A UNEGRO APOIA O BLOG DIÁRIO DO MEARIM

PONHA AQUI A PROPAGANDA DE SUA EMPRESA

Roberto Costa é eleito presidente da FAMEM para o biênio 2025/2026

FAMEN coloca Bacabal e Roberto Costa em evidência

Flamengo pode ter mudança diante do Bangu em São Luís

Técnico Cléber do Santos pode apostar em trio de ataque nesta noite no Castelão.

Sessão Solene na Câmara Municipal de Bacabal Celebra o Dia Internacional da Mulher

Vereadoras Nathália Duda e Regilda Santos conduzem Sessão Solene

Mostrando postagens com marcador FPM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FPM. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de setembro de 2011

Repasse do FPM é bloqueado a 47 prefeituras

No Maranhão, 47 prefeituras estão com o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) bloqueados. Débitos com o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) são os motivos para a suspensão da verba obrigatória. Na lista estão municípios como Açailândia e Imperatriz, que, junto com os demais, terão dificuldades de repassar a verba orçamentária para as Câmaras Municipais na terça-feira, dia 20.
O mês de setembro não pode ser considerado um dos melhores para os prefeitos de todo o país. Isso porque ao contrário do que se esperava, o dinheiro do FPM será 26% menor do que o previsto em relação ao mês anterior. Na primeira parcela, debitada no dia 10, algumas prefeituras do Maranhão, por exemplo, ficaram com as contas zeradas e já existiam parcelamentos de débitos com o INSS.
Aliado à queda do FPM, os gestores municipais também convivem com o bloqueio do envio da verba pela existência de débitos com o INSS. Este é o caso de 47 prefeituras maranhenses que não receberão o segundo decêndio de setembro. Estão na lista as prefeituras de Açailândia, Imperatriz, Davinópolis, Nova Colinas, Amarante, Estreito, Porto Franco, Ribamar Fiquene, Lajeado Novo, Senador La Rocque, Buritirana, João Lisboa, Grajaú, Carolina e Benedito Leite.
Débitos
Dessas 47 prefeituras, 15 estão com débitos tanto com o INSS quanto com o Pasep. Outro dado alarmante é que pelo menos 13 desses municípios já tiveram o repasse do FPM bloqueados nos meses de abril, maio, junho e julho. Até o depósito da primeira parcela do FPM de setembro, eram 52 municípios com contas bloqueadas. Cinco prefeituras conseguiram quitar o débito.
Esse é o caso de Loreto, que estava com débito de R$ 109 mil com o INSS e conseguiu quitar a dívidas dois dias após anunciado o bloqueio do repasse do fundo. “Conseguimos pagar, apesar das dificuldades. Utilizamos o dinheiro do ICMS, que tínhamos de reserva, e é com esse recurso também que vamos pagar a Câmara e a folha dos funcionários da administração municipal”, explicou o prefeito Germano Martins Coelho.
A cidade de Loreto tem o repasse do ICMS maior que da maioria dos municípios com até 20 mil habitantes, já que fica na região do sul do Maranhão, onde há produção de soja. Além de Loreto, Alto Parnaíba, Fortaleza dos Nogueiras e São Félix de Balsas já estão com o FPM desbloqueado.
Câmaras
O não recebimento da segunda parcela do fundo implicará diretamente no repasse que as prefeituras devem fazer às Câmaras Municipais, já que é no segundo decêndio que esse pagamento é feito. “Existem casos piores, visto que, com a queda do FPM e os parcelamentos de débitos com o INSS, no primeiro decêndio muitos prefeitos não receberam nada, prejudicando até o pagamento da folha da Prefeitura. E mesmo com o que vai receber agora dia 20 não será suficiente para honrar com os compromissos”, afirmou Júnior Marreca, presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem).
Pela Constituição Federal no artigo 29-A, no parágrafo 2º, o prefeito é obrigado a repassar o duodécimo até dia 20 de cada mês às Câmaras Municipais. Caso contrário, a penalidade pode ser a cassação do chefe do Executivo. O problema é que os municípios com o FPM bloqueado não terão como efetuar o pagamento ou terão que deixar outros pagamentos de lado para enviar o duodécimo ao Legislativo Municipal.
Este é o caso da Prefeitura de Imperatriz, que está com o repasse do fundo bloqueado por uma dívida de R$ 350 mil com o INSS. Mas, mesmo que recebesse o FPM, teria dificuldades em honrar o pagamento com a Câmara. Segundo o prefeito Sebastião Madeira, a Câmara de Imperatriz recebe por mês R$ 715 mil e, mesmo que dia 20 recebesse o segundo decêndio, que é de R$ 202 mil, não daria para efetuar o repasse.
“Tenho que me virar. Às vezes atraso um ou outro pagamento, pago multas, mas com os cuidados devidos conseguimos administrar”, disse Madeira.
Ainda de acordo com o prefeito de Imperatriz, quando assumiu a Prefeitura, recebeu o débito de R$ 106 milhões com o INSS. Uma negociação foi feita e a dívida foi parcelada em 240 meses. Este mês, a parcela de R$ 2,5 milhões não foi paga completamente restando R$ 350 mil. Sobre esse débito, Sebastião Madeira garante que até segunda-feira será pago.
Repasse
No entanto, esse pagamento não vai garantir o recebimento do segundo decêndio, já que as dívidas deveriam ser pagas até o dia 15 deste mês, ou seja, cinco dias antes da verba ser creditada. “Sinceramente, esses R$ 200 mil do dia 20 não farão tanta diferença, já que a Prefeitura tem uma dívida de R$ 350 mil para pagar ao INSS. Estamos preocupados em repassar a receita da Câmara e para isso vamos buscar dinheiro de outros tributos, como o ICMS e os recursos próprios”, garantiu Sebastião Madeira.
O orçamento da Prefeitura de Imperatriz é composto pelo FPM – que representa 50% - e mais o ICMS, ISS e IPTU, que compõem o restante. Esse quadro não é o mesmo para a maioria das prefeituras do Maranhão, que têm no FPM a maior receita do município. Cidades menores como Lajeado Novo, Benedito Leite e Nova Colinas, por exemplo, recebem, em média, por mês mais de R$ 400 mil em repasse do fundo de participação já com os descontos da educação e saúde. Essa é a principal fonte dos recursos da Prefeitura, que tem que repassar cerca de 7% para o Legislativo municipal.
FONTE: O Estado

