A UNEGRO APOIA O BLOG DIÁRIO DO MEARIM

PONHA AQUI A PROPAGANDA DE SUA EMPRESA

Roberto Costa é eleito presidente da FAMEM para o biênio 2025/2026

FAMEN coloca Bacabal e Roberto Costa em evidência

Flamengo pode ter mudança diante do Bangu em São Luís

Técnico Cléber do Santos pode apostar em trio de ataque nesta noite no Castelão.

Sessão Solene na Câmara Municipal de Bacabal Celebra o Dia Internacional da Mulher

Vereadoras Nathália Duda e Regilda Santos conduzem Sessão Solene

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Derrocada da Seleção exige autocrítica e mudanças profundas

A Seleção brasileira de futebol sofreu na última terça-feira (8) uma contundente derrota perante a Alemanha. Uma inédita goleada pelo incomum placar de sete a um traumatizou não somente os torcedores do esporte mais popular do País, mas também fez sofrer todo o povo brasileiro, que nutria a expectativa de conquistar o hexacampeonato e levantar a taça daquela que ficou conhecida e já entrou para a história como a Copa das copas, disputada nas canchas nacionais depois de 64 anos.

Por Copa das copas entenda-se um excelente nível técnico geral demonstrado nos gramados no conjunto da competição, as boas condições oferecidas pelo Brasil, a hospitalidade de nossa gente, o normal funcionamento dos serviços públicos, a adequada infraestrutura, a capacidade gerencial do governo, nomeadamente do Ministério do Esporte, destacando a sempre lúcida e eficiente figura do ministro Aldo Rebelo. Ressalte-se ainda o apoio político, administrativo e moral da presidenta Dilma à organização do certame, sem o que o evento não teria alcançado o êxito que alcançou.

A derrota da Seleção brasileira de futebol perante a Alemanha, com a consequente eliminação da final da Copa do Mundo, certamente não deve ser considerada uma tragédia nacional, nem ensejar ilações sobre a influência disto no desenvolvimento da vida política e social do País, especificamente sobre o desenrolar da disputa eleitoral. Igualmente, teria sido um exagero e uma falsa extrapolação considerar a eventual conquista do hexacampeonato como o maior exemplo de afirmação do País perante si mesmo e o mundo.

Mas, tomando em consideração a importância que tem o futebol para o povo brasileiro, a dimensão que o esporte adquiriu na vida nacional, o contexto sociopolítico e a atmosfera conflituosa em que o campeonato foi realizado no Brasil, a aniquilação da Seleção e sua desqualificação do maior torneio mundial de futebol é fato que requer reflexão, a necessária retirada de ensinamentos e – mais importante do que tudo – a tomada de medidas para empreender mudanças, uma reforma estrutural no Futebol brasileiro. Não pode ser encarada com platitudes do tipo “o futebol é uma caixa de surpresas”, na infeliz declaração de Pelé, que mais uma vez revela ser, para além de “rei do futebol”, o soberano do lugar comum.

O Brasil tem uma história de glórias no futebol – é o maior campeão, suas várzeas e rachões fizeram surgir os melhores craques de todos os tempos, seus times estão entre os mais populares. Glórias entremeadas também por fracassos. Já vivemos a tristeza imensa do Maracanazo, em 1950, a derrota de Sarriá, em 1982, e a de Saint Dennis, em 1998. Nunca imaginávamos, porém, assistir a uma derrocada tão acachapante e vergonhosa como aconteceu no Mineirão nesta terça-feira. A Seleção sofreu nesta Copa, que sediou com tanto brilhantismo, a pior derrota em sua história centenária. Foi a maior goleada sofrida pelo futebol brasileiro em 84 anos de participações em copas do mundo.

Malgrado ter chegado às semifinais e de estar entre os primeiros quatro postos do torneio que se encerra neste domingo (13), o conjunto do desempenho brasileiro no certame é também um dos mais sofríveis. A performance do time de Felipão, desde o primeiro jogo contra a Croácia até a derrota perante a Alemanha, foi abaixo do sofrível. Ressalvados alguns momentos da partida contra a Colômbia, nas quartas de final, a Seleção não apresentou, do ponto de vista técnico e tático, um futebol à altura das tradições nacionais. Mesmo a decantada “raça” e transbordamento de “patriotismo” – do que se tornaram símbolo o Hino cantado “à capela” e as lágrimas de alguns simpáticos e já endinheirados jovens – acabaram revelando-se mais como jogadas de marketing do que autêntica efusão de alma.

A derrocada perante a Alemanha foi o corolário do despreparo técnico-tático, da soberba e da imprevidência. Do começo ao fim. No começo, difundiu-se a ilusão de que o time campeão da Copa das Confederações estava “pronto” e “fechado” para conquistar o hexacampeonato. No meio do caminho, convocaram-se, em sua esmagadora maioria (19 de 23) jogadores que atuavam em clubes estrangeiros num reconhecimento explícito do esvaziamento das competições nacionais. A identidade do time com a torcida foi forjada em doses cavalares de publicidade. No fim, esses traços negativos se revelaram na postura adotada pelo treinador que, tendo feito o “mea culpa” na derradeira entrevista coletiva chamando para si a responsabilidade, refutou em seguida todas as justas críticas às opções táticas que fez e ao desempenho do time, revelando, mesmo que a contragosto, que não havia autocrítica de fato, que o bater no peito era um mais um gesto de acordo com o roteiro traçado pelos marqueteiros e anunciantes.

Orientada por interesses outros que não os ligados à excelência do jogo nos gramados, a Seleção servia para tudo – mimos a craques transformados em “heróis”, exibição de tatuagens, de cortes e pinturas de cabelo, de anúncios de bebidas alcoólicas, grifes de vestuário, marcas de carros e instituições financeiras. Para cúmulo, a Seleção se tornou refém de um canal de TV, à qual o treinador e os jogadores pagavam vassalagem sob a forma de entrevistas “exclusivas” a certo “jornal nacional” no “horário nobre da TV”.

O desastre do Mineirão é resultado também da gestão perigosa, aventureira, desidiosa e corrupta, do Futebol pela CBF, entidade carcomida, transformada em feudo de dirigentes autoritários, negocistas e oportunistas, que fazem do esporte meio de enriquecimento próprio e de determinado veículo de comunicação monopolista e partícipe do botim.

Uma visão crítica aguda sobre os descaminhos do futebol brasileiro evidenciados na derrocada do Mineirão não autoriza, contudo, análises estultas, baseadas numa mentalidade de neocolonizados e vira-latas. Pretende-se associar o fracasso da Seleção ao "jeitinho brasileiro" à "preguiça" de nossa gente e a outros estereótipos pejorativos, assim como à “excelência” da gestão, da técnica e da tática estrangeiras, o que evidencia a atávica sabujice das classes dominantes nativas e seus porta-vozes na mídia.

