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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Agência Câmara promove chat sobre proibição de castigos corporais

Teresa Surita

Teresa Surita: intenção não é interferir na autoridade dos pais.
A Câmara realiza na próxima segunda-feira (7), às 15 horas, bate-papo com a deputada Teresa Surita (PMDB-RR), relatora do Projeto de Lei 7672/10, do Poder Executivo, que estabelece o direito de crianças e adolescentes serem educados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante.
Para participar, basta entrar no site da agência (www.camara.gov.br/agencia) e clicar no link para o bate-papo.
Segundo a proposta, que está sendo analisada por comissão especial, castigo corporal é o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente. Já o tratamento cruel ou degradante é a conduta que humilhe, ameace gravemente ou ridicularize a pessoa.
O projeto acrescenta dispositivos ao Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90). O estatuto, além da Constituição Federal e da Convenção Internacional dos Direitos da Criança, já prevê o dever da família, da sociedade e do Estado de assegurar à criança proteção contra a violência, a crueldade e a opressão.
Conhecido como Lei da Palmada, o projeto tem sido motivo de polêmica desde que foi apresentado pelo governo. Segundo o texto, os pais e responsáveis que aplicarem castigos corporais ou tratamento cruel poderão ser advertidos, encaminhados a tratamento psicológico ou psiquiátrico ou a programa oficial ou comunitário de proteção à família.
No caso de descumprimento reiterado das medidas impostas, o juiz poderá determinar, como medida cautelar, o afastamento do agressor da moradia comum. Porém, segundo o governo, a sanção ou punição deve ser vista como medida excepcional e de última natureza.
Prós e contras
Em defesa da proposta, o governo alega que o Brasil deve seguir recomendação do Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas, de 2006, de que todos os países membros promovam reforma legislativa e medidas educativas para a eliminação de castigos corporais nas crianças. Conforme a Secretaria de Direitos Humanos, 70% dos meninos de rua saíram de casa por causa da violência.
A secretaria integra a rede Não bata, eduque, movimento social formado por cerca de 300 membros, que defende a educação sem o uso de qualquer tipo de violência. De acordo com a campanha, os castigos físicos ensinam a criança que a violência é uma maneira plausível e aceitável de solucionar conflitos, principalmente quando se está em posição de vantagem física frente ao outro.
Larissa Ponce
Erika Kokay
Erica Kokay: educação é convencimento.
Para a presidente da comissão especial, deputada Erika Kokay (PT-DF), é preciso não minimizar a gravidade da simples palmada. Ela afirmou que o princípio é de que educação é convencimento, e a palmada segue o princípio de educar pela dor. Já o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) é contrário à matéria e pede a participação de pediatras no debate. “O último recurso que o pai tem para o filho é uma bronca ou uma palmada”, alega.
Pesquisa do Datafolha de julho de 2010, realizada com 10.905 entrevistados, mostra que 54% dos brasileiros são contrários à proposta. Segundo o levantamento, 72% dos brasileiros já sofreram algum tipo de castigo físico, e 16% disseram que costumavam apanhar sempre.
Segundo dados de 2009 da Sociedade Internacional de Prevenção ao Abuso e Negligência na Infância, 12% dos 55,6 milhões de crianças brasileiras menores de 14 anos são vítimas, anualmente, de alguma forma de violência.
Conscientização
Teresa Surita destaca que a intenção não é interferir na autoridade dos pais, mas ajudá-los. A ideia, segundo ela, é promover a conscientização para o problema e propor políticas públicas para atender adequadamente as vítimas da violência.
“Milhares de crianças que chegam a pronto-socorros foram agredidas dentro de casa por um adulto”, ressalta. De acordo com o projeto, a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios atuarão de forma articulada na elaboração de políticas públicas e na execução de ações destinadas a coibir o uso de castigo corporal, incluindo, por exemplo, campanhas educativas.
Cerca de 30 países já têm leis que proíbem o castigo corporal contra crianças e adolescentes. O Uruguai foi o primeiro na América Latina a sancionar, em 2007, uma lei nesse sentido, e foi seguido por Costa Rica e Venezuela. Na Europa, Suécia, Alemanha e Espanha, por exemplo, também há legislações que proíbem as punições físicas em crianças.
Agência Câmara 

Dilma quer edital padrão para contratação de ONGs

A presidente Dilma Rousseff mandou a Controladoria Geral da União (CGU) fazer edital padrão para servir de modelo em todos os ministérios e demais órgãos públicos para contratar organizações não governamentais (ONGs). Depois de impor na assinatura de novos convênios a obrigação de fazer seleção por meio de “chamamento público” aos candidatos, o governo notou que cada ministério estava interpretando a seu jeito as regras do decreto 7.568, de setembro passado.
Com o edital padrão, o governo quer evitar que cada ministério crie regras próprias e muito subjetivas para convocar a fazer a seleção das ONGs. O decreto diz, por exemplo, que as organizações não governamentais têm de comprovar serviços prestados por pelo menos três anos na área em que se habilitam a assinar convênio. Antes, a regra dizia que a ONG precisava existir há três anos, não importando o que fazia.
Por conta da regra dos três anos de existência, centenas de políticos compraram associações sem fins lucrativos e que existiam há mais tempo, atualizaram os estatutos, mudaram as diretorias e se candidataram a receber dinheiro público – não raro, dinheiro de emendas dos próprios parlamentares que é aprovado no Congresso e depois remetido à ONG caseira. Até associações de bairro ou de condomínios foram transformadas em ONGs.
Alguns ministérios já estavam propensos a pedir a comprovação dos serviços prestados apenas por meio de cartas. O edital padrão vai dizer como deve ser feita essa comprovação e determinar como deve ser feito o “chamamento público”.
Marco Regulatório
Além da regulamentação do decreto presidencial de setembro, o governo, sob coordenação do ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência, vai trabalhar na criação de um Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil. Será uma espécie de regulação para o relacionamento institucional e financeiro do governo com o chamado Terceiro Setor.

