Diário do Mearim Cidadania

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sábado, 8 de abril de 2017

Violência contra jornalista Não é privilégio de Bacabal, no Brasil é “rotineira”

Segundo o acessado Blog do Sérgio Matias, dia 5 de maio O repórter e apresentador Ray Lima, da TV Nova Esperança (Record), foi vítima de quatro indivíduos, alguns com passagem pela polícia, que covardemente o agrediram com xingamentos, empurrões e um forte soco na cabeça.

O ato criminoso ocorreu quando o profissional de imprensa deixava o prédio do poder legislativo após fazer a cobertura jornalística da sessão. Ao titular do blog citado acima, Ray Lima relatou que as ameaças e agressões verbais começaram antes mesmo do início da sessão, quando o mesmo adentrou o prédio.

Os quatro indivíduos, conhecidos como 'Júnior Catingueiro', Nêgo Júnior, Antonio José e outro que a vítima desconhece o nome, fazem às vezes de segurança particular do vereador César Brito (PPS) que, coincidentemente, tem sido nas últimas semanas alvo de críticas de Ray Lima e de outros apresentadores.

É muito provável que as agressões sejam retaliação e uma forma de intimidar os demais.

Depois de receber o soco na cabeça Ray Lima chegou a perder os sentidos por alguns segundos e recebeu os primeiros socorros do vereador Dr. Lula, que também é médico .
O vereador César Brito negou que tenha envolvimento no caso e desconhece a motivação.Emitiu, inclusive através de sua assessoria  nota à imprensa, demonstrando sua consternação e repúdio pelo o ato de violência praticado contra o repórter Ray Lima, no início da noite desta quarta-feira (5).
violência contra jornalista sejam que nível for não ocorrem apenas em Bacabal, onde todos os profissionais da mídia precisam refletir qual o pape da imprensa na atual conjuntura política e social da cidade, do contrário caminhamos para caos da falta de ética da imprensa bacabalense.
Nada justifica a violência sofrida pelo apresentador Ray Lima, o Blog Diário Mearim repudia toda e qualquer forma de violência, principalmente sofrida por companheiros da imprensa.

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) lançou no último sábado, 4, um relatório em que menciona casos de agressão e ameaças a jornalistas, vindos em grande parte da polícia.O que não é o caso de Bacabal, já que a imprensa local tem contribuído para o surgimento às vezes até de falsos heróis de farda.  A Entidade denuncia impunidade de crimes contra a imprensa. Os casos de violência contra esses profissionais no Brasil são “rotineiros”, segundo um relatório preliminar da SIP.

A Agência EFE acrescenta que, de acordo com o relatório, ataques a jornalistas são exercidos “em múltiplas formas” e provêm de diversos setores. Os casos mais frequentes incluem abusos físicos, ameaças, insultos intimidações e vandalismo.

“A violência é realizada em grande medida pela polícia, que deturpa suas funções e demonstra total falta de preparo para cumprir as suas atividades durante a cobertura de imprensa”, diz o relatório.

Uma pesquisa da Associação Nacional de Periódicos (ANJ) mostra no período analisado pela SIP – de outubro de 2016 até fevereiro último – 14 casos de agressões físicas, quatro de ameaças, dois de intimidação, três de vandalismo e cinco de ofensas.
Um exemplo de intolerância em relação à liberdade de imprensa mencionado no relatório é o ataque à sede da Rede Gazeta de Vitória, no Espírito Santo, na madrugada do dia 9 de fevereiro.

O prédio da empresa recebeu quatro tiros que não feriram ninguém, mas durante vários meses tanto a entidade como seus funcionários foram vítimas de “ameaças devido à cobertura da greve da polícia que paralisou o estado”.

A SIP denuncia a impunidade dos crimes contra jornalistas, apontando que a polícia é incapaz de investigar e denunciar os casos, e a Justiça, “lenta e ineficaz”.

Com sede em Miami, a SIP é uma entidade sem fins lucrativos dedicada à defesa e à promoção da liberdade de imprensa e de expressão nas Américas.
A imprensa Bacabalense pode não ser perfeita, muito menos 10% ética, imparcial ou  profissional, mas é o 4º Poder; a grande guardiã da liberdade de expressão e dos direitos fundamentais da comunidades, quem não gosta de ser criticado não serve para ocupar cargos públicos e quem não quer ser pessoa pulblica não serve para ser jornalista.
Com informações do Blog do Sérgio Matias

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