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domingo, 10 de novembro de 2019

Valorização da vida e suicídio é tema da palestra em Bacabal


O Centro Espírita Júlio Luz de Carvalho promoveu na noite deste sábado (09), uma palestra publica com o Professor Robson Martins. Com o tema "A valorização da Vida e o suicídio" o evento chamou atenção da comunidade bacabalense justamente pelo aumento de casos de suicídios em Bacabal e região.
Segundo a organização Mundial da Saúde, em todo o mundo uma pessoa tira a própria vida a cada 40 segundos, Um relatório da agência da ONU apontou ainda que esta foi a segunda principal causa de morte entre jovens com idades entre 15 e 29 anos, após acidentes de trânsito.
Nos adolescentes de 15 a 19 anos, ficou em terceiro lugar, atrás dos acidentes de trânsito e violência interpessoal.
A OMS pediu aos governos que adotem planos de prevenção de suicídio para ajudar as pessoas a lidar com o estresse e reduzir o acesso a meios de tirar a própria vida: "O suicídio é uma questão global de saúde pública. Todas as idades, sexos e regiões do mundo são afetadas".
Para a Doutrina as causas não são apenas materiais ou sociais, há causas espirituais que precisavam ser compreendidas pelas pessoas, é ai que entram os livros codificados por Kardec á luz do evangelho de Jesus.
A continuidade da vida após o fenômeno biológico conhecido como morte é crucial para a ciência que o suicídio não irá colocar fim algum a sofrimentos terrenos. Ainda pelo contrário, dará seguimento as dores espirituais que podem ser tratadas ainda encarnados.
O espiritismo pode ser um dos fatores de prevenção ao suicídio. Como doutrina consoladora o tratamento espiritual e energético age em pontos importantes em que o suicida irá sentir-se acolhido.
A restauração do psicológico em frentes como familiar, emocional, social e acima de tudo espiritual, recompõem a percepção de mundo onde o individuo percebe-se inserido dentro do meio.
O sentimento de marginalização nem sempre retrata a realidade, porém ações acabam direcionando o suicida a solidão.
Acolher e consolar é o principal propósito da doutrina espírita. Deve-se agir incluindo e ressaltando a importância desse indivíduo. Aos poucos poderemos perceber que o espírito do suicida perceberá a sua relevância para o próximo.
Com o amor e paciência vidas são salvas. A energia positiva pode ser expandida e compartilhada a irmãos que necessitam de ajuda espiritual.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A criança e o prazer de ler‏

Muitos estudiosos têm destacado a importância de introduzir a leitura no dia-a-dia da criança. Segundo Richard Bamberger(1), se conseguirmos fazer com que a criança tenha sistematicamente uma experiência positiva com a linguagem, estaremos promovendo seu desenvolvimento como ser humano.
Já falamos do valor da leitura, não só para o aumento do conhecimento, mas da observação de aspectos da vida e da capacidade de comunicação com o mundo. Mesmo sabendo disto, muitas pessoas não são leitoras habituais, hoje em dia.
Muitos de nós desenvolvemos aversão pela leitura porque nossos professores nos obrigavam a ler textos sem grande interesse para nós, associando esta tarefa a trabalhos e notas. Foram, quase sempre, experiências negativas.
Uma das maneiras de incentivar a criança a ler é propiciar-lhe experiências positivas não só com a leitura mas, estendendo o pensamento de Bamberger, também com a literatura e com a linguagem.
Vejamos alguns exemplos:
Leitura: Ler com a criança pode ser um bom começo. Este pode ser um momento de grande prazer e troca afetiva. Também ajuda, se o adulto é um leitor habitual, tendo o livro como um bom companheiro, para que ela observe sua relação com o livro e também fique motivada a ler.
Literatura: Para gostar de livros, é preciso conhecê-los. O contato sensorial com o livro é muito importante. Por que não incluir uma boa livraria em nossos passeios com as crianças? Porque não levá-las a eventos de contadores de histórias? Por que não oferecer mais livros de presente, em lugar de tantas coisas descartáveis que elas costumam ganhar?
Linguagem: Fazer jogos com palavras e frases é um jeito divertido de desenvolver o gosto pelo mundo das letras e das palavras. As crianças não-alfabetizadas ou iniciando a alfabetização podem fazer jogos orais, como parlendas, rimas e trava-línguas. As que já lêem e escrevem têm um oceano de opções, além das que citamos: caça-palavras, cruzadinhas, desembaralhar as letras, forca, palavra-chave, etc.
Sugestões:
1. Jogo cooperativo: E-I-H-A-C-R-O-S. Com estas letras, forme o maior número possível de palavras. Vamos ver quantas nossa turma consegue? Faça o jogo individualmente, primeiro e, depois, em grupo, observando como juntos conseguimos mais que sozinhos.
2. Marca-páginas divertidos. Feitos em dobradura, eles vão ser um motivo a mais para a criançada gostar dos livros.