Projeto na Câmara obriga Ecad a repassar 50% da arrecadação a municípios

Ratinho Junior
Ratinho Júnior: medida proverá recursos para a cultura.
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 1456/11, do deputado Ratinho Junior (PSC-PR), que altera a legislação sobre direitos autorais para determinar que o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) deverá repassar a cada município 50% da respectiva arrecadação mensal para serem aplicados em programas desenvolvidos pelas secretarias municipais de Cultura.
A proposta determina ainda que cabe às secretarias municipais de Cultura fiscalizar o escritório central, as associações e os usuários de música, sem prejuízo da fiscalização própria do escritório central.
Desvios de recursos
De acordo com o deputado, o volume de recursos financeiros administrado atualmente pelo Ecad é vultoso e exige cada vez mais cuidado, rigor e seriedade na sua destinação.
Para ele, o modelo atual facilita o desvio de recursos, pois não existe uma fiscalização adequada dos usuários de música, fonte de recursos para os detentores dos direitos autorais.
“A atuação vigorosa das secretarias municipais de cultura vai intensificar a fiscalização, pois a arrecadação municipal pode ser expressivamente incrementada”, defende Ratinho Junior. “Além disso, haverá recursos para novos e melhores programas e ações voltados para a cultura.”
Direitos autorais
O Ecad é uma sociedade civil de natureza privada instituída pela Lei 5.988/73 e segue os preceitos dos dispositivos da Lei 9.610/98 (Lei dos Direitos Autorais).
O Ecad considera usuários de música as pessoas físicas ou jurídicas que utilizam música publicamente, entre elas: promotores de eventos e audições públicas (shows em geral, circos), cinemas e similares, emissoras de radiodifusão (rádios e televisões de sinal aberto), emissoras de televisão por assinatura, boates, clubes, lojas comerciais, entre outros.
Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, segue para análise pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Braide pede mais investimentos contra o câncer

O deputado Eduardo Braide (PMN) fez um discurso na tribuna da Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (3) manifestando solidariedade ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que foi acometido por um câncer de laringe. Ele também pediu mais investimentos para o combate à doença, defendendo a informação e o acesso aos serviços de saúde pública como meios eficientes para evitar casos críticos.
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Eduardo Braide citou como exemplo o caso do ex-presidente Lula, que foi diagnosticado com um tumor de cerca de 3 cm, ou seja, em estado considerado avançado pelos médicos. Ele comentou que os tumores com até 1 cm de diâmetro são avaliados como estado inicial.
“No Brasil, o câncer de mama é a segunda maior causa de morte entre mulheres, perdendo apenas para os infartos”, citou. Ele destacou que esse tipo de câncer, se descoberto no início, apresenta grandes índices de cura. “Muitas das vezes isso acontece [o avanço da doença até a morte] pela simples falta de informação ou falta de acesso aos serviços de saúde pública”, avaliou.
Sobre o tipo de câncer que acometeu o ex-presidente Lula, Braide lembrou que a principal causa de tumor na laringe é a ingestão de bebidas alcoólicas e cigarros. Assim, ele avaliou que a Assembleia Legislativa do Maranhão deu um passo importante ao aprovar a criação do Fundo Estadual de Combate ao Câncer, destinando parcela do ICMS, 5%, sobre a venda de produtos derivados do tabaco e mais 3% sobre a venda de bebidas alcoólicas.
Ele destacou que a iniciativa está causando repercussões positivas: “recebi um telefonema de um deputado federal de Brasília que vai apresentar essa proposta [Fundo de Combate ao Câncer] em nível nacional”, afirmou.
fonte: Blog do Zeca Soares

Médico veta Gianecchini de ir a programas de TV, segundo jornal

Do EGO, no Rio

Foto: Reprodução / TV Vanguarda
Reynaldo Gianecchini
De acordo com a coluna “Olá!” do jornal “Agora”, o médico de Reynaldo Gianecchini vetou a participação do ator em programas de TV. O motivo seria a imunidade de Giane, que está muito baixa por conta do tratamento contra um câncer no sistema linfático. Ainda segundo a publicação, o "Mais Você" e o "Domingão do Faustão" teriam feito convites ao ator.
(Globo.com)

Funarte Divulga resultado dos Recursos do PROCULTURA

A Funarte divulgou os resultados dos recursos do Prêmio Procultura de Estímulo ao Circo, Dança e Teatro – categorias A, B e C. Baixe-o aqui.
Leia mais sobre os editais Procultura aqui. 
Resultado da  análise dos recursos Impetrados nas diversas categorias do Edital Procultura de Estímulo ao Circo, Dança e Teatro
Centro de Artes Cênicas - Ceacen
Resultado da análise dos recursos impetrados nas diversas categorias do Edital Procultura
de Estímulo ao Circo, Dança e Teatro.
Categoria A
Comissão Julgadora:Maria Heloisa Coimbra Vinadé, Elisabeth Araújo Fernandes, Adriana Gusmão de Lima, Giovana Pereira Lima, Elaine Polis Grosman e Nilo Augusto Barboza Viana.
proposta 39204 – João Paulo Siqueira – Cooperativa Cultural Brasileira – INDEFERIDO
 proposta 37345 – Maria Ribeiro Pereira – INDEFERIDO
 proposta 36267 – Uchôa Cavalcanti Ltda – INDEFERIDO
 proposta 33938 – Uchôa Cavalcanti Ltda – INDEFERIDO
 proposta 33653 – Elder Otávio Santos Aguiar – INDEFERIDO
 proposta 40609 – Marcos Antônio Mendes da Silva – INDEFERIDO
 propostas 41618 – Ana Paula Vital dos Reis e 33238 – Associação Dança Vida – INDEFERIDO
 proposta 38960 – Paulo Martins Fontes Neto – INDEFERIDO
 proposta 30728 – Hamilton Garcia Leite Produções Artísticas – INDEFERIDO
 proposta 37236 – Ivens Burg Cacilhas – INDEFERIDO