O Futebol, tal como outras instituições nacionais, precisa de uma reforma profunda, que deve resultar da adoção de múltiplas e variadas medidas organizativas, administrativas, políticas e educativas, no âmbito geral e, especialmente, na atividade esportiva. 
FONTE: Portal Vermelho

Ata deixa PV sem coligação e pode afundar reeleição de Sarney Filho

Sarney Filho: reeleição ameaçada
Sarney Filho: reeleição ameaçada
Caso o TRE-MA decida pela moralidade e recuse a modificação da ata proposta pelo PV, os dois últimos remanescentes da família Sarney, Sarney Filho e o seu rebento, Adriano Sarney, dificilmente conseguirão eleger-se nas eleições de outubro vindouro.
A situação mais complicada é a do deputado federal Sarney Filho, que segundo a ata original terá apenas o deputado estadual Victor Mendes como companheiro de campanha, já que os dois foram os únicos candidatos para a Câmara registrados pelo PV.
Adrinao Sarney terá uma disputa acirrada com os deputados que disputam a reeleição, Edilázio Júnior, Hemetério Weba, Rigo Teles e Magno Bacelar.
A confusão no PV deve-se a ata registrada no TRE-MA onde especifica apenas as coligações propocionais, sem fazer nenhuma referência à aliança majoritária com a candidatura de Edinho Lobão do PMDB
. Sem a coligação majoritária, o PV não poderá coligar-se com nenhum outro partido que faça parte dessa coligação, e será obrigado a disputar sozinho, o que dificulta alcançar os coeficientes eleitorais para eleger seus candidatos.
O partido presidido por Sarney Filho no Maranhão disse que houve um erro, e apresentou uma espécie de Em Tempo para tentar corrigi-lo.
O problema é que se o TRE-MA aceitar o que foi proposto pelo partido do filho de Sarney abrirá um precedente sem marco na história, e permitirá que outros partidos também se sintam no direito de não cumprir o calendário eleitoral.
E o que é pior, permite que qualquer um possa modificar sua ata a qualquer tempo de acordo com interesses posteriores às convenções as quais a atas registraram as decisões.
É evidente que o PV errou ao redigir a sua ata, mas em nada justifica que uma semana depois da convenção do partido ainda tenham registrado uma ata equivocada.
A ata original foi assinada pelo presidente do partido, Sarney Filho e pelos deputados estaduais Hemetério Weba, Edilázio Junior, Magno Bacelar e Rigo Teles.
É certo que o que um Sarney escreve não se lê, mas neste caso se deram mal.
Veja Ata do PV que foi registrada no TRE-MA
ATA PVata PV 2

FONTE:Blog do Raimundo Garrone

Conheça as principais propostas e bandeiras dos candidatos ao governo do estado

A largada já foi dada e oficialmente começou desde domingo (6), o período de campanha eleitoral tanto para candidatos das chapas majoritárias (presidente, governador e senador), quanto para candidatos das chapas proporcionais (deputados federais e estaduais).

Apesar de as propostas de campanha não possuírem valor coercitivo, ou seja, o candidato eleito não será obrigado por Lei a cumprir as promessas, é importante que o cidadão escolha o seu candidato a partir do conhecimento das propostas de trabalho e planos de governo de cada um.

O jornal O Imparcial conversou com quatro candidatos a Governador do estado e ouviu de cada um os principais eixos temáticos que serão trabalhados durante a campanha de 2014.

LOBÃO FILHO

O pré-candidato governista, o senador Lobão Filho (PMDB), afirma que, apesar de pertencer a um grupo político, ele se diferencia por ter novas ideias, possuindo um novo jeito de conceber a política. “Eu acredito que a mudança, o novo, é exatamente o que eu represento. Uma forma diferente de ver a gestão pública e política, com resultados de um jeito empreendedor. Uma gestão de resultados de eficiência, fugindo do padrão clássico do discurso político por si só. É preciso ter coragem, experiência e vontade para quebrar uma cultura de anos da forma de gerir a coisa pública”, afirmou.

Lobão Filho disse ainda que terá como eixo central de governo, caso eleito, o incremento da produção do estado. “O trilho central do meu plano de governo é incrementar a produção do nosso estado. O tema central do meu governo, se eu for o candidato, será a produção e a geração de empregos dentro do Maranhão.”, explicou.

FLÁVIO DINO

No campo de oposição, Flávio Dino (PCdoB) afirmou que conseguiu construir um plano de governo a partir de movimentações nos municípios maranhenses, em mais de cem reuniões. “Temos um plano de governo que foi construído em mais de 100 reuniões, das quais participaram mais de 40 mil pessoas, de forma amplamente participativa”, declarou.

Flávio garantiu que possui três compromissos primordiais que se baseiam principalmente na igualdade de oportunidades a todos; proximidade do governo com a população e honestidade na aplicação do dinheiro público.

Sobre as propostas de governo, Flávio Dino destacou três principais, que giram em torno da saúde, educação e saneamento básico. “Temos propostas como: o Mais Médicos Estadual (Vagas e carreira para médicos), o Mais Bolsa Família (cartão de material escolar) e o Água para Todos (Água e banheiro nas casas de todos os maranhenses)”, ressaltou.

PEDROSA

O advogado Luís Antônio Pedrosa (PSOL) acredita que a Educação é a mola propulsora para o desenvolvimento do estado. Entre as bandeiras que pretende trabalhar em sua campanha e assumir o compromisso de executar, caso seja eleito, Pedrosa também destaca a maior participação popular. “Uma das principais bandeiras é a maior participação popular e a Educação. Acreditamos que a Educação é fator primordial para alavancar um estado pobre como um nosso”, afirmou.

Luís Antônio Pedrosa destacou ainda o monitoramento do Orçamento do Estado e agendas pautadas pela transversalização dos direitos humanos. “Temos bandeiras também como o monitoramento do Orçamento Público, além de uma forte intervenção estatal nas empresas que se instalarem aqui. Temos a questão também da proteção ao meio ambiente e bacias hidrográficas”, lembrou o candidato.

SAULO ARCANGELI

O candidato Saulo Arcangeli (PTSU) também levantou a pauta do Orçamento do Estado e de auditoria dos empréstimos que estão sendo feitos pelo governo. “Temos questões como o orçamento do estado, auditoria, principalmente das dívidas de empréstimos, que a cada dia cresce mais. Temos propostas também de aumentar o valor do repasse para a Educação e Saúde”, disse.

Arcangeli afirmou que sua candidatura também observará programas de reestatização e reestruturação de órgãos de prestação de serviço público, além também de programas sociais que aumentem o número de moradia no estado. “Outros pontos relevantes dizem respeito à reestatização da Cemar e reestruturação da Caema. Temos que lembrar que existe um déficit muito grande de moradia no Maranhão e por isso propomos a viabilização de 500 mil moradias”, afirmou.

