sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
CRÔNICA DO DIA: A (in)Pureza do trabalho escravo no Maranhão
quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
OPINIÃO: Autismo e Hipocrisia por David Morais
No último dia 09/01, a comunidade autista recebeu a notícia trágica sobre uma mãe atípica de 63 anos de idade ter assassinado o seu filho autista de 27 anos de idade e ter tirado a própria vida no apartamento aonde moravam em Águas Claras-DF.
Na data já mencionada foi
recebida a triste notícia e que os corpos foram encontrados devido ao mau
cheiro que sentiram moradores do condomínio e terem chamado a polícia. Esta
chegando, adentrou o apartamento e observou que os corpos já estavam sem vida
há pelo menos uns 3 dias.
Comovente? Trágico?
Sensacionalista? Sabiam que a mãe atípica era acometida de depressão. Mas que
“aparentava” estar bem. Esteriótipo? Sim! Desumanidade? Sim! Por que não sentiram falta da mãe atípica e do seu
filho atípico? Em pleno Janeiro Branco qual o valor do ser humano? Quanta falta
faz um ser humano? Cadê a promoção do cuidado com as famílias atípicas? Responsabilidade
coletiva? Que nada! A mais pura hipocrisia!
A terrível tragédia envolvendo a
mãe atípica e o filho autista é consequência de uma série de fatores desumanos
e excludentes. Somando-se a invisibilidade do ser humano, o distanciamento de
famílias atípicas , o preconceito com as neurodivergências, o capacitismo em
todas as suas nuances, dentre outros.
Mesmo sendo um autista adulto com
transtornos comórbidos, por exemplo, a depressão, enfrentando gigantes
barreiras e as mais diversas exclusões, entendo que nem de longe é possível eu
“sentir” as sobrecargas e as dores das mães e famílias atípicas. Visto que, são
incomensuráveis e intransferíveis.
Equivocadamente, o autismo ainda
é romantizado sem levar em conta as suas especificidades. Cheio de “anjos”,
“especiais”, “exemplos de superação”, etc. Relegando as suas idiossincrasias e
limitações. Sem apoio e suporte adequado. Sem acompanhamento necessário. E
muitas vezes os direitos sendo negados, prejudicando a acessibilidade e a
inclusão. Causando ainda mais adoecimento. Desdobrando-se em justificativas
infundadas e hipocrisias.
Diante de toda essa situação, aproveito para citar parte de uma conversa que tive com o amigo, escritor, pai e tio atípico Evilásio Júnior: “Só quem está dentro da situação pode ter uma dimensão disso. Sei bem como é vida frente a uma sociedade que nega direitos básicos. A mãe atípica não se “matou” e nem “matou” o seu filho autista, não tirou a própria vida e nem assassinou. A sociedade os matou”.
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| Antonio David Filho da Silva Morais ( David Morais) : militante do movimento negro. Ativista neurodivergente .Burilador de palavras. Defensor dos Direitos Humanos. |
CRÔNICA DO DIA: Um dia de Maria da Penha
quarta-feira, 17 de janeiro de 2024
CRÔNICA DO DIA: A robótica na terra da Bacaba
Um cronista é sobretudo um contador de histórias. No meu caso optei por dar um sabor especial às histórias que passam por mim. Trago para prosa, o famosa pedaço indizível do poema, fazendo das crônicas textos híbridos de ficção e realidade. Prezados leitores, a história que passo a contar é de um grupo de adolescentes de escolas públicas da periferia de Bacabal, e digo mais, é inspiradora. Sob o estímulo e incentivo do professor Rodolfo, esses jovens encontraram na robótica uma oportunidade de se destacar e trilhar caminhos de sucesso.
Não interessa seus nomes, o importante que que mostram o potencial dos jovens da Vila São João, Mutirão, Coelho dias e outros bairros tidos como perigosos na terra da Bacaba.
Inicialmente, a robótica pode ter sido apenas uma atividade extracurricular, mas logo se tornou algo muito maior. Com determinação, esforço e muito trabalho em equipe, esse grupo de adolescentes começou a participar de competições locais, estaduais e até mesmo nacionais. Suas habilidades técnicas, criatividade e capacidade de solucionar problemas destacaram-se perante outras equipes.
