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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Série “Outros 400″ continua nesta quinta (28) Com Joãozinho Ribeiro em São Luis

Arquivo do Blog
Lançada há duas semanas, a série Outros 400 teve um show inaugural de sucesso: aliás, vários shows, dentro de um mesmo show. Joãozinho Ribeiro (foto) e o Regional 400 receberam 10 convidados especiais durante a primeira noite de apresentações do poeta e compositor – acontecerão até novembro, quinzenalmente às quintas-feiras, no Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande), sempre às 21h.
Nesta quinta, 28, Joãozinho Ribeiro volta ao palco, acompanhado do Regional 400, formado por Antonio Paiva (contrabaixo), Arlindo Carvalho (percussão), Caio Carvalho (percussão), Celson Mendes (violão e direção musical), Fleming (bateria) e Miranda Neto (trompete).
O autor de Paisagem feita de tempo terá como convidados especiais Adler São Luís, Célia Maria e João Madson, numa noite que irá do choro ao baião, do reggae ao xote, do samba ao Merengue, este, aliás, título de uma das mais conhecidas músicas do primeiro, seu primo, já gravado pela potiguar Terezinha de Jesus (Couraça), cantora que vem sendo redescoberta, ainda que tardiamente, como rezam as palavras de ordem de outra bandeira.
Célia Maria imortalizou o choro Milhões de uns, que deu a Joãozinho Ribeiro o troféu de melhor compositor maranhense em um Prêmio Universidade FM do início do século – a mais importante premiação da música produzida no Maranhão.
A exemplo da diva, João Madson participou da edição de estreia de Outros 400. Uma de suas interpretações, o xote Kid Jabotão, de sua autoria, que conta a história de um jabuti que come umas pílulas de Viagra e vira… Kid Jabotão, foi um dos grandes momentos – bem humorados – da noite.
Instrumental – Outra atração extra para a segunda noite de Outros 400 é a participação da dupla Hugo Barbosa (trompete) e Nelma Carafunim (saxofone): eles apresentarão, no início do espetáculo, um repertório instrumental de choro. Detalhe: os tarimbados músicos são sobrinhos de Joãozinho Ribeiro.
Ambos participaram do circuito musical Samba da minha terra, com que Joãozinho Ribeiro percorreu 18 bairros de São Luís apresentando sambas e choros autorais, com a participação de inúmeras personalidades da música popular produzida no Maranhão. “Se à época, começando, eles já tocavam muito, imagine agora!”, provoca o tio, que com eles dividiu o palco em fevereiro passado, no Baile do Parangolé, em comemoração aos 32 anos da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos.
“As participações de Madson e Adler também me deixam muito contente. É uma feliz coincidência as estadas deles, que moram em São Paulo, pela Ilha quando do início desta empreitada cultural”, continua Joãozinho Ribeiro. “Vamos fazer mais uma grande festa e ainda muitas outras”, finaliza.

Serviço

O quê: Outros 400.
Quem: Joãozinho Ribeiro. Participações especiais de Adler São Luís, Célia Maria, Hugo Barbosa, João Madson e Nelma Carafunim.
Quando: quinta-feira (28), às 21h.
Onde: Novo Armazém (Rua da Estrela, Praia Grande).
Quanto: R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira).
Mais informações: facebook.com/outrosquatrocentos, outros400@hotmail.com
Fonte: Zema Ribeiro/Blog Ponte Aerea SL

Regulamentação da TV por assinatura e mercado de banda larga em destaque no Senado


A regulamentação do mercado de TV por assinatura e a ampliação do acesso à internet por banda larga foram dois temas importantes do setor de telecomunicações debatidos pelo Senado no primeiro semestre. A TV por assinatura é objeto do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 116/10, em exame na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), enquanto o acesso à internet acabou entrando em pauta com o lançamento pelo Poder Executivo do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
O PLC 116/10 abre o mercado de TV a cabo às empresas de telecomunicações e introduz um sistema de cotas para a produção audiovisual regional e nacional. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é favorável ao projeto, sob o argumento de que a abertura do mercado poderá ampliar a oferta do serviço, melhorar a qualidade e, com isso, reduzir os preços praticados.
A Anatel aprovou, no início de junho, regulamento que permite a concessão ilimitada de autorizações para operar o serviço de TV por assinatura, inclusive às empresas de telefonia. A medida foi criticada pelo senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente da CCJ e relator da matéria na comissão, que considerou que a agência se antecipou à discussão do tema no Congresso.
A regulamentação da TV por assinatura voltou a ser debatida no dia 16 de junho numa grande audiência pública, com participação de cinco comissões permanentes do Senado e de assembleias legislativas de todo o país por meio de videoconferência.
Na audiência, Manoel Rangel, diretor-presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine), considerou fundamental que se estabeleça o marco regulatório do setor para garantir segurança jurídica e criticou “a escassez da oferta e os altos preços do serviço”.
Já o representante das Organizações Globo, Evandro Guimarães, também favorável à regulamentação, salientou a importância dos artigos 5º e 6º da proposta, que impedem as teles de produzir conteúdo.
Pelo setor de radiodifusão, João Carlos Saad, do Grupo Bandeirantes de Comunicação, opinou que a proposta não impede o domínio sobre pacotes de programas por determinados grupos econômicos. Além disso, em sua avaliação, o PLC 116/10 promove a entrada “desordenada” das teles.
Já Marcos Bitelli, da Associação Brasileira dos Programadores de TV por Assinatura (ABPTA), criticou a complexidade do texto, numa referência “aos truques jurídicos das referências cruzadas”. Berenice Mendes, do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, protestou pelo fato de a sociedade civil organizada não estar sendo ouvida, em audiências que só teriam contado com participação de empresários e agências.
Cotas
A questão das cotas para a produção audiovisual nacional também causou divergências. Luciana Ferri, representante do canal HBO, considerou que já existe uma parceria que tem privilegiado a apresentação de filmes e séries nacionais. As cotas, disse, podem prejudicar o entendimento atual.
Marcos Bitelli, da ABPTA, classificou a medida como um “nacionalismo que não mais se aplica”. Manoel Rangel, da Ancine, afirmou, no entanto, que as cotas são válidas para proteger a produção nacional.
No fim de junho, foi aprovado requerimento para tramitação em regime de urgência do PLC 116/10, que está na ordem do dia da sessão plenária do próximo dia 2 de agosto.
Banda larga
Outro tema em discussão durante o primeiro semestre legislativo foi a expansão da banda larga no país. Em março, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, participou de audiência sobre o tema na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). Ele disse, então, que a desoneração do ICMS poderia permitir a oferta de banda larga com mensalidade de R$ 29.
O ministro também concordou com os pedidos de senadores por maior atenção à região amazônica.
- Universalizar o acesso à informática é garantir diversas ferramentas para o desenvolvimento da população daquela região – disse Paulo Bernardo.
O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado oficialmente em junho, prevê oferta de conexão de 1 Mbps (megabit por segundo) a R$ 29,80 nos estados que concederem isenção de ICMS e a R$ 35 onde não houver a isenção.
Exclusão digital
Em audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), em junho, debatedores argumentaram que, para mudar a realidade de isolamento dos excluídos digitais, é preciso mudar a lógica de investir somente onde há retorno para as empresas.
O presidente da Associação Nacional para Inclusão Digital (Anid), Percival Henriques, argumentou que prevaleceu, durante o processo de privatização da telefonia, “a lógica perversa” de concentrar a oferta nos grandes centros urbanos.
No entanto, a secretária de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Lygia Lupatto, ressaltou que a inclusão digital está no centro das preocupações da presidente Dilma Rousseff. Segundo ela, além do PNBL, as ações previstas incluem a formação e pagamento de bolsas para agentes de inclusão digital, recrutados dentro das próprias comunidades, e a criação de “cidades digitais”.
Paulo Eduardo Kapp, gerente da Telebrás, responsável pela implantação do PNBL, lembrou que o plano deverá massificar a oferta de acessos de banda larga até 2014 e promover o crescimento da capacidade de infraestrutura de telecomunicações no país.
- A banda larga traz vantagens econômicas, sociais, administrativas e de serviços – explicou.
Em audiência promovida pela CCT, o empresário indiano Hajiv Mehrotra, presidente da Vihan Networks Limited, apresentou a experiência da Índia em internet de banda larga e telefonia celular em áreas rurais, usando energia solar.
Mehrotra disse que o Brasil pode se adaptar à tecnologia indiana utilizando as antenas convencionais nacionais. O senador Eduardo Braga (PMDB-AM), presidente da comissão, disse que várias universidades e instituições brasileiras estão interessadas no desenvolvimento da tecnologia.
 FONTE: Agência Senado

Empresas Maranhenses têm até sexta-feira para quitar débitos de ICMS

Os contribuintes do ICMS poderão, até sexta-feira (29), quitar débitos fiscais com 95% de redução de multas punitivas e moratórias e 80% de juros de mora, de acordo com Resolução 01/11, da Secretaria de Estado da Fazenda, que instituiu o benefício.
A medida é válida para pagamento somente em parcela única, e alcança todos os débitos fiscais relacionados com ICMS decorrentes de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2009. A quitação do débito com redução de multas e juros é uma oportunidade para o contribuinte honrar obrigações vencidas e evitar que seu nome seja incluído no banco de dados da Serasa e fiquem sujeitas às restrições que afetam o acesso a financiamentos, compras a prazo e outras operações financeiras.