Recursos indeferidos. Não há o que contestar quanto ao ato da inscrição no PRÊMIO PROCULTURA DE PRODUÇÃO ARTÍSTICA DE CIRCO, DANÇA E TEATRO 2010, no qual havia a exigência de o proponente ser Pessoa Jurídica, conforme item 4.1 do Edital. “Os proponentes aptos a participar do Prêmio Procultura de Produção Artística de Circo, Dança e Teatro 2010 são: Pessoa jurídica com ou sem fins lucrativos, de natureza cultural; configurando-se como produtoras artísticas, com pelo menos 2 (dois) anos de atividades comprovadas, com pelo menos 2 (dois) projetos realizados.” O proponente que se inscreveu como Pessoa Física, foi considerado Inabilitado tendo em vista o não cumprimento de cláusula supracitada no Edital
proposta 115927 – Associação Boiacá – Instituto Cultural Cia. Boiacá – INDEFERIDO
 proposta 41448 – Alquimia Produções Artísticas – INDEFERIDO
 proposta 33588 – Centro de Diversidade Cultural Teatro Armazém – INDEFERIDO
 propostas 39353 e 39415 – Encontro Produções Artísticas – INDEFERIDO
 proposta sem numero – Cia. Galhofa de Teatro. – INDEFERIDO
Recursos Indeferidos. Proponentes alegaram não constarem na lista dos Habilitados/Inabilitados, porém foi constatado que os citados projetos não chegaram a ser enviados pelo sistema SalicWeb para análise da comissão técnica, não havendo nos registros tais inscrições.
Categoria B
Comissão Julgadora: Fabiano Carneiro da Silva, Débora Nascimento Ferreira da Silva e Marlene Brasil Silva
proposta 40.048 – João Fernandes Neto – INDEFERIDO
proposta 39.557- Flávia Pinheiro Meireles – INDEFERIDO
O recursos interpostos, por não haver qualquer nova informação que mude os fatos que inabilitaram os projetos encaminhados por esses proponentes.
Categoria C
Comissão Julgadora: Marcos Teixeira Campos, Vladimir Gonçalves e Ana Paula Silva.
proposta sem número – Wagner Porto Cruz  – INDEFERIDO
Proponente não se enquadra entre aqueles de listados no item 1.1.3 do Edital
proposta 46.234 – Instituto de Ecocidadania Juriti – INDEFERIDO
O Instituto está inadimplente com o MinC, o que impossibilita a sua inscrição.
proposta 39.577- Companhia Cultural Ciranduís  – INDEFERIDO
Trata-se de uma proposta de montagem de espetáculo.

Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2011.
Antonio Gilberto
Diretor do Centro de Artes Cênicas
FUNARTE 
Fonte :FUNARTE  veja o comunicado oficial da FUNARTE  AQUI

Deputados aliados e de oposição criticam suspensão de repasses para ONGs

A decisão do governo de suspender por 30 dias os repasses a entidades da sociedade civil recebeu críticas na Câmara. Para aliados, medida prejudica ONGs “sérias” e, consequentemente, a população. Já a oposição classifica decreto como paliativo.
Rubens Bueno
Rubens Bueno afirma que decisão do governo é “confissão de culpa”.
A decisão do governo de interromper até 30 de novembro os repasses para entidades privadas sem fins lucrativos repercutiu na Câmara, sem consenso sobre a necessidade da medida. A suspensão foi determinada pelo Decreto 7.592/11, assinado pela presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (31), e abarca vários organismos como associações, fundações, organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) e sindicatos, todos conhecidos popularmente como organizações não governamentais (ONGs). O Orçamento deste ano reservou R$ 3,8 bilhões para essas entidades, dos quais R$ 1,1 bilhão foi pago até ontem.
Para deputados da oposição, a decisão representa uma confissão de culpa do Executivo, mas sem resultados significativos. O líder do PPS, Rubens Bueno (PR), ressaltou que o decreto é apenas um “paliativo” e não vai resolver os problemas de corrupção detectados nos repasses às entidades privadas. “A medida anunciada agora pela presidente Dilma precisa ser vista, em primeiro lugar, como uma confissão de culpa. Em segundo lugar, o decreto não passa de um paliativo tardio, uma espécie de satisfação à opinião pública. Trata-se de usar um band-aid para tratar de uma fratura exposta”, afirmou.
O deputado Rogério Marinho (RN), que lidera a bancada tucana na Comissão Mista de Orçamento, também considera o decreto inócuo e disse que o governo precisa definir parâmetros para os repasses. Ele defendeu a necessidade de deixar mais transparente, para a sociedade, quem são os responsáveis pela assinatura de convênios, contratos de repasse ou termos de parceria.
Marinho afirmou ainda que a presidente tem uma postura contraditória, pois ao mesmo tempo em que ordena o “pente fino” nas contas, veta trechos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que, segundo ele, ampliariam o nível de transparência da execução orçamentária.
Ele cita como exemplo o veto ao dispositivo que determinava a consolidação de todas as informações sobre convênios no Portal dos Convênios (Siconv). Atualmente, diversos órgãos assinam convênios com entidades privadas e as informações não são divulgadas no portal, dificultando o acompanhamento da execução.
Diferenças
Entre os governistas, houve preocupação em destacar o papel das entidades privadas sem fins lucrativos e diferenciar as que estão envolvidas em escândalos e as que prestam serviços para a sociedade. “Tem muita ONG que cumpre um papel importante para os serviços na sociedade brasileira e que não poderiam e não poderão ser prejudicadas com esta medida. Então, creio que talvez essa medida devesse ser mais curta no tempo”, disse o líder do PT, Paulo Teixeira (SP).
Márcio Reinaldo
Moreira: “Os justos pagarão pelos malfeitores.”
O deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) destacou que a participação das ONGs no Orçamento começou quando o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2003) “desmontou” as políticas públicas e reduziu o papel do Estado. Sem capilaridade administrativa, segundo ele, o então governo decidiu usar as entidades sem fins lucrativos para executar sua política.
Projeto aprovado
Relator do projeto da LDO este ano, o deputado Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG) disse que a “atitude drástica” da presidente foi uma imposição política do momento, mas implica em que “os justos pagarão pelos malfeitores”. “É claro que tem muita molecagem nessas ONGs. Mas existem muitas entidades sérias que prestam um serviço fundamental para a população, como as Apaes e as Santas Casas. Quem vai ser prejudicado é o povo”, afirmou.
Na opinião dele, as entidades sem fins lucrativos vão continuar sendo usadas pelo Estado para executar parte da sua política, principalmente nas áreas sociais. O governo, segundo ele, não consegue chegar a todos os lugares e precisa do setor privado para complementar suas políticas.
Prova disso, lembrou o deputado, é que Congresso aprovou na semana passada um projeto (PLN 16/11) que altera a LDO de 2010 para autorizar os repasses, no Orçamento deste ano, para entidades privadas sem fins lucrativos que trabalham no tratamento dos usuários de crack e na prevenção ao vício.
O projeto foi aprovado após acordo entre os líderes da base e da oposição e aguarda a sanção presidencial. “O governo não tem máquina pública, não tem órgãos, sobretudo na área social. Então as ONGs vão continuar a ser usadas, mas sempre com fiscalização”, afirmou.
FONTE: Rádio Câmara