Zeluis Lago (PPL) e Josivaldo Corrêa (PCB), foram procurados, mas não retornaram o contato da reportagem de O Imparcial.
FONTE:Glaucione Pedrozo  de O Imparcial

terça-feira, 8 de julho de 2014

Receita libera consulta ao segundo lote de restituições do IR


receita federalA Receita Federal liberou às 9h (horário de Brasília) desta terça-feira (8) a consulta ao segundo lote de restituições do Imposto de Renda deste ano.

Nesse lote, serão creditadas restituições para 1,06 milhão de contribuintes, no total de R$ 1,636 bilhão, já acrescido da taxa Selic de 2,69%. Na média, cada contribuinte receberá R$ 1.543. O crédito da restituição será feito no dia 15.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar o site da Receita, ou ligar para o Receitafone, pelo telefone 146. Em ambos os casos é preciso ter em mãos o número do CPF do contribuinte.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la pela internet, mediante o formulário eletrônico “Pedido de Pagamento de Restituição”, ou diretamente no e-CAC, no serviço “Extrato do Processamento da DIRPF”.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, pelo telefone 4004-0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais localidades) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smarthphones que facilita consulta a declarações de IR e situação cadastral no CPF. Esse aplicativo possui funcionalidades destinadas às pessoas físicas. Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita informações sobre liberação das restituições e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.
ANOS ANTERIORES
Além das declarações deste ano, a Receita também liberará nesta terça-feira a consulta a seis lotes residuais (declarações que estavam retidas pela malha fina) referentes aos exercícios de 2008 a 2013.
Por ano, serão liberados os seguintes valores: para 2013, R$ 88,98 milhões (32.674 contribuintes serão beneficiados; a correção é de 11,59%); para 2012, R$ 35,44 milhões (15.537 contribuintes; correção de 18,84%); para 2011, R$ 29,05 milhões (6.529 contribuintes; correção de 29,59%); para 2010, R$ 7,77 milhões (4.483 contribuintes; correção de 39,74%); para 2009, R$ 2,46 milhões (2.290 contribuintes; correção de 48,20%); e para 2008, R$ 525 mil (168 contribuintes; correção de 60,27%).
Esses seis lotes beneficiarão 61.681 contribuintes com R$ 164,23 milhões (média de R$ 2.662 para cada um).
No total, no dia 15 deste mês a Receita Federal creditará R$ 1,8 bilhão para 1,122 milhão de contribuintes.
PENDÊNCIAS
Caso o contribuinte tenha pendências na declaração e tenha caído na malha fina, ele pode corrigir sua declaração e, assim, regularizar sua situação com a Receita.
A consulta para checar se há pendências ou não deve ser feita pelo e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte), no o site da Receita, no extrato do IR.
No extrato, é possível saber qual foi o erro que levou o contribuinte à malha fina. Para corrigir a pendência, será preciso enviar uma declaração retificadora. Não é possível fazer a correção diretamente no sistema.
FONTE:FOLHA DE SÃO PAULO

São Mateus do Maranhão será sede do Congresso Maranhense de Políticas Públicas

De 25-27 de julho, São Mateus do Maranhão será sede do Congresso Maranhense de Políticas Públicas, evento organizado pelos Fóruns e Redes de Defesa da Cidadania do Maranhão.

Mais de 80 municípios estão sendo articulados, aguardando-se para o evento mais de 800 delegados/as, escolhidos nos congressos municipais, após amplo debate sobre as políticas públicas necessárias para garantir direitos, ampliar o espaço de participação popular, enfrentar os grandes e graves problemas maranhenses: desigualdade, miséria, injustiça, impunidade, corrupção, etc.

Em Bacabal o congresso muonicipal foi realizado dioa 5 de junho com a participação de trabalhladores do campo e da  cidade, além de artistas, professores, intelectuais e religiosos.

Saúde, Educação, Segurança Pública, Saneamento Básico, Infraestrutura, Agricultura Familiar, Trabalho e Renda, Cultura, Esporte/Lazer, Moradia e Meio Ambiente foram as políticas públicas centrais debatidas até agora em todos os congressos municipais, cuja participação do povo tem sido um norte animador para os coordenadores do evento.

Algo muito importante e interessante para lembrar: o Congresso será totalmente financiado pela população que está arrecadando os alimentos, oferecendo suas residências como hospedagem para as delegações, além do que as despesas com deslocamento serão cobertas por um fundo comum, após o rateio geral.

Objetivos do congresso: intervir na elaboração das políticas públicas locais, indicando as atividades e ações que devem constar na LOA; elaborar "carta compromisso" a ser apresentada aos candidatos às eleições de 2014 e planejar ações estratégicas para reverter o quadro de violação de direitos humanos.

Aguarda-se, assim, de todos/todas ampla divulgação, colaboração nas mobilizações finais, bem como contribuição financeira de quem queira doar, acreditando que somente unido e organizado o povo poderá lutar e alcançar a vitória.

Dois passos à frente
Nenhum passo atrás
O Maranhão que a gente quer
É a gente que faz!


Diário do Mearim com informaçoes de Jorge Moreno

Proposta regulamenta a profissão de técnico em biblioteconomia


A Câmara analisa projeto do deputado João Stédile (PSB-RS) que reconhece a atividade de técnico em biblioteconomia como profissão (PL 6038/13). Atualmente, apenas aqueles que possuem curso superior na área tem sua atividade regulamentada. A proposta estende essa regulamentação àqueles que possuem diploma em nível médio, expedido por cursos técnicos reconhecidos.
De acordo com o projeto, o técnico em biblioteconomia é o profissional legalmente habilitado para executar, em bibliotecas ou em outros serviços de documentação e informação, atividades relativas ao processamento, conservação e divulgação de documentos. Cabe a ele organizar a informação nos acervos, prestar serviços de atendimento aos usuários e participar do desenvolvimento de atividades que ampliem as atividades socioculturais dessas instituições.
Para Stédile, a iniciativa pretende somar-se aos esforços do Governo Federal de viabilizar a implementação de uma biblioteca em cada cidade brasileira até o ano de 2020. No entanto, a legislação vigente (Lei 12.244/10) exige que o responsável por essas instituições tenha formação universitária em biblioteconomia. Segundo o deputado, “a meta do governo não será viável se não houver uma mobilização de incentivo de cursos técnicos em biblioteconomia, tendo em vista que nem todos os Estados possuem curso universitário na área”.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e de Serviço Público e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Rachel Librelon

FONTE: 
'Agência Câmara Notícias'