Na sociedade capatalista , valoriza-se muuito a iniciativa privada, mesmo sabendo que ela nem sempre oferece os melhsores resultados. É na escola pública que Bcaabal brilha na robótica. A medida que os resultados positivos foram aparecendo, as famílias desses jovens foram surpreendidas. De baixa renda e com poucas oportunidades, a po ssibilidade de participação dos filhos em um evento internacional na Alemanha parecia um sonho distante. No entanto, graças ao esforço coletivo da comunidade escolar, patrocinadores e apoio das autoridades locais, esse sonho corre o risco de se tornar realidadee.
A hipotsete de ida desses adolescentes para a competição mundial na Alemanha mexeu com a cabeça deles e de suas famílias. Eles se tornaram heróis na percepção dos professores e autoridades, que reconheceram o impacto positivo da robótica como uma ferramenta pedagógica transformadora.
A robótica na escola vai muito além do simples aprendizado técnico. Ela proporciona aos estudantes de Bacabal, o desenvolvimento de habilidades essenciais, como trabalho em equipe, resolução de problemas, pensamento crítico e criatividade. Além disso, a participação em competições estimula a superação de desafios, o aprendizado constante e a busca pela excelência.
Essa história é um exemplo valioso de como a robótica pode ser uma ferramenta pedagógica poderosa, especialmente em comunidades com menos recursos. Ela mostra que, quando os estudantes são incentivados e têm acesso a oportunidades, eles podem alcançar resultados surpreendentes. Esta foi a lição aprendida pela Secretária de educação, professora Rosilda Alves e cada cidadão Bacabalense.
Os adolescentes de Bacabal nos ensinam que não devemos subestimar o potencial dos jovens, independente de sua origem social. Com apoio adequado, eles podem conquistar grandes feitos e abrir novos horizontes para suas vidas, e ao mesmo tempo, inspirar outras crianças e adolescentes a seguirem seus próprios sonhos.
A conquista desses jovens é uma celebração da determinação, resiliência e perseverança. Além disso, evidencia a importância de investir na educação para promover a inclusão e proporcionar oportunidades iguais a todos os estudantes.
Por José Casanova
terça-feira, 16 de janeiro de 2024
CRÔNICA DO DIA: Mães Atípicas
Mães Atípicas: A Força de Rosana
Rosana sempre soube que era uma mãe atípica. Primeiro um médico lhe deu um diagnóstico de bipolaridade para sua filha Raina. Ela sabia que não era isso, pois conhecia bem esse comportamento. Depois de muito pesquisar, uma médica apenas observando o comportamento de Raina pelas câmeras da antessala de atendimento, de cara falou:
_ Sua filha tem autismo...
Desde o momento em que recebeu o diagnóstico de autismo de sua filha, sua vida deu uma reviravolta. Ela se viu enfrentando desafios que nunca imaginou que teria que enfrentar. No entanto, Rosana não desistiu. Ela se tornou uma guerreira incansável na luta pelos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A jornada de Rosana não foi fácil. Desde cedo, ela percebeu que sua filha enfrentaria obstáculos significativos na escola. Ela se deparou com a falta de compreensão e inclusão por parte dos educadores. No entanto, Rosana se recusou a aceitar a situação. Ela se tornou uma voz ativa na comunidade escolar, educando professores sobre o autismo e exigindo os direitos de sua filha.
Os desafios não ficaram restritos à escola. Rosana também teve que lidar com dificuldades em seu casamento. O diagnóstico de autismo abalou a estrutura familiar, levando a conflitos e incertezas. No entanto, Rosana mostrou uma resiliência admirável. Ela buscou terapias familiares, participou de grupos de apoio e trabalhou incansavelmente para fortalecer os laços familiares. Ela nunca desistiu do amor e do bem-estar de sua filha.
As lágrimas de Rosana foram frequentes, mas ela também experimentou momentos de grande alegria e superação. Ela viu sua filha, aos poucos, começar a verbalizar e expressar suas emoções. Cada pequena conquista foi celebrada como uma vitória. Rosana aprendeu a valorizar cada passo dado por sua filha, independentemente de seu ritmo de desenvolvimento.