Casal realiza 1º casamento civil de Salvador em um terreiro de candomblé

foto ilustrativa
O primeiro casamento civil de Salvador realizado em um terreiro de candomblé ocorreu neste sábado (29), no bairro de Massaranduba. Desde 1988, a constituição brasileira permite esse tipo de celebração, mas faltava a regularização dos terreiros.
“Estando os terreiros regularizados, com os estatutos discriminando quem são os celebrantes, os presidentes das solenidades, a Justiça aceita isso como representação no terreiro para que seja feito o casamento religioso com efeito civil”, explica  Alberto dos Santos, juiz.
O dia foi de preparativos, com todo o simbolismo que a tradição da religião exige. Primeiro houve a separação das folhas da pitangueira. “As folhas representam o caminho”, explica uma das organizadoras do evento.
No barracão, incenso para purificar o ambiente. Um tapete de folhas e pétalas foi preparado para o casal. O noivo chegou ao terreiro ao som do berimbau e quando a noiva entrou no terreiro os alabês deram o toque nos atabaques.
A cerimônia durou 40 minutos e foi marcada pela emoção dos noivos e da família. A baiana Camila e o francês Máximo se conheceram pela internet, se apaixonaram e mesmo não sendo iniciados na religião afrobrasileira, resolveram se casar no candomblé.
“É a religião que mais se aproxima da nossa ideia de energia, de vida, de tudo”, justifica Máximo Rangoni, empresário.
“Que isso aconteça mais vezes em Salvador, que é a terra do axé. Deus é um só e tendo fé isso é o que vale”, conclui Camila Rangoni, secretária.
Do G1 BA, com informações da TVBA

Fundo Amazônia aprova financiamento para pequenos projetos

  • imagem da internet

Organizações “aglutinadoras” poderão receber até R$ 10 milhões para financiar pequenos projetos de no máximo R$ 500 mil. Público final é composto por agricultores familiares, assentados, populações indígenas e tradicionais. Representação da sociedade civil encaminhou ao Fundo novas recomendações para facilitar acesso e ampliar transparência

Instituto Socioambiental (ISA)
O Cofa (Comitê Orientador do Fundo Amazônia) aprovou na quinta-feira (27/10), em Brasília, a proposta para financiamento por meio de modalidade aglutinadora. Agora, uma organização poderá receber até R$ 10 milhões do fundo para ela própria financiar vários pequenos projetos, cada um com o teto de R$ 500 mil. Uma chamada pública para essas iniciativas, que deverão estar relacionadas à produção sustentável, deve ser lançada ainda neste ano.
O público-alvo final é composto de assentados, agricultores familiares, povos indígenas e comunidades tradicionais do bioma amazônico. As propostas selecionadas farão parte de um cadastro e a partir daí cumprirão os tramites de análise do Fundo Amazônia.
Uma comissão de seleção e classificação analisará os projetos de acordo com um conjunto de critérios pré-estabelecidos. O colegiado contará com a participação de representantes do SFB (Serviço Florestal Brasileiro), de dois governos estaduais da Amazônia, da CONTAG (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), dos ministérios do Meio Ambiente (MMA), do Desenvolvimento Agrário (MDA), de Pesca e Aquicultura (MPA).
(E-D) Elvio Gaspar, novo diretor de Meio Ambiente do BNDES, e a ministra Izabella Teixeira. “Novo momento” no Fundo Amazônia. Foto: Martim Garcia / MMA.
A reivindicação de facilitar o acesso de pequenas organizações ao Fundo Amazônia foi encaminhada pela representação da sociedade civil ao Cofa em 2009. Depois disso, o comitê criou uma comissão para estruturar um mecanismo que viabilizasse esse acesso. O trabalho da comissão foi finalizado em julho e apresentado ao COFA na reunião de quinta.
“A aprovação dessa chamada inaugura uma fase importante do fundo na busca de se ampliar o acesso dessas pequenas organizações. É um passo importante”, comentou Adriana Ramos, secretária executiva adjunta do ISA e representante no Cofa do FBOMS (Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento). “Outras medidas com o mesmo objetivo devem ser tomadas de agora em diante”, completou.
Adriana informa que também foi aprovada no Cofa a criação de uma comissão para discutir o acesso ao Fundo Amazônia por organizações indígenas. Na próxima reunião, os representantes do FBOMS e da Coiab (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira) apresentarão um cronograma de trabalho para a comissão.
O Cofa continuará discutindo alternativas para o apoio a pequenos projetos na modalidade individual, em que cada organização apresenta uma proposta. Na próxima reunião, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), responsável pela gestão do fundo, apresentará uma proposta de definição de parcerias com estados e fundações públicas e privadas que possam gerir e descentralizar recursos.