Os contribuintes do ICMS poderão, até sexta-feira (29), quitar débitos fiscais com 95% de redução de multas punitivas e moratórias e 80% de juros de mora, de acordo com Resolução 01/11, da Secretaria de Estado da Fazenda, que instituiu o benefício. A medida é válida para pagamento somente em parcela única, e alcança todos os débitos fiscais relacionados com ICMS decorrentes de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2009.
A quitação do débito com redução de multas e juros é uma oportunidade para o contribuinte honrar obrigações vencidas e evitar que seu nome seja incluído no banco de dados da Serasa e fiquem sujeitas às restrições que afetam o acesso a financiamentos, compras a prazo e outras operações financeiras. Como pagar
Para fazer o pagamento, o contribuinte deve acessar o site da Sefaz, pela Internet www.sefaz.ma.gov.br e gerar o Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais DARE).
Ao preencher o DARE, para pagamento de Auto de Infração e Notificação de Lançamento o contribuinte deve escolher no campo ‘tipo de tributos’, a opção ‘Auto de Infração’. No campo ‘código de receita’, clicar no código 102 para auto de infração não lançado em dívida ativa ou notificação de lançamento, e informar o número do auto ou da notificação; com isso, o valor do débito será exibido automaticamente já com a redução de multas e juros. No caso de auto de infração lançado em Dívida Ativa, o código a ser lançado é o 107, e para TVI o código de receita 109.
Para pagamento de Aviso de Diferença Tributária por Omissão de Receita/Cartão de Crédito o contribuinte deve selecionar a opção ‘ICMS’, código 112, e informar o número do aviso.
Fonte: Boletim SEFAZ

Nasa buscará sinais de vida em uma cratera do planeta Marte

FONTE: Correio Braziliense


A Nasa escolheu uma cratera em Marte para onde enviará seu rover Curiosity, um veículo de exploração equipado com um laboratório que será colocado no próximo ano na superfície do planeta para buscar sinais de vida, anunciou nesta sexta-feira (22/7) a agência espacial americana.

O Curiosity, que custou 2,5 bilhões de dólares, explorará a cratera Gale. Nesse local, onde existe uma montanha, os cientistas estudarão a argila e os depósitos de sulfato situados em vários níveis de altitude. "Os cientistas escolheram a Gale para continuar com seus ambiciosos objetivos dentro desta nova missão", anunciou Jim Green, diretor da divisão da Nasa encarregada do estudo de planetas, com sede em Washington.

"O local oferece uma paisagem visualmente espetacular, mas também um grande potencial de descobertas científicas importantes", acrescentou.

Os pesquisadores não esperam que o rover - cujo nome oficial é Mars Science Laboratory (MSL) - descubra seres vivos e sim sinais de demonstrem que, nas profundidades desse local existiu vida microbiana e água. A Nasa, que já enviou dois rovers - Spirit e Opportunity - para explorar a superfície de Marte, espera enviar uma missão com tripulação antes de 2030.

O lançamento do Curiosity está previsto para o fim do ano e sua chegada ao Planeta Vermelho programada para agosto de 2012. O anúncio do destino exato do Curiosity chega 35 anos depois da primeira aterrissagem de uma máquina em Marte, a sonda Viking 1, em março de 1976.

Mauricio de Sousa vai lançar versão adulta da Turma da Mônica em 2012

fonte: Correio Braziliense
O desenhista Mauricio de Sousa prepara-se para lançar no próximo ano uma versão adulta da Turma da Mônica, inserida em um projeto que ele garante ser inédito no mundo. Vai elaborar histórias em que os leitores seguirão, quase que em tempo real, o cotidiano de suas criações, e em vários casos protagonizarão desde nascimentos até funerais. "Os leitores lerão histórias em que acompanharão o dia a dia dos personagens. Poderão vê-los comer, namorar, casar, ir ao banheiro, crescer, amadurecer, ter filhos e até morrer", revelou ao Correio o rei dos quadrinhos brasileiros


"Será uma nova série de revistas, nas quais, precisarei da consultoria de psicólogos, educadores, sociólogos, entre outros especialistas, que me ajudarão a fazer com que essas histórias sejam ricas e interessantes", revela o quadrinista
Diante da novidade, surge a pergunta sobre a "imortalidade" de Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali, com a qual todos estão acostumados ou, pelo menos, presumiam assegurada. "As pessoas vivem e um dia morrem, por que tem que ser diferente nos quadrinhos?", devolve em tom desafiador Mauricio de Sousa, deixando no ar uma dúvida que poderá causar curiosidade e até apreensão em muitos fãs.

Garantia, mesmo, ele só dá quanto à liberdade dessa iniciativa em relação aos outros projetos. Será uma revista independente dos gibis em que a turminha mais amada do Brasil vive aventuras na infância. Tampouco se misturará com a Turma da Mônica Jovem.

Independência
"Será uma nova série de revistas nas quais, além de roteiristas e desenhistas, precisarei da consultoria de psicólogos, educadores, sociólogos, entre outros especialistas, que me ajudarão a fazer com que essas histórias sejam ricas e interessantes." Nos primeiros esboços que preparou, por exemplo, Mônica em 2012 terá 17 anos, no ano seguinte, 18, e assim por diante, o que também acontecerá com os demais "filhos" do criador de Bidu. Ele quer que as histórias tragam a riqueza do que é viver e enfrentar a vida, mas sob um aspecto mais íntimo do personagem, com momentos bons, ruins, sempre com uma lição.

"Eu quero recuperar um pouco do que foram os folhetins", disse. O artista se referiu a um tipo de texto que narrava, com realismo ou fantasia, histórias divulgadas por capítulos nos jornais. Essas publicações tiveram seu apogeu no século 19 e ainda até a primeira metade do século passado poderiam ser encontradas em periódicos do interior do Brasil.

Para quem questiona se é possível ressuscitar algo que acabou, Sousa reponde: "O ser humano é curioso, basta saber calibrar bem uma fórmula antiga, de modo a que atenda ao que as pessoas querem, que a chance de êxito é grande". E para quem torce o nariz a essa nova ideia, ele complementa: "No começo, só eu acreditava na Turma da Mônica Jovem. Cinco anos depois da primeira ideia, nos tornamos um projeto editorial de sucesso imitado no Brasil e lá fora".

Mas até que idade será que Mônica poderá dar coelhadas? "Dia desses, li que cientistas informaram que está entre nós a pessoa que viverá 150 anos, e sei que em algum lugar da minha mesa tenho uma entrevista com alguém que garante que poderemos viver mil anos", se esquiva novamente o risonho e eterno menino, que em 27 de outubro completará 76 anos. Ah, sim, por integrar a Academia Paulista de Letras, Mauricio de Sousa se tornou imortal.

TRIZIDELA DO VALE:MPMA requer devolução de R$ 53,5 mil aos cofres públicos

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) ajuizou em 16 de junho Ação de Execução Forçada contra a ex-presidente da Câmara de Vereadores de Trizidela do Vale (a 279 km de São Luís), Francisca Rosa Pereira Freitas, para garantir a devolução de R$ 53.543,68 aos cofres do Estado.

Subscrita pela titular da 1 ª Promotoria de Justiça da Comarca de Pedreiras (da qual Trizidela do Vale é termo judiciário), Sandra Soares de Pontes, a ação é baseada na atualização da dívida de R$ 30 mil imposta à ex-gestora pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE) por meio do Acórdão PL-TCE 160/2009, de 18 de março de 2009.