7 cursos online para quem gosta de literatura


Você nem precisa estar em época de vestibular: se curte literatura, estudá-la é o máximo. E que tal fazer isso sem sair de casa? Diversas instituições e até professores independentes disponibilizam vídeos gratuitos na web. Selecionamos sete alternativas para você:
Literatura, AulaDe.com.br
Material disponibilizado por um projeto educacional de professores brasileiros que querem democratizar o conhecimento por meio de aulas gratuitas.
Professor Wallace
O canal apresenta comentários e reflexões sobre língua portuguesa, literatura brasileira e redação para vestibulares.
Literatura, Aulalivre.net
Ministradas por Greice Cunha, as oito aulas ajudam a fixar e compreender conteúdos básicos da área.
Introdução à Teoria Literária, Yale
As 26 aulas ministradas por Paul H. Fry ajudam a dar o pontapé inicial para quem quer se aventurar por Teoria Literária. O curso aborda temas como semiótica, linguística e a construção institucional do estudo literário. Legendado em português.
Dante Alighieri e a Divina Comédia, Yale
Quer saber tudo sobre o poema épico de Dante Alighieri? Assista as 23 aulas de Giuseppe Mazzotta. O conteúdo é legendado em português.
Palavras, palavras, palavras!, TED
Uma seleção de palestras bem interessantes envolvendo literatura. Tem "Como a linguagem transformou a humanidade", de Mark Pagel, "tc mata a linguagem. OMG!!!", de John McWhorter, e muitas outras. Legendado em português.
Cervantes' Don Quixote, Yale
As aulas comandadas por Roberto González Echevarría facilitam uma leitura aprofundada de Don Quixote, situando seu contexto artístico e histórico. Em inglês.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Cursos gratuitos sobre temas de recursos hídricos oferecem mais de 500 vagas


chamada

O projeto Água – Conhecimento para Gestão está com inscrições abertas para nove cursos gratuitos, que oferecem 530 vagas, sendo 470 para capacitações em português e as demais em espanhol. Os interessados podem se inscrever através do site do projeto: http://www.aguaegestao.com.br/br/inscricoes_abertas. As atividades possuem uma carga que varia de 20 a 60 horas. Há cursos nas modalidades de ensino a distância (EaD) e semipresencial – com aulas em Foz do Iguaçu (PR), Marília (SP) ou Porto Alegre (RS).

As aulas de EaD acontecem pela internet e sem tutoria. Portanto, cada aluno realiza as atividades conforme seu ritmo. Nos cursos semipresenciais, as despesas de diárias e passagens ficam por conta dos próprios alunos. Para receber o certificado, é preciso concluir as atividades, segundo os critérios de aprovação.

O projeto Água – Conhecimento para Gestão é um convênio entre a Agência Nacional de Águas (ANA), a Fundação Parque Tecnológico de Itaipu (FPTI) e Itaipu Binacional com objetivo de desenvolver ações de comunicação, mobilização e educação para a gestão de recursos hídricos no Brasil e países da América Latina. Há 36 cursos gratuitos semipresenciais e a distância disponíveis no catálogo, que já capacitaram cerca de 35 mil pessoas. Saiba mais em: http://www.aguaegestao.com.br/.

Cursos com inscrições até 6 de julho

Gestão territorial para recursos hídricos com software livre de código aberto: capacitação em espanhol na modalidade EaD. As 30 vagas são direcionadas para técnicos e profissionais vinculados a órgãos gestores de recursos hídricos. As atividades vão de 21 de julho a 31 de agosto.

Comitê de Bacia: O que é e o que faz?: curso para membros de comitês de bacias hidrográficas e agentes gestores de recursos hídricos na modalidade EaD. Com carga de 20 horas e 120 vagas, poderá ser concluído entre 21 de julho e 7 de setembro.

Comitê de Bacia: Práticas e procedimentos: também voltado para membros de comitês de bacias e agentes gestores, o curso tem 20 horas na modalidade EaD. Os 120 selecionados terão de 21 de julho a 17 de agosto para concluir as atividades.

Governança da água na América Latina: as 60 vagas em português e 30 em espanhol são para técnicos e profissionais de órgãos gestores de recursos hídricos, além de integrantes de organizações sociais e colegiados relacionados ao tema. Para o curso em espanhol, as inscrições vão até 7 de julho e as atividades acontecem entre 27 de julho e 24 de agosto. Para a versão em português, as aulas vão de 21 de julho a 24 de agosto. As 40 horas de carga acontecem na modalidade de ensino a distância.

Medição de Vazão pelo método acústico Doppler (ADCP) – Básico: a capacitação semipresencial contará com atividades EaD e presenciais em Foz do Iguaçu (PR), que somam 52 horas. As 30 vagas são para profissionais em exercício nos órgãos gestores estaduais, universidades, instituições integrantes ou prestadoras de serviço para a Rede Hidrometeorológica Nacional e servidores da ANA que já atuam com medições de vazão acústico Doppler. O período para conclusão do curso é de 28 de julho a 22 de agosto, sendo que as aulas presenciais acontecem entre 18 e 31 de agosto.

Gestão de Recursos Hídricos: Metodologias de Participação Social: as 52 horas da capacitação são divididas entre atividades presenciais em Porto Alegre (RS), entre 13 e 15 de agosto, e aulas na modalidade EaD. O período para conclusão é de 4 a 24 de agosto. As 30 vagas são principalmente para membros de comitês de bacias.

Cursos com outros prazos para inscrições

Modelagem da Qualidade da Água em Reservatório: as inscrições para o curso vão até 13 de julho e há 30 vagas disponíveis. Com 60 horas de duração, sendo 16 presenciais em Foz do Iguaçu (PR), a capacitação é voltada para agentes gestores e usuários de recursos hídricos. As atividades devem ser realizadas entre 4 de agosto e 28 de setembro, sendo que as aulas presenciais vão de 30 de setembro a 1º de outubro.

Elaboração de spots de rádio e manuseio de plataforma web rádio: curso com 22 horas em EaD e 16 presenciais em Marília (SP), com foco em membros de comitês de bacias hidrográficas. A capacitação recebe inscrições até 15 de julho e oferece 20 vagas. As atividades devem ser feitas entre 11 de agosto e 24 de setembro, sendo que as aulas presenciais estão marcadas para o período entre 23 e 24 de setembro.

Alternativas Organizacionais para Gestão dos Recursos Hídricos: capacitação na modalidade EaD oferece 60 vagas e é voltada para membros de comitês de bacias e agentes gestores de recursos hídricos. As inscrições para o curso vão até 20 de julho. Os alunos selecionados deverão realizar as atividades entre 21 de julho e 24 de agosto.
Texto:Raylton Alves - ASCOM/ANA

domingo, 6 de julho de 2014

Campanha eleitoral começa hoje. Saiba o que pode e o que está proibido





Presidente do TRE Fróz Sobrinho promete rigor na fiscalização das regras da eleição deste ano
Presidente do TRE Fróz Sobrinho promete rigor na fiscalização das regras da eleição deste ano
Ontem foi o prazo final para registro de candidaturas. Com o cenário fechado, é dada a largada oficial para a disputa eleitoral. A partir de hoje iniciam as campanhas políticas, sendo permitida, segundo o Calendário Eleitoral e a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), a propaganda eleitoral. Os candidatos, os partidos políticos e as coligações estão liberados para realizar comícios e utilizar aparelhagem de sonorização fixa, das 8h às 24h, e a propaganda eleitoral pela internet.