Recomendações
Na mesma reunião de quinta, Adriana Ramos apresentou ao Cofa o resultado do seminário promovido em Brasília, na semana anterior, pelo ISA sobre o Fundo Amazônia. O evento reuniu organizações da sociedade civil e movimentos sociais, entre eles o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), o MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) e a CONTAG.
Os participantes trocaram experiências sobre ao processo de elaboração e negociação de projetos no fundo e discutiram sugestões de aprimoramento para seu funcionamento. De acordo com Adriana, os participantes do evento concordaram que o fundo tem papel estratégico para o desenvolvimento sustentável da Amazônia e sua presença no BNDES é positiva tendo em vista a importância do banco no financiamento do desenvolvimento do País.
Reunião de organizações da sociedade civil e movimentos sociais encaminhou propostas para facilitar acesso a recursos e ampliar a transparência. Foto: Oswaldo Braga de Souza / ISA. “As organizações têm interesse em contribuir com o aprimoramento do fundo e do BNDES. Elas reconhecem uma série de dificuldades na implementação do fundo, mas, tendo em vista sua importância, optaram por assumir uma atitude propositiva”, comentou Adriana. Ela explica que as recomendações elaboradas no seminário têm o objetivo de facilitar o acesso ao fundo e torná-lo mais transparente. “Esperamos que essas propostas sejam discutidas e colocadas em prática.”
No seminário, as organizações sugeriram que o fundo discuta com seus públicos-alvo eixos prioritários de ação e que adote o modelo de chamadas públicas para promover o acesso a seus recursos. Destacaram ainda a necessidade de o fundo financiar o fortalecimento institucional das organizações da sociedade como uma estratégia para incrementar as iniciativas de conservação e uso sustentável na Amazônia (veja aqui as recomendações do evento).
“A lógica do banco é financiar grandes empreendimentos. A experiência tem mostrado que a maior parte desses empreendimentos financiados causam danos sociais e ambientais gravíssimos. Basta citar o caso da usina de Belo Monte”, avaliou Talles Adriano dos Reis, do MST. “Ao mesmo tempo, cabe a nós pressionarmos o banco nesse sentido [de rever sua atuação], para que aconteça essa mudança interna. O Fundo Amazônia é uma brecha para discutirmos isso dentro do banco.”
Ainda no seminário, a chefe do Departamento do Fundo Amazônia, Cláudia Costa, anunciou que pretende realizar um seminário, até o final do ano, com as organizações que já tiveram propostas aprovadas. “O objetivo é discutir os temas comuns, os principais desafios, as principais restrições, o que foi bom e o que não foi, sugestões. E sobretudo promover esse intercâmbio entre essas instituições e os financiadores”, explicou Costa.
Ela anunciou ainda uma doação da Petrobrás ao Fundo Amazônia, no valor de US$ 4,2 milhões, e informou que sua equipe estuda formas de financiar o fortalecimento institucional de pequenas organizações (ouça a entrevista na íntegra com Cláudia Costa).

Novo momento

A reunião da última quinta do Cofa foi a única realizada em 2011. Na abertura, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, justificou o grande intervalo de tempo desde a reunião anterior, realizada em novembro de 2010 (veja o relato desta reunião), como consequência de mudanças internas de pessoas e setores no governo e no MMA que tratam do Fundo Amazônia.
O MMA foi reeleito para presidir o comitê no biênio 2012-2014. A ministra vai continuar no posto de presidenta do colegiado depois de uma gestão de dois anos, encerrada em novembro de 2010, e uma prorrogação de mandato de 12 meses até este ano.
Izabella ressaltou o que considerou um novo momento do Fundo Amazônia e afirmou que o maior desafio de sua equipe nesta etapa é dar maior agilidade a seus procedimentos. “[É preciso] dar início a esta segunda fase do Fundo Amazônia com o objetivo chave de acelerá-lo e, mais do que isso, dar real valor à política que ele tem para os processos de proteção da Amazônia e desenvolvimento sustentável da região”, afirmou.
A ministra disse que não se faz política ambiental sem participação social e que o Fundo Amazônia tem que demonstrar que é possível trabalhar com a sociedade civil com transparência. Ela reconheceu que o Brasil tem de avançar num sistema de financiamento das organizações não governamentais que reconheça seu papel, distinguindo as instituições sérias daquelas usadas para fins indevidos.
Outra decisão do Cofa foi a aprovação de um programa de apoio a iniciativas com objetivo de viabilizar o (CAR) Cadastro Ambiental Rural na Amazônia. “Em vez de o interessado quebrar a cabeça sem saber como fazer para apresentar projetos, ele terá parâmetros mínimos de como fazer os projetos de CAR com recursos do Fundo Amazônia”, informou o diretor do Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento do MMA, Mauro Pires.
A reunião foi a primeira do diretor Elvio Gaspar à frente da área de meio ambiente do BNDES. Ele já era o diretor da área social do banco e agora acumula as áreas de Inclusão Social, Meio Ambiente e a Secretaria de Gestão da Carteira Agrícola.
Gaspar concordou com a ministra do Meio Ambiente de que o Fundo Amazônia deve se adaptar aos públicos que precisam ser apoiados e defendeu mudanças em seus procedimentos para que se tornem mais ágeis. Ele lembrou, no entanto, que o BNDES hoje não tem condições de apoiar pequenos projetos de nível local e que, para isso, precisa construir parcerias com outros atores, como os governos estaduais e municipais.
por Oswaldo Braga de Souza
Com informações da assessoria do MMA.