Infância

A infância é o sorriso da existência no horizonte da vida.

Representa esperança que o pessimismo não pode modificar. É mensagem de amor para o cansaço no refúgio do desencantamento, a fulgir no sacrário da oportunidade nova.

É experiência em começo que nos compete orientar e conduzir.

É luz a agigantar-se aguardando o azeite do nosso desvelo.

É sinfonia em preparação... nota solitária que o Músico Divino utilizará na sucessão dos dias para a grande mensagem ao mundo conturbado.
Atendamos o infante oferecendo, à manhã da vida, a promessa de um futuro seguro.
Nem a energia improdutiva;
nem o caminho pernicioso;
nem a assistência socorrista prejudicial às fontes do valor pessoal;
nem a negligência em nome da confiança no Pai de todos;
nem a vigilância que deprime;
nem o arsenal de descuidos em respeito falso ao futuro homem ...
Mas, acima de tudo, comedimento de atitudes com manancial farto de recursos pessoais e exemplos fecundos, porquanto as bases do futuro encontram-se na criança de hoje, tanto quanto o fruto do porvir dormita na flor perfumada de agora.
Cuidemos do infante, oferecendo o carinho fraterno dos nossos recursos, confiados de que, um dia seremos convidados a oferecer ao Pai Misericordioso o resultado da nossa atuação junto àquele cuja guarda esteve aos cuidados do nosso coração.

Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Divaldo Franco.

Federação Espírita promove 2º Congresso no Maranhão

A Federação Espírita do Maranhão - Femar, vai realizar no próximo final de semana o 2º Congresso Espírita. O evento tem como tema “Espiritismo e Mediunidade” e será realizado nos dias 23,24 e 25 no Centro de Convenções “Pedro Neiva de Santana”.
Estão confirmados os conferencistas Divaldo Franco, Raul Teixeira, Alberto Almeida, Marcel Mariano e Suely Caldas Schubert.

Programação
Dia 22/09– Quinta-feira

15h às 20h – Credenciamento

Dia 23/09/2011 – Sexta-feira

09h – ABERTURA
09h30 – Momento de arte
10h – PALESTRA com DIVALDO FRANCO - 150 Anos de O Livro dos Médiuns
12h – Almoço
14h30 às 16h – SEMINÁRIO com DIVALDO FRANCO
MEDIUNIDADE: AÇÃO DOS ESPÍRITOS SOBRE A MATÉRIA
• Há lugares assombrados?
• O papel do médium nas comunicações mediúnicas
• A diversidade da faculdade mediúnica
• A influência moral do médium

16h – Intervalo
16h30 às 18h – Continuação do Seminário
18h - Intervalo
18h30 às 19h30 – PALESTRA com MARCEL MARIANO
MEDIUNIDADE: NEM MARAVILHOSO, NEM SOBRENATURAL.