O TCE julgou irregular a prestação de contas da Câmara de Vereadores de Trizidela do Vale referente ao exercício financeiro de 2006 apresentada por Francisca Freitas. Entre as ilegalidades constatadas estão ausência dos comprovantes de repasses do Poder Executivo à Câmara de Vereadores, ausência de extratos bancários completos da movimentação do exercício, a concessão de diárias sem especificar o motivo da viagem e ausência da relação de bens móveis e imóveis sob sua guarda com os respectivos valores.

Zé Sarney responde a autor do artigo 'Sarney e o torturador'

DO CONGRESSO EM FOCO
Marcelo Tognozzi, jornalista e secretário de imprensa da Presidência do Senado, assessor do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), contestou as informações contidas no artigo publicado ontem (26) no site Congresso em Foco, intitulado “Sarney e o torturador, Ustra e o presidente”, de autoria do jornalista Luiz Cláudio Cunha. Tognozzi enviou um e-mail com seus argumentos para o próprio Luiz Cláudio Cunha, com cópia para o Congresso em Foco. Luiz Cláudio, por sua vez, respondeu a Tognozzi.
Sarney e Luiz Cláudio Cunha: polêmica instalada
Abaixo, a contestação do assessor de Sarney e a tréplica de Luiz Cláudio, para que o leitor tire as suas próprias conclusões.
A contestação de Tognozzi
Caro Luiz Cláudio,
Existem algumas imprecisões de ordem técnica no seu artigo publicado no Congresso em Foco, as quais merecem retificação. Me refiro aos fatos envolvendo o presidente José Sarney narrados por você:
1. O presidente José Sarney não recebeu qualquer citação da Justiça para comparecer no Fórum João Mendes e depor como testemunha de defesa do coronel Ustra. Se receber, não irá comparecer porque se recusa a participar de uma farsa armada pela defesa de Ustra com o único objetivo de atrasar o processo em curso.
Sarney esteve com Ustra apenas uma vez, quando era presidente da República e o encontrou no Uruguai ocupando o posto de adido militar. Foi nesta viagem que a ex-deputada Bete Mendes acusou Ustra de tê-la torturado e o Brasil conheceu seu passado de agente da repressão.
Portanto, não é correto afirmar que o senador Sarney aceitou ser testemunha do coronel Ustra e muito menos que ele irá “louvar e enaltecer o maior icone vivo da repressão mais feroz e mais longa”, conforme você escreveu.
2. Você pode verificar no andamento do processo em anexo, documento público emitido pela Justiça de São Paulo e disponível na internet, que o juiz ainda não mandou citar as testemunhas de defesa; apenas as testemunhas de acusação. No caso do presidente Sarney e do ex-senador Jarbas Passarinho, de 91 anos, ambos arrolados pela defesa de Ustra e residentes em Brasília, o rito processual, como você conhece bem, prevê a expedição de cartas precatórias para serem ouvidos em Brasília. Jamais, portanto, Sarney poderia depor no Fórum João Mendes Junior, de São Paulo às 14h30 desta quarta-feira, dia 27, conforme você informou aos seus leitores. Não apenas porque ele se recusa a testemunhar a favor de Ustra, como também pelo rito da Justiça.
3. Como você sabe, fui membro do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) representando a ABI. Por inúmeras vezes nos deparamos com casos semelhantes a este, em que a defesa opta por adotar procedimentos protelatórios com o único e claro objetivo de tumultuar e atrasar o processo.
Tanto o ex-ministro Paulo Vanucchi, que presidiu o CDDPH e que é citado por você no artigo, quando o advogado de acusação, Fábio Konder, podem confirmar a rotina deste tipo de conduta por parte de alguns advogados de réus acusados de tortura.
4. O presidente Sarney nunca foi camarada do coronel Ustra e jamais manteve com ele qualquer vínculo de amizade. Em 1971, quando ocorreu o assassinato do jornalista Luiz Eduardo Merlino, Sarney havia acabado de assumir uma cadeira no Senado, eleito pelo Maranhão, após governar o estado e ter mantido relações de amizade com notórios perseguidos da ditadura como o ex-presidente Juscelino Kubitschek. O próprio JK escreveu a Sarney agradecendo a forma como foi tratado por ele no Maranhão, após ser recebido com honras de ex-chefe de estado no dia 11 de dezembro de 1968, dois dias antes da edição do AI-5.
Em 1967, o general Dilermando Gomes Monteiro já acusava Sarney de proteger comunistas, conforme documentos da 10ª Região Militar levantados pela jornalista Regina Echeverria. O mesmo general Dilermando que comandava o 2º Exército quando foi assassinado o operário Manoel Fiel Filho. Sarney, como mostram os fatos, esteve sempre do lado oposto ao dos torturadores.
Agradeço sua atenção e espero que as imprecisões técnicas do artigo sejam devidamente corrigidas.
Marcelo S. Tognozzi
Secretário de Imprensa da Presidência do Senado
A tréplica de Luiz Cláudio Cunha
Meu caro Marcelo Tognozzi,
Eu, como todo mundo que te conhece, respeita tua figura como jornalista, como integrante da brava Associação Brasileira de Imprensa e como representante da ABI no Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoas Humana (CDDPH). Imagino, portanto, todo o desconforto que te aflige, agora, com a missão impossível de defender o senador José Sarney como testemunha de defesa do coronel Brilhante Ustra.
Vou poupar meu amigo jornalista desse constrangimento e responder diretamente ao presidente do Senado Federal, para provar que não existem “imprecisões de ordem técnica” que mereçam “retificação” no meu texto publicado no Congresso em Foco (“Sarney e o torturador, Ustra e o presidente”).
Presidente Sarney, como diria Jack, o estripador – ou Ustra, o torturador –, vamos por partes, segundo a ordem de suas observações. A saber:
1. O presidente Sarney se vale do detalhe burocrático de que “não recebeu citação da Justiça para depor como testemunha de defesa do coronel Ustra”. Não recebeu ainda, presidente, mas receberá, na condição de testemunha de defesa arrolada pelo réu. A Justiça está citando primeiro as testemunhas da acusação. Depois, quando chegar a vez da defesa, Sarney terá o privilégio de falar bem de Ustra, por carta precatória, junto com outros três militares – os generais da reserva Gélio Fregapani Paulo Chagas, Raymundo Maximiano Negrão Torres e Valter Bischoff – e o ex-ministro e ex-senador Jarbas Passarinho.
2. Não é difícil supor que a testemunha Sarney falará bem do réu Ustra, pois não tem lógica nenhuma invocar a palavra de quem possa piorar a situação de um acusado na Justiça. Ninguém imagina que Sarney tenha sido arrolado sem a sua prévia anuência. A não ser que, além de torturador (sentença de 2008 da Justiça paulista), Ustra seja também mal-educado. Da mesma forma, não é fácil imaginar o que de bom poderia dizer à Justiça a testemunha Sarney sobre o coronel que virou símbolo da violência militar do regime que Sarney, como fiel militante da Arena (a sigla da ditadura), sempre defendeu.
3. Diante da repercussão nacional que envolve agora o seu nome com o do notório chefe do DOI-Codi da rua Tutoia, o maior centro de repressão da ditadura, o presidente Sarney informa repentinamente, só na véspera da abertura do processo em São Paulo, que “não irá comparecer porque se recusa a participar de uma farsa armada pela defesa de Ustra com o único objetivo de atrasar o processo em curso”. Subitamente, o presidente Sarney anuncia ao país que a defesa de Ustra é “uma farsa armada para atrasar o processo”. Afinal, o que aconteceu? O que transformou o defensor Sarney em acusador? Quem traiu quem? Sarney enganou Ustra? Ustra iludiu Sarney? Ou ambos estão engambelando a Justiça e a opinião pública brasileira?
4. A informação de que Sarney defenderá Ustra circula há muito tempo na Justiça e na imprensa. Desde 24 de agosto de 2010, quando o processo cível nº 583.00.2010.175507-9 desembarcou na 20ª Vara Cível do Fórum de São Paulo. Tanto que a jornalista Tatiana Merlino, sobrinha de Luiz Eduardo Merlino, morto em 1971 após quatro dias de tortura no DOI-CODI comandado por Ustra, falou com insistência nos últimos meses denunciando a inesperada ligação entre o senador e o coronel. “É escandaloso o coronel Ustra ter como testemunha o ex-presidente José Sarney”, dizia a manchete de sua entrevista ao site do jornal Causa Operária, no último dia 11.
Apesar da contundência do noticiário, Sarney nunca veio a público para negar essa surpreendente condição, que ele agora diz rejeitar.
5. Sarney alega que esteve com Ustra “apenas uma vez”, em agosto de 1985, quando o coronel era adido militar da embaixada em Montevidéu e aguardava no aeroporto de Carrasco o então presidente da República em visita oficial ao Uruguai. Foi quando a ex-deputada Bete Mendes, ex-presa política, denunciou Ustra como seu torturador no DOI-Codi, em 1970. Sarney se apressou em anunciar à torturada que o coronel fora removido naquele mês da embaixada. Não era verdade. O próprio Ustra provou, em seu livro, “Rompendo o Silêncio” (1987), que o ministro do Exército, general Leônidas Pires Gonçalves, segurou seu emprego no Uruguai até dezembro de 1985, contrariando a palavra do presidente Sarney.
6. Em contato telefônico, a assessoria de Sarney completou sua contestação dizendo que em 1971, quando Merlino morreu sob tortura no DOI-Codi, Sarney “nem conhecia, nem sabia quem era Ustra”. Quarenta anos depois, o político de absoluta confiança do regime militar – ao ponto de ser nomeado governador do Maranhão num tempo em que o povo era impedido de votar – não pode alegar que desconhecia o que se passava nos bastidores do poder que ele sustentava politicamente como cacique da Arena. Se não sabia na época, Sarney certamente ficou sabendo depois o que representava a instituição do DOI-Codi e seu chefe mais notório, o coronel Ustra.
7. Sarney garante, agora, que não irá “louvar e enaltecer o maior ícone vivo da repressão mais feroz da mais longa ditadura”. Se não fará isso, o que dirá a testemunha de defesa de Ustra? A testemunha citada pelo coronel vai, ao contrário do que ele espera, acusá-lo? Aliás, o que pensa o presidente Sarney a respeito do DOI-Codi e de seu chefe mais ilustre, o coronel Ustra?
8. O presidente Sarney diz que não é camarada de Ustra e nunca manteve laços de amizade com ele. Então, o que explicaria o pedido de socorro do coronel, invocando a palavra de quem não o conhece, nem lhe tem amizade? Sarney seria a mais nova vítima de Ustra?
9. Sarney alega que os fatos, agora, mostram que esteve “sempre do lado oposto ao dos torturadores”. Que fatos, presidente Sarney? Quem são os torturadores que o senhor conhece ou pode relacionar? O que pensa o presidente Sarney, aliás, sobre a tortura e o aparato repressivo que sustentou a ditadura durante 21 anos? Ou os fatos estão protegidos pelo sigilo eterno que o presidente Sarney e seu sucessor, Fernando Collor, defendem para os documentos oficiais?
10. A partir desta quarta-feira, 27, começa em São Paulo o julgamento de um militar acusado pela tortura e morte de um preso político. O presidente Sarney, ao vivo ou por carta precatória, está relacionado pelo réu como seu defensor. Mais cedo ou mais tarde, ele será chamado a falar o que sabe e o que pensa sobre o militar acusado. Até prova em contrário, Sarney e Ustra estão lado a lado nesta causa, uma cumplicidade que estarrece a opinião pública brasileira. Essa não é uma simples “imprecisão técnica”. O presidente José Sarney deve à Justiça e ao país uma palavra clara, definitiva, sobre uma dúvida que atravessa a consciência nacional: afinal, de que lado o senhor está, presidente Sarney?
Luiz Cláudio Cunha
Jornalista

