A UNEGRO APOIA O BLOG DIÁRIO DO MEARIM

PONHA AQUI A PROPAGANDA DE SUA EMPRESA

Roberto Costa é eleito presidente da FAMEM para o biênio 2025/2026

FAMEN coloca Bacabal e Roberto Costa em evidência

Flamengo pode ter mudança diante do Bangu em São Luís

Técnico Cléber do Santos pode apostar em trio de ataque nesta noite no Castelão.

Sessão Solene na Câmara Municipal de Bacabal Celebra o Dia Internacional da Mulher

Vereadoras Nathália Duda e Regilda Santos conduzem Sessão Solene

Mostrando postagens com marcador ciencia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ciencia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Eclipse total da Lua ocorre hoje; veja dicas para acompanhar

Hoje (27) os olhos do mundo inteiro estarão voltados para o céu. No fim do dia, terá início o maior eclipse lunar já registrado neste século. Este tipo de fenômeno ocorre quando o sol, a Terra e a lua ficam alinhados nesta ordem e o planeta faz sombra sobre a última, diminuindo ou até mesmo impedindo a iluminação do corpo. Brasileiros se organizam para contemplar o evento, que deve durar pouco menos de duas horas. No Maranhão o melhor horário para se observar o fenômeno será das 18:04 às 18:13 indo até 20:28.
Um atrativo será a iluminação por um efeito laranja avermelhado na lua, que ganhou o nome de “Lua de Sangue”. A razão das cores é a atmosfera terrestre. “O vermelho depende da quantidade de poluição suspensa na atmosfera, que pode ser partícula de pó lançada por vulcões. Quando atividade vulcânica aumenta, ela fica mais vermelha. Quando isso não acontece, ela continua no tom mais alaranjado”, explica o tecnologista da Agência Espacial Brasileira, Ademir Xavier.
O espetáculo atrai atenções de diversas pessoas, desde aquelas envolvidas com astronomia até cidadãos curiosos com o fenômeno. Um primeiro aspecto que merece atenção para quem quer acompanhar são os horários. Como o eclipse ocorrerá no fim da tarde, ele terá características especiais diferentes daqueles na parte da noite.

Horários

A lua nascerá em horários diferentes nas cidades brasileiras, começando no litoral. Segundo a Sociedade Astronômica Brasileira, entre as capitais a primeira deve ser Recife (17h15), seguida por Vitória (17h18), Natal (17h19), Salvador (17h22), Rio de Janeiro (17h26) e Belo Horizonte (17h34). A visibilidade total se dará em apenas parte do país, nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste.
Segundo o professor do Instituto de Física da Universidade de Brasília (UnB), Paulo Eduardo de Brito, o efeito laranja avermelhado não será visível em todos os pontos do Brasil, mas apenas para as cidades mais próximas do litoral.
“Quando já estiver bem escuro, a lua vai estar escondida e vai ter um tom mais avermelhado. Assim que a lua nascer, por volta de 18h, vai ser possível conferir a lua escondida. Assim que o sol sumir, as pessoas vão conseguir ver a lua avermelhada”, explica Brito. Em regiões mais no centro do país, como em Brasília, esse aspecto não deve ficar tão perceptível.

Instrumentos

Embora o eclipse tenha uma visibilidade diferenciada dependendo do ponto onde o observador estiver, a lua ficará bem visível a olho nu. Quem quiser conferir com maior nitidez a superfície dela ou o efeito laranja avermelhado pode usar telescópios, lunetas binóculos ou até mesmo câmeras fotográficas equipadas com lentes contendo bons zooms.
Além da lua, no eclipse lunar desta sexta-feira, o planeta Marte também ganhará visibilidade e instrumentos de observação podem contribuir para conferir este e outros planetas, como Vênus, Júpiter e Saturno.