Suspensão de repasses a ONGs cria mais impasses do que soluções


O Diário Oficial da União traz na edição desta segunda-feira (31) a publicação do decreto nº 7.592, que suspende por 30 dias os repasses de verbas a organizações não governamentais. Embora o governo proponha uma devassa em todos os convênios assinados com a União até o dia 16 de setembro, na prática, porém, pode ter criado mais impasses do que soluções.
Segundo o documento, as entidades têm 30 dias para atestar a regularidade do convênio, contrato de repasse ou termo de parceira. Caso isso não ocorra, será dado mais 60 dias para a entidade sanear os problemas ou devolver o dinheiro. Um tempo considerado irreal para especialistas ouvidos pelo redeGIFE, pois o volume de documentos colapsará as instância de avaliação das pastas e abrirá espaço para processos sem transparência, na contramão do que o governo diz querer.
Na visão do advogado, especialista na área social, Eduardo Szazi, a experiência mostra que o prazo não será cumprido e o decreto resultará em suspensão de transferência de recursos por prazo indeterminado. E essa é sua opinião “na melhor das hipóteses”.
Há diversos fatores que explicam o pessimismo, de acordo com Szazi. O primeiro é que a avaliação de regularidade, no modelo costumeiro de operação, se dá a partir de relatórios de prestação de contas – o que será improvável fazer em um prazo de 30 dias. “Não vejo outra forma para a burocracia fazer tal avaliação, ainda mais quando está acuada pelas denúncias e com medo de ações de improbidade”, argumenta.
Em um segundo ponto, como os ministérios não fazem visitas ‘in loco’, a avaliação
demandará ofício a todas as entidades para que apresentem prestações de contas parciais. Por isso, mesmo que enviem os documentos no prazo fixado, o tempo será insuficiente para
a avaliação dos Ministérios.
“O aumento do volume de prestações de contas levará ao congestionamento do sistema de avaliação, fato observado, por exemplo, quando do recadastramento de entidades estrangeiras, que eram em número muito menor e tinham pacotes documentais muito mais simples, pois não usavam recursos governamentais”, esclarece.
A diretora executiva da Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong), Vera Masagão, acredita que a medida é irresponsável, pois joga na irregularidade as entidades, sejam elas boas ou más. “Presume-se que sejam culpadas até que se provem inocentes. É uma maioria pagando pelos crimes cometidos por algumas organizações coniventes a políticos corruptos”, alega.
Segundo ela, a desorganização completa dos sistemas de avaliação do governo, somada ao curto prazo e à imprecisão do documento criará processos cujo período de trâmite será imprevisível. “E o que acontecerá com as organizações consideradas, no fim, idôneas? Os repasses voltarão ao normal, mas e as multas, os problemas criados pela falta de pagamento?”, questiona.
Outra crítica feita ao decreto é a possibilidade que ele dá ao aumento do ‘tráfico de influências’ nos gabinetes ministeriais, pois, afinal, algumas entidades poderão ter os seus recursos liberados antes, se suas prestações de contas forem apreciadas primeiro. “O procedimento escolhido pelo decreto, infelizmente, pode acabar reforçando a conduta que sempre deu azo aos fatos que levaram à própria suspensão das transferências de recursos”, afirma Szazi.
Critérios e dispositivos que estimulem a transparência nas relações do governos com a sociedade civil organizada, como se vê, também passaram longe do decreto. O documento também peca por sua de fragilidade sistêmica. Se ele prevê que a retomada das transferências depende de decisão ‘devidamente fundamentada e precedida por parecer técnico que ateste a regularidade da execução do convênio, contrato de repasse ou termo de parceria avaliado’, porque não avançar no detalhamento da exigência de tal parecer no processo de escolha da entidade?
O secretário-geral do GIFE, Fernando Rossetti, acredita que os grandes afetados pelo imbróglio são os beneficiários dos projetos. ”Os casos que levaram a essa reação (que culminaram com a saída de Orlando Silva do ministério do Esporte) não devem ser encarados como regra, já que não refletem o diverso trabalho realizado pelas organizações sociais. O corruptor nesse caso é o Estado, que criou canais para que isso ocorresse”, critica. Em tempo: O texto do decreto relaciona três situações em que não se aplica a suspensão por 30 dias dos pagamentos: programas de proteção a pessoas ameaçadas ou em risco de segurança; entidades que mantenham convênio, contrato ou parceria regulares e com prestações de contas aprovadas há pelo menos cinco anos; e transferências do Ministério da Saúde para serviços de saúde que integram o Sistema Único de Saúde (SUS).

Movimento
Em resposta ao decreto, as entidades que compõem o Comitê Facilitador da Plataforma por um Novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil, entre elas a Abong e o GIFE, divulgaram uma carta aberta à presidente Dilma Roussef. Nela, lembram que a presidente, ainda como candidata, assinou a plataforma.
Com o gesto, ela assumiu um compromisso que envolve uma articulação inédita entre redes, movimentos e organizações sociais diversas sob uma mesma bandeira. Mais do que uma relação harmônica com o Governo, o documento exige um compromisso público, inserido em uma agenda política, para o desenvolvimento de uma política de Estado para o campo social.
No momento da assinatura foi enfática: “assumo o compromisso de, já no início do nosso governo, constituir Grupo de Trabalho composto por representações das OSCs e Governo, que possam expressar a diversidade de temas e interesses na esfera pública, sob liderança da Secretaria Geral da Presidência da República, com o objetivo de elaborar, no prazo máximo de um ano, uma proposta de legislação que atenda de forma ampla e responsável, as necessidades de aperfeiçoamento que se impõem.”
Segundo o Portal da Transparência de 2010, das 232,5 bilhões de transferências voluntárias do governo federal, 5,4 bilhões destinaram-se a entidades sem fins lucrativos de todos os tipos, incluídos partidos políticos, fundações de universidades e o Instituto Butantã, por exemplo. Foram 100 mil entidades beneficiadas, 96% delas por transferências de menos de 100 mil reais. “Se juntarmos todas as denúncias contra ONGs publicadas na imprensa nos últimos 24 meses, as entidades citadas não passariam de 30, o que nos leva crer que além de desnecessária, a suspensão generalizada de repasses poderia constituir medida arbitrária e de legalidade questionável, que criminaliza a sociedade civil organizada”, anuncia a carta.
Saiba mais sobre a Plataforma por um Novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil no novo site da iniciativa. Saiba também como aderir à causa.
publicado originalmene em gife online

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Reynaldo Gianecchini faz transplante de células-tronco

 

 
 (DIVULGAÇÃO )
 

Em sua luta contra o câncer, um tipo raro de linfoma, Reynaldo Gianecchini deve iniciar nos próximos dias um novo tratamento. De acordo com informações da Revista Caras, após a quinta sessão de quimioterapia, Giane será submetido a um transplante autólogo. Nesse procedimento de transplante de células-tronco, o paciente é seu próprio doador. As células mãe da medula óssea do doente são retiradas, armazenadas e tratadas com altas doses de quimioterapia. E, em seguida, o paciente recebe de volta suas próprias células, mas já tratadas e saudáveis. A intenção do tratamento é eliminar as células prejudicadas, e assim reconstituir a medula óssea. O método evita a rejeição, fato que pode ocorrer caso as células sejam de outro doador.