terça-feira, 26 de julho de 2011

Morador de Embu assume possível autoria do 'disco voador'

crédito: Juliana Cardilli/G1
Mecânico mostra caderno com desenhos da pipa com LEDs 
Um mecânico de 42 anos morador de Embu, na grande São Paulo, afirmou ser o criador do objeto não identificado que intrigou moradores deste e outros municípios no último sábado (23). Nos céus da cidade, a cena de diversas luzes girando em torno de uma outra luz fez diversas pessoas pensarem que estavam vendo uma nave espacial. Ufólogos descartaram a possibilidade de disco voador e agora este homem garantiu: trata-se de uma pipa com LEDs [Diodos Emissores de Luz], feita em casa [Tal hipótese foi exemplificada anteriormente com vídeos comparativos pelo consultor da Revista UFO Paulo Poian].

O G1 encontrou-o nesta terça-feira (26) depois de um leitor enviar mensagem informando em qual rua o autor do objeto morava. Na via, vizinhos souberam rapidamente dizer quem era o homem que costumava fazer "invenções". O mecânico disse ser, de fato, o responsável pelo objeto e mostrou alguns equipamentos usados na montagem da pipa, mas não quis dar seu nome. Ele está afastado do trabalho há mais de três anos devido a um problema na coluna e tem medo de complicações com o INSS.

Contou ter começado a criar a pipa em novembro do ano passado. Em fevereiro, a soltou pela primeira vez, quando ela ainda tinha apenas três luzes. Já pronta – com 32 LEDs externos e 12 ao centro, alimentados pela bateria de um celular –, foi solta pela segunda vez neste fim de semana e acabou ficando no ar mais tempo que o previsto inicialmente, atraindo a atração da população.

"Ela foi feita com papel simples, com plástico, linha, bambu, fibra de vidro, material recolhido do chão e sucata. Comecei a fazer em novembro, nem sempre eu podia ficar em pé para fazer [devido ao problema de saúde]. Com o tempo eu fui aperfeiçoando", afirmou.

O inventor amador se interessa por inovações desde criança, quando viu pela primeira vez um avião feito de papel. Após ser afastado do trabalho, passou a investir mais no seu passatempo, buscando algo diferente. "Eu gosto de pegar as coisas, de transformar, de tentar um caminho melhor. Sou perfeccionista, quero fazer as coisas terem mais êxito", disse. "Houve uma busca por estar sendo útil de alguma maneira, de poder estar realizando algum trabalho. Uma necessidade, porque eu sempre trabalhei, e isso me faz falta".

Curiosidade e experimentos 
crédito: Juliana Cardilli/G1
Homem disse ter usado luzes de LED em pipa confundida com nave espaciala
Homem disse ter usado luzes de LED em pipa confundida com UFO
 A pipa com LEDs foi desenvolvida para testar formas de energia, segundo ele. "O sistema que ela usa pode ser usado para se gerar energia também. O sistema é simples, consiste na máxima captação da força eólica. Com apenas uma bateria de celular, as luzes permanecem por muito tempo porque o LED é algo muito econômico", afirmou. O mecânico disse ter desenvolvido um dispositivo para que ela fosse desligada. "Conforme você descarrega a linha, dá um certo impacto e o próprio peso da bateria faz ela desligar". Segundo ele, os testes indicaram que a bateria pode durar seis horas.

Apesar de já ter soltado a pipa que criou polêmica e em modelos menores outras oportunidades, foi a primeira vez que a aparição causou grande repercussão. "Eu fiquei feliz de ter concretizado o trabalho. Eu fiquei meio atônito com a situação, achei que foi um pouco além do que eu esperava. Eu acho que está na hora do povo ser mais inteligente, se unir, ter soluções melhores, respeitar o ser humano", afirmou.

Ele não quis revelar o local de onde soltou a pipa – se limitou a dizer que foi de uma área da cidade. Mas disse que se comprometeu com a segurança e que não quis causar pânico. "De maneira nenhuma, foi simplesmente uma coisa para que o povo reflita melhor qual o conhecimento que a gente tem. Procurei ter segurança daquilo que estava fazendo, fazer algo que realmente só trouxesse benefícios".

