do Maranhão também irão desenvolver as ações propostas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) que preveem o envolvimento da classe estudantil na luta dos profissionais da educação, por meio da arte e de conteúdo especial na sala de aula. Nas duas semanas após a programação do dia 16, serão realizadas aulas especiais sobre a importância do Piso Salarial e da carreira profissional do educador, e lançado um concurso literário no qual os estudantes poderão expressar suas idéias com relação às lutas dos educadores.

Segundo o presidente do SINPROESEMMA, professor Júlio Pinheiro, o melhor trabalho apresentado será premiado com uma viagem a Brasília para participar da grande marcha do dia 26 de outubro pelos 10% do PIB para a educação brasileira, evento que pretende reunir mais de 10 mil pessoas.

Júlio Pinheiro conclama todos os trabalhadores da educação, estudantes, representantes de entidades e a sociedade em geral para a participação no ato público desta sexta-feira: “A luta é de todos nós. A nossa vitória depende da nossa união e participação de todos. A aprovação do Estatuto do Educador e a aplicação do Piso tratam efetivamente do futuro dos trabalhadores, portanto é nossa responsabilidade cobrar do Poder Público o cumprimento dessas ações”, enfatiza o presidente.


FONTE: SINPROESEMMA ON line

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Proposta salarial do governo Roseana é classificada de “Lei do Cão II”

FONTE: Agência Assembleia
O líder da Oposição na Assembleia, deputado Marcelo Tavares (PSB), classificou como “Lei do Cão II” a proposta de reajuste salarial apresentada recentemente pelo Governo Roseana Sarney ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA).
De acordo com o parlamentar, que realizou pronunciamento sobre o assunto na sessão desta segunda-feira (12) da Assembleia, a proposta governista não atende à determinação da Lei 11.738/2008, que estabelece o piso salarial nacional no valor de R$ 1.187,00 para o vencimento inicial da carreira do magistério.
A proposta, considerada por Marcelo Tavares como uma tentativa de enganar os professores maranhenses, previa que os educadores teriam reajuste de 26% escalonado em quatro anos e incorporação de 80% da Gratificação por Atividade do Magistério (GAM). No entanto, a gratificação, atualmente de 100%, já é uma conquista dos trabalhadores, porém ainda não incorporada aos salários.
“Para que não ficasse exatamente igual à matéria apresentada no Governo Jackson Lago, ela [Roseana Sarney] solicitou que a GAM não fosse incorporada e permanecesse como gratificação. Ou seja, a Roseana Sarney, depois de tanto criticar, de tanto bater na proposta de subsídio do Governo Jackson Lago, apresenta, agora, a Lei do Cão II, que não trataria nenhum aumento ao servidor e muito menos pagaria o salário mínimo no salário base como determina o Supremo Tribunal Federal”, explicou o deputado.
Conforme o deputado do PSB, houve durante a última greve um compromisso da governadora Roseana Sarney no sentido de que, logo após a publicação do acórdão pelo Supremo Tribunal Federal, seria estabelecido o piso nacional do magistério e a sua imediata aplicação.
“É a volta da Lei do Cão, a Lei do Cão II, que é a incorporação da GAM como subsidio, e sem trazer nenhum aumento ao servidor e muito menos pagar o salário mínimo no salário base como determina o STF. Este Governo, de fato, não merece credibilidade. É um Governo que não assume nenhuma de suas posições públicas e só acredita na embromação e na falta de respeito à palavra dada e aos acordos firmados”, frisou Marcelo Tavares.
Proposta Rechaçada
Na semana passada, durante reunião da mesa de negociação permanente, o SINPROESEMMA rechaçou a proposta de reajuste salarial apresentada pelo Governo do Estado.
“A tabela apresentada pelo Sindicato ao Governo, na semana passada, esta, sim, com base no piso determinado pelo Ministério da Educação (MEC), sequer foi avaliada pelo Governo, que nos apresentou uma proposta simulada que foge totalmente dos parâmetros estabelecidos em Lei”, disse o presidente do Sindicato, Júlio Pinheiro.
De acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou recentemente a constitucionalidade da Lei do Piso, os Estados e Municípios devem pagar imediatamente o piso de R$ 1.187,00 para os professores. “Temos, a nosso favor, uma determinação legal que obriga os Governos a pagarem, de imediato, o valor de R$ 1.187,00 como vencimento inicial da carreira e o Governo do Maranhão apresenta proposta de pagar o valor de R$ 1.077,00, abaixo do piso atual, daqui a quatro anos. Não podemos aceitar a proposta desta forma”, argumentou o presidente.
Júlio Pinheiro ressaltou, ainda, que com essa proposta “o Governo não considera o piso atual determinado em Lei, que já é devido ao trabalhador, e não considera também as correções que esse valor terá, ano a ano, propondo nesse momento uma tabela estanque, jogando para frente, em quatro anos, um reajuste abaixo do percentual que já é devido aos trabalhadores”.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Vergonha: Governo Roseana apresenta proposta de reajuste abaixo do Piso e parcelado em quatro anos