Um dos momen tos mais emocionantes de sua vida foi no aniversário de 15 anos da filha. Resolveu oferecer uma festa para ela, suas amigas e familiares. Raina estava deslumbrante em seu vestido vermelho, para uma pessoa que vive dentro do espectro autista, deu um show de superação ao ler um texto falando de si mesma para os convidados:
"(...) Em 2017, os médicos diagnosticaram que tenho transtorno do neurodesenvolvimento , chamado autismo, de nível 2, considerado moderado. Este transtorno consiste em prejuízos na comunicação, na interação social associado a comportamentos e interesses restritos, repetitivos e estereotipados, mas um dos comportamentos com presença marcante em mim, é a ecolalia, pois registro todas as conversas que está próxima de mim... pense numa confusão para mim e para quem está perto, este comportamento está ligado ao déficit de comunicação. (...)Digo a todos aqui presentes, não é fácil está aqui na fente expressando tudo isso, mas se faz necessário sempre exercitar o letramento da inclusão, pois a sociedade ainda está no processo de alfabetização de aceitar o diferente.(...)"
Por uma questão de estética literária, não cabe nesta crônica transcrever toda a fala de Raina no seu aniversário, mas posso afirmar que a luta de Rosana não se restringe apenas à sua própria família. Ela se envolveu ativamente em organizações de apoio as pessoas com TEA, compartilhando sua experiência e oferecendo suporte a outras mães atípicas. Sua determinação e dedicação se tornaram uma inspiração para muitos, fortalecendo a comunidade e lutando por uma sociedade mais inclusiva.
Rosana não escolheu a travessia que está trilhando, mas abraçou-a com coragem e determinação. Ela é uma mãe atípica, uma guerreira incansável, que não desiste de lutar pelos direitos das pessoas com autismo. Sua história é um exemplo de força, esperança e amor incondicional. E na qualidade de escritor, por meio desta crônica, imortalizo o amor e dedicação de todas as mães que têm filhos dentro do espectro autista.
Quando olhamos para Rosana e sua filha, vemos a transformação que é possível quando se tem uma mãe que acredita e se dedica totalmente. Elas nos ensinam que o poder do amor e da perseverança pode superar qualquer obstáculo. Rosana continua sua peregrinação, lutando pela inclusão e criando um mundo mais acolhedor para todos. Sua vida é um lembrete poderoso de que todas as mães atípicas são verdadeiras heroínas, capazes de mover montanhas em nome de seus filhos.
Por José Casanova
segunda-feira, 15 de janeiro de 2024
CRÔNICA: Os meninos invisíveis
Era uma vez uma cidade escondida nas sombras, que apesar de pequena, a violência e a criminalidade eram constantes. A principal violência era doméstica, como a maioria das mulheres daquele lugar. Em meio a esse cenário sombrio, vivia uma criança chamada Lucas, de apenas 11 anos de idade. Vivia a brincar com o primo José, que todos fazendo uso da lei linguística do menor esforço; chamava de Zé. Zezinho para a mãe e Zinho para os amigos. O que vem a "Calhar" com sua situação social. Infelizmente, a realidade de ambos era marcada pela pobreza e pela falta de oportunidade.
Lucas e José pertenciam a famílias desestruturadas, onde o desemprego e a escassez de recursos eram suas realidades. O Pai de José, desiludido com a vida, despereceu e sua mãe lutando para sustentar a família, mal conseguia colocar comida na mesa. A situação era desesperadora. Lucas não era diferente, no entanto, o pai não desperecera, mas vivia mergulhado num lago açu de bebidas alcoólicas.
Nesse contexto, Lucas e José encontraram apoio e acolhimento em um lugar inesperado: um traficante local conhecido como Marcelo. Contrariando todas as expectativas, a família de Lucas teve uma conversa franca e decidiu que ele poderia se juntar ao tráfico de drogas, pois era uma forma de garantir o sustento da família e sua própria sobrevivência. Nessa esdruxula negociação, José foi de brinde.