domingo, 11 de setembro de 2011

Queda no repasse do FPM deixa contas de prefeituras zeradas

O repasse do primeiro decêndio de setembro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), creditado nas contas das prefeituras na última sexta-feira (9), trouxe uma surpresa nada agradável a vários prefeitos maranhenses.
Com uma queda real de 26% em relação ao mês anterior, a primeira cota, em alguns casos, foi praticamente zerada das contas. Ou seja, em algumas prefeituras, os compromissos financeiros deverão aguardar até o dia 20, quando o segundo decênio for creditado.
A queda na arrecadação municipal via FPM já era prevista. De acordo com os levantamentos do Tesouro Nacional – disponibilizados aos gestores desde a última quinta-feira (8) – ela deveria chegar à casa dos 25% no Maranhão, o que acabou se confirmando. O maior problema para os prefeitos foram os parcelamentos de débitos com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Com a baixa na arrecadação, o pagamento do que era devido à seguridade social acabou por zerar as contas. Foi o que aconteceu com a Prefeitura de Itapecuru Mirim. Segundo o prefeito Junior Marreca, presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), mesmo já esperando a baixa no FPM, o susto foi grande ao perceber a conta no vermelho.
“A nossa grande preocupação é com as contas a pagar no restante do mês, principalmente porque essa primeira cota é sempre a maior. Agora, o que a FAMEM sugere aos colegas prefeitos é cautela e, principalmente, prioridade ao pagamento do funcionalismo público municipal”, afirmou.
Queda nacional
Mas a baixa no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) não foi exclusividade maranhense. Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) afirma que o FPM de setembro deve fechar com um total de R$ 3,58 bi – valor 7,3% menor que setembro do ano passado.
O montante nacional do primeiro decênio será de R$ 1.625.766.620,50, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Em valores brutos, o montante seria de R$ 2.032.208.275,63.
Com informações da Famem.

sábado, 3 de setembro de 2011

Município de Lago da Pedra deve R$ 2,5 mi e terá o FPM comprometido

O débito do município de Lago da Pedra, em precatórios, relativo a débitos trabalhistas é de R$ 2.568.996,18.
A Vara do Trabalho de Bacabal está sediando, do dia 29 de agosto até 2 de setembro, o projeto “Precatório Itinerante”. Uma equipe do Tribunal Regional está renegociando os percentuais de pagamento com os municípios da região. Os municípios que possuem precatórios pendentes de pagamento são: Pirapemas, Coroatá, Lago da Pedra, Paulo Ramos, Vitorino Freite, Alto Alegre e Olho D´Água das Cunhãs.
O objetivo do Tribunal com a realização do Projeto é reduzir o prazo para pagamento.
O município de Lago da Pedra, por exemplo, pagava o percentual de 5 por cento da dívida. Após a audiência presidida pelo Juiz Auxiliar de Precatório, Maurílio Ricardo Neris, o valor foi elevatado para 7 por cento. Foi designada uma nova audiência no dia 12 de setembro. Caso o Município não compareça, através do representante, esse percentual será fixado em 20 por cento nas parecelas dos dias 10, 20 e 30 de cada mês do Fundo de Participação de Lago da Pedra.
FONTE: Blog do Louremar