Atividades

Variados grupos se mobilizam para acompanhar o espetáculo. Em Brasília, o clube de astronomia da cidade vai reunir interessados na Praça dos Três Poderes, com instrumentos de observação disponíveis aos interessados. “Vamos ter telescópios e pessoas que possam explicar o fenômeno. Aqui em Brasília, vamos pegar só o final do eclipse, mas até 19h20 a lua vai estar saindo da sombra da terra”, conta o presidente do clube, Augusto Ornellas.
Diversas universidades vão abrir seus observatórios para que curiosos possam acompanhar o espetáculo. Será o caso da Universidade Federal de São Carlos e da Universidade Federal do Ceará. Em Campinas, o observatório municipal, o primeiro do país, vai também disponibilizar telescópios em uma sessão guiada para observar a lua e o planeta Marte. As inscrições foram encerradas devido à grande procura.
Em São Paulo, o Centro Cultural Butantã (CCB) vai promover um evento em seu terraço para os observadores. Em Niterói, a prefeitura vai abrir o Parque Municipal para que moradores possam acompanhar o eclipse do local. Os portões ficarão abertos até as 20h.

Como fotografar o eclipse lunar

O coordenador de fotografia da Agência Brasil, Marcello Casal Jr., dá algumas dicas de como fotografar o eclipse lunar:
- Usar um tripé e disparador remoto. A recomendação vale para câmeras ou smartphone
- Evitar movimentos bruscos para que a câmera ou o celular não vibrem
- No caso de câmeras profissionais, usar o ISO corretamente. O ISO mede a sensibilidade do sensor à luz. Quanto maior o ISO, mais sensível ele está e, com isso, amplia a claridade e captação de luz. Quanto menor o ISO, menos informações serão captadas
- No caso de smartphones, que têm sensor pequeno e lente de dimensões reduzidas, é importante um bom enquadramento. A captação de nuvens podem ajudar a compor uma boa foto. "Timelapses” podem render boas e lindas misturas de fotografia e vídeo que captam a mudança de luz.
Edição: Carolina Pimentel
FONTE: Agencia Brasil com adaptações 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Destroços de satélite que caiu na Terra ainda não foram localizados



Não há confirmação se destroços do Rosat (foto) atingiram áreas habitadas  ((Divulgação EADS/EFE))
Não há confirmação se destroços do Rosat (foto) atingiram áreas habitadas
Pesquisadores do Centro Aeroespacial Alemão (DLR, na sigla em alemão) confirmaram a entrada e queda do satélite Rosat na atmosfera terrestre no período entre 11h45 de sábado e 0h15 de domingo, no horário de Brasília (veja vídeo com simulação da trajetória percorrida pelo equipamento). Agora, os cientistas tentam descobrir a localização exata dos destroços.

Estima-se que o Rosat - que pesava 2,4 toneladas e tinha o tamanho aproximado de uma minivan - tenha se chocado com a Terra a uma velocidade de 450 quilômetros por hora e se estilhaçado em milhares de pedaços, muitos dos quais teriam se desintegrado em atrito com a atmosfera. Segundo Andreas Schuetz, porta-voz do DLR, até 30 fragmentos maiores, pesando um total de 1,7 tonelada, podem ter caído na superfície do planeta.

Schuetz afirmou que podem ser necessários vários dias para estabelecer com precisão o local da queda dos destroços. Até o momento, afirma o DLR, não há confirmação de que eles tenham caído em áreas habitadas.

Na ultima semana, especialistas trabalharam diariamente na tentativa de prever o momento e o local exato do impacto. A dificuldade devia-se, sobretudo, à alta velocidade do satélite, que dava uma volta completa ao redor da Terra em 90 minutos. Os últimos cálculos registraram que o local mais provável da queda era o Oceano Índico, com chances de destroços atingirem Myanmar e a China.