Mulher que encontrou camisinha em extrato de tomate deve ser indenizada

fonte:G1
  A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu conceder indenização por danos morais de R$ 10 mil a uma consumidora de Lajeado que achou uma camisinha dentro de uma lata de extrato de tomate, após o preparo da refeição da família. A empresa pode recorrer.
Segundo informações do tribunal, a mulher alegou que percebeu a presença de mofo dentro de uma lata de extrato da marca Elefante, da Unilever. Ela disse que já tinha usado parte do molho para fazer almôndegas quando encontrou a camisinha enrolada no fundo da lata. A descoberta teria causado enjoo e vômitos em toda a família.
A consumidora argumentou também que procurou a fabricante e que a empresa informou que iria substituir a lata por outra. Para o juiz João Gilberto Marroni Vitola, que julgou a causa na primeira instância, mesmo que a empresa afirme que o processo é inteiramente automatizado, pode haver a intervenção humana.
A empresa recorreu. Ao julgar o recurso, a desembargadora relatora Marilene Bonzanini afirmou que o consumidor sempre espera que um alimento que compra esteja apto ao consumo. “Pelo mero conhecimento da cultura de nosso povo, não se acredita que qualquer pessoa não se sinta repugnada ao encontrar um preservativo, supostamente usado, em produto alimentício utilizado no preparo de refeição para a família”, escreveu na decisão.
Em nota, a Unilever afirmou que seus produtos estão totalmente de acordo com as normas sanitárias vigentes e seguem rigorosos processos de qualidade no processo de fabricação. A empresa diz também que a marca Elefante não faz mais parte de seus produtos e que o caso ainda está em análise pelos órgãos competentes.

Artista ocupam a sede da Funarte e reivindicam melhores condições de trabalho e políticas Culturais sérias

Artistas de teatro estão reunidos na sede da Funarte em São Paulo, em manifestação por melhores condições de trabalho e políticas culturais dignas aos profissionais da cultura. Cerca de 300 artistas do movimento do “Movimento de Trabalhadores da Cultura”, articulados pela Cooperativa Paulista de Teatro, reúne artistas de dança, música e circo, que farão vigília na sede do órgão federal durante a noite de hoje.
A invasão é simbólica, aponta um dos manifestantes, pois não houve resistência da Funarte. Curiosamente, o movimento ocorre uma semana após o lançamento de novos editais pela Funarte. Na última terça, a entidade anunciou o investimento inédito de R$ 100 milhões em programas de incentivo às artes. Só o edital Myriam Muniz – destinado à produção de espetáculos teatrais – teve seu orçamento aumentado de R$ 7 milhões para R$ 10 milhões. Nas áreas de dança e circo, os prêmios alcançam R$ 4,5 milhões, cada um.
“Mas isso não resolve a situação”, aponta Ney Piacentini, presidente da Cooperativa Paulista de Teatro e um dos organizadores do movimento. Para ele, a liberação recente das verbas não é mais do que uma resposta à pressão que artistas vinham exercendo sobre a entidade. “Metade dessa verba é para pagar editais do ano passado. É como se fosse um “cala boca”. A gente grita e eles liberam o dinheiro. Queremos acabar com isso”, diz Piacentini. “Vamos ir para rua porque chegou a hora dos trabalhadores da cultura perderem a paciência. Esse é o nosso lema.”
Em um manifesto, que circula pela internet e pode ser lido no site Cultura Já!, os signatários pedem a revisão do corte no orçamento do MinC – que teria passado de R$ 2,2 bi para R$ 800 milhões. “É um momento de prosperidade econômica. Não há razão para se fazer um corte tão grande”, comenta Piacentini.
O aumento da verba do MinC para 2% do orçamento geral da união, assim como a instituição de outros modelos de política para as artes cênicas também estão entre as reivindicações. “Defendemos políticas de longo prazo, políticas estruturantes que reflitam o acúmulo de dez anos de reflexão que temos sobre o assunto”, aponta o presidente da Cooperativa Paulista de Teatro.
Antônio Grassi, presidente da Funarte, diz apoiar qualquer mobilização pela ampliação de recursos para a cultura, mas faz ressalvas ao movimento. “É saudável que os produtores culturais queiram mais recursos para a área”, diz. “Mas o local para se discutir isso – tanto o aumento do orçamento quanto a aprovação de outros projetos que eles reivindicam – é o Congresso Nacional e não a Funarte.”
Entre os temas levantados pelos manifestantes está a criação de programas como o Prêmio de Teatro Brasileiro. A proposta tramita atualmente no Congresso, dentro do escopo do ProCultura, projeto de lei 6.722 que institui um programa nacional de fomento e incentivo à cultura.
“O Prêmio de Teatro Brasileiro tem o nosso apoio, mas precisa ser primeiro aprovado no Congresso. Não existe nenhuma referência a algum programa que não estamos fazendo. Lançamos os editais dos quais eles estavam se queixando”, comenta Grassi.
Para manter a pressão sobre o governo, os artistas já anunciaram a data de uma nova mobilização: dia 2 de agosto, às 10h.
Mambembão – Além dos editais para as áreas de teatro, dança, circo, música e artes visuais, a Funarte também divulgou a intenção de retomar o Mambembão, um extinto projeto de circulação de espetáculos, que teve grande repercussão nos anos 1980. Em linhas gerais, o programa funcionava trazendo para os grandes centros do Sudeste espetáculos produzidos fora do eixo Rio-São Paulo.
De acordo com Grassi, o Mambembão já voltaria à ativa no início do próximo ano, com um orçamento de cerca de R$ 2 milhões por ano. A ideia é manter a proposta em moldes semelhantes ao projeto original. Dessa forma, produções das regiões Sul, Norte, Nordeste e Centro-oeste seriam selecionadas para se apresentar nos espaços da Funarte nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. “E, além disso, pretendemos ampliar o prêmio Myriam Muniz de circulação, para fazer com que espetáculos circulem dentro de suas regiões.”
Segundo Grassi, uma prévia do Mambembão poderá ser vista ainda neste ano. Recentemente restaurado, o antigo teatro Dulcina, no Rio de Janeiro, deve ser reaberto no próximo dia 2 com uma programação especial. Na agenda, não estão apenas atrações dos grandes centros, mas também apresentações do grupo Ponto de Partida, de Barbacena, Minas Gerais.
FONTE:  Estadão.com

Juizado de Pedreiras consolida 763 sentenças em mutirão

Mutirão promovido pelo Juizado Especial Cível e Criminal de Pedreiras, de 7 de junho a 9 de julho, resultou em 1015 audiências Cíveis e Criminais e 763 sentenças proferidas. Os processos, em maioria, envolviam ações contra operadores de telefonia, a Cemar e reparos por perdas e danos morais.
Juiz Licar Pereira supervisiona atividades de mutirão promovido pelo Juizado de Pedreiras
Os números foram comunicados à Corregedoria Geral da Justiça pelo juiz Luiz Carlos Licar Pereira, que coordenou o trabalho.
“Ao observarmos a grande quantidade de processos pendentes de audiências, não tivemos dúvidas: marcamos um grande mutirão. O resultado foi excepcional”, destaca Licar Pereira, que assumiu a titularidade do juizado em abril.
Para a ação foi mobilizada a equipe de servidores da unidade. O juiz e quatro conciliadores trabalharam nas audiências cíveis.
A partir de agosto ocorrerá o II Mutirão, direcionado a processos virtuais, estimados em 1.500. Nesse mutirão serão antecipadas as audiências marcadas para junho de 2012.
O Juizado Especial de Pedreiras foi instalado em 3 de dezembro do ano passado, com acervo em torno de 8.000 processos.
FONTE: Ascom/CGJ

Indígenas das Américas admitem sua origem não-terrestre


 

Indígenas de todo o mundo têm tido pacífica e longeva relação com ETs, mas poucos são os líderes tribais que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus “amigos cósmicos”
A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica. Por 15 anos seguidos a reserva Yankton do índios Sioux tem sediado um dos mais concorridos eventos na área ufológica dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre o conhecimento das estrelas. O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk [Alce em Pé], da tribo Lakota. Standing Elk teve a idéia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chama de “Nações das Estrelas”, seres extraterrestres. O chefe crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências. A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras. Nos últimos eventos estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan. Dentre os chefes das tribos que compareceram anualmente ao encontro é importante destacar a presença do místico Maori, da Nova Zelândia, e da líder espiritual do povo Sammi, do Lapão. Também participam ativamente do evento pesquisadores, antropólogos e ufólogos norte-americanos e europeus. Entre eles está o ex-sargento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Robert O. Dean, o contatado e escritor Whitley Strieber, o psicólogo Richard Boylan, os professores universitários Leo Sprinkle e Courtney Brown, o contatado e estigmatizado Giorgio Bongiovanni, o investigador alemão Michael Hesemann, o ex-funcionário da CIA Derrel Sims, a contatada Marylin Carlson e o investigador Randolph Winters, entre vários outros curiosos e interessados na temática. O psiquiatra da Universidade de Harvard doutor John Mack, recentemente falecido, era figura constante nos eventos indígenas.