Dia 24/09 – Sábado

08h30 – Momento de arte
09h às 10h15 – SEMINÁRIO com RAUL TEIXEIRA
A FORMAÇÃO DOS MÉDIUNS:
• A eclosão da mediunidade
• Educação ou desenvolvimento da mediunidade
• A importância do estudo para os médiuns
• A mediunidade com Jesus

10h15 – Intervalo
10h45 às 12h – Continuação do Seminário
12h – Almoço

14h30 às 16h – SEMINÁRIO com MARCEL MARIANO
INCONVENIENTES E PERIGOS DA MEDIUNIDADE:
•Mediunidade e idade física
•Mediunidade e esogtamento
•Mediunidade e obsessão
•Mediunidade: perda e suspensão

16h – Intervalo
16h30 às 18h – Continuação do Seminário
18h – Momento de arte
18h30 às 19h30 – PALESTRA com ALBERTO ALMEIDA - Mediunidade e transtornos mentais

Dia 25/09/2011 – Domingo

08h30 – Momento de arte
09h às 10h15 – SEMINÁRIO com ALBERTO ALMEIDA
MEDIUNIDADE E SAÚDE:
• O dom de curar
• Fluidoterapia
• Cirurgias mediúnicas
• Receituário mediúnico

10h15 – Intervalo
10h45 às 12h – Continuação do Seminário
12h – almoço
14h30 às 16h30 – SEMINÁRIO com SUELY SCHUBERT
PRÁTICA MEDIÚNICA
• Concentração, prece e desdobramento
• Passividade mediúnica
• Animismo e mistificação
• Mediunidade disciplinada

16h30 – Intervalo
17h – CONSIDERAÇÕES FINAIS (TODOS OS EXPOSITORES)
TEMA - Ante a Mediunidade
18h - Momento de arte
18h30- PALESTRA com RAUL TEIXEIRA
Mediunidade: compromisso de trabalho com o Cristo
19h30 – Encerramento
FONTE: FEMAR

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Você é feliz?

Por José Carlos De Lucca
"As pessoas não conhecem a própria felicidade, mas a dos outros não lhes escapa nunca." - PIERRE DANINOS

