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segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Rapidinhas da Segunda-feira

CONGRESSO

Após recesso de duas semanas, o Congresso Nacional volta ao trabalho hoje, sob pressão para votar Medidas Provisórias (MPs) com vencimento previsto para antes das eleições. Três MPs já perdem a validade na segunda semana de agosto. Para votar essas e outras matérias sem atrapalhar tanto os políticos a participarem das campanhas eleitorais nos estados, os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), convocaram um “esforço concentrado” para esta primeira semana de agosto.



STJ
O presidente Jair Bolsonaro (PL) indicou os juízes federais Messod Azulay Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, e Paulo Sérgio Domingues, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, para as duas vagas abertas no Superior Tribunal de Justiça (STJ). As nomeações foram publicadas no Diário oficial União (DOU) e precisam ser aprovadas pelo Senado Federal, que retorna de recesso hoje.


Ucrania
Após mais de cinco meses de guerra, o primeiro navio ucraniano de transporte de grãos deixou o porto de Odessa, no sul da Ucrânia. Segundo o ministro de Infraestrutura do país, Oleksandr Kubrakov, a embarcação está carregada com 26 mil toneladas de milho ucraniano. Kubrakov informou que o navio passará por uma inspeção em Istambul, na Turquia, antes de chegar no porto de Trípoli, no Líbano. O Razoni, que está sob a bandeira de Serra Leoa, percorrerá um corredor com segurança garantida pela Turquia e pela ONU.

ICMS
Os estados de São Paulo e do Piauí conseguiram obter liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) permitindo a compensação imediata das perdas do ICMS com a redução das alíquotas de combustíveis, energia elétrica e comunicações por meio do abatimento do pagamento das prestações das dívidas com a União. Maranhão e Alagoas já tinham obtido decisões semelhantes. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz) espera um efeito cascata com outros governadores.



quinta-feira, 10 de março de 2022

Ministros da Ucrânia e Rússia se encontram pela 1ª vez desde início da guerra

 

Pela primeira vez desde o início da invasão da Ucrânia pelo exército da Rússia, os principais diplomatas das duas nações (o ucraniano Dmytro Kuleba e o russo Sergey Lavrov) se encontram na manhã de hoje, no sul da Turquia.
 A expectativa é que os chanceleres conversem sobre a abertura de mais corredores humanitários e condições para uma pacificação do conflito.
Comparada às outras negociações que já aconteceram entre os dois lados, a reunião de hoje será a que envolve autoridades de maior nível das duas nações desde que o conflito começou.
 Eles devem conversar sobre os corredores humanitários e ver demandas para interromper o conflito. O encontro deve ser mediado pelo ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

quarta-feira, 2 de março de 2022

A GUERRA NA CRIMÉIA E A PARTICIPAÇÃO NORTE AMERICANA (Artigo de Mauro Santayana pra entender a da Ucrânia)


Artigo Publicado 05/03/2014 por Mauro Santayana em seu Blog)

A Alemanha e os Estados Unidos querem montar um “grupo de contato” para promover “negociações”, mas, em gesto de aberta provocação, Washington envia o secretário de Estado John Kerry a Kiev, para manifestar o apoio dos EUA aos rebeldes que tomaram o poder na capital ucraniana.

Se houver combate entre as tropas que estão entrando na Crimeia para defender a população de origem russa que vive na região e se esses confrontos degenerarem em prolongada guerra civil, a responsabilidade por esse novo massacre será dos Estados Unidos e da União Europeia.

Seria inadmissível que Putin enviasse um senador para discursar diretamente aos manifestantes do movimento Occupy Wall Street, em Nova York, como fez John Mcain no centro de Kiev, ou que os russos promovessem em Porto Rico a prolongada campanha de desinformação e provocação que o “Ocidente” está desenvolvendo há meses na Ucrânia, empurrando a parte da população que não é de etnia russa para um conflito contra a segunda maior potência militar do planeta e a maior da região.

A Otan sabe muito bem que não poderá intervir militarmente – e atacar Moscou, que conta com milhares de ogivas atômicas, que podem atingir em minutos Berlim, Londres e Paris – para defender os manifestantes que ela jogou o tempo todo contra o governo ucraniano.

Sua intenção é levar o país ao caos, pressionando Yanukovitch a tentar recuperar o poder com apoio de Putin, para depois acusá-lo – junto com o líder russo – de déspota e de genocida, e posar de defensora dos direitos humanos, da liberdade e da “democracia”.

Se conseguir alcançar seu objetivo de desestruturar o país, o “Ocidente” poderá somar os milhares de mortos, de estupros, de refugiados, e os bilhões de dólares de prejuízo da destruição da Ucrânia, a uma longa lista de crimes perpetrados nos últimos 12 anos, no contexto de sua Arquitetura da balcanização.