Estrela de seis pontos
O objetivo das conferências é divulgar de maneira mais clara e ampla as tradições e os conhecimentos indígenas dos nativos norte-americanos – os peles-vermelhas –, que até o início dessa série de eventos somente eram mencionadas dentro do próprio grupo. Todos os participantes deste acontecimento, ao longo dos 15 anos em que vem sendo realizado, têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos que ocorrem hoje em várias partes do mundo já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos. Se já era conhecimento deles as mudanças pelas quais a Terra irá passar, decidiu-se através destes eventos difundir as profecias indígenas para o restante da população planetária. De acordo com o que foi discutido no último evento, por exemplo, a origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como de procedência extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas pelos ensinamentos transmitidos pelo que chamam de “Povos das Estrelas”, quando em visitas aos peles-vermelhas. A mais importante das profecias é seguramente a que se refere à iminente manifestação sobre a Terra das civilizações alienígenas, o que os indígenas acreditam que deverá acontecer muito brevemente. O idealizador do evento e guardião do chamado “altar da nação da estrela de seis pontos”, Standing Elk, revelou em sua apresentação que “os homens remediadores” – uma espécie de líderes místicos de cada tribo –, têm a capacidade de comunicar-se com entidades espirituais da Mãe-Terra, como a águia, o alce, o coiote e principalmente com seres provenientes das Nações das Estrelas. Este poder de transmissão constituiria, segundo ele, uma séria ameaça para as instituições religiosas, econômicas e governamentais do planeta, pois civilizações do Universo estariam entrando em contato com os peles-vermelhas através de métodos espirituais – o que é abominado pelo governo dos EUA.
Segundo Standing, as Nações das Estrelas, como se sabe há milênios, não adotam qualquer sistema monetário em seus planetas, porque sua estrutura social é baseada em práticas mentais, espirituais e universais. Ele vê com apreensão o risco de colapso nos métodos financeiros mundiais, especialmente dentro dos Estados Unidos, e das instituições religiosas. Este é o motivo principal que induziu os donos do poder a considerar ilegal o credo das tribos Lakota e Dakota, banindo suas tradições culturais seculares. A censura valeu até o momento em que o ex-presidente Jimmy Carter promulgou, em agosto de 1978, uma lei que reconhecia a capacidade de os nativos terem suas próprias formas de religiosidade – conhecida como Ato para a Liberdade de Religião. Nos anos que precederam a promulgação da lei, o governo dos Estados Unidos punia os líderes espirituais com severidade, chegando a condená-los a mais de trinta anos de detenção caso fossem vistos ou se realizassem atos de prece às Nações das Estrelas durante as cerimônias tradicionais celebradas em sua língua original. “Para cristianizar os pagãos, os EUA cortavam as rações de comida necessárias à sobrevivência dos peles-vermelhas. Usavam este meio para constranger os nativos a aprender o modo do viver de um cristão”, explicou Standing. Com isso, impediam que se alastrasse sua cultura tradicional, que os levou a crer que eram descendentes de seres não-terrestres. De acordo com o líder da nação Lakota, as pessoas que se esforçavam para preservar seus ritos místicos e sua cultura eram privadas do fornecimento de comida por vários meses. “E quem realmente executava essas barbaridades, inclusive com crianças” – conforme declarou em cerimônia durante um dos últimos eventos da série – “eram chefes religiosos e não propriamente as autoridades do governo norte-americano”. Por estes motivos e pela tentativa do homem branco em explorar o conhecimento dos homens das estrelas apenas por interesses de caráter econômico, os líderes espirituais das tribos indígenas decidiram manter a mais total discrição em relação aos seus conhecimentos cósmicos, informando aos seus descendentes somente o que fosse necessário para a construção de seu espírito. Isso vem acontecendo gradativamente, há muitos anos.
Degradação ambiental
Hoje, segundo Standing, chegou-se a um nível de degradação ambiental suficiente para induzir os povos das estrelas a instruírem os homens remediadores a defenderem a mensagem que representa a chave da salvação da humanidade. Ele citou como exemplo de confirmação desta realidade que, quando criança, foi testemunha de avistamento de UFOs variadas vezes, “mas sempre com um propósito,” declarou. Num desses casos, viu quatro esferas luminosas de cor verde sobrevoarem por alguns instantes a área próxima ao Rio Missouri e, de dentro delas, saírem seres alienígenas. Em uma outra ocasião, teve a extraordinária oportunidade de ver bem de perto uma destas entidades. O ET vestia-se de branco, tinha cerca de 2,10 m de altura e o seu aspecto recordava um homem de origem caucasiana. O líder espiritual dos Lakota relatou também que uma vez visitou o interior de um disco voador. A aeronave era cheia de luz e continha aparatos similares aos computadores atuais. Como esse, os lakotas têm tido inúmeras experiências de contatos com seres extraterrestres.
Povos das Plêiades
Standing Elk cita em suas palestras vários depoimentos por ele obtidos através de outros líderes espirituais. De acordo com sua pesquisa, existiriam no universo inúmeras raças alienígenas. As lendas dos Sioux falam de civilizações provenientes das Plêiades e dos sistemas estelares de Sírius e Órion. Um homem remediador da tribo dos Sioux relatou a Standing Elk um encontro que teve com um ser pertencente à raça por nós definida como Grays, os cinzas. O fato teria ocorrido durante um rito de purificação e iniciação que se desenvolve no interior de uma tenda indígena, onde são exaltados os quatro elementos da natureza – terra, ar, água e fogo. Outro detalhe interessante mencionado pelo líder dos Lakota diz respeito aos símbolos encontrados nos destroços do UFO acidentado em Roswell. Segundo ele, cada um daqueles criptogramas tinha dois significados, referindo-se um às lendas universais e, o outro, às espirituais. “Vários de nossos irmãos nativos estiveram próximos do local da queda e se sensibilizaram com os mortos”, diz. A exposição dos pensamentos de Standing Elk é seguida pela do conselheiro espiritual da nação Oglala Floyd Hand, já plenamente aculturado, que fala dos seres denominados de avatáres. Tais figuras, semelhantes aos mestres Jesus, Buda e Maomé, seriam entidades de proveniência extraterrestre que assumiriam vários formatos. A lenda da Mulher Bisão Branco, por exemplo, é um deles. Ela sempre se manifestou aos peles-vermelhas em diversos momentos históricos, dando-lhes ciência de fatos a acontecer no futuro, a maioria dos quais confirmados. A lenda fala de um ser que apareceu em épocas antigas e que instruiu o povo nativo através de um meio de conhecimento do tipo universal. Sua presença entre os peles-vermelhas veio a influenciar de maneira notável seus modelos de vida social. Hand explica que os indígenas da Terra provêm de sete diferentes raças extraterrestres. Segundo ele, o povo das estrelas retornará à Terra brevemente e tal acontecimento será precedido por algumas mudanças. A primeira delas está estreitamente ligada aos fenômenos naturais, como as inundações, terremotos e incêndios florestais.
Os índios Xikrin, uma das muitas facções da nação Kayapó, do Alto Xingu. Eles acreditam ser descendentes de seres espaciais e ainda realizam rituais de homenagem a eles