Já a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão inicia no dia 19 de agosto. Até lá os candidatos utilizarão diferentes mecanismos para se fazerem próximos do eleitor. Mas é preciso ter cuidado. Os candidatos precisam observar a Resolução 23.404 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que dispõe sobre a propaganda eleitoral e condutas ilícitas em campanha. A multa para quem desrespeitar as regras, utilizando propagandas não permitidas, varia de R$ 5 mil a R$ 25 mil ao responsável e ao seu beneficiário, caso não tenham conhecimento prévio das normativas.

 O professor e especialista em Direito Eleitoral, Flávio Braga, explica que a Resolução é importante porque moraliza o processo de campanhas. “Dota o processo e os atores de segurança, porque todo mundo fica ciente do que pode e do que não pode fazer. Assegura a igualdade à oportunidade”, explica Flávio.

Segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), setenta ações por propaganda antecipada referente às eleições 2014 foram distribuídas à Comissão de Juízes Auxiliares do TRE até terça-feira (2). Delas, já resultou o montante de R$ 195.205,00 em multas e este valor aumenta à proporção em que elas são julgadas.

Flávio Braga alerta que, na missão de averiguar o cumprimento da regras, o Ministério Publico Eleitoral fiscaliza, e a Justiça Eleitoral aplica prazos e normas, e julga os casos de irregularidades.

O que pode e o que não pode

O TRE chama atenção para algumas regras estipuladas pelas Resolução 23.404 do TSE.  Nela, fica proibida a veiculação de qualquer propaganda política no rádio ou na televisão – incluídos, entre outros, as rádios comunitárias e os canais de televisão que operam em UHF, VHF e por assinatura – e, ainda, a realização de comícios ou reuniões pública – na Internet é permitido –, desde 48h antes até 24h depois da eleição.

Também fica determinado que propaganda eleitoral, seja qual for forma ou modalidade, deverá sempre conter a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional. E para evitar o apelo psicológico não é permitido empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais.

Prática comum outrora, atualmente é proibida a realização de showmício e de evento semelhante para promoção de candidatos e apresentação, renumerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral. Também permitido antigamente, os mimos e presentes, como camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor, são proibidos. Podendo, o infrator responder, conforme o caso, pela prática de captação ilícita de sufrágio, emprego de processo de propaganda vedada e/ou pelo abuso de poder.

Em residências e outros bens particulares é permitida a veiculação de propaganda eleitoral por meio de fixação de faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscrições, desde que não excedam 4m² - nenhum tipo de propaganda pode exceder esse tamanho – não contrariem a legislação eleitoral. Mas devem ser espontâneas e gratuitas, proibido qualquer tipo de pagamento em troca de espaço para esta finalidade.

Plataforma ainda nova, o TSE regula a produção na Internet, determinando que é permitida, após o dia 5 de julho, sem veiculação paga, das seguintes formas: em sítio do candidato, com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado direta ou indiretamente em provedor de serviço de internet estabelecido no país; por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido ou coligação; por meio de blogs, redes sociais, sítios de mensagens instantâneas e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural.
FONTE: Mariana Salgado  de O Imparcial

sábado, 5 de julho de 2014

Revista Isto É: o fim das dinastias e a derrota de Lobinho no MA

Lobão Isto é
Sob o título “Sobrenome não garante mais eleição”, a revista IstoÉ desta semana analisa a eleição de herdeiros de políticos famosos e conclui que a campanha aos governos estaduais mostra que os caciques perderam a influência de outrora. No caso do Maranhão, IstoÉ diz que o candidato Edison Lobão Filho (PMDB) corre sério risco de ser derrotado pelo adversário Flávio Dino (PCdoB) ainda no primeiro turno.
Leia a seguir a íntegra da reportagem, assinada pela jornalista Izabelle Torres:
“Aparentemente um caso isolado, a aposentadoria de José Sarney, depois de as pesquisas indicarem altos índices de rejeição ao seu nome e ao da filha, a governadora do Maranhão, Roseana, mostra que a política pode estar vivendo um momento um tanto quanto inusitado, ou pelo menos caminha para isso. Pesquisas para as disputas estaduais realizadas até agora revelam que herdeiros de políticos conhecidos, donos de sobrenomes famosos, não vivem uma situação tão confortável como em eleições passadas. Embora ainda detenham um vasto patrimônio, incluindo empresas na área de comunicação, e contem com o poder e a influência dos parentes nos diretórios regionais dos partidos, eles precisarão suar a camisa se quiserem triunfar no pleito deste ano.
Os exemplos se espalham pelo País. No Maranhão reside o caso mais nítido do enfraquecimento das dinastias. A candidatura de Lobinho (PMDB), filho do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, representava a esperança de que o poder se mantivesse ao menos próximo do grupo político de Sarney, que submergiu depois de longos 50 anos no comando do Estado. Mas o senador Edison Lobão Filho corre sério risco de ser derrotado pelo adversário Flávio Dino (PCdoB) ainda no primeiro turno.
Em Roraima, a influência do senador Romero Jucá (PMDB) não tem sido suficiente para fazer deslanchar a chapa da situação, composta pelo seu filho Rodrigo, que é candidato a vice-governador. Diferentes pesquisas feitas até aqui mostram que a impopularidade do atual governador do Estado, Chico Rodrigues (PSB), companheiro de chapa de Jucazinho, deixa o grupo com percentuais que não chegam a 25% das intenções de voto. A principal adversária é Ângela Portela, do PT, que ostenta o dobro. No Estado, Jucá, o pai, mantinha poder inabalável havia décadas e sempre colocou sua influência a serviço da projeção política do filho. Até agora, no entanto, esse empenho não surtiu efeito.
Ciente do ocaso dos coronéis País afora, o filho do senador Jader Barbalho, Helder Barbalho, tentou ser mais esperto para não perder votos. Candidato ao governo do Pará, ele preferiu não usar o sobrenome Barbalho na campanha, apesar de sobreviver politicamente graças à influência da família no Estado. Mas é quase impossível desvincular o nome dos dois. A maior parte do eleitorado paraense conhece a trajetória familiar de Helder. E o pai está mais próximo do que nunca da campanha do herdeiro. Para viabilizar o filho, Jader Barbalho usou seu prestígio para levar o ex-presidente Lula à convenção do partido, na última segunda-feira 30. Por ora, nas recentes pesquisas, Helder aparece tecnicamente empatado com o atual governador Simão Jatene (PSDB), candidato à reeleição. Ou seja, a disputa está acirrada e, se quiser vencer nas urnas, Helder, com ou sem o “Barbalho”, terá de mostrar mais do que padrinhos de peso.
Renan Filho, herdeiro do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), talvez seja a experiência mais bem-sucedida, pelo menos até agora, da tentativa de uma família de manter a influência regional. Mas dificuldades para isso nem de longe poderiam ser vislumbradas anos atrás. Com o diretório estadual do partido nas mãos e uma lista de favores concedidos aos governos Lula e Dilma Rousseff, o senador conseguiu colocar Renan Filho na dianteira das pesquisas. A margem, porém, é apertada. Como poucas vezes aconteceu na sua carreira política, Renan Calheiros vem tendo trabalho para costurar as alianças em torno do filho. Para o lamento do cacique alagoano, que nunca precisou fazer campanha no Estado para vencer eleição, a força do sobrenome já não é mais a mesma.”

