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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

ABL participa de Diálogo com a Corregedora-Geral do Ministério Público em Bacabal

 

A Academia Bacabalense de Letras (ABL) participou, nesta segunda-feira (09), do Diálogo com a Corregedora-Geral do Ministério Público, Fátia Travassos,  realizado no Salão do Júri da Comarca de Bacabal. Representando a instituição, o presidente da ABL, José Casanova, integrou o encontro que reuniu autoridades do Judiciário, Executivo e representantes da sociedade civil organizada.

O evento contou com a presença de secretários municipais, prefeitos, juízes, promotores de Justiça, conselheiros tutelares e lideranças comunitárias, consolidando-se como um espaço de diálogo democrático e fortalecimento institucional.

A Corregedora-Geral do Ministério Público do Maranhão, Fátima Travassos, conduziu o encontro com competência e desenvoltura. O diálogo teve como objetivo dar transparência aos trabalhos correicionais desenvolvidos nas Promotorias de Justiça de Bacabal, Lago Açu e Olho d’Água das Cunhãs, cidades  representadas   pelos prefeitos professora Ceci e Vaval Gomes, além de promover uma escuta qualificada das autoridades, instituições e segmentos sociais.

O prefeito de Bacabal, Roberto Costa, fez-se representar pela advogada Máxima Regina. Também se pronunciaram a Delegada da Mulher de Bacabal e a Comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar, Tenente-Coronel Leila, que destacaram a importância do momento para o fortalecimento da rede de proteção e da atuação integrada das instituições.

Promotores e magistrados, entre eles Dr. Elder, Dra. Michelle e Dr. Paulo destacarm  o trabalhos desenvolvida pela corregedoria .  Membros do Conselho Tutelar de  Bacabal, elogiaram o trabalho desenvolvido pela promotora Dra. Michelle, ressaltando o compromisso com a justiça e a defesa dos direitos da população.

Durante o evento, o presidente da ABL, José Casanova, fez uso da palavra para destacar os 25 anos da Academia Bacabalense de Letras, que serão celebrados no próximo dia 24 de março, e enfatizou a necessidade da construção de uma sede própria para a instituição. Segundo ele, a ABL tem desempenhado papel fundamental na promoção da cultura, da literatura e da cidadania no município.

O Diálogo com a Corregedora-Geral do Ministério Público reforçou o compromisso do Ministério Público com a transparência, a democracia e a aproximação com a sociedade, fortalecendo a atuação conjunta das instituições na promoção da justiça e dos direitos fundamentais.









quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Audiência Pública debate políticas para pessoas com TEA e dá voz a mães atípicas em Bacabal


Em Bacabal aconteceu um importante momento de diálogo e escuta social nesta quarta-feira (10), durante a Audiência Pública promovida pelo Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) com o tema “Debater Políticas Públicas para as Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)”. O encontro foi realizado no auditório da Escola Batista e reuniu um público expressivo, formado por mães atípicas, representantes de organizações não governamentais e autoridades locais.

A mesa de abertura contou com a presença das promotoras de justiça Dra. Michelle e Dra. Klycia Menezes, que mediaram os trabalhos e reforçaram o compromisso do MPMA em garantir direitos e propor soluções efetivas para melhorar a qualidade de vida das pessoas com TEA e suas famílias.

Após as falas iniciais, o momento mais esperado da audiência foi a abertura para a participação popular. Mães atípicas e representantes da sociedade civil se inscreveram para o uso da palavra, apresentando suas reivindicações e relatos emocionantes. Muitas revelaram situações de esgotamento físico e emocional, dificuldades de acesso a terapias, falta de apoio psicológico e carência de políticas públicas inclusivas. Os depoimentos foram descritos como surpreendentes e impactantes, evidenciando a urgência de medidas para atender às demandas dessas famílias.

A professora Eva Simone, integrante do grupo Acolher TEA, destacou a importância da audiência como espaço de visibilidade e mobilização. “Esse é um passo fundamental para que nossas vozes sejam ouvidas e para que possamos avançar na construção de políticas que respeitem e garantam os direitos das pessoas com autismo”, afirmou.


As discussões apontaram para a necessidade de ampliar o acesso a profissionais especializados, melhorar a estrutura de atendimento nas escolas e oferecer suporte psicológico às famílias, que muitas vezes enfrentam sozinhas os desafios do cuidado diário.

Ao final, as maes atípicas reforçaram que todas as reivindicações apresentadas sejam analisadas pelo Ministério Público e encaminhadas às autoridades competentes, para que se transformem em ações concretas.

A audiência pública deixou claro que o caminho para uma sociedade mais inclusiva passa pelo diálogo e pela participação ativa de quem vive a realidade da exclusão e das dificuldades cotidianas; mães, pais e cuidadores de pessoas com TEA.