Durante sua missão, entre 1990 e 1999, o satélite operou a uma distância entre 565 e 585 quilômetros da superfície terrestre. Desde que foi posta fora de serviço, em 1999, a sonda perdeu altitude continuamente até sua queda.
FONTE: Veja Noticias

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Semana de Ciência e Tecnologia no MA,entre 17 a 22 de outubro

 

imagem ilustrativa
Novidades como um cubo mágico que escaneia pessoas e as transforma em avatares no mundo virtual e uma mesa multi-touch para passeio virtual pelo Centro Histórico de São Luís são algumas das atrações que estão sendo reservadas para os visitantes da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), organizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia e pela Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico do Maranhão (Fapema). O evento, que é aberto ao público, acontece de 17 a 22 de outubro no estacionamento do São Luís Shopping e deve movimentar a capital durante esses cinco dias.
A principal finalidade da semana é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia (C,T&I), valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação.
“É um evento grandioso que busca difundir o conhecimento científico e as inovações tecnológicas por meio de trabalhos e experiências e que, neste ano, traz um tema que merece atenção de todos: mudanças climáticas, desastres naturais e prevenções de risco”, declarou Olga Simão, secretária de Estado da Ciência e Tecnologia que, junto com a diretora da Fapema, Rosane Guerra, está acompanhando toda a programação.
Na área de 7.000 metros quadrados onde o evento será realizado, serão montados 38 estandes, 5 auditórios, tendas, onde serão realizadas palestras, exposições de pôsteres e protótipos de inovação e mini-cursos. Ainda como novidade da programa, a atividade “Noite no Museu”, que tem a parceria do Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão.
O objetivo dessa atividade é inovar e motivar os jovens a exercitarem a leitura, a escrita e o desenho. Para tanto, o participantes da atividade contarão com auxílio dos monitores do centro de pesquisa que irão conduzi-los nas atividades onde os participantes farão uma viagem ao passado remoto acerca de 95 milhões de anos atrás, quando o Maranhão era povoado por dinossauros, reptes voadores, crocodilos de 50 cm a 6 metros de comprimento e inúmeros outros habitantes pouco conhecidos. Além disso, haverá uma dramatização das lendas maranhenses e um painel interativo.
Uma atração que foi sucesso na edição da semana no ano passado estará de volta este ano: o planetário, bastante procurado pelos estudantes. “Queremos criar ambientes de aproximação da sociedade com a ciência e tecnologia, que são estratégicas para se promover o desenvolvimento”, destacou Rosane Guerra.
O evento, aberto ao público em geral, une no mesmo espaço instituições de ensino e pesquisa, universidades, professores, pesquisadores, todos juntos para debates dos diversos aspectos e as evidências científicas sobre o impacto das atividades humanas no clima do planeta e principalmente, sobre as medidas preventivas mais adequadas a serem adotadas em escala local e global.
O governo também está apoiando eventos no interior do estado. Os municípios interessados em realizar atividades durante a semana podem entrar em contato com a Secretaria de Ciência e Tecnologia ou com a Fapema para parcerias. Nos municípios de Caxias, Chapadinha e Bacabal serão realizadas atividades com o apoio da Fapema. Os projetos foram aprovados por meio do edital de incentivo Programa de Apoio a Popularização da Ciência e Tecnologia/Semana Nacional De Ciência e Tecnologia – SCT, que contemplou 15 projetos com recursos que variam de R$ 2 mil a R$ 4mil.
ASCOM GOV.

domingo, 9 de outubro de 2011

Químico rejeitado há 29 anos leva Nobel

Um cientista israelense que foi ridicularizado por anos e até perdeu um emprego por dizer que havia descoberto uma classe totalmente nova de materiais sólidos recebeu ontem o Prêmio Nobel de Química.
 
Daniel Shechtman, de 70 anos, descobriu os quase-cristais em 1982, quando trabalhava nos Estados Unidos. O pesquisador observava uma liga metálica em um microscópio eletrônico quando notou um padrão desconhecido no nível molecular. Tratava-se de quase-cristais, um material antiaderente, resistente ao calor e que não enferruja, hoje presente em produtos que vão de frigideiras a monitores com telas de cristal líquido.
 