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Tambor de Crioula do Maranhão é atração na festa da Copa em Fortaleza


No ritmo da parelha de instrumentos, os cantadores e coreiras do Tambor de Crioula Maracrioula vão colocar a cultura maranhense no calendário de eventos artísticos da Copa do Mundo. Aprovado em edital do Ministério da Cultura (MinC), o qual selecionou atrações de todo o país para apresentações nas 12 cidades sedes do mundial de futebol, o grupo criado no bairro Liberdade fará seis apresentações em Fortaleza (Ceará), entre os dias 4 e 6 de julho.

Segundo o presidente do grupo, José Nascimento, o Maracrioula foi o único representante do Maranhão habilitado e aprovado na etapa final da seleção digital promovida pelo MinC. Com 10 anos de existência e 35 componentes, a iniciativa cultural já gravou três CDs desde 2007. No entanto, José Nascimento informou que apenas 25 integrantes vão viajar à capital cearense.

“Para nós é muito importante [ter sido selecionado pelo MinC], não só por representar nosso estado, mas pelo compromisso e responsabilidade de levar a cultura [maranhense] do Tambor de Crioula. Com nossa cultura, estamos tentando mudar a realidade da comunidade”, disse José Nascimento a O Imparcial, ressaltando o fato de o grupo ter surgido em meio às dificuldades sociais da Liberdade, com o propósito de ampliar as oportunidades de ação e participação dos jovens, mas reunindo também veteranos nas manifestações culturais que marcam aquele bairro.

José Nascimento esclareceu que o Maracrioula atua predominantemente com jovens da comunidade, com a intenção de formar uma visão renovada e diferenciada do tradicional Tambor de Crioula, comumente criado em promessa a São Benedito. Adotando indumentárias e um estilo próprio, os integrantes do grupo vêm-se firmando no cenário cultural da cidade.

Embora o pai de José Nascimento já participasse de grupos de Tambor de Crioula, o presidente do Maracrioula disse que na infância não tinha uma ligação forte com essa expressão da cultura popular do Maranhão. Mais envolvido com a quadrilha e Dança do Coco da Companhia Rosa Branca, do grupo de Boi Novilho Branco, José Nascimento acabaria reunindo um grupo em torno da iniciativa, a qual, contudo, busca equilibrar a proposta de renovação do batuque e da dança com a preservação da cultura tradicional, patrimônio imaterial do Brasil.

“O tambor tem que ir ao fogo. Como dizia Mestre Leonardo, existem três coisas que só prestam quente: café, mulher e tambor”, disse José Nascimento, referindo-se a um dos mais influentes mestres do Tambor de Crioula em São Luís (justamente no bairro Liberdade), e defendendo a manutenção de antigos costumes, como o exemplo de esquentar e esticar o couro do tambor em uma fogueira antes das apresentações, que outros grupos mais novos, adeptos do tambor com tarrachas, vêm abandonando. “O Tambor de Crioula não pode mudar. Existem várias formas de tocar e interpretar, mas o Tambor de Crioula só existe no Maranhão, é único e é difícil encontrar um ritmo igual ao nosso”, concluiu ele.

Transformado em Ponto de Memória e tendo inovado sua atuação institucional ao participar da Semana Nacional de Museus, o Maracrioula – que adota o lema “Simples como deve ser” – já se apresentou em eventos em outras cidades brasileiras e sul-americanas. Dentre as apresentações realizadas pelo Maracrioula ao longo do ano, além da programação junina, José Nascimento destacou as festividades dos Dias das Mães e das Crianças e do período natalino.

SERVIÇO
O quê? Apresentação do Tambor de Crioula Maracrioula
Quando? Hoje (sexta-feira, às 15h e 20h), 5 e 6 de julho (sábado e domingo, 14h e 19h)
Onde? Espaço cultural Estoril (Praia de Iracema, Fortaleza – CE)
Quanto? Aberto ao público
FONTE: Augusto do Nascimento DE O IMPARCIAL

Torcedores fazem festa na chegada das seleções de Brasil e Colômbia

Os jogadores da seleção brasileira, puderam ver e sentir, no caminho até o hotel onde estão hospedados, o carinho e o interesse de centenas de torcedores e fãs que se aglomeravam para vê-los e cumprimentá-los, mesmo que a distância. Nesta quinta-feira (3) cedo, antes das 7h, muitos adolescentes voltaram ao hotel, na tentativa de ver algum ídolo entre as grades que dão vista para a piscina.
Ricardo Matsukawa/Terra
image
Seleção desembarcou na noite desta quarta-feira (2) em Fortaleza e foi recebida com entusiasmo
O jogo de sexta-feira (4), contra a Colômbia, válido pelas quartas de final, será o segundo da seleção brasileira em Fortaleza nesta Copa do Mundo.

Famosa pelo calor humano e por ter sido a primeira cidade em que a torcida e os jogadores começaram a cantar à capela o Hino Nacional, após o fim do trecho mais curto que a Fifa disponibiliza antes dos jogos, os torcedores querem apagar da memória a última partida, sofrida, que terminou com um empate sem gols com o México, na fase de grupos. Desta vez, um empate significará prorrogação de 30 minutos e, se persistir o empate, decisão por cobrança de pênaltis. Neste caso, a torcida lembraria o sofrimento do último jogo, contra o Chile, com empate no tempo normal e na prorrogação, e vitória do Brasil, por 3 a 2 nos pênaltis, graças às grandes defesas do goleiro Julio Cesar.
Em frente ao hotel onde a seleção da Colômbia está hospedada, na Avenida Beira Mar, um grupo de torcedores também cantava e esperava que os atletas aparecessem pelo menos na janela do quarto e acenassem para eles. Alguns dos jogadores penduraram a bandeira colombiana na sacada. Confiantes, os torcedores cantam músicas provocando os brasileiros: “Aqui no Brasil, ninguém nos ganha porque esta festa é colombiana” e “Colombiano, colombiano, que bonito ser quem é, porque seremos campeões na terra de Pelé”.
O torcedor Lídio García, que já tem ingresso para as semifinais, espera uma partida dura amanhã, mas aposta que a Colômbia ganhará por 2 a 1. “A grande diferença que há entre Colômbia e Brasil é que o Brasil jogará pressionado porque tem um compromisso por ser pentacampeão e por estar jogando em casa. Para nós, não, porque é a primeira vez que passamos para as quartas de final em nossa história, e vamos frescos, vamos tranquilos ao campo para mostrar o que temos, sem nenhum tipo de pressão.”
Na Avenida Beira Mar, a mais frequentada por turistas, brasileiros e colombianos caminham vestidos com as cores de seus países. Para fazer valer a superioridade numérica dentro do estádio e não ser superada pela torcida adversária, como aconteceu em alguns momentos no jogo contra o México, a torcida brasileira em Fortaleza marcou ensaios para divulgar as canções de incentivo à seleção. Um deles hoje, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, a partir das 20h, e outro amanhã, antes do jogo, nas proximidades da Arena Castelão.
Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 1 de julho de 2014