No começo, José sentia medo, Lucas incerteza afinal, ele era apenas uma criança. Mas, em meio à escuridão, ele encontrou uma espécie de família adotiva no ambiente hostil das ruas. Marcelo o traficante, viu neles uma inocência que havia perdido há tempos e decidiu protegê-lo como se fosse seus próprios filhos. Já José, encontrara no traficante o Pai que houvera perdido para o mundo e chegou quase a amá-lo como se fosse seu pai.
Lucas aprendeu a lidar com o jargão das ruas, a negociar e a sobreviver no meio do crime organizado. Ele se tornou o "garoto de recados", tão rápido quanto um "Avião" responsável por entregar pacotes e mensagens nos pontos de venda de drogas espalhados pela cidade. Apesar dessa realidade sombria, ele mantinha a sua inocência e esperança de um dia escapar desse mundo perigoso. José por sua vez, tornou-se de confiança do "Pai", era uma espécie de espião e passava informações privilegiadas para Marcelo sobre qualquer coisa que pudesse atrapalhar os negócios.
Aos poucos, porém, Lucas começou a questionar sua situação. Ele via o impacto negativo que o tráfico de drogas causava na comunidade. Amigos de infância se perdiam para o vício e a violência se intensificava. Ele sabia que aquele não era o caminho certo, mesmo que fosse a única forma de sustento para sua família.
Certa noite, aproximadamente dezenove horas e vinte e cinco minutos, José fez a primeira "ronda" da noite, deitou-se na rede em que Marcelo costumava deitar, balançava-se enquanto assistia televisão, a janela da casa que dava pra rua deixou aberto na expectativa que entrasse eu ventinho, de repente um homem moreno claro, estatura mediana pra alta, passou a pé na rua e efetuou um disparo de arma de fogo para dentro da residência , atingindo José que estava na rede. Certamente o alvo dos disparos poderia ser Marcelo, já que o mesmo costumava deitar na rede nesse horário.
A notícia choca a cidade e ganha o mundo. No quartel do 15º BPM o comandante Major Berredo olhava-se no espelho com ar de revolta e preocupação. O distintivo que indicava sua patente parecia não representar nada nessas horas de dor. Agora de nada valeria questionar o apoio do conselho tutelar, do ministério publico e dos conselhos de assistência social. Cada dia que passava tinha mais certeza que segurança publica começava na família, passava pela escola e terminava numa trabalhos coletivo da sociedade. Tomou um corpo de água, engolido a seco a realidade, ainda mais quando soubera que no velório da criança, comentava-se a bocas pequenas que o tiro que matou José poderia ter sido disparado pelo próprio Marcelo numa suposta briga com a esposa e acabou atingindo a criança.
Depois da morte de José, Lucas sentiu-se sozinho no mundo. Com coragem e determinação, decidiu mudar o rumo de sua vida. Buscou ajuda junto a instituições sociais e encontrou pessoas dispostas a ajudá-lo a abandonar o mundo do crime. Com o apoio da maçonaria e a colaboração de um programa de proteção às crianças em situação de risco, ele foi afastado do ambiente perigoso onde vivia.
A trajetória de Lucas serve como alerta para as consequências da desigualdade social e da falta de oportunidades. Mostra também a importância de oferecer apoio e soluções concretas para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Afinal, todas as crianças merecem um ambiente seguro e oportunidades de crescimento, independentemente das circunstancia em que nasceram.
Prezado leitor ou leitora, essa é uma história fictícia, mas infelizmente reflete uma realidade que muitas crianças enfrentam em diferentes partes do mundo. É nosso dever como sociedade garantir que todas as crianças tenham acesso a uma vida digna, cercada de amor, proteção e oportunidades de crescimento.
Por José Casanova
domingo, 7 de janeiro de 2024
Bom Lugar é campeão da Copa Maranhão de Futebol
A Seleção de Bom Lugar conquista a III Copa Maranhão de Futebol no estádio Valdizão em Lago da Pedra na tarde desta sábado(06). Durante o primeiro tempo a seleção de Miranda do Norte mostrou-se mais ofensiva, mas a equipe de Bom Lugar conseguiu o controle do jogo durante o segundo tempo . Algumas jogadas foram decisivas para a vitória de 1 a 0 sobre a equipe de Miranda do Norte.