“As pessoas simplesmente riram de mim”, lembrou Shechtman. Ele recorda que um gigante da química, Linus Pauling, duas vezes vencedor do Nobel, afirmou que não havia “'quase-cristais, apenas 'quase-cientistas’''. “Eu me senti rejeitado”, disse o agora premiado químico ao se lembrar de quando foi demitido de seu grupo de pesquisa, com a justificativa de que suas declarações 'desgraçavam' a equipe.
 
“Sua descoberta foi extremamente controversa”, afirmou o Comitê da Real Academia Sueca de Ciências, que ontem lhe deu o prêmio de R$ 2,68 milhões. O que Shechtman viu contrariava as 'leis da natureza' nas quais os químicos acreditavam. Para eles, em toda matéria sólida os átomos estavam 'embalados' dentro de cristais em padrões simétricos que se repetiam periodicamente. Mas o pesquisador viu padrões que não se repetiam.
 
“Mosaicos aperiódicos, como os medievais islâmicos do palácio de Alhambra, na Espanha, ajudaram os pesquisadores a entender como os quase-cristais se parecem no nível atômico”, disse a Academia durante o anuncio. “Nesses mosaicos, como nos quase-cristais, os padrões são regulares - seguem regras matemáticas -, mas nunca se repetem.”
 
Antes do achado, os cientistas afirmavam que a matéria sólida se apresentava somente em dois estados: cristalino - como os diamantes, no qual os átomos são arranjados em fileiras rígidas - e amorfo - como os metais, com os átomos sem uma ordem específica. A matéria quase-cristalina ofereceu uma terceira possibilidade e abriu uma porta para que a indústria usasse novos tipos de materiais.
 
Esses materiais são muito duros e não conduzem bem calor ou eletricidade. Segundo Astrid Graslund, secretária do Comitê do Nobel de Química, suas aplicações práticas ainda são limitadas, “mas o material possui propriedades inesperadas”. Porém ela reforça que a importância da descoberta de Shechtman é 'conceitual'. “Precisamos reescrever tudo o que sabemos sobre cristais. É uma mudança de paradigma, e isso é o que considero mais importante.”
 
Ontem, Shechtman se disse 'animado', mas enfrentava dificuldades para elogiar seus colegas, muitos dos quais um dia duvidaram de sua descoberta.
 
Nas últimas décadas, poucos cientistas tiveram de enfrentar uma incredulidade tão forte quanto o israelense. “Ele lidou com o ceticismo de uma maneira muito científica e cavalheiresca e respondeu a seus críticos como um cientista deve fazê-lo: por meio da ciência”, disse Ron Lifshitz, professor de Física da Universidade de Tel Aviv. / AP e REUTERS

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Telescópio Hubble revela 'anel' ao redor de supernova



Anel ao redor da estrela brilha por conta a ação de
raios X na região.  (Nasa)
Anel ao redor da estrela brilha por conta a ação de raios X na região.
Uma imagem divulgada pela agência espacial norte-americana (Nasa) mostra um anel de gás e poeira ao redor de uma estrela que explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias satélites da Via Láctea.

O fenômeno - conhecido como supernova - marca a "morte" da estrela e foi detectado por astrônomos na Terra apenas em fevereiro de 1987, após a luz emitida pela explosão ter chegado ao nosso planeta para poder ser identificada.

Nomeada Supernova 1987A, esta foi a explosão estelar mais próxima do Sistema Solar a ser testemunhada nos últimos 400 anos. Por estar "próxima" da Terra - em termos astronômicos -, a evolução do fenômeno pode ser estudada com detalhes.

A imagem captada pelo Telescópio Espacial Hubble mostra como os restos da estrela voltaram a brilhar, após um período de luz mais opaca. Segundo os astrônomos, isso significa que uma outra fonte de energia está iluminando o local.

A ação dos restos da estrela no anel que a cerca provocam a emissão de raios X, que podem ser detectados por um outro instrumento no espaço, o Observatório Chandra de Raios X. Com a presença dos raios X, ondas de calor surgem e fazem o material brilhar em luz visível. A luz visível pode ser detectada pelo Hubble, que mantém registros frequentes da estrela desde 1990.
FONTE: G1