A proposta de tabela salarial apresentada pelo governo do Estado ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão – SINPROESEMMA não atende à determinação da Lei 11.738/2008, que estabelece o piso salarial nacional, no valor de R$ 1.187,00 para o vencimento inicial da carreira do magistério.
De acordo com a proposta do governo, apresentada na reunião da mesa de negociação permanente, os educadores teriam um reajuste de 26% escalonado em quatro anos e incorporação de 80% da Gratificação por Atividade do Magistério (GAM). A gratificação, atualmente de 100%, já é uma conquista dos trabalhadores, porém ainda não incorporada aos salários.
Pela tabela do governo, o vencimento do professor em início de carreira, na primeira referência da tabela salarial, que atualmente é de R$ 854,98 (já incluídos os 100% da GAM), com o pagamento, este ano, da primeira parcela do reajuste proposto, ficaria no valor de R$ 902,02. Para os trabalhadores que estão na 19ª referência da tabela, com mais tempo de trabalho e que atualmente tem vencimento no valor de R$ 1.631,69 (com a gratificação), ficaria com o salário no valor de R$ 1.721,43.
Representantes do governo e diretores do Sindicato na reunião ocorrida na vice-governadoria.
No pagamento da última parcela do escalonamento proposto pelo governo, daqui a quatro anos, com a incorporação de 80% da gratificação, o vencimento inicial da carreira ficaria no valor de R$ 1.077,27 – valor abaixo do piso determinado em Lei – e da 19ª referência ficaria no valor de R$ 2.055,93.
A proposta, de antemão, foi rechaçada pela direção do SINPROESEMMA. “A tabela apresentada pelo sindicato ao governo, na semana passada, esta, sim, com base no piso determinado pelo Ministério da Educação (MEC), sequer foi avaliada pelo governo, que nos apresentou uma proposta simulada que foge totalmente dos parâmetros estabelecidos em Lei”, disse o presidente do sindicato, Júlio Pinheiro.
De acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou recentemente a constitucionalidade da Lei do Piso, os estados e municípios devem pagar imediatamente o piso de R$ 1.187,00 para os professores. “Temos, a nosso favor, uma determinação legal que obriga os governos a pagarem, de imediato, o valor de 1.187,00 como vencimento inicial da carreira e o governo do Maranhão apresenta proposta de pagar o valor de R$ 1.077,00, abaixo do piso atual, daqui a quatro anos. Não podemos aceitar a proposta desta forma”, argumenta o presidente.
O sindicalista ressalta ainda que, com essa proposta, “o governo não considera o piso atual determinado em Lei, que já é devido ao trabalhador, e não considera também as correções que esse valor terá, ano a ano, propondo nesse momento uma tabela estanque, jogando para frente, em quatro anos, um reajuste abaixo do percentual que já é devido aos trabalhadores”.
“A direção do sindicato vai reunir para discutir os detalhes da proposta, mas, de antemão, já adiantamos que não abrimos mão do que está determinado em Lei. Esperamos que o governo reveja a sua proposta e apresente um novo posicionamento na reunião, agendada para a próxima segunda-feira”, informa Pinheiro.
Depois da reunião com o governo, no próximo dia 12, a direção do sindicato vai avaliar quais serão os próximos passos da luta pela aplicação do piso salarial. “Por enquanto, está mantida a paralisação das atividades no próximo dia 16, como parte da jornada de luta iniciada em agosto, depois veremos”, concluiu o presidente. 
FONTE: site do Sinproesemma

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Governo apresenta proposta salarial ao Sinproesemma

Foto: Lauro Vasconcelosampliar

Governo apresenta proposta salarial ao Sinproesemma
 O Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Educação (Seduc), apresentou, nesta terça-feira (6), ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sinproesemma) proposta salarial para os servidores efetivos da rede pública estadual de ensino do Maranhão.
O documento, entre outros itens, propõe reajuste na remuneração salarial e incorporação da gratificação atual em até 80%. A reunião que aconteceu no palácio Henrique de La Roque, contou com a presença do secretário da Educação, João Bernardo Bringel, dos secretários adjuntos da Seduc, do presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro e de membros da diretoria do Sindicato.
A proposta consiste no reajuste salarial da categoria em 26% em quatro anos. A regra para aposentadoria de 20 anos de serviço ou 50 anos de idade passa a vigorar apenas para os atuais funcionários. Além disso, o governo propôs ao sindicato a incorporação da Gratificação de Atividade do Magistério (GAM) em até 80% do seu valor relativo.
Outro item apresentado diz respeito à vinculação da GAM em 25% do vencimento para os professores em exercício no sistema educacional estadual. "Apresentamos uma proposta para o Sindicato que ira analisar e na próxima semana temos um novo encontro. Esperamos chegar o mais breve possível ao consenso," disse o secretário João Bernardo Bringel.
O presidente do sindicato, Júlio Pinheiro, falou que a proposta será analisada e apresentada para a categoria. "Vamos dialogar com a diretoria do sindicato e, posteriormente, divulgaremos para a categoria a proposta anunciada”, disse.
Bônus
A proposta da Seduc contempla o pagamento de bonificação anual no valor de R$ 6 milhões para as escolas, a partir do cumprimento de metas estabelecidas pela Secretaria. A escola precisa alcançar ou superar a meta de desempenho para receber o bônus, que será divido entre os funcionários lotados no centro de ensino.Uma nova reunião foi agendada para a próxima semana, onde o sindicato deverá apresentar a sua analise a respeito da proposta recebida.
FONTE: As informações são da Secom do governo do Estado.