A equipe de Bom Lugar foi liderada pelo técnico Moraes, a vitória do campeonato entrou para história de Bom Lugar que levou também, a premiação de 40 mil reais pela conquista. O valor da premiação parecia nada diante da alegria de atletas e torcedores de Bom Lugar, pois o título coloca cidades entre as grandes do esporte maranhense e dá motivação par outras equipes do interior do estado.
A imprensa desportiva da região comenta nos blogs e redes sociais que " o apoio da Prefeita Marlene Miranda foi fundamental para trajetória da equipe no campeonato, outro fator determinante foi a presença e gestão esportiva do presidente do time, empresário Marcos Miranda, vista como eficaz e visionária" por quem acompanhou a seleção na Copa Maranhão.
Após o jogo da vitória, os atletas acompanhados de Marcos Miranda, foram recepcionados como heróis na cidade de Bom Lugar.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
MAIORIA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA APROVA PROJETO DE LEI QUE AUMENTARÁ OS CONFLITOS AGRÁRIOS E O DESMATAMENTO NO MARANHÃO
terça-feira, 26 de dezembro de 2023
Deputado Roberto Costa participa de café da manhã com carroceiros
terça-feira, 24 de outubro de 2023
Vereadores de Bacabal recebem kit de equipamentos para a Procuradoria da Mulher da Câmara
Atendendo ao convite da presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), e da Procuradora da Mulher, deputada Daniella (PSB), o presidente da Câmara de Bacabal, vereador Melquiades Neto (MDB), esteve hoje, 24, na sede da ALEMA, acompanhado dos vereadores Fernando da Luziana (PDT), Reginaldo do Posto (PDT), Alberto Sobrinho (PSC) e da vereadora Regilda Santos (PL), para receber um kit de equipamentos que auxiliará as atividades da Procuradoria da Mulher da Câmara de Bacabal.
A vereadora Regilda Santos, que preside a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher no parlamento bacabalense e que já articulou junto ao presidente Melquiades Neto as atividades da recém-criada Procuradoria da Mulher, visa, entre outras metas de trabalho, a promoção da defesa dos direitos das mulheres no âmbito político e social. “Estamos felizes e agradecidas a Deus pela honra e pelo prestígio que nos tem sido concedido ao longo desses anos. Agradeço ao meu presidente Melquiades por me conceder a honra de ser a Procuradora da Câmara Municipal de Bacabal, e estaremos juntos, trabalhando em prol das mulheres”, declarou a parlamentar.
De acordo com a presidente do Legislativo Estadual, as Procuradorias da Mulher desempenham um papel crucial na defesa dos direitos e bem-estar feminino. “São instituições defensoras da igualdade e do empoderamento, atuando na promoção de políticas públicas e ações educativas para mulheres, bem como atendendo demandas relativas à discriminação e à violência contra a mulher”, destacou. Já a Procuradora da Mulher da ALEMA, deputada Daniella, afirmou que o órgão institucional elaborou um protocolo com os passos para a instalação de outras procuradorias em todo o estado. “Que felicidade compartilhar a excelente notícia de que 80 Procuradorias foram criadas no Maranhão. É uma grande responsabilidade e um grande privilégio estar em posição de acolher e buscar a defesa de outras mulheres”, enfatizou.
Os kits disponibilizados pela Assembleia contêm 1 notebook Samsung, 1 impressora multifuncional e 1 smartphone, equipamentos que auxiliarão as atividades das Procuradorias. O presidente Melquiades Neto agradeceu o apoio da ALEMA e destacou a importante parceria de trabalho com os deputados para Bacabal. “É uma parceria importante entre a Câmara de Bacabal e a Assembleia Legislativa. Hoje, recebemos o Kit para a Procuradoria da Mulher de nossa cidade, onde a vereadora Regilda Santos e a vereadora Natália Duda já fazem um ótimo trabalho em seus mandatos e continuarão atuando em defesa das mulheres. Nós, enquanto vereadores, estaremos dando total apoio. Aproveito para agradecer à presidente da ALEMA, deputada Iracema Vale, a deputada Daniella e agradeço aos deputados Florêncio Neto, Roberto Costa e Davi Brandão pelos serviços prestados ao povo do Maranhão e de Bacabal”.