“Nos próximos anos, grande parte do território mundial sofrerá uma seca extremamente intensa e se registrará um considerável aumento de mortes devido à falta de alimentos”, declarou Hand. Os fenômenos El Niño e La Niña são confirmações indiretas de tal profecia e voltarão a se repetir no futuro, cada vez com mais intensidade. A morte de milhares de africanos, todos os dias, há tantos anos, também se mostra como uma verificação da terrível previsão. Hand disse que os nativos peles-vermelhas chamam os Estados Unidos de “Ilha das Tartarugas”, pois este animal é considerado sagrado pela maior parte das antigas culturas centro-americanas. Os Hopi, por exemplo, celebram até hoje um ritual denominado Festa da Dança das Tartarugas, durante o qual são entoados cantos em honra de dois Katchinas, seres celestiais provenientes das estrelas à Terra montados em uma enorme tartaruga, segundo os nativos. Também em outros países encontramos nações indígenas que crêem que a Terra tem o formato de uma grande tartaruga…
Nações das estrelas
De maneira geral, todos os líderes espirituais que participam anualmente do Star Knowledge enfatizam a importância em se acreditar nos UFOs. Harry Charger, ancião Lakota, concentra seus ensinamentos aos presentes explicando a tradição do seu povo. Charger falou de numerosas visitas que extraterrestres teriam feito aos índios durante os rituais de iniciação – chamados de Sweat Lodge. Ele declara abertamente que as Nações das Estrelas estão preocupadas com a situação desastrosa pela qual atravessa o planeta Terra, devido às operações destrutivas do homem. O ancião afirma também que os irmãos estelares visitam sua tribo indígena há tempos, e que ele se habituou desde pequeno com a idéia de que o homem não era o único habitante do universo. Charger narra ainda uma lenda que tem como protagonista uma jovem e belíssima mulher, que aparecera a dois exploradores Lakota e transmitiu a eles seus preciosos ensinamentos espirituais. Um dos homens, entretanto, tentou seduzir a misteriosa fêmea e acabou morrendo. O outro, pelo contrário, prestou respeitosa atenção e divulgou ao seu povo as inestimáveis pérolas de conhecimento recebidas. Charger faz questão de deixar no ar uma pergunta: “Qual será a reação de cada um de nós quando o povo das estrelas retornar à Terra?” Mas não foram somente os chefes místicos das tribos que se pronunciam no competido evento. O nativo Lakota Steve Red Buffalo, um estudioso que não participa do grupo espiritual de seu povo ativamente, defende que os Lakota provêm da Constelação das Plêiades. Fala também do Chanupa, o sagrado cachimbo que simboliza a união entre a Terra e o céu. “A Terra é representada pela cavidade do cachimbo e o céu é o canal oco do mesmo, através do qual a fumaça é aspirada para depois ser expirada na direção do espaço”, comparou Buffalo. Com essa linha de abordagem, no último evento da Star Knowledge, o líder espiritual dos Dakota, Wambdi Wicasa [Homem Cervo], despertou o interesse de todos fornecendo uma interpretação totalmente nova para os círculos ingleses, em especial um encontrado a 120 km de Londres, em junho de 1995. Segundo ele, a formação tratava-se de um pictograma composto por cinco círculos concêntricos que representam a vida. A circunferência externa correspondia às Nações das Estrelas, enquanto que as mais internas representavam os quatro povos da Terra.
Segundo a cultura dos indígenas norte-americanos, cada raça do planeta representa um dos quatro elementos da natureza. A bran ca simboliza o fogo e a negra, a água. Os povos amarelos são representados pelo ar e os vermelhos, pela terra. Wicasa acredita que as quatro raças primordiais terrestres, esquecendo-se quais foram seus papéis e quais elementos representavam, cometeram graves erros e geraram a desastrosa situação de degradação ambiental em que estamos vivendo. “O espírito que me encontrou disse que toda a humanidade deveria ter recebido a mesma cultura que os povos indígenas. Como isto não aconteceu, os homens das estrelas estarão coagidos a intervir para restabelecer o equilíbrio físico e espiritual do planeta. Nosso tempo está desde já alcançando seu término. Logo não mais existirão automóveis, televisores ou qualquer outro bem material. A Terra está prestes a entrar na quinta era. Mas antes de unir-se à dimensão espiritual, deverá viver novas e diversas épocas”, garante Wicasa.
Descendentes de extraterrestres
A tribo dos Choctaw também se pronuncia com energia nas edições do Star Knowledge e da última vez o fez através de seu representante Preston Scott, que também defende que os nativos do planeta sejam descendentes de povos extraterrestres. Scott conta a história de um jovem índio que recebeu energia de um raio de luz, fazendo a indicação de que se tratava de uma nave. Para o povo Heyoka, aliado secular dos índios Choctaw, tal acontecimento é visto como uma espécie de batismo espiritual – que, para o homem branco, é a chamada abdução. Scott narra abertamente um encontro que teve com três seres extraplanetários quando escalava uma montanha próxima à sua aldeia. As criaturas lhe instruíram a ir para a terra dos Lakota, onde receberia lições espirituais para transmitir ao seu povo. “Graças a estes ensinamentos, os Choctaw superaram o momento de crise pelo qual estavam atravessando e reencontraram o caminho correto”, afirma. Os Lakota são os que mais se pronunciam durante o evento anual, talvez por terem elos mais fortes com os povos das estrelas. Outro homem remediador da tribo, Holly Bull [Touro Sagrado], relatou ter visto um UFO sobrevoar o Bear Butte, um pico vulcânico das Montanhas Negras, considerado sagrado pelos Sioux. Bull fala amplamente dos altares que existem “na terra das Nações das Estrelas”, segundo sua expressão, descrevendo-os como lugares repletos de objetos de inestimável valor espiritual, pertencentes aos líderes místicos de cada tribo. Ele também, como outros, teve o extraordinário privilégio de encontrar um ser proveniente do céu, que se declarou profundamente preocupado com a Mãe-Terra, gravemente ferida devido à ambição humana.
Para representar a tremenda importância e magnitude de nosso planeta, Holly Bull cita as palavras pronunciadas em 1854 pelo líder Seattle, da tribo Swamish: “Esta Terra é preciosa para Deus e tratá-la mal é desprezar seu Criador. Contaminais vosso leito e uma noite sufocareis nos vossos lixos. A Terra não pertence ao homem, mas o homem pertence à Terra. Todas as coisas estão ligadas. Qualquer coisa que se sucede à Terra, procede aos filhos da Terra. O homem não teceu a trama da vida, ele é um fio. Qualquer coisa que faça à trama, faz a si mesmo. O fim da vida é o início da sobrevivência”. No entanto, para Bull, a humanidade, aprisionada em sua própria e presunçosa ignorância, não segue estas palavras. No término do último congresso realizado em Wagner, durante a cerimônia da Dança do Sol, Standing Elk explicou que o povo das estrelas está aqui para encorajar o crescimento espiritual do ser humano. Disse que, num futuro próximo, deverá acontecer uma aproximação de raças em direção à Terra. “Este período será de grandes provas e virá seguido por mil anos de paz”, fala o sábio guerreiro. Ainda de acordo com ele, existiriam entidades e forças que não desejam a tranqüilidade e que a verdade seja revelada, o que faria finalmente do homem um ser livre. Mas os peles-vermelhas estão convictos de que as profecias já estão acontecendo, graças a um relacionamento milenar entre eles e seres extraterrestres. Standing Elk não hesita em declamar o que chama de a derradeira mensagem: “Depois que a última árvore tenha sido derrubada. Depois que o último rio tenha sido envenenado. Depois que o último peixe tenha sido capturado. Então, descobrirás que o dinheiro não pode ser comido”.
Autor: Sonia Cordella
Fonte: UFO