Todos estão à procura da felicidade. Ninguém diria em sã consciência que não deseja ser feliz. Ricos e pobres, homens e mulheres, crianças e adultos, doentes e sãos, religiosos e ateus, enfim, todos querem a tal felicidade. Daí por que todos a procuram, nos mais variados lugares e das mais diferentes formas. Mas, se a procura é grande, nem sempre o encontro ocorre.
Para muitos, a conquista da felicidade está associada à aquisição de bens materiais. Pensam, por exemplo, que serão felizes quando comprarem aquele carro importado, aquela casa na praia ou quando ganharem grande fortuna na loteria. E, por vezes, chegam até ao intento sonhado, mas, a despeito da riqueza, continuam infelizes, sentem um enorme vazio existencial. A fortuna alcançada só aumentou a carga de sofrimentos daquela pessoa, com o acréscimo das preocupações que antes não a visitavam.
Outros ancoraram o sonho da felicidade na busca da fama, do sucesso, do poder. Imaginam que só o reconhecimento público de seus talentos artísticos ou intelectuais poderá fazê-los felizes. E, de igual forma, muitas vezes vem o sucesso, vem a consagração, mas a felicidade não vem junto. Ao contrário, ficaram mais tristes. Apesar de serem publicamente conhecidos, continuam sós. Temem a aproximação das pessoas. Vivem a dualidade da fama e da solidão e dizem, com frequência, que dariam tudo para levar uma vida comum. Certa feita, ouvi de um famoso cantor que seu maior desejo era poder ir à praia como uma pessoa comum. Mas a fama não lhe permitia desfrutar desse simples prazer da vida.
Para outros a felicidade está condicionada à inexistência de problemas. Dizem eles:
"Como posso ser feliz carregando vários tormentos?"
E assim caminham pela vida aguardando o dia em que seus problemas terminem para aí sim desfrutarem a tal felicidade.
Mas existirá alguém na face da terra que não tenha problemas?
Não pensemos que uma pessoa rica esteja isenta de dificuldades. Pode não ter as preocupações com a moeda, mas certamente tem outras aflições que a riqueza não é capaz de superar. O ouro não resolve todos os problemas. Que o digam aqueles afortunados que desejariam saborear as melhores comidas do mundo, mas que por doenças tormentosas sequer podem alimentar-se de um simples prato de arroz e feijão.
Então muitas pessoas estão condicionando a felicidade à ocorrência de um fator externo. Só serão felizes quando forem ricas; quando forem famosas; quando forem amadas; quando arranjarem um bom emprego; quando não tiverem problemas; e a lista prossegue sem fim.
E nós? Será que também estamos condicionando a nossa felicidade a algum acontecimento, a algum bem material, a alguma pessoa? Será esse o caminho da felicidade? Certamente, não. A felicidade não está fora de nós. Ela é, antes de tudo, um estado de espírito, uma maneira de ver a vida e não um determinado acontecimento.
Deus, que nos quer bem e, portanto, deseja a nossa felicidade, não faria com que este sublime sentimento ficasse na dependência de algum evento futuro, incerto e externo.
Podemos alcançar a felicidade hoje, agora, a despeito dos problemas que estejamos enfrentando. Basta olhar a vida com outros olhos, mudando as lentes pelas quais enxergamos os fatos.
A vida não é um problema, é um desafio.
Ela nos apresenta oportunidades de crescimento, notadamente nos setores onde mais necessitamos. Por detrás dos problemas existem lições, desafios, tarefas. E grande ventura tomará conta de nós quando vencermos os obstáculos que a vida nos apresenta. O Sermão da Montanha é a pura prova de que somente serão bem-aventurados aqueles que souberem superar as dificuldades da vida. Se o amigo leitor ainda não está convencido, basta então olhar para as pessoas felizes e verificar que todas elas passaram por grandes provas e expiações. Lembremo-nos dos primeiros cristãos, que seguiam cantando alegres até a arena onde seriam devorados pelas feras.
Lembremo-nos da felicidade de Francisco de Assis, conquistada na humildade, na pobreza e no serviço ao próximo. O santo da humildade era moço rico, mas vivia amargurado na riqueza que possuía. Só encontrou a paz depois que renunciou à vida fácil e se entregou à riqueza do espírito. Não nos esqueçamos de que Paulo de Tarso, que na condição do poderoso Saulo era infeliz, mas voltou a viver após o célebre encontro com Jesus na Estrada de Damasco. Paulo perdeu o poder temporal, mas encontrou a felicidade pessoal. Gandhi encontrou a sua felicidade na luta pela paz. Madre Tereza e Irmã Dulce, apesar dos inúmeros padecimentos que sofreram, conseguiram encontrar a felicidade na felicidade que podiam proporcionar aos desvalidos do caminho. Albert Schweitzer, médico, encontrou a felicidade vivendo 52 anos de sua vida entre os povos primitivos da África.
Como esquecer a permanente alegria de Chico Xavier? E olha que problemas na vida não lhe faltaram. Perguntem ao médium de Uberaba se ele estaria disposto a passar por todas as provações que a vida lhe marcou. A resposta já é conhecida de todos. Chico já disse mais de mil vezes que faria tudo de novo e que pretende, no mundo espiritual, continuar a sua tarefa de médium.
Então, amigo, a felicidade não consiste em ter bens materiais, posição social ou poder político.
A felicidade não pode ser conquistada fora de nós, embora seja sempre lá que a procuramos.
Vicente de Carvalho já considerou que a felicidade existe, mas é difícil de ser alcançada, porque está sempre onde a pomos e nunca a pomos onde estamos. E nós já dispomos de tudo para sermos felizes hoje, apesar das dificuldades pelas quais atravessamos. Aliás, são os desafios que nos impulsionam ao progresso. Já pensou o que seria da sua vida sem desafios? Será que você agüentaria passar o resto de sua vida deitado numa rede? Por quanto tempo você conseguiria viver na ociosidade? Nunca vi um espírito superior ficar um minuto sem trabalho.
Encaremos a vida com os olhos do bem, com a visão do amor e com o concreto desejo de olharmos à nossa volta e verificarmos que o Pai tudo nos legou para que a nossa felicidade se efetive já. Abençoemos o trabalho em que a vida nos situou; santifiquemos a família terrena do jeito que os familiares são; enfrentemos com dinamismo e alegria os obstáculos da vida e assim, amando e servindo, haveremos de encontrar a felicidade que há muito tempo espera por nós.
Será que você vai concordar comigo?