quinta-feira, 19 de outubro de 2023
Câmara de Bacabal promove Audiência Pública de atualização da Lei Orgânica do Município
Aconteceu na manhã desta quinta-feira, 19 de outubro, no Espaço Delta, a Audiência Pública de atualização e reforma da Lei Orgânica do Município e reforma do Regimento Interno da Câmara Municipal de Bacabal. O evento contou com a presença de representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública, da subseção da OAB de Bacabal, de vereadores da região, secretários do governo municipal e de diversos segmentos da sociedade bacabalense, tanto na esfera pública como privada.
Os trabalhos foram orientados pelo procurador da Câmara de São Luís, o professor e advogado Samuel Melo, que coordena, juntamente com a Procuradoria da Câmara de Bacabal, todo o processo envolvendo a reforma da Lei Orgânica Municipal. Ele apresentou ao público toda estrutura de trabalho que está sendo construída para fazer as adequações necessárias à Lei. Ao final das explanações, ele respondeu às perguntas e esclareceu que a proposta é que toda a sociedade participe dos debates. “Se a Lei Orgânica não estiver atualizada e compatível com a realidade atual, nós não podemos ter desenvolvimento, nem na área econômica e nem também no ordenamento jurídico municipal. Daí porque nós estamos oportunizando a Audiência Pública para que as mudanças não sejam feitas nos gabinetes, mas que a sociedade tenha acesso e participe deste processo”, afirmou o jurista.
Na ocasião, o prefeito Edvan Brandão foi representado pelo procurador da Prefeitura, Dr. Walber Neto. Em entrevista, o procurador pontuou que “A Lei Orgânica deve estar sempre atualizada ao momento atual em que a sociedade se encontra para que ela possa estar amparando os direitos e anseios. E tanto o Executivo, como a Casa Legislativa, possam estar trabalhando acima dela em suas diretrizes como mecanismos para estar buscando melhorias para nossa população”. Já o procurador da Câmara de Bacabal, o advogado Bento Sobrinho, lembrou que todo processo de trabalho de revisão do ordenamento jurídico de Bacabal tem previsão legal. "E o que a Câmara está fazendo, está fazendo dentro da legalidade. Não se vai fazer uma Lei Orgânica nova. O que a Câmara Municipal, através do presidente Melquiades vai fazer, é a reformulação. Ou seja, alguns ajustes ali para poder organizar e formar uma compilação necessária", destacou o procurador legislativo.
O Ministério Público foi representado na Audiência, pela promotora Klycia Menezes. "O Ministério Público foi convidado a participar desta audiência pública para acompanhar todo o processo legislativo de emenda à Lei Orgânica do Município. E essa emenda, qualquer mudança só pode acontecer com base na Lei Orgânica que prevê aqui no artigo 42 em diante, todo o processo", justificou a promotora.
O presidente Melquiades Neto agradeceu pela presença e a participação de todos. “Sem dúvida, um momento muito importante para nossa cidade. Me sinto grato por estarmos avançando nesse trabalho. Não é fácil, mas estamos conseguindo mudar a realidade da Câmara de Bacabal. Eu mesmo fiz questão de que toda sociedade tivesse a oportunidade de contribuir com esse debate sobre a reforma da nossa Lei Orgânica. Por isso, eu agradeço a cada órgão constituído aqui representando, os bacabalenses que atenderam ao nosso convite e é claro aos colegas vereadores e vereadoras que estão conosco nessa importante missão”.
segunda-feira, 16 de outubro de 2023
Dr. Emílio realiza a maior festa das crianças da história de Bacabal
fonte: blog do Wanderson Ricardo


























