Inscrições para 183 vagas no município de Codó seguem até o próximo domingo

Estão abertas até o próximo domingo (6), as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Codó, que disponibiliza 183 oportunidades, sendo algumas reservadas para pessoas com necessidades especiais nos seguintes cargos:

Nível Médio (Magistério) ou Superior -
Professor de Ensino Fundamental I -1º ao 5º Ano (60) e Professor de Educação Infantil (58);

Nível Superior - Supervisor Escolar (10) e Professor de Ensino Fundamental II - 6º ao 9º Ano nas disciplinas de Arte (4), Ciências (5), Educação Física (4), Geografia (7), História (6), Inglês (6), Língua Portuguesa (11) e Matemática (12).

Os contratados receberão salários que variam de R$ 1.060,62 a R$ 1.909,12 em jornadas de 25 horas semanais.

Para participar do certame, os interessados devem se inscrever até o dia 6 de julho de 2014, mediante preenchimento do formulário disponível no site www.fsadu.org.br e pagamento da taxa, no valor único de R$ 60,00.

Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova teórica, composta de questões que versarão sobre o conteúdo programático constante no edital, e prova de títulos. A aplicação da prova teórica está prevista para o dia 3 de agosto de 2014, em horário e local divulgados posteriormente.

Este concurso público terá validade de dois anos, contados a partir da publicação oficial da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma vez por igual período.

Plano Real, 20 anos: até a Copa seria descartada por essa gente!

Dia 1º de julho de 1994 ainda é motivo de comemoração. “De lá para cá uma população cansada do jugo de uma inflação galopante passou a ter na moeda um motivo de orgulho, somente comparável ao futebol”. “A estabilidade monetária foi uma conquista estertora de muitas outras que vieram na sequência”. “Estabeleceu-se um Estado responsável, capaz de dar conta de suas obrigações orçamentárias e promover tranquilidade ao povo dada a estabilidade de preços alcançada desde então”. (Atenção redatores da revista Veja: estas frases são de tiradas das matérias publicadas nos últimos dias na imprensa comercial do país)
Certamente são essas as palavras mais ditas e ouvidas a cada aniversário de anúncio do Plano Real. E a claque é ampla, multifacetada encetando uma conspiração silenciosa sobre a verdade nos fatos que mesmo os que torcem o nariz não se arriscam a dizer algo mais de fundo. Instituição e linguagem se entrelaçam formando um senso comum, uma verdade única e uma máquina capaz de proscrever, politicamente, qualquer um que ouse dizer o contrário. O ambiente é de uma ditadura de tipo cult cuja base é encarnada em apresentadores de grandes telejornais, acadêmicos de peso e jornalistas econômicos com ternos recortados e palavreado “moderno”.

Ao contrário desse tom glorioso o que o país viveu no concreto foi: privatizações em massa, doze milhões de empregos exportados e exclusão social são apenas dados de uma memória que poucos querem atribuir ao “sucesso” do Plano Real. Combater uma inflação de forma tão competente não pode ser algo de genial. Arrochar demanda e destruir capacidade produtiva não necessita de nenhum tratado econômico digno de um Prêmio Nobel. E foram além disso. O longo prazo está subsumido a uma política oficial de Estado baseada no pressuposto da estabilidade monetária e formação de poupança como pressupostos ao crescimento e investimento. Esta política oficial de Estado é ideia-força que norteia o silêncio no debate de ideias a respeito do futuro do país. Poucos são aqueles capazes de virem a público e colocar abertamente o que realmente significa o regime de metas de inflação para o futuro do país expressa numa taxa de investimentos x PIB inversamente proporcional à violência policial contra jovens negros da periferia das grandes cidades.
O silêncio às críticas possivelmente direcionadas ao Plano Real é típica de uma ditadura baseada não em armas, exércitos e repressão física direta. É a imposição de um pensamento, de uma forma de governar e encarar o país tão ou mais letal que aquela inaugurada no fatídico 1º de abril de 1964. Vejamos bem. Somente uma ditadura com amplos poderem teria condições de derrubar a quase zero um processo inflacionário do porte daquele vivido pelo país desde então. O processo foi substituído pela caneta.
A inflação foi “derrotada” não como parte do ciclo econômico, de sua essência. Levou consigo todo um projeto nascido na década de 1930 cujo desenvolvimento confunde-se com a própria construção da nacionalidade a partir de suas empresas. A vitória do Plano Real foi a vitória dos derrotados pela Revolução de 1930, livre-cambistas, comerciantes de importação e exportação tendo como testa monetaristas, outrora agraristas. O bojo do combate à inflação tão inteligentemente nutrida como instrumento de acúmulo de forças diante do nacional-desenvolvimentismo chegou ao poder.
O acúmulo de forças democráticas e populares hoje dá-se pelo campo político construído a partir da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002. Enfrentar o legado e a institucionalidade surgida em 1994 é tarefa de gerações e luta renhida em todos os pleitos eleitorais e agenda de lutas dos movimentos sociais. A reversão deste quadro inicia-se, de forma lenta, com a desmoralização de FHC. Pode-se dizer que desde então o país vive uma transição entre o entreguismo neoliberal instalado no poder em 1994 e um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento. Uma transição que se move em areia movediça e que exige dos melhores filhos do povo tenacidade, amplitude política, capacidade de raciocínio e tirocínio estratégicos e ideias que fujam ao senso comum da ditadura da “estabilidade monetária”. O importante é que saímos da inércia da década de 1990. E a tarefa política colocada é simplesmente não permitirmos a volta desta mesma equipe de FHC ao governo.
O Brasil vive hoje um momento de euforia sem precedentes. Sediamos a maior Copa do Mundo de todos os tempos e o mesmo se espera das Olimpíadas. Os que na década de 1920 vaticinavam contra a possibilidade de nosso país se tornar uma nação viável, estão aí a amaldiçoar mais um feito de nosso povo. Evidente que na mão daqueles que deram um golpe contra o coração da nação em 1994 o Brasil nunca sediaria um evento desta proporção. As condicionalidades inflacionárias legadas dos investimentos necessários seriam levadas mais em conta do que a alegria instalada no país.
Num momento em que a oposição acusa a nossa presidenta de “comprar a Copa”, faz-se necessária uma ironia de afronta à defensiva: não tenho dúvidas de que o máximo que aconteceria seria a venda da Copa do Mundo por essa gente.
AUTOR:Elias Jabbour*

Seis candidatos vão disputar o governo do estado; tempo de propaganda está definido

Chegado o prazo final de realização de convenções, ontem, o cenário das eleições majoritárias de 2014 no Maranhão já está definido. Serão seis candidatos ao Governo do Estado e duas grandes coligações. O peemedebista Lobão Filho reúne 18 partidos e o comunista Flávio Dino, nove. Em candidaturas próprias sairão Luís Antônio Pedrosa (PSOL), Saulo Arcangeli (PSTU), Josivaldo Corrêa (PCB) e Zé Luis Lago (PPL).