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Brasil Sem Miséria: MDA lança chamada de ATER para atender 15 mil famílias no Nordeste

Brasil Sem Miséria: MDA lança chamada de ATER para atender 15 mil famílias no Nordeste

Foto: Eduardo Aigner/MDA

Brasil Sem Miséria: MDA lança chamada de ATER para atender 15 mil famílias no Nordeste
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, anunciou nesta segunda-feira (25), em Arapiraca (AL), durante o lançamento do Brasil Sem Miséria – Nordeste, a abertura segunda chamada pública destinada à prestação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) para agricultores e agricultoras familiares do Nordeste em situação de pobreza extrema. A chamada pública, que será publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial da União, no valor de R$ 16,5 milhões, vai atender 15.040 famílias em 131 municípios do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.
As ações serão desenvolvidas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF). Elas vão beneficiar famílias com renda mensal inferior a R$ 70,00 por pessoa nos Territórios da Cidadania Baixo Parnaíba (MA), Cocais (MA), Vale do Guaribas (PI), Cariri (CE), Inhamuns Crateús (CE), Alto Oeste (RN), Borborema (PB), Sertão do Araripe (PE), Agreste (AL) e Alto Sertão (SE).
Florence lembrou que a primeira chamada pública do Plano Brasil Sem Miséria para a prestação de serviços de ATER a famílias de agricultores e agricultoras familiares em situação de pobreza extrema foi lançada pelo MDA no dia 6 de junho e beneficiará 10 mil famílias em municípios do Semiárido dos Territórios da Cidadania Irecê (BA), Velho Chico (BA) e Serra Geral (MG). Com a segunda chamada pública, o número de famílias atendidas chega 25.040.
Foram utilizados como critérios para a seleção das regiões atendidas o número de domicílios rurais com renda por pessoa abaixo de R$ 70,00 por pessoa, apurado pelo Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, o Cadastro do Bolsa Família e o número de Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAPs) de agricultores e agricultoras familiares em extrema pobreza. A relação das famílias beneficiadas será apresentada pelo MDA e pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) na assinatura do contrato. O atendimento às famílias selecionadas começará em novembro e será feito ao longo de 17 meses por equipes técnicas multidisciplinares compostas por 11 pessoas (um coordenador e dez técnicos).
O ministro Afonso Florence destacou a atenção das chamadas de ATER às mulheres do meio rural. Elas determinam como obrigatoriedade pelo menos 30% de participação de mulheres e oferta de recreação infantil nas atividades coletivas. Um dos critérios de seleção das empresas é a composição das equipes técnicas multidisciplinares. As empresas que apresentarem equipes com maior número de mulheres receberão mais pontos neste critério de seleção.
Mutirões de documentação
Em Arapiraca, o ministro Afonso Florence também anunciou o início de mais de 300 mutirões itinerantes do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR) para a emissão de documentos civis e trabalhistas no Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia e Sergipe. A ação é parte do Plano Brasil Sem Miséria. A entrega simbólica do primeiro documento desta etapa foi feita em Arapiraca pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campelo: a Carteira de Identidade da trabalhadora rural Tuani da Conceição, da Comunidade Pé Leve, no município de Limoeiro (AL).
O PNDTR tem abrangência nacional, com atendimento prioritário reservado a mulheres da agricultura familiar, assentadas da reforma agrária, acampadas, pescadoras artesanais, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas e indígenas. Nos mutirões são emitidos documentos como Certidão de Nascimento, Carteira de Identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF), Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Registro Geral da Pesca (RGP) e registro junto ao INSS. A documentação civil básica é condição para o acesso a programas como o de Reforma Agrária e o de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf), além de políticas públicas como o Bolsa Família e benefícios previdenciários (aposentadoria rural e auxílio maternidade).
O Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural é promovido pelo MDA, por meio da Diretoria de Políticas para as Mulheres Rurais (DPMR), em parceria com o Incra, prefeituras, sindicatos dos trabalhadores rurais, Instituto de Identificação do Estado, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e Delegacia Regional do Trabalho (DRT). Desde sua criação, em 2004, o PNDTR realizou 2.917 mutirões de documentação em 3.148 municípios, com a emissão de 1.596.131 documentos. Neste mutirões foram atendidas 729,3 mil mulheres.
Valor por estado da segunda chamada de ATER do Brasil Sem Miséria:
Alagoas – R$ 1.173.246,19
Ceará – R$ 3.596.628,32
Maranhão – R$ 4.392.238,01
Paraíba – R$ 1.245.636,95
Pernambuco – R$ 2.359.294,90
Piauí – R$ 1.999.410,64
Rio Grande do Norte – R$ 944.635,08
Sergipe – R$ 808.391,50
fonte :MDA

Data homenageia mulher afro-latina-americana e caribenha em dia internacional

Criado em 25 de julho de 1992 na República Dominicana, o Dia Internacional da Mulher Afro-Latina-Americana e Caribenha marca, internacionalmente, a luta e a resistência da mulher negra em toda a América do Sul e Caribe. Em 2011, esta comemoração tem seus objetivos reforçados com as celebrações do Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Há 19 anos, a história comprova que a homenagem concedida às mulheres negras é uma forma grandiosa de retribuir sua importância para o desenvolvimento sócio-cultural dos países latinos.
As celebrações desta data buscam denunciar o racismo, a discriminação e as desigualdades sociais, proporcionando a este gênero melhor qualidade de vida. Além disso, as organizações de mulheres negras se fortalecem com esta prova de respeito e admiração.
A trajetória da mulher negra é marcada por inúmeros desafios, que englobam a discriminação por gênero e por raça. Tendo de superar desafios cotidianos devido à esse duplo preconceito, as mulheres negras, sejam elas famosas ou anônimas, são exemplos para todos os afro-brasileiros.
Conheça abaixo algumas dessas mulheres que se destacaram na luta pela garantia e ampliação dos direitos das afro-latinas:
TIA CIATA
Nascida na Bahia em 1854, Hilária Batista de Almeida (mais conhecida como Tia Ciata) foi levada para o Rio de Janeiro aos 22 anos. Iniciada nas tradições do candomblé ainda na capital baiana, Ciata foi uma das tias baianas no início do século 20, mãe de santo, doceira e esposa dedicada de João Batista, com quem teve seus 14 filhos.
Por causa das perseguições sofridas pela sociedade e pela polícia, Tia Ciata abrigou em sua casa várias manifestações culturais e religiosas oriundas da África, na Praça Onze – popularmente chamada de Pequena África, recanto do negro baiano no Rio de Janeiro.
Rodas de capoeira, batuques do candomblé, malandros do chorinho reunidos na casa da doceira. Ao que tudo indica, o primeiro samba brasileiro foi gravado por Donga neste pedacinho africano no Brasil.
CAROLINA DE JESUS
Nasceu em Sacramento, Minas Gerais, mas foi em São Paulo que suas palavras de protesto e denúncia alcançaram a sociedade dominante. Carolina Maria de Jesus coletava papelão pelas ruas da capital paulista e, ao chegar em casa, transcrevia as aflições vivenciadas durante o dia em forma de diário pessoal.
Mãe de três filhos, Carolina foi descoberta como escritora por um jornalista que a auxiliou a publicar seu primeiro livro, “Quarto de despejo”, que descreve as aflições de pessoas que, como ela, viviam à margem da sociedade, submetidos à crueldade da elite.
Depois de ter seu trabalho reconhecido pelo público, Carolina de Jesus agia com a mesma simplicidade de antes, o que não foi bem visto pela sociedade. Em alguns anos, a jovem escritora negra retornou à antiga condição social, desta vez, como representante da luta pela emancipação feminina.
Quando morreu aos 62 anos, Carolina estava em situação de miséria, a mesma que a marcou desde o início de sua trajetória. Por isso, é considerada ícone da ascensão social das classes menos favorecidas.
ANTONIETA DE BARROS
Jornalista, escritora, educadora e parlamentar, a jovem catarinense foi a primeira mulher negra a assumir uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina em um período que o gênero não tinha espaço político e social com representação.
Anualmente, a Assembleia Legislativa do estado premia mulheres que defendem os direitos da mulher catarinense, com a Medalha Antonieta de Barros. Além desta homenagem, Antonieta também teve seu nome dado a um túnel da Via Expressa Sul, em Florianópolis.
Aos 51 anos, Antonieta deixou um legado de conquistas histórias para a sociedade negra brasileira.
Por Joanna Alves
fonte: Fundação Palmares

Projeto proíbe patrocínio de cerveja a atividades esportivas

A Câmara analisa o Projeto de Lei 590/11, do deputado Aureo (PRTB-RJ), que amplia o rol de bebidas alcoólicas com a publicidade restrita aos horários entre 21h e 6h e proíbe a associação desse produto à prática de esporte.
A lei atual (Lei 9.294/96) restringe os anúncios de bebidas com teor alcoólico acima de 13° Gay-Lussac, limite que o projeto diminui para 2° GL. A mudança passa a incluir nas restrições bebidas como cervejas, vinhos e espumantes.
O projeto proíbe o patrocínio de atividade esportiva pelas marcas dessas bebidas, a propaganda delas em locais destinados à prática de esportes e a participação de desportistas profissionais ou praticantes de atividades olímpicas ou de competição nas peças publicitárias ou merchandising de bebidas alcoólicas com teor superior a 2° GL.
“A associação do álcool a atividades saudáveis, à beleza e ao desempenho físico e social cria um clima de permissividade que contrasta com as evidências de que seu consumo é importante fator de aumento dos acidentes de trânsito, de conflitos familiares, de perda de desempenho profissional e de incidência de doenças como cirrose, úlcera e câncer”, diz o deputado.
A proposta também autoriza o Poder Executivo a selecionar advertências a serem incluídas nas embalagens e nos anúncios das bebidas, além do “Evite o Consumo Excessivo de Álcool”, já exigido por lei. O objetivo é que essas mensagens passem a associar o consumo de álcool aos acidentes de trânsitos, aos danos à saúde e à perda de desempenho em atividades físicas.
Tramitação
A proposta tramita em conjunto com o PL 6869/10, que será analisado por uma comissão especial e pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

FONTE; agência Câmara