Inaugurada nos anos 1990, essa tática foi testada, primeiro, na eliminação da Iugoslávia e na sangrenta guerra que se seguiu, que acabou dividindo o país de Tito em Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Macedônia, Montenegro, Sérvia, e em enclaves menores como o Kosovo.

O mesmo processo de fragmentar, para dividir e dominar, destroçando o destino de milhares, milhões de idosos, mulheres e crianças, foi mais tarde repetido no Iraque e no Afeganistão, jogando etnia contra etnia, cultura contra cultura – no contexto da “Guerra contra o Terror” – montada a partir de mentiras como as “armas de destruição em massa” de Saddam Hussein, que nunca existiram.

O mesmo ocorreu, depois, na Tunísia, Líbia, Egito, Iêmen, Síria, a partir do macabro engodo da “Primavera Árabe” – também insuflada, de fora, em nome da “liberdade” – que, como maior resultado, colocou em poucos meses crianças que antes frequentavam, em condições normais, os bancos escolares, para comer – sob a pena de perecer de fome – a carne de cães putrefatos, recolhida nos escombros.

O objetivo da Arquitetura da balcanização no entorno russo é gerar condições para a derrubada de regimes simpáticos a Moscou na região, promovendo o caos, a destruição, o ódio entre culturas e famílias que convivem há décadas pacificamente para obter a sua divisão em pequenos países, que possam ser mais facilmente cooptados pela Otan, com sua definitiva sujeição ao “Ocidente”.

Sua esperança é a de que, levando Moscou a intervir em antigas repúblicas soviéticas – para proteger seu status geopolítico e suas minorias étnicas – os russos se envolvam em várias guerras de desgaste, que venham a enfraquecer a Federação Russa, ameaçando a união social e territorial do país.

Ao se meter na área de influência de Moscou, insuflando protestos em países que já pertenceram à URSS, a Europa e os EUA estão – como antes já fizeram Hitler e Napoleão – cutucando o Urso com vara curta, e empurrando, insensatamente, o mundo para a beira do abismo.

A Rússia de hoje, com US$ 177 bilhões de superávit comercial no último ano, e o segundo maior exportador de energia do mundo – o que lhe permitiria congelar virtualmente a Europa se cortasse o fornecimento de gás nos meses de inverno – não é a mesma nação acuada que era no início da guerra de 1990, quando os norte-americanos acreditavam, arrogantes, na fantasia do “Fim da História” e em sua vitória na Guerra Fria.

A Federação Russa tem gasto muito para manter e modernizar sua capacidade de defesa e de dissuasão nuclear nos últimos anos. Putin sabe muito bem o que está em jogo na Ucrânia. E já deu mostras de que, se preciso for, irá enfrentar, pela força, o cerco da Europa e dos Estados Unidos.

Ele já provou que está disposto a levar até o fim a decisão que tomou de não se deixar confundir, em nenhuma hipótese, com uma espécie de Gorbachev do Terceiro Milênio.

Mauro Santayana é um jornalista autodidata brasileiro, colunista político do Jornal do Brasil, diário de que foi correspondente na Europa (1968 a 1973). Foi redator-secretário da Última Hora (1959) e trabalhou na Folha de S. Paulo (1976-82), onde foi colunista político e correspondente na Península Ibérica e na África do Norte.

Reblogado de Racismo Ambiental

Biden fecha espaço aéreo americano para Rússia

 

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou em seu primeiro discurso de Estado da União o fechamento do espaço aéreo do país para a Rússia. "Nos juntaremos aos nossos aliados para fechar o espaço aéreo americano para todos os voos russos – isolando ainda mais a Rússia – e adicionando um aperto adicional – em sua economia.

 O rublo perdeu 30% de seu valor", afirmou Biden. Segundo o democrata, as forças dos EUA não estão indo à Europa para lutar na guerra da Ucrânia, mas sim defender os aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), caso o presidente russo, Vladimir Putin, decida avançar para o Oeste. 

Ucrânia



Em novo vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que "a Rússia quer acabar com o nosso país e com a nossa história". "O Kremlin não vai tomar nosso país com bombas e ataque aéreos", declarou Zelesnky. 
O líder ucraniano voltou a dizer que a resposta do Ocidente não é suficiente, pedindo mais apoio internacional, incluindo suporte à tentativa do país de ingressar na União Europeia. "Não é hora de ser neutro", afirmou ele.
 Ainda segundo Zelensky, cerca de 6 mil soldados russos foram mortos desde o início da invasão. Segundo a ONU, pelo menos 136 pessoas, entre elas 13 crianças, já morreram na Ucrânia desde a última quinta-feira (24/2).