  O ator chegou a dar uma breve entrevista à publicação, durante uma visita que fez ao Graacc, e disse estar confiante em sua cura:

"Sempre fui uma pessoa otimista e, agora, mais do que nunca. Não penso em coisas ruins, somente coisas boas. Por todo esse amor que tem sido movimentado, eu acredito na cura, não acredito na doença", disse o ator à Caras, acrescentando: "Só consigo pensar na minha vida muito melhor daqui para frente."

Gianecchini disse que depois que descobriu a doença, em agosto deste ano, seu olhar para a vida mudou e que ele passou a repensar todas as suas relações. "Basicamente, o que mais me tocou foi a necessidade de compartilhar as coisas, como o jeito com que as pessoas ficam sensibilizadas. E como é gostoso compartilhar tudo. O amor, a solidariedade. A gente vê como precisa das pessoas. Uma visão menos egoísta", explicou o ator à Caras.
FONTE: O Fuxio

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Rodrigo Veronese sobre Gianecchini: 'Ele acha que está passando por um teste'

Rodrigo Veronese esteve na noite desta segunda-feira no restaurante Vicolo Nostro, em São Paulo, participando da abertura da Quinzena Gastrônomica Ação Criança, que terá toda sua renda revertida para o projeto Ação Criança, do qual ele é padrinho há três anos.
Foto: Celso Akin / Ag. News
Foto: Celso Akin / Ag. News
"É o máximo que posso fazer de coração para ajudar nessa situação da fome infantil, que é lastimável. Tento fazer coisas legais em prol da causa, é uma coisa que me dá muito prazer. Se cada um ajudasse pelo menos uma pessoa que passa necessidade, já estaria bom demais", disse o ator.

Muito amigo de Reynaldo Gianecchini - que foi, inclusive, padrinho de seu casamento com Arieta Corrêa, em 2008 -, Veronese contou que tem falado regularmente com o ator, diagnosticado com um Linfoma não-Hodgkin. "Giane tem dado uma lição de vida para todo mundo que reclama de coisas idiotas. Ele me disse algo que me tocou muito: 'Quando a gente acha que tem o livre arbítrio da vida, que vai para um lado, a vida vai lá e te leva para outro'. Ele vai sair dessa, tem muita força, é muito sereno e querido por todos", comentou o ator.

Veronese falou ainda que Gianecchini acha que esse momento que está passando "é um teste na vida dele", mas que tem certeza que o amigo superará a doença rapidamente. "Ele é um cara do bem, um ser humano exemplar", elogiou o ator.

"Quero voltar a apresentar programas"


Longe da televisão desde o fim da 18ª temporada de "Malhação", Rodrigo Veronese revelou que gostaria de sair da dramaturgia por um tempo e voltar a ser apresentador - ele iniciou a carreira na televisão, em 1994, no comando de programas esportivos, na ESPN.

O motivo para isso é o filho, Gael, de 2 anos, fruto de seu casamento com Arieta Corrêa, de quem se separou em agosto de 2009.

"Estou em uma fase da minha vida totalmente voltada para o meu filho. Não tenho coragem de sair de São Paulo, onde ele mora, para fazer uma novela no Rio, já que todas as emissoras produzem lá. O Gael está em um fase muito linda que não quero perder", explicou Veronese, que disse já estar 'mexendo os pauzinhos' para essa nova etapa profissional.

As informações são do IG

6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos da América do Sul será aberta nesta segunda-feira (31)

Hoje às 19h, no Cine Praia Grande, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, na Praia Grande,será realizada a abertura oficial da 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos da América do Sul. O evento que tem o apoio da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania (Sedihc) é uma promoção da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), com produção da Cinemateca Brasileira.

A Mostra tem o intuito de discutir, por meio da sétima arte, diversas temáticas sobre os Direitos Humanos. A 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos da América do Sul chega a São Luis, após percorrer diversas capitais.

A programação é composta por 47 produções. Além do Brasil, países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela também terão produções na Mostra.

Temáticas como Direitos da Criança e do Adolescente, da Terra, da Cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), das Populações Tradicionais, Quilombolas, dentre outras, estão na lista da programação.

As sessões terão início sempre às 13h e se estenderão até às 19h. Duas sessões de áudio-descrição foram destinadas ao público com deficiência. Nelas, cada visitante receberá um fone para acompanhar as exibições. Segundo a coordenação da Mostra, todos os filmes terão, ainda, legendas em português.

Estarão presentes na abertura, a secretária de estado de Direitos Humanos e Cidadania, Luiza Oliveira; o coordenador da Mostra no Maranhão,o cineasta Francisco Colombo; representantes de diversos órgãos defensores dos Direitos Humanos, além da comunidade em geral.
FONTE: ASCOM

Caixa Econômica Federal abre concurso com cinco mil vagas

A Caixa Econômica Federal ampliará o quadro de funcionários em 5 mil novos postos de trabalho até 31 de dezembro de 2012. Assim, esse contingente será preenchido por meio de um novo concurso público que será realizado no ano de 2012, que vem e também por aprovados dos três concursos que ainda têm validade em vigor.

As informações são da assessoria de imprensa da própria instituição. “A contratação dos candidatos aprovados será realizada mediante a existência de vagas em todo o território nacional, contemplando sempre os concursos vigentes à época da disponibilidade das vagas”, informou a Caixa.