Os eleitores poderão conhecer melhor os candidatos a partir do dia 19 de agosto, quando terá início a propaganda eleitoral por meio de rádio e televisão, apesar de que nas ruas a campanha já poderá ser vista a partir do dia 6 de julho. O tempo que cada pretenso governador terá ainda não está definido. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) esse dado será fornecido no inicio de agosto, quando já houver o registro de todas as candidaturas e o sorteio de emissora geradora. Enquanto isso, os especialistas em Direito Eleitoral fazem projeções, levando em consideração o número de partido de cada coligação e o número de representantes dos partidos na Câmara de Deputados.

Os candidatos

Sem nunca ter disputado uma eleição – em 2008, Lobão Filho assumiu o mandato de senador por ser suplente de seu pai, Edison Lobão, que se afastou para assumir o Ministério de Minas e Energia do governo Dilma Rousseff – Lobão Filho tornou-se candidato no inicio de abril, quando substituiu o ex-secretário de Estado da Infraestrutura do Governo do Maranhão, Luis Fernando Silva (PMDB), que era o pré-candidato governista.

De lá pra cá, assegura ter conquistado o apoio de 196 prefeitos, 30 deputados estaduais e 12 deputados federais. A sua coligação, com 18 partidos (PMDB, PTdoB, PT, PV, PRB, PSDC, PRP, PMN, DEM, PHS, PSD, PRTB, PEN, PSC, PTB, PSL, PR, PTN), pode garantir cerca de 9 minutos e 27 segundos em tempo de propaganda eleitoral diária de rádio e televisão. “Temos o maior tempo na propaganda partidária eleitoral gratuita e isso é muita vantagem. Não adianta termos todo esse tempo se não tivermos conteúdo para apresentar ao eleitor e nós temos”, explicou Lobão Filho.
Já Flávio Dino (PCdoB), abdicou da carreira de magistrado para entrar na política, como deputado federal. Esta é a terceira disputa majoritária que participa (2008 tentou ser prefeito de São Luís, mas perdeu para João Castelo (PSDB) e em 2010 candidatou-se, mas Roseana Sarney (PMDB) ganhou o Governo) e desde a última eleição, anunciou que estaria na disputa novamente.

Liderando as pesquisas, Flávio Dino conquistou a apoio de oito partidos (PDT, PPS, PSDB, PSB, PTC, PP, PROS, SD), da ala não governista do PT do Maranhão, a Resistência Petista, e de movimentos sociais, formando uma frente dos partidos de oposição – muito semelhante a que elegeu Jackson Lago governador, em 2006), chamada Partido do Maranhão. A coligação pode dar ao comunista 5 minutos e 58 segundos.
Mesmo antes do período eleitoral, Flávio realizou encontro políticos em vários municípios do estado, o que o fez mais conhecido. “A expectativa é a melhor possível porque nós fizemos um grande movimento na pré-campanha, chamado diálogos pelo Maranhão, que percorreu mais de 120 cidades, reuniu mais de 40 mil pessoas, discutindo ideias e propostas. Nós temos hoje um programa de governo de grande qualidade e nós tivemos uma convenção que reuniu 10 mil pessoas de todo o estado”, apontou, otimista, Flávio que diz querer usar o tempo de rádio e televisão para apresentar suas propostas de mudanças. “O objetivo de mostrar que um outro Maranhão é possível”, declarou.

O PSOL lançou o advogado e militante dos Direitos Humanos, Luis Antônio Pedrosa, ao Governo do Maranhão. O partido coligaria com PSTU e PCB, fazendo uma chapa de ultra-esquerda. No entanto, as siglas optaram por candidaturas próprias, mas manterão uma postura amigável durante as eleições pelas afinidades políticas.

Certo de que não utilizará os métodos de campanha de tradicional – com financiamento privado – e com pouco tempo de propaganda – aproximadamente de 1 minuto e nove segundos –, o PSOL utilizará outros métodos de se fazer se reconhecido pelo eleitor. “Teremos um pequeno tempo de TV, acredito que cerca de um minuto, mas que será suficiente para veicular uma mensagem de esperança em um novo tipo de política. Utilizaremos as redes sociais e a criatividade para mobilizar o povo em torno de um debate político, mas crítico e conscientizador, a cerca do papel da política para a libertação dos mais pobres, excluídos e do cidadão de bem, que sonha em varrer a corrupção da política”, explica Antonio Pedrosa.

O PSTU e PTC terão 1 minuto e 5 segundos cada. No sábado (28), os dois partidos realizaram suas convenções, optando pelo o professor universitário Saulo Arcângeli (PSTU) e o professor Josivaldo Correa Silva (PCB). Em conversa com O Imparcial, Saulo relatou que espera ter espaço nos meios de comunicação para aproximar-se do eleitor e disputar em condições iguais que os demais candidatos. “Os jornais já polarizaram a eleição, deixando entre dois candidatos. Espero que tenhamos espaço nos jornais”, relatou o candidato do PSTU. Já Josivaldo, "não vamos dizer aqui que vamos mudar o Maranhão ou o Brasil com propostas mirabolantes. Antes precisamos bater em uma questão-chave: que á questão do sistema econômico, das grandes empresas, do agronegócio, da macroeconomia. Essa postura nos leva a fazer uma campanha de conscientização do eleitor maranhense", afirmou.

O PPL também terá apenas 1 minuto e 5 segundos, com Zé Luís Lago na disputa ao Governo. O grande trunfo do candidato é relação familiar com o ex-governador Jackson Lago, de quem era irmão mais novo. Ele esteve no último sábado (28), na convenção do ex-governador de Pernambuco e disse: “Terei em meu programa partidário, o apoio de um grande nome da política nacional, o Eduardo Campos”. O diferencial de sua candidatura, de acordo com ele, é a possibilidade de dar palanque puro ao candidato a presidente do PSB, Eduardo Campo (PSB). Ainda que Flávio tenha na coligação o PSB, o que o torna apto a apoiar Campo, recebe o apoio do PSDB (do candidato Aécio Neves) e, em nível nacional é da base aliada do PT de Dilma, dando palanque a três candidatos a presidente.
FONTE:Diego Emir
Mariana Salgado DE O IMPARCIAL