A UNEGRO APOIA O BLOG DIÁRIO DO MEARIM

PONHA AQUI A PROPAGANDA DE SUA EMPRESA

Roberto Costa é eleito presidente da FAMEM para o biênio 2025/2026

FAMEN coloca Bacabal e Roberto Costa em evidência

Flamengo pode ter mudança diante do Bangu em São Luís

Técnico Cléber do Santos pode apostar em trio de ataque nesta noite no Castelão.

Sessão Solene na Câmara Municipal de Bacabal Celebra o Dia Internacional da Mulher

Vereadoras Nathália Duda e Regilda Santos conduzem Sessão Solene

Mostrando postagens com marcador Casamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Casamento. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Casal realiza 1º casamento civil de Salvador em um terreiro de candomblé

foto ilustrativa
O primeiro casamento civil de Salvador realizado em um terreiro de candomblé ocorreu neste sábado (29), no bairro de Massaranduba. Desde 1988, a constituição brasileira permite esse tipo de celebração, mas faltava a regularização dos terreiros.
“Estando os terreiros regularizados, com os estatutos discriminando quem são os celebrantes, os presidentes das solenidades, a Justiça aceita isso como representação no terreiro para que seja feito o casamento religioso com efeito civil”, explica  Alberto dos Santos, juiz.
O dia foi de preparativos, com todo o simbolismo que a tradição da religião exige. Primeiro houve a separação das folhas da pitangueira. “As folhas representam o caminho”, explica uma das organizadoras do evento.
No barracão, incenso para purificar o ambiente. Um tapete de folhas e pétalas foi preparado para o casal. O noivo chegou ao terreiro ao som do berimbau e quando a noiva entrou no terreiro os alabês deram o toque nos atabaques.
A cerimônia durou 40 minutos e foi marcada pela emoção dos noivos e da família. A baiana Camila e o francês Máximo se conheceram pela internet, se apaixonaram e mesmo não sendo iniciados na religião afrobrasileira, resolveram se casar no candomblé.
“É a religião que mais se aproxima da nossa ideia de energia, de vida, de tudo”, justifica Máximo Rangoni, empresário.
“Que isso aconteça mais vezes em Salvador, que é a terra do axé. Deus é um só e tendo fé isso é o que vale”, conclui Camila Rangoni, secretária.
Do G1 BA, com informações da TVBA

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Lago da Pedra terá cinco casamentos comunitários a partir desta quinta-feira

A juíza Marilse Carvalho Medeiros, titular da 2ª Vara de Lago da Pedra, promove a partir desta quinta-feira, 1º, uma série de casamentos comunitários na comarca. Serão realizados cinco eventos, divididos por pólos, ou seja, nos povoados do município e sede. O Judiciário vai se deslocar às comunidades para celebrar as cerimônias, com mais de 200 casais já inscritos. Será o segundo casamento comunitário na comarca. O primeiro foi em 2006.

A grande novidade da nova fase de matrimônios é que os noivos inscritos são cadastrados no programa Bolsa-Família, do Governo Federal. De acordo com a juíza, a vinculação do casamento comunitário ao programa serve para comprovar que os casais são de baixa renda. “O evento é para pessoas pobres. Às vezes acontece de quem tem condição de arcar com as despesas se aproveitar dessas ações”, ressalta.

O primeiro casamento será na localidade Santa Teresa, com 29 casais. A cerimônia acontece dia 1º, na Assembléia de Deus. O segundo casamento será no final de setembro, na localidade Lagoa do Sindô, com 44 casais.

Já o terceiro será no pólo de Lagoa Seca. São 56 casais inscritos para a cerimônia, na primeira quinzena de outubro. O quarto casamento, no povoado de Três Lagos, tem 33 casais inscritos, e acontece no final de outubro.

O quinto casamento será em dezembro, em Lago da Pedra, ainda sem número de casais inscritos. “Somente para este último é que vou convidar colega magistrado para auxiliar na cerimônia, pois o número de inscritos deve ser bem maior”, destaca Marilse Carvalho.

Ainda segundo a magistrada, para 2012 a ideia é expandir os casamentos comunitários para os municípios de Lago do Junco, Lagoa Grande e Lago dos Rodrigues, termos judiciários de Lago da Pedra.
FONTE: Ascom/CGJ