A validade dos concursos é de um ano e pode ser prorrogada por igual período. Os concursos da Caixa são sempre para cadastro de reserva, ou seja, os aprovados são chamados de acordo com a demanda.

O prazo de validade dos três concursos realizados em 2010 foi prorrogada. Os três editais, para formação de cadastro de reserva, foram lançados em março daquele ano. Dois deles eram para os cargos de técnico bancário novo - um em nível nacional e outro para o Rio de Janeiro e São Paulo. O terceiro concurso era para a carreira profissional, em cargos de nível superior, para advogado, arquiteto e engenheiro.

A validade do concurso para técnico bancário em São Paulo e no Rio de Janeiro vai até 13 de junho de 2012. Já o de técnico bancário em nível nacional tem validade até 28 de junho de 2012 e, no caso do concurso para nível superior, até 29 de junho de 2012.

A Caixa informou em junho deste ano que haviam sido chamados a tomar posse 2.841 aprovados no concurso de técnico bancário para SP e RJ, 4.306 no caso do técnico bancário em âmbito nacional e 176 para os cargos de advogado, arquiteto e engenheiro.

O novo concurso, segundo a assessoria da Caixa, será para os níveis iniciais da carreira administrativa (técnico bancário novo) e profissional da empresa (cargos de nível superior).

O salário inicial da carreira profissional, com carga horária de 8 horas, é R$ 7.931,00. Já a remuneração inicial para técnico bancário novo é R$ 1.784. O auxílio alimentação/refeição e o auxílio cesta alimentação foram reajustados e correspondem, respectivamente a R$ 435,16 e R$ 339,08.

Os três concursos realizados em 2010 receberam o total de 760.953 inscrições. As seleções para técnico bancário tiveram 700,2 mil inscritos - 248.688 para São Paulo e Rio de Janeiro e 451.523 para nível nacional. Para os cargos de nível superior, o concurso recebeu o total de 60.742 inscrições.

Sem concurso em 2011
A Caixa havia informado em junho que não faria concursos neste ano. O banco explicou que, por se tratar de empresa pública, possui o limite do quadro de pessoal determinado por órgãos controladores externos e, portanto, depende de autorização para aumento do número de empregados. “Quando isso ocorre, as vagas são distribuídas de acordo com as necessidades estratégicas da empresa, sendo providas por candidatos aprovados em concursos públicos externos realizados pela Caixa que se encontrem vigentes”, informou a assessoria de imprensa.

A CEF afirma que admite aprovados tendo em vista ainda a necessidade de preenchimento de vagas decorrentes de desligamentos por motivo de rescisão contratual, aposentadoria e falecimentos. “Como a convocação dos candidatos decorre do aumento do quadro de pessoal ou, ainda, da reposição de empregados desligados, o banco não tem como prever quantas vagas devem surgir até o prazo final de validade do concurso, nem em quais localidades haverá maior chance de se chamar mais candidatos”, informa.
FONTE: O Imparcial

Sedihc e Procon fiscalizarão acessibilidade no transporte coletivo

Visando garantir o direito à acessibilidade nos transportes coletivos, a Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania (Sedihc), em parceria com a Gerência de Proteção do Consumidor (Procon-MA) e a Promotoria da Pessoa com Deficiência, realizam esta semana uma ação de fiscalização nos ônibus que circulam em toda a Região Metropolitana de São Luis. O objetivo é verificar In Loco as condições do transporte coletivo e constatar o cumprimento da legislação que garante acessibilidade a todas as pessoas.
Foto: Adailton Borba
Durante os trabalhos, as equipes interdisciplinares formadas por fiscais do Procon, representantes dos Comitês Estadual e Municipal da Pessoa com Deficiência e técnicos da Sedihc percorrerão as empresas de ônibus e pontos finais das linhas fazendo um levantamento com fotos, filmagem e, ao final, emitirão um relatório com dados quantitativos sobre o que foi observado na fiscalização. Os pontos de visita e roteiro dos trabalhos foram definidos em reunião realizada na Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania e deverão ser preservados até o dia da operação.
“A acessibilidade é a condição de ir e vir com segurança de qualquer pessoa, mas em sempre é cumprida. Um exemplo disso são os elevadores nos ônibus, muitos cadeirantes acabam não tendo o direito de usar esse recurso”, ressaltou a secretária de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania, Luiza Oliveira.
Ação do Procon
Na reunião, o gerente do Procon, Felipe Camarão, falou sobre a ação do órgão, que é vinculado à Sedihc. “O Procon vai atuar nessa área, pois se trata de uma relação de consumo, pois a pessoa com deficiência precisa ter condições de utilizar o transporte público de maneira adequada”, disse.
A ação verificará ainda a utilização indevida que empresas de transporte coletivo fazem do símbolo da acessibilidade. Durante a reunião, alguns representantes afirmaram que alguns coletivos possuem os adesivos indicando que estão aptos para transportar pessoas com deficiências, mas que, no entanto, segundo os órgãos que tratam da causa, os transportes coletivos não possuem condições satisfatórias. Outra problemática discutida na reunião foi que muitos funcionários das empresas de transporte não sabem manusear o elevador.
Ficou acertado que, ao final da fiscalização, será convocada uma reunião com os empresários a fim de assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). As empresas terão o prazo máximo de 60 dias para se adequar às normas. Caso, alguma empresa descumpra a determinação, os proprietários serão notificados e multados pelo Procon.
Além do transporte coletivo, as equipes, em outras duas etapas futuras, verificarão ainda, as condições de acessibilidade dos ferry boat. De acordo com as instituições que representam as pessoas com deficiência, os cadeirantes ao utilizarem os serviços deste transporte marítimo viajam ao lado dos carros, correndo serio risco de sofreram um esmagamento. Posteriormente, o transporte ferroviário também será vistoriado pelas equipes de trabalho da Sedihc e do Procon.
FONTE: JP