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Contato direto com os espíritos

A doutrina espírita surgiu com base nas pesquisas e experimentações – apesar de não serem reconhecidas pela Ciência – de Allan Kardec, o codificador.
Muitas informações que ela nos traz não são novas. Vários povos, nos mais distantes pontos do planeta e em diversas épocas, já eram possuidores de certas revelações trazidas pelos espíritos, pois a mediunidade não é exclusividade do Espiritismo. Por isso, a Revista Cristã de Espiritismo, apesar de ter como ponto de partida a codificação, também procura apresentar outros conceitos espiritualistas, a fim de que o leitor possa aprofundar seus conhecimentos gerais na área da espiritualidade.
No Oriente, sempre se buscou o contato interior com a espiritualidade, mas a mentalidade materialista do Ocidente, aguçada pelos avanços científicos do Século XIX, não aceitava nenhuma religião que não passasse pelo mesmo processo de investigação empírica da Ciência. Por isso, foi instaurado, na América e Europa, partindo do mundo espiritual, o movimento espírita, com o objetivo de, à princípio, provar cientificamente, pelos fatos que se apresentavam, a existência do mundo espiritual e dos espíritos. Uma vez demonstrada sua realidade, viria o objetivo mais nobre desta doutrina: consolar a alma humana!
William Crookes, Ernesto Bozzano, Léon Denis, Kardec – além de outros grandes pesquisadores – analisaram as comunicações com os espíritos, atestando sua veracidade. Hoje, raros espíritas realizam pesquisas;  alguns, através da Transcomunicação Instrumental, vêm obtendo bons resultados.
Assim também é com as práticas e técnicas de projeção astral. Para os “kardecistas” – ou seja, dogmáticos – já demonstramos que Kardec jamais condenou sua prática (veja no capítulo sobre Emancipação da Alma, em O Livro dos Espíritos). Muito pelo contrário: colocou a projeção fora do corpo como algo natural, uma capacidade do espírito, independente de religião. Até os animais se projetam!
Portanto, seja através de pesquisas ou por meio de técnicas e práticas individuais, precisamos manter um contato mais direto com os espíritos. Ainda que nem todos sejamos médiuns ostensivos, todos sentimos em maior ou menor grau a influência dos espíritos. Práticas de bioenergia, técnicas para desenvolver a clarividência... tudo isso independe da mediunidade em si.
Claro que o desenvolvimento da nossa sensibilidade parapsíquica deve ser natural, com muito estudo e acompanhamento, mas, não basta praticarmos um “Espiritismo sem espíritos”. Estudar ou saber de cor os conceitos espíritas é pouco. Transcenda seus limites! Exerça sua mediunidade, procure aprender sobre projeção astral, aprenda técnicas para harmonizar a aura ou desenvolver a clarividência... Os que nunca se aprofundaram vão dizer que é perigoso. Não desista! Ao contrário, procure ler a respeito e busque aprender com quem tem experiência.
Cabe a cada um de nós tirarmos grandes lições para o nosso crescimento e servirmos como ferramentas mais úteis ao progresso da humanidade.
Paz, Amor e Harmonia!
FONTE: Revista Cristã de Espiritismo